segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Às vezes, fugimos ao serviço que nos cabe, justificando a omissão com os defeitos que ainda nos caracterizam.

Dizemo-nos demasiado fracos para cooperar com a beneficência e desertamos do contato com irmãos em penúria...

Afirmamo-nos inábeis e recusamos encargos honrosos que se nos confiam...

Proclamamo-nos rudes em excesso e rejeitamos a possibilidade de colaborar no ensinamento edificante...

Asseveramo-nos na posição de espíritos endividados e fantasiamos incapacidade para o cultivo da fé...
 
Entretanto, é grande contra-senso semelhante norma de proceder.

Se a criatura humana surgisse instruída no berço, para que a escola da Terra?
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EMMANUEL


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