segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

O Girassol



Assim como um girassol escolhe sempre estar voltado para o sol, escolha focalizar o lado melhor, mais bonito, mais luminoso e vibrante das coisas que lhe acontecem.

Nossa percepção é seletiva, nós "focalizamos" o que queremos ver e deixamos de perceber o restante.

... Você já reparou como é fácil ficar de baixo astral?

Uma conta para pagar...

Não ganhar todo o dinheiro de que se precisa...

Não ter a aparência que se gostaria de ter...

Não ser valorizada no trabalho...

Não ter encontrado o sucesso, ou um grande amor ...

É por isso que frequentemente não nos sentimos bem. Depositamos nossa atenção no que nos falta, no que nos magoa...E ocupamos nossa mente com pensamentos preocupantes sobre o futuro. Enfim, deixamos a nossa mente à deriva, torturada por pensamentos negativos que nos dominam.

Na verdade a maior parte do tempo, estamos lutando com a vida, não aceitando o que ela nos traz...E quando não aceitamos aquilo que é, e nos concentramos no que deveria ser, nos frustramos, sofremos cada vez mais, ao ponto de perdemos o sentido da existência...

É justamente quando estamos frustrados e insatisfeitos, que precisamos lembrar que possuímos uma antena interna - a atenção - capaz de captar o lado bom da vida. Exatamente como na natureza, faz o girassol.

O girassol se volta para onde o sol estiver, mesmo que este esteja escondido atrás de uma nuvem. Ele está sempre em busca da luz, da vitalidade, da força, da beleza.

Saber captar o lado luminoso da vida significa aprendermos a valorizar tudo de bom que já recebemos e também a sermos gratos por isso...

Apreciar e agradecer o carinho, o afeto, os gestos de atenção e delicadeza oferecidos pelos amigos, filhos, pais, namorados. Apreciar o sorriso luminoso de alguém que você gosta. Apreciar um gesto de gentileza, uma palavra de estímulo do seu colega de trabalho, do seu vizinho...

Apreciar todo contato humano que lhe trouxe conforto, novo ânimo...Apreciar todo apoio que a vida lhe deu, de tantas formas misteriosas, quando precisou... Apreciar e agradecer porque a Vida é Amor, e sempre o protegeu, realizou seus desejos mais profundos, tomou conta de seus interesses e suas verdadeiras necessidades...

Ser aprendiz de girassol,não é fácil!

Infelizmente a maioria de nós, não foi preparada pra buscar o lado luz da vida, e vive se debatendo na obscura zona dos condicionamentos subconscientes e dos pensamentos destrutivos!

Daqui pra frente, quando perceber que está desanimado, revoltado ou deprimido, que possa se lembrar de ser girassol.

Selecione o melhor do seu mundo, valorize tudo o que de bonito e bom que existe nele!

Acredite no Poder da Luz para neutralizar qualquer situação adversa e transformar sua Vida em uma verdadeira obra-prima!

Assim, começará a reter Força, Vitalidade e Alegria dentro de você.

E como o girassol, estará de bem com a grande festa colorida que é a Vida!
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Fênix Faustine
 
 

domingo, 18 de dezembro de 2011

Trabalho, Sobriedade, Continência

A primeira condição para se conservar a alma livre, a inteligência sã, a razão lúcida é a de ser sóbrio e casto.
 Os excessos de alimentação perturbam-nos o organismo e as faculdades; a embriaguez faz-nos perder toda a dignidade e toda a moderação.
 O seu uso contínuo produz uma série de moléstias, de enfermidades, que acarretam uma velhice miserável.
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Dar ao corpo o que lhe é necessário, a fim de torná-lo servidor útil e não tirano, tal é a regra do homem criterioso.
 Reduzir a soma das necessidades materiais, comprimir os sentidos, domar os apetites vis é libertar-se do jugo das forças inferiores, é preparar a emancipação do Espírito.
Ter poucas necessidades é também uma das formas da riqueza.
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Evitai os prazeres corruptores em que a juventude se estiola, em que a vida se desseca e altera.

Escolhei em momento oportuno uma companheira e sede-lhe fiel.

Constituí uma família.

 A família é o estado natural de uma existência honesta e regular.

 O amor da esposa, a afeição dos filhos, a sã atmosfera do lar são preservativos soberanos contra as paixões.

No meio dessas criaturas que nos são caras e vêem em nós seu principal arrimo, o sentimento de nossas responsabilidades se engrandece; nossa dignidade e nossa circunspeção acentuam-se; compreendemos melhor os nossos deveres e, nas alegrias que essa vida concede-nos, colhemos as forças que nos tornam suave o seu cumprimento.

 Como ousar cometer atos que fariam envergonhar-nos sob o olhar da esposa e dos filhos?

Aprender a dirigir os outros é aprender a dirigir-se a si próprio, a tornar-se prudente e criterioso, a afastar tudo o que pode manchar-nos a existência.
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Léon Denis:
 do livro Depois da Morte