terça-feira, 13 de outubro de 2026

O perdão altera o futuro



A vida daquela mãe foi interrompida de maneira brutal e inesperada. Seu filho foi morto durante uma discussão banal.

Noites de insônia. Lágrimas de dor se seguiram ao dia fatal.

Para ela, o mundo parara de girar. As estrelas deixaram de brilhar e não importava se o dia era de sol, chuva ou frio intenso.

Notícias lhe informaram que o agressor fora preso. A justiça dos homens seguira seu curso, condenando-o à prisão. Ela nem se importou em saber por quanto tempo.

Afinal, dentro dela, tudo permanecia em ruínas. A dor era paralisante. O pensamento retornava, incessante, ao momento da perda. O ódio parecia inevitável, justificável.

Mary não dormia. Não se alimentava direito. Adoecia por dentro. Um dia, um pensamento a alertou. Deu-se conta de algo assustador: além de ter perdido o filho, estava perdendo a própria vida. O sofrimento tornara-se sua prisão interior.

Então, fez uma escolha inesperada. Decidiu visitar o homem que havia matado seu filho. Não para acusá-lo. Não para exigir explicações.

Queria somente lhe dizer algo que surpreendeu a si mesma:

Eu te perdoo.

O encontro foi marcado por lágrimas. O jovem chorou, reconheceu sua culpa.

Naqueles instantes, Mary compreendeu algo essencial: o ódio não traria seu filho de volta e ainda poderia destruir mais uma vida: a sua.

O seu perdão interrompeu o ciclo do mal. Não anulou a responsabilidade. Não apagou a dor. Entretanto, impediu que a violência continuasse a produzir vítimas.

Ela optou por não carregar o peso que não lhe cabia. Escolheu seguir viva por dentro.

O perdão que nasce do amor não muda o passado, mas transforma profundamente o futuro. Liberta quem perdoa antes mesmo de alcançar quem é perdoado.

* * *
Para muitos de nós, o perdão não começa em grandes tragédias. Ele acontece em pequenas dores do cotidiano: para as palavras duras ditas sem pensar, para os silêncios que machucam, para as mágoas acumuladas no lar, no trabalho, entre amigos e familiares.

Perdoar, nessas circunstâncias, não é concordar com o erro. É entender que guardar ressentimento consome forças que podem ser usadas para amar, reconstruir e seguir em frente.

Jesus nos ensinou tudo isso no auge de seu sofrimento, na cruz, rogando ao Pai perdão por todos os que estávamos ali, colaborando para aquele ato injusto e cruel.

Pensemos no perdão como um exercício diário, quase silencioso. Escolhas simples, feitas todos os dias, que vão educando o coração.

Comecemos com pequenas coisas, que, como espinhos da roseira, nos ferem. Perdoemos um atraso, um esquecimento, uma atitude impensada.

Pouco a pouco, ampliemos nossa capacidade de compreender, acolher e libertar. Porque o perdão é um aprendizado espiritual. Não acontece de uma vez. Constrói-se passo a passo, gesto a gesto, até que percebemos que quem mais se beneficia somos nós mesmos.

Perdão não é fraqueza. É força espiritual em ação. É a coragem de não permitir que o mal dite os rumos da própria vida.

Quando escolhemos perdoar, não estamos esquecendo o que aconteceu. Estamos escolhendo viver.

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Redação do Momento Espírita, com base em fato da vida de Mary Johnson.
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13 de outubro

Agradeça eternamente por todos os bons e perfeitos presentes que Eu lhe dou.

Perceba que você sempre tem tudo o que precisa quando surge a necessidade.

Você é o depositário de tudo que Eu lhe ofereço; portanto, seja um bom administrador, nunca tente possuir nada, mas use tudo o que você tem com sabedoria e compreensão.

Você veio a este mundo sem nada, e você irá embora sem nada.

Tudo o que você tem, Eu lhe dei para usar plenamente enquanto você estiver neste plano terrestre.

Por que não aproveitar e agradecer tudo isso, mas tentando não se apegar?

Tudo lhe foi dado livremente; livremente doe às almas à sua volta.

Compartilhe tudo que você tem, e, assim, faça espaço para que mais coisas possam ser atraídas por você.

Saiba que todos os seus desejos são maravilhosamente realizados se você vive pelas Minhas leis.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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Mensagem do ESE:

I – A Afabilidade e a Doçura
LÁZARO

Paris, 1861

6 – A benevolência para com os semelhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura, que são a sua manifestação. Entretanto, nem sempre se deve fiar nas aparências, pois a educação e o traquejo do mundo podem dar o verniz dessas qualidades. Quantos há, cuja fingida bonomia é apenas uma máscara para uso externo, uma roupagem cujo corte bem calculado disfarça as deformidades ocultas! O mundo está cheio de pessoas que trazem o sorriso nos lábios e o veneno no coração; que são doces, contanto que ninguém as moleste, mas que mordem à menor contrariedade; cuja língua, doirada quando falam face a face, se transforma em dardo venenoso, quando falam por trás.

A essa classe pertencem ainda esses homens que são benignos fora de casa, mas tiranos domésticos, que fazem a família e os subordinados suportarem o peso do seu orgulho e do seu despotismo, como para compensar o constrangimento a que se submetem lá fora. Não ousando impor sua autoridade aos estranhos, que os colocariam no seu lugar, querem pelo menos ser temidos pelos que não podem resistir-lhes. Sua vaidade se satisfaz com o poderem dizer: “Aqui eu mando e sou obedecido”, sem pensar que poderiam acrescentar, com mais razão: “E sou detestado”.

Não basta que os lábios destilem leite e mel, pois se o coração nada tem com isso, trata-se de hipocrisia. Aquele cuja afabilidade e doçura não são fingidas, jamais se desmente. É o mesmo para o mundo ou na intimidade, e sabe que se podem enganar os homens pelas aparências, não podem enganar a Deus.

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(O Evangelho Segundo o Espiritismo)
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Acesse e leia, no link abaixo, uma mensagem do ESE que não esteja disponível neste Blog, visto que, conforme observado, as mensagens tendem a se repetir:

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Encosto, quebrante, mau olhado, feitiçaria, praga, pode “pegar”?
Leia:


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segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Da criança aos pais


Antes que seja tarde demais...

Não tenham medo de ser firmes comigo. Eu prefiro assim, pois sua firmeza me traz segurança.

Não me tratem com excesso de mimos. Nem tudo que peço e desejo... me convém.

Não me corrijam na frente de outras pessoas. Prestarei muito mais atenção se vocês falarem comigo baixinho e a sós.

Não permitam que eu forme maus hábitos. Dependo de vocês para descobrir o que é certo, ou errado, na minha idade.

Não façam promessas apressadas. Lembrem-se de que me sinto mal, quando as promessas não são cumpridas.

Não me protejam das consequências dos meus atos. Às vezes, preciso aprender através da dor.

Não sejam falsos ou mentirosos. A falsidade me deixa confusa, desnorteada. E acabo perdendo a confiança em vocês.

Não me incomodem com ninharias. Se assim agirem, terei de proteger-me, aparentando surdez.

Nunca deem a impressão de ser perfeitos ou infalíveis. O choque será grande demais quando eu descobrir que vocês estão longe disso.

Não digam que meus temores são tolices. Eles são terrivelmente reais. Se vocês usarem de compreensão para comigo, ficarei mais serena e tranquila.

Não deixem sem resposta as minhas perguntas. Do contrário deixarei de fazê-las, buscando informações em algum outro lugar.

Não julguem humilhante um pedido de desculpas. Um perdão sincero torna-me surpreendentemente mais calorosa para com vocês.

Não subestimem a minha capacidade de imitação. Eu estarei sempre seguindo os seus passos com a certeza de que me conduzem pelo caminho certo.

Habituem-se a ouvir meus apelos silenciosos. Nem sempre consigo expressar meus sentimentos com palavras.

Respeitem as minhas limitações e fragilidades. Nem sempre consigo fazer tudo o que os deixa orgulhosos.

Ensinem-me a amar a Deus, pois não quero ser um adulto sem fé nem esperança.

E não se esqueçam jamais que, para desabrochar e florescer, preciso de muita compreensão e carinho e, acima de tudo, de muito amor...

* * *
Nosso filho é o discípulo amado que Deus pôs ao alcance do nosso coração enternecido, no entanto, a nossa tarefa não pode ir além daquele amor que o pai propicia a todos, ensinando, corrigindo e educando através da disciplina para a felicidade.

Mostremos-lhe a vida, mas deixemo-lo viver.

Falemos-lhe das trevas, mas demos-lhe a luz do conhecimento.

Mandemo-lo à escola, mas façamo-nos mestres dele no lar.

Apresentemos-lhe o mundo, mas deixemo-lo construir o próprio mundo.

Tomemos-lhe as mãos e as coloquemos no trabalho, ensinando com o nosso exemplo, mas não lhe desenvolvamos a inutilidade, realizando as tarefas que lhe competem.

Cumpramos o nosso dever amando-o, mas exercitemos o nosso amor ensinando-o a amar e fazendo que, no serviço superior, ele se faça um homem para que o possamos bendizer, mais tarde.

Nosso filho é semente divina; não lhe neguemos, por falso carinho, a cova escura da fertilidade, pretextando devotamento, porque a semente que não morrer jamais será fonte de vida.

Nosso filho é a esperança do mundo; não o asfixiemos no egoísmo dos nossos anseios, esquecendo-nos de que viemos à Terra sem ele e retornaremos igualmente a sós, entregando-o a Deus conforme as leis sábias e justas da Criação.

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Redação do Momento Espírita com base no artigo A criança, do Jornal Perfil policial, de outubro de 1999 e no cap. 37, do Espírito Amélia Rodrigues, do livro Crestomatia da Imortalidade, por Espíritos Diversos, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
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12 de outubro

Você consegue amar de verdade, sendo constantemente submetido a testes e julgamentos, e sentindo que tudo e todos estão contra você?

É muito fácil amar quando tudo está indo bem.

É quando você encontra obstáculos que você tende a fechar seu coração e parar o fluxo de amor; e, no entanto, é neste momento que você tem maior necessidade de amor.

Quando você consegue amar apesar de todas as condições externas, só então você pode ter certeza que é o Meu divino amor que está fluindo em você e através de você, e que este amor maravilhoso sairá vitorioso no final.

O amor nunca desiste: tenta de um jeito ou de outro, até conseguir vencer.

O amor é suave, mas também forte e persistente.

Como a água, abre seu caminho através dos corações mais duros.

Portanto, nunca aceite um não como resposta.

Ame e continue amando, e observe o caminho se abrir diante de você.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

I – Limites da Encarnação
SÃO LUIS
Paris, 1859

24 – Quais são os limites da encarnação?

A encarnação não tem, propriamente falando, limites nitidamente traçados, se por isto se entende o envoltório que constitui o corpo do Espírito, pois a materialidade desse envoltório diminui à medida que o Espírito se purifica. Em certos mundos, mais avançados que a Terra, ele já se apresenta menos compacto, menos pesado e menos grosseiro, e conseqüentemente menos sujeito a vicissitudes. Num grau mais elevado, desmaterializa-se e acaba por se confundir com o perispírito. De acordo com o mundo a que o Espírito é chamado a viver, ele se reveste do envoltório apropriado à natureza desse mundo.

O perispírito mesmo sofre transformações sucessivas. Eteriza-se mais e mais, até a purificação completa, que constitui a natureza dos Espíritos puros. Se mundos especiais estão destinados, como estações, aos Espíritos mais avançados, estes não ficam sujeitos a eles, como nos mundos inferiores: o estado de libertação que já atingiram permite-lhes viajar para toda parte, onde quer que sejam chamados pelas missões que lhes foram confiadas.

Se considerarmos a encarnação do ponto de vista material, tal como a vemos na Terra, podemos dizer que ela se limita aos mundos inferiores. Depende do Espírito, portanto, libertar-se mais ou menos rapidamente da encarnação, trabalhando pela sua purificação.

Temos ainda a considerar que, no estado de erraticidade, ou seja, no intervalo das existências corporais, a situação do Espírito está em relação com a natureza do mundo a que o liga o seu grau de adiantamento. Assim, na erraticidade, ele é mais ou menos feliz, livre e esclarecido, segundo for mais ou menos desmaterializado.

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O Evangelho segundo o Espiritismo 
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12 de Outubro

Ave Maria! Senhora

Do amor que ampara e redime,
Ai do mundo se não fora
A vossa missão sublime!

Cheia de graça e bondade,
É por vós que conhecemos
A eterna revelação
Da vida em seus dons supremos.

O Senhor sempre é convosco,
Mensageira da ternura,
Providência dos que choram
Nas sombras da desventura.

Bendita sois vós, Rainha!
Estrela da Humanidade,
Rosa mística da fé,
Lírio puro da humildade!

Entre as mulheres sois vós
A Mãe das mães desvalidas,
Nossa porta de esperança,
E Anjo de nossas vidas!

Bendito o fruto imortal
Da vossa missão de luz,
Desde a paz da Manjedoura,
Às dores, além da Cruz.

Assim seja para sempre,
Oh! Divina Soberana,
Refúgio dos que padecem
Nas dores da luta humana.

Ave Maria! Senhora
Do amor que ampara e redime,
do mundo se não fora,
A vossa missão sublime!

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Amaral Ornelas
Chico Xavier
Obra: PARNASO DE ALÉM TÚMULO
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domingo, 11 de outubro de 2026

As dores do viver


Quem passou pela vida em branca nuvem.

E em plácido repouso adormeceu,

Quem não sentiu o frio da desgraça,

Quem passou pela vida e não sofreu,

Foi espectro de homem, e não homem,

Só passou pela vida, não viveu.

*
O poeta expressou em poucos versos a grande verdade: a vida não é indolor.

Podemos olhar para quem tenha muito dinheiro, fama, sucesso e pensar que tudo lhe sorri.

No entanto, desconhecemos seus problemas íntimos, perdas que tenha sofrido, as lutas para alcançar o patamar em que se encontra e ali se manter.

As horas de ensaio, a superação de dores físicas ou morais para não cancelar o próximo show.

Sorrisos no palco, dança, canções.

Mas, quando todos se vão, quando acaba a apresentação, quando cessam os aplausos, o que resta?

Recordamos de um orador que, certa feita, nos disse que depois da ovação na oratória, dos tantos autógrafos nos seus livros, quando ele voltava para sua casa, fechada a porta, estava sozinho.

Ele não tinha ninguém.

Ninguém com quem compartilhar o café, o lanche, as impressões de tudo que sentira e vivera naquelas horas.

Não tinha quem lhe pudesse preparar um chá, pôr a mesa, dirigir-lhe uma palavra.

Por vezes, nós nos dizemos cansados da família.

São tantas tarefas, problemas e ruídos quando desejaríamos ter um pouco de sossego.

Contudo, alguém enfrenta a quietude de um apartamento a sós.

Seus amores se foram.

E somente a sombra do silêncio lhe recebe os lamentos da alma, e enxerga as lágrimas que verte.

Viver é um desafio constante: lidar com o inesperado desagradável, o sonho desfeito ou nunca concretizado.

Algumas dores são tão profundas que, como disse alguém, nem as quatrocentas mil palavras da língua portuguesa conseguem expressar.

Mas, afinal, para que serve a dor?

Escreveu um filósofo poeta: para polir a pedra, esculpir o mármore, fundir o vidro, martelar o ferro.

Serve para edificar o templo magnífico, onde se combinam todas as artes para exprimirem o divino.

A dor é um meio de que usa o poder infinito para nos chamar a si e, ao mesmo tempo, tornar-nos mais rapidamente acessíveis à felicidade espiritual, única duradoura.

É o processo pelo qual passa o bloco grosseiro que, para mostrar a perfeição da estátua que oculta em seu interior, sofre os golpes duros do cinzel do escultor ou o vagaroso e persistente trabalho do buril.

Um amigo nos confidenciou que observara que, quando estava passando por sérios problemas, sofrendo duras provações, produzia textos mais belos e profundos.

O homem precisa do sofrimento como o fruto da vinha precisa do lagar para que se possa extrair o suco precioso.

Para que triunfe o espírito, rebentando em sublimidade, para que o poeta ache os acentos imortais, o músico os suaves acordes, o coração precisa do aguilhão do luto e das lágrimas, da ingratidão, das traições da amizade, das angústias.

A dor é uma bênção, diz um benfeitor espiritual, que Deus envia aos Seus eleitos.

Então, não a procuremos, mas, quando ela se apresentar, tiremos dela todo o proveito que pode nos oferecer ao Espírito e ao coração.

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Redação do Momento Espírita, com transcrição dos versos do poema Ilusões da vida, de Francisco Otaviano e com base na parte 3, cap. XXVI e XXVII do livro O problema do ser, do destino e da dor, de Léon Denis, ed. FEB.
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11 de outubro

O fruto do Espírito é a alegria, portanto, deixe que mais alegria, divertimento e risos façam parte de sua vida.

Para que a vida seja plenamente aproveitada é necessário haver equilíbrio e moderação em tudo.

Você pode gostar do seu trabalho e achar que não precisa mudar, mas, de vez em quando, deve tirar um tempinho e fazer algo completamente diferente para mudar seu ritmo de vida.

Assim você vai descobrir que, ao voltar ao normal, vai estar completamente refrescado e cheio de alegria.

A vida nunca deve ser um fardo.
Você não está aqui para se curvar sob o peso do mundo.

Você está aqui para aproveitar com alegria cada momento da vida e, por você estar vivendo uma vida equilibrada, há um constante doar e receber.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

Provas voluntárias. O verdadeiro cilício

Perguntais se é licito ao homem abrandar suas próprias provas. Essa questão eqüivale a esta outra: É lícito, àquele que se afoga, cuidar de salvar-se? Àquele em quem um espinho entrou, retirá-lo? Ao que está doente, chamar o médico? As provas têm por fim exercitar a inteligência, tanto quanto a paciência e a resignação. Pode dar-se que um homem nasça em posição penosa e difícil, precisamente para se ver obrigado a procurar meios de vencer as dificuldades. O mérito consiste em sofrer, sem murmurar, as conseqüências dos males que lhe não seja possível evitar, em perseverar na luta, em se não desesperar, se não é bem-sucedido; nunca, porém, numa negligência que seria mais preguiça do que virtude.

Essa questão dá lugar naturalmente a outra. Pois, se Jesus disse: “Bem-aventurados os aflitos”, haverá mérito em procurar, alguém, aflições que lhe agravem as provas, por meio de sofrimentos voluntários? A isso responderei muito positivamente: sim, há grande mérito quando os sofrimentos e as privações objetivam o bem do próximo, porquanto é a caridade pelo sacrifício; não, quando os sofrimentos e as privações somente objetivam o bem daquele que a si mesmo as inflige, porque aí só há egoísmo por fanatismo.

Grande distinção cumpre aqui se faça: pelo que vos respeita pessoalmente, contentai-vos com as provas que Deus vos manda e não lhes aumenteis o volume, já de si por vezes tão pesado; aceitá-las sem queixumes e com fé, eis tudo o que de vós exige ele. Não enfraqueçais o vosso corpo com privações inúteis e macerações sem objetivo, pois que necessitais de todas as vossas forças para cumprirdes a vossa missão de trabalhar na Terra. Torturar e martirizar voluntariamente o vosso corpo é contravir a lei de Deus, que vos dá meios de o sustentar e fortalecer. Enfraquece-lo sem necessidade é um verdadeiro suicídio. Usai, mas não abuseis, tal a lei. O abuso das melhores coisas tem a sua punição nas inevitáveis conseqüências que acarreta.

Muito diverso é o que ocorre, quando o homem impõe a si próprio sofrimentos para o alívio do seu próximo. Se suportardes o frio e a fome para aquecer e alimentar alguém que precise ser aquecido e alimentado e se o vosso corpo disso se ressente, fazeis um sacrifício que Deus abençoa. Vós que deixais os vossos aposentos perfumados para irdes à mansarda infecta levar a consolação; vós que sujais as mãos delicadas pensando chagas; vós que vos privais do sono para velar à cabeceira de um doente que apenas é vosso irmão em Deus; vós, enfim, que despendeis a vossa saúde na prática das boas obras, tendes em tudo isso o vosso cilício, verdadeiro e abençoado cilício, visto que os gozos do mundo não vos secaram o coração, que não adormecestes no seio das volúpias enervantes da riqueza, antes vos constituístes anjos consoladores dos pobres deserdados.

Vós, porém, que vos retirais do mundo, para lhe evitar as seduções e viver no insulamento, que utilidade tendes na Terra? Onde a vossa coragem nas provações, uma vez que fugis à luta e desertais do combate? Se quereis um cilício, aplicai-o às vossas almas e não aos vossos corpos; mortificai o vosso Espírito e não a vossa carne; fustigai o vosso orgulho, recebei sem murmurar as humilhações; flagiciai o vosso amor-próprio; enrijai-vos contra a dor da injúria e da calúnia, mais pungente do que a dor física. Aí tendes o verdadeiro cilício cujas feridas vos serão contadas, porque atestarão a vossa coragem e a vossa submissão à vontade de Deus.


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- Um anjo guardião. (Paris, 1863.)
(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. V, item 26.)
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sábado, 10 de outubro de 2026

Cuide-se bem


Você nunca deverá esquecer dos motivos que o trouxeram à nova experiência corporal, no tempo presente.

Cada passo que você der o impelirá em alguma direção, obedecendo à orientação da sua vontade.

Toda palavra que exteriorizar conduzi-lo-á na voz dos ventos, entregando as suas ideias a diversos ouvidos. Busque, então, falar o que ilumine, o que construa para o bem, aquilo que é conveniente às leis sublimes da vida, como propõe o Apóstolo Paulo.

Cada gesto seu conduzirá, pela mensagem luminosa, um retrato do que você é, em recorte dos seus comportamentos. Bom será que esses gestos demonstrem equilíbrio, bom senso e harmonia, para que alcance a felicidade após ser visto e observado por incontáveis criaturas.

Toda escolha que você faça pelos caminhos da sua vida terrena apresentará aos que o cercam e acompanham o grau da sua maturidade, o nível dos seus ideais e a qualidade de tudo quanto o sensibiliza. Será consequente que os seus irmãos de jornada passem a conceber imagens suas — caricatas ou não — em função do que você elege para a sua existência.

Sobre o mundo, você será sempre o retrato dos seus gostos, dos seus interesses e das suas ações.

Quando Jesus anunciou que “àquele que bater, abrir-se-lhe-á”, expressava essa realidade pujante da vida… da sua vida, por que não?

Tudo quanto deseje um dia alcançar, inicie hoje a sementeira, comece agora a construção, uma vez que o tempo é o grande aliado da boa vontade e da perseverança, nas posições em que se acham as almas na Terra.

O que buscar na vida, isso mesmo encontrará, hoje ou amanhã, seja nobre ou ignóbil.

O que pedir durante a vida, isso mesmo logrará, cedo ou tarde, seja harmonia, seja aflição.

Onde bater, durante a marcha humana, com certeza abrir-se-lhe-á, mais ou menos rapidamente, sejam portas de luminosidade ou de trevas.

A sua vida, com todo o concerto de realizações íntimas, do cerne da alma, depende fundamentalmente do que almeja na trilha planetária.

É importante, então, que se mantenha cauteloso e cuidadoso com os tipos de anseios, de desejos e de sonhos que alimente na alma.

Cuide-se, para que não se surpreenda com dores e desditas, com frustrações e amargura, em razão do mau uso da sua vontade e do mau direcionamento dos seus íntimos impulsos.

Jesus Cristo tem razão plena: “Batei e abrir-se-vos-á.” Cuidemos para que saibamos onde e como bater, a fim de que se nos abram as portas da ventura, do progresso e da paz.

Meditação: Pedi a luz que vos clareie o caminho e ela vos será dada; pedi forças para resistirdes ao mal e as tereis; pedi a assistência dos bons Espíritos e eles virão acompanhar-vos e, como o anjo de Tobias, vos guiarão; pedi bons conselhos e eles não vos serão jamais recusados.

(O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XXV, item 5)

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Joanes
Raul Teixeira
Obra: Para uso diário
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10 de outubro

Aquilo que está em seu interior é refletido no exterior.

Ordem, harmonia, amor e beleza interiores serão refletidos em tudo o que você faz, diz e pensa.

Da mesma maneira, existindo confusão, desordem e desarmonia interiores, seu reflexo não poderá ser ocultado.

Para que uma mudança ocorra, é necessário que ela comece de dentro para fora.

Será, assim, uma mudança duradoura e inabalável.

Não espere sentado que sua vida mude; mexa-se e comece a fazer algo a respeito.

Comece agora a trabalhar seu estado interior.

Você não precisa esperar por ninguém; faça suas mudanças sem demora.

Agradeça constantemente por ser capaz de fazer isso sem empecilhos.

Se aparecer algum empecilho, ele estará dentro de você e só você poderá ultrapassá-lo.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

Salvação dos ricos

Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará a outro, ou se prenderá a um e desprezará o outro. Não podeis servir simultaneamente a Deus e a Mamon. (S. LUCAS, cap. XVI, v. 13.)

Então, aproximou-se dele um mancebo e disse: Bom mestre, que bem devo fazer para adquirir a vida eterna? — Respondeu Jesus: Por que me chamas bom? Bom, só Deus o é. Se queres entrar na vida, guarda os mandamentos. — Que mandamentos? retrucou o mancebo. Disse Jesus: Não matarás; não cometerás adultério; não furtarás; não darás testemunho falso. — Honra a teu pai e a tua mãe e ama a teu próximo como a ti mesmo.
O moço lhe replicou: Tenho guardado todos esses mandamentos desde que cheguei à mocidade. Que é o que ainda me falta? — Disse Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me.

Ouvindo essas palavras, o moço se foi todo tristonho, porque possuía grandes haveres. — Jesus disse então a seus discípulos: Digo-vos em verdade que bem difícil é que um rico entre no reino dos céus. — Ainda uma vez vos digo: É mais fácil que um camelo passe pelo buraco de uma agulha, do que entrar um rico no reino dos céus. (S. MATEUS, cap. XIX, vv. 16 a 24. — S. LUCAS, cap. XVIII, vv. 18 a 25. — S. MARCOS, cap. X, vv. 17 a 25.)

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(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XVI, itens 1 e 2.)
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Acesse e leia, no link abaixo, uma mensagem do ESE que não esteja disponível neste Blog, visto que, conforme observado, as mensagens tendem a se repetir:

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sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Terapia do Perdão



Perdoar não significa concordar com o mal que nos fizeram, esquecer uma injustiça ou permitir que alguém continue nos prejudicando. Perdoar é, sobretudo, libertar-se do ressentimento e da necessidade de revidar.

Quando alimentamos mágoa, ódio, desejo de vingança ou indignação constante, permanecemos emocionalmente ligados àquilo que nos feriu. A experiência dolorosa continua ocupando espaço em nossa mente e perturbando nossa paz.

Por isso, o perdão é também uma forma de cuidado com nós mesmos.

Muitas vezes encontramos pessoas que ferem, caluniam, provocam ou agem de maneira injusta. Não podemos controlar suas escolhas, mas podemos escolher como reagiremos diante delas. Revidar com o mesmo mal apenas prolonga o sofrimento e nos coloca no mesmo círculo de desequilíbrio.

Perdoar é interromper esse ciclo.

Isso não significa ausência de limites. Podemos nos afastar de quem nos faz mal, proteger-nos e dizer não diante de comportamentos inadequados. A diferença está em não carregar dentro de nós o desejo de vingança ou o ressentimento.

À luz da Doutrina Espírita, as dificuldades e os conflitos também podem representar oportunidades de crescimento. Aquele que nos desafia pode, sem perceber, oferecer-nos uma oportunidade de desenvolver paciência, compreensão, firmeza e elevação espiritual.

Jesus, ao ensinar o perdão, apresentou-nos uma das mais profundas lições de amor e equilíbrio. Perdoar é escolher não devolver a mesma agressão recebida. É não permitir que a atitude do outro determine quem seremos.

Quem perdoa não apaga o passado, mas deixa de permitir que ele governe o presente.

O perdão não transforma o erro em acerto, nem a injustiça em justiça. Ele transforma a nossa relação com aquilo que aconteceu.

Por isso, diante das ofensas, talvez possamos perguntar a nós mesmos:

Quero continuar carregando essa dor ou desejo seguir em paz?

Perdoar é escolher a liberdade interior.

É deixar para trás aquilo que já não precisa ocupar o coração e voltar os olhos para os caminhos que conduzem ao crescimento, à serenidade e à esperança.

Como nos ensina Joanna de Ângelis, o perdão é um valioso recurso para a harmonia pessoal e para a cura das feridas da alma.

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Breve reflexão sobre a mensagem de:
Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Franco
Obra: Libertação pelo Amor
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09 de outubro

Toda alma anseia pelo melhor que a vida pode dar.

E o melhor está esperando que você esteja pronto para recebê-lo.

Mas você deve estar disposto a receber o melhor de todo o coração, com verdadeira alegria e com a certeza que você é digno dele e este é o momento certo.

Se a sua atitude for de dúvida, você irá bloquear o fluxo do que é seu por direito.

Portanto, verifique se não há nada em você que esteja impedindo o que é seu de chegar até você.

EU ESTOU lhe oferecendo a vida, uma vida de abundância.

EU ESTOU lhe oferecendo beleza, harmonia, paz, amor.

O que é do Espírito é seu.

Caminhe pelos caminhos do Espírito, viva em perfeita harmonia com as Minhas leis e observe a vida se desenrolar em total perfeição.

Que não haja pressões em você.

Aceite simplesmente o que é seu com o coração pleno de agradecimento e nunca deixe de expressar seu amor e apreciação por tudo que lhe é dado.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

Benefícios pagos com a ingratidão

Que se deve pensar dos que, recebendo a ingratidão em paga de benefícios que fizeram, deixam de praticar o bem para não topar com os ingratos?

Nesses, há mais egoísmo do que caridade, visto que fazer o bem, apenas para receber demonstrações de reconhecimento, é não o fazer com desinteresse, e o bem, feito desinteressadamente, é o único agradável a Deus. Há também orgulho, porquanto os que assim procedem se comprazem na humildade com que o beneficiado lhes vem depor aos pés o testemunho do seu reconhecimento.

Aquele que procura, na Terra, recompensa ao bem que pratica não a receberá no céu. Deus, entretanto, terá em apreço aquele que não a busca no mundo.

Deveis sempre ajudar os fracos, embora sabendo de antemão que os a quem fizerdes o bem não vo-lo agradecerão. Ficai certos de que, se aquele a quem prestais um serviço o esquece, Deus o levará mais em conta do que se com a sua gratidão o beneficiado vo-lo houvesse pago. Se Deus permite por vezes sejais pagos com a ingratidão, é para experimentar a vossa perseverança em praticar o bem.

E sabeis, porventura, se o benefício momentaneamente esquecido não produzirá mais tarde bons frutos? Tende a certeza de que, ao contrário, é uma semente que com o tempo germinará. Infelizmente, nunca vedes senão o presente; trabalhais para vós e não pelos outros. Os benefícios acabam por abrandar os mais empedernidos corações; podem ser olvidados neste mundo, mas, quando se desembaraçar do seu envoltório carnal, o Espírito que os recebeu se lembrará deles e essa lembrança será o seu castigo. Deplorará a sua ingratidão; desejará reparar a falta, pagar a dívida noutra existência, não raro buscando uma vida de dedicação ao seu benfeitor. Assim, sem o suspeitardes, tereis contribuído para o seu adiantamento moral e vireis a reconhecer a exatidão desta máxima: um benefício jamais se perde. Além disso, também por vós mesmos tereis trabalhado, porquanto granjeareis o mérito de haver feito o bem desinteressadamente e sem que as decepções vos desanimassem.
Ah! meus amigos, se conhecêsseis todos os laços que prendem a vossa vida atual às vossas existências anteriores; se pudésseis apanhar num golpe de vista a imensidade das relações que ligam uns aos outros os seres, para o efeito de um progresso mútuo, admiraríeis muito mais a sabedoria e a bondade do Criador, que vos concede reviver para chegardes a ele. — Guia protetor. (Sens, 1862.)

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(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XIII, item 19.)
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Acesse e leia, no link abaixo, uma mensagem do ESE que não esteja disponível neste Blog, visto que, conforme observado, as mensagens tendem a se repetir:

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Na hora da irritação


Na hora da irritação que te ocorra:

não grites;

não escrevas;

não prometas;

não te ausentes;

não compres;

não vendas;

não te agites;

não opines;

não gracejes;

e não reclames.

Recolhe-te ao silêncio por alguns minutos, e entrega-te à oração, rogando o auxílio da Providência Divina.

Sentirás, então, que a crise te haverá
deixado e retomarás a normalidade da
própria vida, para reger com segurança
as próprias decisões.

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Emmanuel
Francisco C. Xavier
Obra: Luz e vida
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