quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Quando nossas preces não são atendidas




Para ilustrar este tópico, vamos exemplificar com 2 casos:

Caso (A): 
Um adolescente não estuda para a sua prova na escola. Ele reza para Deus para que alguém possa passar “cola”, ou que ele seja inspirado para ir bem no seu exame.
Qual a chance desse adoslecente em ser atendido em sua prece e ir bem na prova escolar?

Caso (B):
 Uma esposa está vivenciando um periodo muito ruim no relacionamento com seu marido. Ela reza para que o seu marido mude de postura e comportamento. Mas ela nada faz para mudar as suas atitudes e nem procura iniciar um diálogo de reconciliação. Qual a chance desse relacionamento dar certo?

No caso (A), se o adolescente tivesse realmente estudado para a prova, poderia pedir em suas orações para que os Bemfeitores Espirituais lhe proporcionasse a calma, e que pudesse ter a inspiração para lembrar da matéria estudada.

No caso (B), a esposa deveria orar para pedir ao Plano Maior que ela tivesse mais calma e paciência, para aprender a aceitar as pessoas como ela são, para pedir inspiração para iniciar um diálogo de reconciliação, para que a Paz possa reinar no seu Lar.

As pessoas sempre ficam passivas esperando que os outros mudem e se adaptem aos seus gostos e caprichos. A mudança deve iniciar dentro de nós. Façamos as mudanças necessárias em nosso intimo, e por consequência, as mudanças ao nosso redor se efetuarão.

Sempre procuramos jogar os nossos problemas nas mãos de outras pessoas para que possam ser resolvidos. Estamos sempre esperando por soluções milagrosas, não assumimos as nossas devidas responsabilidades. Achamos que basta realizar determinado números de orações para que todos os nossos
problemas sejam resolvidos. Se a solução não vem em curto prazo, achamos que Deus não atendeu as nossas preces e, portanto, não vale a pena rezar.
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Rubens Santini

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