quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Cuide de sua Saúde


Nas atividades diárias, você encontra muita desatenção para com a saúde, vivida por gigantesco número de pessoas.

Observando bem, com sinceridade, talvez você mesmo esteja incurso nesse número de indivíduos que desrespeitam os recursos do corpo físico, que o Criador lhes concedeu.

Na lista das cotidianas agressões contra a saúde do corpo, você poderá deparar-se com:

o vício do tabaco, sob todos os nomes incentivado aqui e ali;

o vício do alcoolismo, que, empesteando lares, templos e escolas, ainda recebe o aplauso social em diversas áreas;

o vício da gastronomia, que costuma deformar o estômago, o corpo em geral, danificando as suas funções, sendo, não obstante, mal interpretado como "comer bem";

o vício dos exageros de trabalho, submetendo o maquinário orgânico a excessos tais que em curto tempo dilapidam as energias somáticas, candidatando o veículo carnal a prematuro desgaste;

o vício do demasiado lazer, que leva a pessoa a desrespeitar a lei do trabalho, atirando-se ao extremo oposto, que leva o corpo orgânico à inação, ao desgaste pela inoperância a que é relegado por aqueles que tudo entregam ou negociam por uma hora a mais no leito, ou por um feriado a mais e outras providência pró-paralisia, em nome de um contínuo cansaço;

o vício dos regimes para emagrecer ou para engordar, sem qualquer necessidade em muitos casos, ou sem a orientação da Medicina e do Nutricionismo, provocando desastres que podem conduzir à falência do veículo corporal;

Cuide da sua saúde, sim, sem esquecer, no entanto, que o seu corpo físico é importante bênção a serviço da sua evolução no planeta, é um bendito talento para que, bem utilizando-o, possa galgar os passos da evolução que você persegue.

Evita, então, os exageros de quaisquer tipos. Não se permita padecer carências e distúrbios orgânicos sem que procure os cuidados médicos necessários, sem cultivar, contudo, a hipocondria que estabelece a mania neurótica de doenças, bombardeando as células com os dardos da mente perturbada.

Evite o uso indiscriminado desse ou daquele medicamento, por mais apregoado esteja, considerando as reações danosas que podem provocar no seu corpo.

Cuide bem da sua saúde, com todos os cuidados que ela exige, seja do alimento de boa qualidade e da dinâmica da boa ginástica, desde os descansos necessários até os remédios bem indicados pelo facultativo. Assim, aprenda a fazer tudo o que lhe seja importante com moderação, de modo a não desperdiçar as bênçãos do corpo.

Não olvide, porém que o seu estado mental e a sua harmonia psíquica são fundamentais para o devido acionamento dos seus recursos corporais.

Então, procure manter a sua mente alimentada por tudo o que lhe seja útil, salutar, relaxante, retirando você das tensões nervosas, dos estresses, que têm sido tão comuns na vida de hoje, provocando, com os distúrbios psico-emocionais, as disfunções somáticas, gerando enfermidades ao invés de manter a saúde.

Cuide-se, então.

Respeite esse talento bendito que o Criador lhe oferta na Terra.

Viva o seu dia-a-dia com essa visão de que você é o grande responsável por seu estado geral de doença ou de saúde, como o senhor de suas células corporais, como você sabe que é.

Meditação: Amai, pois a vossa alma, porém, cuidai igualmente do vosso corpo, instrumento daquela.

Desatender as necessidades que a própria Natureza indica, é desatender a lei de Deus.

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Joanes
José Raul Teixeira
Obra: Para uso diário
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26 de agosto

Você tem uma enorme tarefa a cumprir.

É o trabalho silencioso de criar mais amor no mundo.

É como o fermento na massa, que cumpre sua função sem estardalhaço; sem ele o pão ficaria como uma pedra.

Por isso, ame as almas que o rodeiam, ame o que você faz, ame o meio ambiente, ame até as almas aparentemente suas inimigas.

É necessário muito mais para amar as almas com as quais você não se sente bem do que simplesmente amar aquelas que o amam.

Sinta a necessidade de amor em cada alma e transforme-se num canal por onde o amor possa fluir para suprir essas carências.

À medida que cada indivíduo aprende a amar pelo simples prazer de amar, o peso do mundo será diminuído, porque o amor traz consigo o elemento de leveza para onde existe peso e escuridão.

O amor começa em cada indivíduo, portanto, procure-o dentro do seu coração e traga-o para fora. Distribua-o livremente e com verdadeira alegria.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

Convidar os Pobres e Estropiados

7 – Dizia mais ainda ao que o tinha convidado: Quando deres algum jantar ou alguma ceia, não chames nem teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem teus vizinhos que forem ricos, para que não aconteça que também eles te convidem à sua vez, e te paguem com isso; mas quando deres algum banquete, convida os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos; e serás bem-aventurado, porque esses não tem com que te retribuir, mas ser-te-á isso retribuído na ressurreição dos justos. Tendo ouvido estas coisas, um dos que estavam à mesa disse para Jesus: Bem-aventurado o que comer o pão no Reino de Deus. (Lucas, XIV: 12-15).

8 – “Quando fizeres um banquete, disse Jesus, não convides os teus amigos, mas os pobres e os estropiados”. Essas palavras, absurdas, se as tomarmos ao pé da letra, são sublimes, quando procuramos entender-lhes o espírito. Jesus não poderia ter querido dizer que, em lugar dos amigos, fosse necessário reunir à mesa os mendigos da rua. Sua linguagem era quase sempre figurada, e para os homens incapazes de compreender os tons mais delicados do pensamento, precisava usar de imagem fortes, que produzissem o efeito de cores berrantes. O fundo de seu pensamento se revela por estas palavras: “E serás bem-aventurado, porque esses não têm com o que te retribuir”. O que vale dizer que não se deve fazer o bem com vistas à retribuição, mas pelo simples prazer de fazê-lo. Para tornar clara a comparação, disse: convida os pobres para o teu banquete, pois sabes que eles não podem te retribuir. E por banquete é necessário entender, não propriamente a refeição, mas a participação na abundância de que desfrutas.

Essas palavras podem também ser aplicadas em sentido mais literal. Quantos só convidam para a sua mesa os que podem, como dizem, honrá-los ou retribuir-lhes o convite. Outros, pelo contrário ficam satisfeitos de receber parentes ou amigos menos afortunados, que todos possuem. Essa é por vezes a maneira de ajudá-los disfarçadamente. Esses, sem ir buscar os cegos e os estropiados, praticam a máxima de Jesus, se o fazem por benevolência, sem ostentação, e se sabem disfarçar o benefício com sincera cordialidade.

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O Evangelho segundo o Espiritismo
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Acesse e leia, no link abaixo, uma mensagem do ESE que não esteja disponível neste Blog, visto que, conforme observado, as mensagens tendem a se repetir:

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Jesus à Frente


Diante de quaisquer desafios da perseguição façamos um sorriso bom e otimista para a caravana das trevas... e sigamos avante. Disse-nos Jesus:

- Eis que vou, adiante de vós...

O Eterno Amigo vai à nossa frente e aplainará, para nós, como sempre, todos os caminhos.

Basta nos disponhamos a segui-lo, trabalhando...

Não percas tempo em procurar o mal; contudo, emprega atenção em socorrer-lhe as vítimas.

Diante desse ou daquele sucesso amargo, sempre mais do que nós, Jesus sabe...

Conhece o Divino Amigo onde se esconde o verme do vício, como também onde se oculta a farpa da crueldade.

Em razão disso, não te buscaria para relacionar as úlceras alheias nem para conferir os espinhos da estrada.

Se alguém prefere mergulhar na sombra, dize contigo:
- Jesus sabe.

Se alguém te não escuta a palavra de amor, nota em silêncio:
-Jesus sabe.

Se alguém surge enganando aos teus olhos, pensa convicto:
- Jesus sabe.

Se alguém foge de cumprir o dever, observa de novo:
- Jesus sabe.

Faze o bem que puderes e, entregando a justiça à harmonia da Lei, entenderás, por fim, que Jesus nos chamou para fazer luzir a estrela da caridade onde a vida padeça o insulto da escuridão.

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Meimei
Chico Xavier
Obra: Mais luz
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terça-feira, 25 de agosto de 2026

Três inimigos


Inúmeros adversários trabalham contra a paz.

Destacamos três que são cruéis, em seus processos perseguidores.

Aparecem quando menos se aguarda, e assumem proporções ameaçadoras que terminam por desequilibrar, levando ao fracasso.

Sentimentos enobrecidos, capacidades invulgares de lutas, espíritos corajosos, quando por eles alcançados tombam, deixando escombros onde antes operavam com alegria.

Antes que o indivíduo se dê conta, está infectado e só a muito esforço se liberta da presença perturbadora de tais invasores.

Sutis ou violentos, utilizam-se de façanhas perversas e se alojam perigosamente no coração e na mente, provocando estados de desordem do raciocínio e de desinteresse pela vida.

Referimo-nos à depressão, ao ressentimento e à exaltação.

Quando o cerco dos problemas torna-se aparentemente irremediável, os temperamentos de constituição mais delicada caem em depressão.

A depressão é semelhante à noite que se apresenta em pleno dia. É nuvem ameaçadora que encobre o sol. É tóxico que envenena lentamente as mais belas florações do ser.

O ressentimento é parecido ao mofo que faz apodrecer o sustentáculo onde se apoia.

Utilizando-se de causas que lhe dão entrada franca, desenvolve-se e, invariavelmente, alcança poder destruidor onde se fixa.

A exaltação, idêntica à faísca de eletricidade devoradora, atinge os nervos e produz relâmpagos de loucura com trovoadas carregadas de rebeldias, que enfraquecem os ideais da vida e despedaçam aqueles que lhe tombam nas malhas.

Como, então, combatê-los? De que instrumentos dispomos para afastarmos tão poderosos adversários?

Recursos salvadores são a oração, o prosseguimento do trabalho e o amor desinteressado e incessante.

Para a depressão, imediatamente se deve usar a vacina da coragem pela prece.

Nada, nenhuma força, pode nos fazer desistir do que somos, do que já construímos.

Qualquer sentimento que nos invada, convidando a esse tipo de caminho, será sempre armadilha falsa. Pensemos que somos maiores do que isso!

Para o ressentimento, nos sirvamos do raciocínio lúcido, mediante o amor que não espera nada.

O ressentimento é veneno que ingerimos diariamente sem perceber e que vai nos matando aos poucos. Libertar-se dele o quanto antes é ganhar anos de vida, e vida em liberdade.

Não esperemos nada das pessoas, assim como sabemos que é difícil obrigar os outros a esperarem algo de nós.

Damos o que podemos, no momento que podemos. Assim também é com o próximo. Ninguém pode dar mais do que tem.

Finalmente, para a exaltação, o remédio é a meditação, que recompõe as energias.

Agir em estado de exaltação é agir sem medir consequências. É como andar nas alturas, com uma venda nos olhos, sobre uma corda estreita e fraca. As possibilidades de acidente, de tragédia, são altíssimas.

Meditar, pensar, recompor-se. Não permitir que as decisões sejam tomadas por impulso. Ser dono de si mesmo.

Que possamos cuidar de nossas existências e não deixar que nenhum desses inimigos o faça.

Somos senhores de nossos destinos, de nossos pensamentos e atos. Ninguém, nem nada pode fazer isso por nós se não o permitirmos.

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Redação do Momento Espírita, com base no cap. 7, do livro Desperte e seja feliz, de Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis, ed. LEAL.
Em 18.5.2017.
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25 de agosto

Não pense nem por um momento que você não tem nada para doar.

Você tem um enorme potencial para doar e quanto menos você pensar nisso, melhor se sairá.

Quanto mais você pensar e viver pelos outros, esquecendo seu próprio ego no serviço ao próximo, sem nenhuma preocupação sobre retribuição, mais feliz você será.

Nunca doe com uma mão e tire com a outra.

Quando você doa algo, seja lá o que for, doe desapegadamente, para que o presente possa ser usado livremente.

Quando você doar, doe com fartura, livremente, de todo coração, e depois esqueça que doou.

Este princípio se aplica a presentes em todos os níveis, seja material ou imaterial, tangível ou intangível.

Seja sempre generoso em suas dádivas e não tenha medo que algo lhe falte, porque se você tiver receio ao doar, não será um ato verdadeiro.

Doando verdadeiramente, nada lhe faltará.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

Capítulo 17 - Sede perfeitos

Os Bons Espíritas

4 – O Espiritismo bem compreendido, mas sobretudo bem sentido, conduz forçosamente aos resultados acima, que caracterizam o verdadeiro espírita, como o verdadeiro cristão, pois um e outro são a mesma coisa. O Espiritismo não cria uma nova moral, mas facilita aos homens a compreensão e a prática da moral do Cristo, ao dar uma fé sólida e esclarecida aos que duvidam ou vacilam.

Muitos, porém, dos que crêem na realidade das manifestações, não compreendem as suas conseqüências nem o seu alcance moral, ou, se os compreendem, não os aplicam a si mesmos. Por que acontece isso? Será por uma falta de precisão da doutrina? Não, porque ela não contém alegorias, nem figuras que possam dar lugar a falsas interpretações. A clareza é a sua própria essência, e é isso que lhe dá força, para que atinja, diretamente a inteligência. Nada tem de mistérios, e seus iniciados não possuem nenhum segredo que seja oculto ao povo.

Seria necessária, então, para compreendê-la, uma inteligência fora do comum? Não, pois vêem-se homens de notória capacidade, que não a compreendem, enquanto inteligências vulgares, até mesmo de jovens que mal saíram da adolescência, apreendem com admirável justeza as suas mais delicadas nuanças. Isso acontece porque a parte, de qualquer maneira, material da ciência, não requer mais do que os olhos para ser observada, enquanto a parte essencial exige um certo grau de sensibilidade, que podemos chamar de maturidade do senso moral, maturidade essa independente da idade e o grau de instrução, porque é inerente ao desenvolvimento, num sentido especial, do espírito encarnado.

Em algumas pessoas, os laços materiais são ainda muito fortes, para que o espírito se desprenda das coisas terrenas. O nevoeiro que as envolve impede-lhes a visão do infinito. Eis por que não conseguem romper facilmente com os seus gostos e os seus hábitos, não compreendendo que possa haver nada melhor do que aquilo que possuem. A crença nos Espíritos é para elas um simples fato, que não modifica pouco ou nada as suas tendências instintivas. Numa palavra, não vêem mais do que um raio de luz, insuficiente para orientá-las e dar-lhes uma aspiração profunda, capaz de modificar-lhes as tendências. Apegam-se mais aos fenômenos do que à moral, que lhes parece banal e monótona. Pedem aos Espíritos que incessantemente as iniciem em novos mistérios, sem indagarem se tornaram dignas de penetrar os segredos do Criador. São, afinal, os espíritas imperfeitos, alguns dos quais estacionam no caminho ou se distanciam dos seus irmãos de crença, porque recuam ante a obrigação de se reformarem, ou porque preferem a companhia dos que participam das suas fraquezas ou das suas prevenções. Não obstante, a simples aceitação da doutrina em princípio é um primeiro passo, que lhes facilitará o segundo, numa outra existência.

Aquele que podemos,com razão, qualificar de verdadeiro e sincero espírita, encontra-se num grau superior de adiantamento moral. O Espírito já domina mais completamente a matéria e lhe dá uma percepção mais clara do futuro; os princípios da doutrina fazem vibrar-lhe as fibras, que nos outros permanecem mudas; numa palavra: foi tocado no coração, e por isso a sua fé é inabalável. Um é como o músico que se comove com os acordes; o outro, apenas ouve os sons. Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que faz para dominar suas más inclinações. Enquanto um se compraz no seu horizonte limitado, o outro, que compreende a existência de alguma coisa melhor, esforça-se para se libertar, e sempre o consegue, quando dispõe de uma vontade firme.

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O Evangelho segundo o Espiritismo
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segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Quando você para de lutar contra a vida, começa a viver


Existe limite para o despertar

Quando você para de lutar contra a vida, começa a viver.

Grande parte do nosso sofrimento nasce da sensação de estarmos separados de tudo e de todos. A mente cria a impressão de que precisamos nos proteger, competir, provar nosso valor, controlar as situações e garantir que nada saia do nosso caminho.

E, sem perceber, passamos a viver mais na preocupação com o que pode acontecer do que na experiência do que está acontecendo.

Mas existe uma possibilidade diferente: parar.

Parar não significa desistir dos sonhos, abandonar responsabilidades ou deixar de agir. Significa interromper, por alguns instantes, o movimento automático da mente e simplesmente perceber o que está acontecendo dentro de nós.

Quando observamos nossos pensamentos sem nos identificarmos completamente com eles, descobrimos algo importante: nós não somos cada pensamento que passa pela nossa mente.

Pensamentos vêm e vão. Emoções surgem e desaparecem. As circunstâncias mudam. Os problemas chegam e, com o tempo, encontram novos caminhos.

Mas existe em nós uma presença silenciosa que observa tudo isso.

É nesse espaço de consciência que encontramos uma forma mais profunda de liberdade.

Não precisamos lutar contra os pensamentos. Quanto mais tentamos expulsá-los à força, mais tensão criamos. Podemos simplesmente observá-los, como nuvens que atravessam o céu, sem precisar seguir cada uma delas.

Respirar. Perceber o corpo. Escutar os sons ao redor. Sentir o momento presente.

Parece simples — e justamente por isso muitas vezes ignoramos.

A vida, porém, acontece exatamente aqui.

O passado pode nos ensinar, e o futuro merece planejamento, mas nenhum dos dois pode ser vivido neste instante. A única experiência que realmente temos é o agora.

Quando deixamos de exigir que o presente seja diferente para então encontrarmos paz, alguma coisa dentro de nós começa a descansar.

Isso não significa negar a dor. Significa compreender que a dor não precisa ocupar todo o espaço da nossa consciência.

Mesmo em períodos difíceis, existe uma parte de nós capaz de observar, respirar e permanecer presente.

É como o sol escondido pelas nuvens: por algum tempo podemos não enxergá-lo, mas ele continua existindo.

O despertar espiritual, nesse sentido, não precisa ser um acontecimento grandioso. Pode acontecer em um momento de silêncio, durante uma caminhada, diante da natureza ou simplesmente enquanto respiramos conscientemente.

É o instante em que percebemos:

Eu tenho pensamentos, mas não sou os meus pensamentos. Eu sinto emoções, mas não sou as minhas emoções. Existe em mim algo que observa tudo isso.

Quando essa percepção começa a amadurecer, nossa maneira de viver também se transforma.

Reagimos menos e compreendemos mais.

Precisamos menos de aprovação.

Deixamos de tentar controlar tudo.

Passamos a agir com mais consciência e menos ansiedade.

O fazer continua existindo, mas deixa de ser compulsivo. Continuamos trabalhando, planejando, cuidando das pessoas e realizando nossos objetivos, porém sem colocar toda a nossa paz no resultado.

Essa talvez seja uma das maiores formas de liberdade: agir com propósito, mas sem permitir que o resultado determine o nosso valor.

A vida não exige que tenhamos todas as respostas.

Às vezes, ela pede apenas que estejamos presentes.

Que respiremos antes de reagir.

Que escutemos antes de julgar.

Que façamos uma pausa antes de tomar uma decisão.

Que aprendamos a confiar um pouco mais no silêncio e um pouco menos no ruído incessante da mente.

Porque, quando a mente deixa de comandar cada instante, surge espaço para algo mais profundo: clareza, presença, serenidade e sabedoria.

Talvez você não precise correr tanto.

Talvez não precise resolver tudo hoje.

Talvez precise apenas parar por alguns minutos e perceber que, apesar de tudo o que está acontecendo ao seu redor, você ainda está aqui. Respirando. Presente. Vivo.

E talvez seja justamente nesse simples “estar aqui” que começa uma nova maneira de viver.

A verdadeira paz não nasce quando a vida finalmente fica perfeita. Ela nasce quando aprendemos a permanecer presentes, mesmo enquanto a vida ainda está se transformando.

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Texto inspirado nos ensinamentos de Eckhart Tolle - Existe limite para o despertar
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24 de agosto

Pergunte ao seu coração: existe alguma coisa que esteja lhe causando desunião e divisão?

Existe algum desentendimento, inveja ou algo negativo que esteja lhe brecando?

Você tem que se analisar justa, racional e honestamente.

Você tem que saber, sem sombra de dúvida, se é você a pedra que está atrapalhando o funcionamento perfeito do Meu plano.

Se você se sente desconfortável e está sempre tentando arrumar desculpas e justificativas para seus atos e pensamentos, pode estar certo que existe algo dentro de você necessitando de mudanças.

Quando você descobrir o que é, não desanime: comece imediatamente a mudar sua atitude e seu enfoque.

EU ESTOU sempre aqui para ajudá-lo.

Chame por Mim e Eu o ajudarei a transpor os obstáculos do caminho que o estão impedindo de se sentir um com o todo.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

O Mal e o Remédio

SANTO AGOSTINHO
Paris, 1863

19 – Vossa terra é por acaso um lugar de alegrias, um paraíso de delicias? A voz do profeta não soa ainda aos vossos ouvidos? Não clamou ele que haveria choro e ranger de dentes para os que nascessem neste vale de dores? Vós que nele viestes viver, esperai portanto lágrimas ardentes e penas amargas, e quanto mais agudas e profundas forem as vossas dores, voltai os olhos ao céu e bendizei ao Senhor, por vos ter querido provar! Oh, homens! Não reconhecereis o poder de vosso Senhor, senão quando ele curar as chagas de vosso corpo e encher os vossos dias de beatitude e de alegria? Não reconhecereis o seu amor, senão quando ele adornar vosso corpo com todas as glórias, e lhe der o seu brilho e o seu alvor? Imitai aquele que vos foi dado para exemplo. Chegado ao último degrau da abjeção e da miséria, estendido sobre um monturo, ele clamou a Deus: “Senhor! Conheci todas as alegrias da opulência, e vós me reduzistes a mais profunda miséria! Graças, graças, meu Deus, por tendes querido provar o vosso servo”! Até quando os vossos olhos só alcançarão os horizontes marcados pela morte? Quando, enfim, vossa alma quererá lançar-se além dos limites do túmulo? Mas ainda que tivésseis de sofrer uma vida inteira, que seria isso, ao lado da eternidade de glória reservada àquele que houver suportado a prova com fé, amor e resignação? Procurai, pois, a consolação para os vossos males no futuro que Deus vos prepara, e vós, os que mais sofreis, julgar-vos-eis os bem-aventurados da Terra.

Com desencarnados, quando vagáveis no espaço, escolhestes as vossas prova, porque vos consideráveis bastantes fortes para suportá-la. Por que murmurais agora? Vós que pedistes a fortuna e a glória, o fizestes para sustentar a luta com a tentação e vencê-la. Vós, que pedistes para lutar de alma e corpo contra o mal moral e físico; sabíeis que quanto mais forte fosse a prova, mais gloriosa seria a vitória, e que, se saísseis triunfantes, mesmo que vossa carne fosse lançada sobre um monturo, na ocasião da morte, ela deixaria escapar uma alma esplendente de alvura, purificada pelo batismo da expiação e do sofrimento.

Que remédios, pois, poderíamos dar aos que foram atingidos por obsessões cruéis e males pungentes? Um só é infalível: a fé, voltar os olhos para o céu. Se, no auge de vossos mais cruéis sofrimentos, cantardes em louvor ao Senhor, o anjo de vossa guarda vos mostrará o símbolo da salvação e o lugar que devereis ocupar um dia. A fé é o remédio certo para o sofrimento. Ela aponta sempre os horizontes do infinito, ante os quais se esvaem os poucos dias de sombras do presente. Não mais nos pergunteis, portanto, qual o remédio que curará tal úlcera ou tal chaga, esta tentação ou aquela prova. Lembrai-vos de que aquele que crê se fortalece com o remédio da fé, e aquele que duvida um segundo da sua eficácia é punido, na mesma hora, porque sente imediatamente as angústias pungentes da aflição.

O Senhor pôs o seu selo em todos os que crêem nele. Cristo vos disse que a fé transporta montanhas. Eu vos digo que aquele que sofre e que tiver a fé como apoio, será colocado sob a sua proteção e não sofrerá mais. Os momentos mais dolorosos serão para ele como as primeiras notas de alegria da eternidade. Sua alma se desprenderá de tal maneira de seu corpo, que, enquanto este se torcer em convulsões, ela pairará nas regiões celestes, cantando com os anjos os hinos de reconhecimento e de glória ao Senhor.

Felizes os que sofrem e choram! Que suas almas se alegrem, porque serão atendidas por Deus.

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O Evangelho segundo o Espiritismo
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domingo, 23 de agosto de 2026

Amigos Espirituais


Você errou muitas vezes, comprometendo as mais nobres aspirações da vida.

No entanto, seus Amigos Espirituais não o deixaram à margem da senda.

Voltaram a inspirá-lo, impulsionando-o à reabilitação.

Você enganou a própria opinião quando julgou precipitadamente, entregando a mente e o coração à revolta injustificada.

Todavia, seus Amigos Espirituais não demonstraram ressentimentos, prosseguindo nas tarefas a seu lado.

Você acusou seus anjos benfeitores, porque não o libertaram da provação necessária a seu progresso espiritual.

Contudo, seus Amigos Espirituais continuaram sustentando-lhe a fé deficitária.

Você usou de violência nas expressões socorristas, como quem pretende balsamizar feridas, penetrando-as com aguilhões ou utilizando substância corrosiva.

Apesar disso, seus Amigos Espirituais permaneceram fiéis, ajudando-o com bondade e paciência.

Você faliu ante o testemunho inadiável e irremovível, escorregando no dever a que se liga.

Entretanto, não o abandonaram seus Amigos Espirituais, recomeçando, humildes, os exercícios da dignidade com você.

Você sucumbiu ante a dor, entregando-se ao pessimismo quando tudo lhe ensejava oportunidade de luta e confiança.

Mas, assim mesmo, seus Amigos Espirituais porfiaram sem reclamação.

Você excluiu de seu círculo de amizade o companheiro que fracassou na jornada.

Todavia, seus Amigos Espirituais não lhe disseram que você errava quando a impiedade zurzia em suas mãos.

Prestimosos, estenderam o auxílio àquele que você repudiou.

Os Espíritos Superiores, refletindo a Infinita Misericórdia de nosso Pai, são pacientes e gentis com nossas fraquezas.

Não reclamam — ensinam em silêncio.
Não se queixam — socorrem sem cessar.
Não acusam — amparam sempre.
Não desistem — porfiam confiantes.

São embaixadores da luz em missão de esclarecimento.

Embora o grande amor deles por nós todos, não fazem o que nos cabe realizar, nem se inclinam a um protecionismo pernicioso e inconsciente.

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Joanna de Ângelis
Divaldo Franco
Obra: Glossário Espírita Cristão
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23 de agosto

Deixe o poder do Espírito fluir em você e através de você.

Abra-se para esse infinito poder e perceba que o segredo desse poder está em manter contato coMigo, abastecendo-se na infinita e eterna fonte.

A fonte está sempre aqui para saciar as almas que estão preparadas para usar o poder corretamente em benefício do todo.

É preciso que você esteja pronto; você precisa primeiro pedir para depois receber.

Nada lhe será impingido antes que você esteja preparado.

Você acredita que coMigo tudo é possível?

Você aceita isso como um fato ou permite que dúvidas e temores estraguem a perfeição da sua vida?

Existe um ritmo perfeito para a vida e, quando você está no ritmo, você flui com a vida sem esforço e encontra alegria e animação.

Portanto, por que não entrar no ritmo, se sintonizar e plenamente a vida?

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

Instruções dos Espíritos

III – A Felicidade Não É Deste Mundo

FRANÇOIS-NICOLAS-MADELAINE

Cardeal Morlot, Paris, 1863

20 – Não sou feliz! A felicidade não foi feita para mim! Exclama geralmente o homem, em toda as posições sociais. Isto prova, meus caros filhos, melhor que todos os raciocínios possíveis, a verdade desta máxima do Eclesiastes: “A felicidade não é deste mundo”. Com efeito, nem a fortuna, nem o poder, nem mesmo a juventude em flor, são condições essenciais da felicidade. Digo mais: nem mesmo a reunião dessas três condições, tão cobiçadas, pois que ouvimos constantemente, no seio das classes privilegiadas, pessoas de todas as idades lamentarem amargamente a sua condição de existência.

Diante disso, é inconcebível que as classes trabalhadoras invejem com tanta cobiça a posição dos favorecidos da fortuna. Neste mundo, seja quem for, cada qual tem a sua parte de trabalho e de miséria, seu quinhão de sofrimento e desengano. Pelo que é fácil chegar-se à conclusão de que a Terra é um lugar de provas e de expiações.

Assim, pois, os que pregam que a Terra é a única morada do homem, e que somente nela, e numa única existência, lhe é permitido alcançar o mais elevado grau de felicidade que a sua natureza comporta, iludem-se e enganam aqueles que os ouvem. Basta lembrar que está demonstrado, por uma experiência multissecular, que este globo só excepcionalmente reúne as condições necessárias à felicidade completa do indivíduo.

Num sentido geral, pode afirmar-se que a felicidade é uma utopia, a cuja perseguição se lançam as gerações, sucessivamente, sem jamais a alcançarem. Porque, se o homem sábio é uma raridade neste mundo, o homem realmente feliz não se encontra com maior facilidade.

Aquilo em que consiste a felicidade terrena é de tal maneira efêmera para quem não se guiar pela sabedoria, que por um ano, um mês, uma semana de completa satisfação, todo o resto da existência se passa numa seqüência de amarguras e decepções. E notai, meus caros filhos que estou falando dos felizes da Terra, desses que são invejados pelas massas populares.

Conseqüentemente, se a morada terrena se destina a provas e expiações, é forçoso admitir que existem, além, moradas mais favorecidas, em que o Espírito do homem, ainda prisioneiro de um corpo material, desfruta em sua plenitude as alegrias inerentes à vida humana. Foi por isso que Deus semeou, no vosso turbilhão, esses belos planetas superiores para os quais os vossos esforços e as vossas tendências vos farão um dia gravitar, quando estiverdes suficientemente purificados e aperfeiçoados.

Não obstante, não se deduza das minhas palavras que a Terra esteja sempre destinada a servir de penitenciária. Não, por certo! Porque, do progresso realizado podeis facilmente deduzir o que será o progresso futuro, e das melhoras sociais já conquistadas, as novas e mais fecundas melhoras que virão. Essa é a tarefa imensa que deve ser realizada pela nova doutrina que os Espíritos vos revelaram.

Assim, pois, meus queridos filhos, que uma santa emulação vos anime, e que cada um dentre vós se despoje energicamente do homem velho. Entregai vos inteiramente à vulgarização desse Espiritismo, que já deu início à vossa própria regeneração. É um dever fazer vossos irmãos participarem dos raios dessa luz sagrada. À obra, portanto, meus caros filhos! Que nesta reunião solene, todos os vossos corações se voltem para esse alvo grandioso, de preparar para as futuras gerações um mundo em que felicidade não seja mais uma palavra vã.

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O Evangelho segundo o Espiritismo 
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Acesse e leia, no link abaixo, uma mensagem do ESE que não esteja disponível neste Blog, visto que, conforme observado, as mensagens tendem a se repetir:


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As Sete Leis Espirituais do Sucesso


As Sete Leis Espirituais do Sucesso, de Deepak Chopra, são princípios que buscam harmonizar corpo, mente e espírito para alcançar realização pessoal e profissional. Aqui está um resumo conciso de cada lei:

Lei da Potencialidade Pura:

Reconheça sua essência divina e ilimitada. Acesse seu potencial infinito por meio da meditação, do silêncio e da conexão com a natureza, deixando de lado o ego e os julgamentos.

Lei da Doação:

A vida é um fluxo de dar e receber. Doe generosamente (amor, tempo, recursos) e esteja aberto para receber, mantendo a energia de abundância em circulação.

Lei do Carma (ou Causa e Efeito):

Toda ação gera uma consequência. Faça escolhas conscientes, alinhadas com o bem maior, e assuma responsabilidade por suas ações para criar resultados positivos.

Lei do Mínimo Esforço:

Aceite as coisas como são, sem resistência. Não lute contra o fluxo da vida, pratique a aceitação e deixe as soluções surgirem naturalmente, com menos esforço.

Lei da Intenção e do Desejo:

Direcione sua intenção para o que deseja manifestar. Combine clareza de intenção com desapego do resultado, confiando que o universo organizará as circunstâncias.

Lei do Desapego:

Abra mão do apego aos resultados e às posses materiais. Permita que a incerteza traga liberdade e novas possibilidades, confiando no processo da vida.

Lei do Dharma (ou Propósito de Vida):

Descubra seu propósito único e use seus talentos para servir aos outros. Alinhe suas ações com seu chamado interior, contribuindo para o bem coletivo.

Resumo geral:

Essas leis sugerem que o sucesso verdadeiro vem da conexão com o universo, da prática da generosidade, da consciência nas escolhas, do alinhamento com o fluxo natural da vida e do serviço aos outros. Ao aplicar esses princípios, você cultiva equilíbrio, abundância e realização.

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Deepak Chopra
Obra: As Sete Leis Espirituais do Sucesso
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sábado, 22 de agosto de 2026

Não troques


Não troques a paz da tua consciência de amanhã, pelo prazer corruptor de hoje.

O que não é moral, jamais proporciona harmonia.

Fugidio e devorador, passa rápido, deixando ácido de insatisfação a queimar o corpo e sombra de remorso na consciência magoada.

Permanece sedento, mas não arrependido.

O que não experimentaste, não te atormenta, e, o que te falta agora, mais tarde chegará bem para a tua satisfação.

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Joanna de Ângelis
Divaldo Franco
Obra: Vida feliz
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22 de agosto

Não importa onde você esteja ou o que você esteja fazendo EU ESTOU sempre com você.

Mas é preciso que você esteja consciente disso, ou você passará pela vida como um cego, desapercebido dos prodígios e belezas que o rodeiam, tateando seu caminho pela escuridão.

Quando você está alerta, tem olhos para ver e ouvidos para ouvir, todas as pequenas coisas da vida têm significados novos e mais profundos.

Nada lhe passa desapercebido e você consegue enxergar um plano e um propósito permeando todos os acontecimentos de sua vida.

E você sente real alegria e ânimo com tudo que está lhe acontecendo.

Você vê tudo com os olhos do Espírito. Você compreende o que é realmente importante na vida, e a vida transborda de alegria e felicidade.

Você começa a perceber que nada acontece por acaso.

Você reconhece Minha mão em tudo e seu coração transborda de amor e gratidão.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

II – Necessidade da Encarnação
SÃO LUIS
Paris

25 – A encarnação é uma punição, e somente os Espíritos culpados é que lhe estão sujeitos?
A passagem dos Espíritos pela vida corpórea é necessária, para que eles possam realizar, com a ajuda do elemento material, os propósitos cuja execução Deus lhes confiou. É ainda necessária por eles mesmos, pois a atividade que então se vêem obrigados a desempenhar ajuda-os a desenvolver a inteligência. Deus, sendo soberanamente justo, deve aquinhoar eqüitativamente a todos os seus filhos. É por isso que Ele concede a todos o mesmo ponto de partida, a mesma aptidão, as mesmas obrigações a cumprir e a mesma liberdade de ação. Todo privilégio seria uma preferência, e toda preferência uma injustiça. Mas a encarnação, para todos os Espíritos, é apenas um estado transitório. É uma tarefa que Deus lhes impõe, no princípio da existência, como primeira prova do uso que farão do seu livre arbítrio. Os que executam essa tarefa com zelo, sobem rapidamente, e de maneira menos penosa, os primeiros degraus da iniciação, e gozam mais cedo o resultado do seu trabalho. Os que, ao contrário, fazem mau uso da liberdade que Deus lhes concede, retardam o seu progresso. E é assim que por sua obstinação, podem prolongar indefinidamente a necessidade de se reencarnarem. E é então que a encarnação se torna um castigo.

26 – Observação – Uma comparação vulgar nos fará melhor compreender esta diferença. O estudante não atinge os graus superiores, sem ter percorrido a série de classes que o levam até lá. Essas classes, por mais trabalho que exijam, são o meio de atingir o fim, e não uma punição. O estudante laborioso abrevia a caminhada, encontrando menos dificuldades. Acontece o contrário com aquele que a negligência e a preguiça obrigam a repetir certas classes. Não é, porém, o estudo que constitui uma punição, mas a obrigação de recomeçá-lo em cada classe.

É o que se passa com o homem na Terra. Para o Espírito do selvagem, que está quase no começo da vida espiritual, a encarnação é um meio de desenvolver a inteligência. Mas, para o homem esclarecido, em que o senso moral está largamente desenvolvido, e que se vê obrigado a repetir as etapas de uma vida corporal cheia de angústias, enquanto já podia ter atingido o fim, é um castigo, pela necessidade em que se acha de prolongar a sua permanência nos mundos inferiores e infelizes. Aquele que, ao contrário, trabalha ativamente para o seu progresso moral, pode não somente abreviar a duração de sua encarnação material, mas franquear de uma vez os graus intermediários, que o distanciam dos mundos superiores.

Os Espíritos não poderiam encarnar-se uma só vez num mesmo globo, e passar suas diferentes existências em diferentes esferas? Esta opinião seria admissível, se todos os homens estivessem na Terra, exatamente no mesmo nível intelectual e moral. As diferenças existentes entre eles, desde o selvagem até o homem civilizado, revelam os graus que têm de percorrer. A encanação, aliás, deve ter uma finalidade útil. Ora, qual seria a finalidade das encarnações efêmeras, das crianças que morrem em tenra idade?

Teriam sofrido sem qualquer proveito, nem para elas nem para os outros? Deus, cujas leis são todas soberanamente sábias, nada faz de inútil. Pelas reencarnações no mesmo globo, quis que os mesmos Espíritos se pusessem de novo em contato, tendo assim ocasião de reparar as suas faltas recíprocas. E tendo e conta as suas relações anteriores, quis, ainda, fundar uma base espiritual os laços de família, apoiando numa lei natural os princípios de solidariedade, fraternidade e igualdade.

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INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS
O Evangelho segundo o Espiritismo
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Confidência


Porque me deste tanto amor, nunca pude saber.

Acordei em teus braços, à feição da ave doente, e disseste que eu era um anjo.

No berço, as mãos pequenas não me alcançavam à face, mas enxugavas as minhas lágrimas com os teus beijos.

Se algum detrito me atingisse, afirmavas que eu era uma flor e me banhavas o corpo em suave perfume.

Se eu chorasse, transformavas a voz em melodia, para que as tuas canções me embalassem o repouso.

Quando despontei na infância, destruindo-te os vasos ou rasgando-te as relíquias, ao invés de corrigir-me, proclamavas a minha independência.

Nos dias da juventude, ao ferir-te com o meu desmazelo e ingratidão, escondias a chaga e me apontavas como sendo a criatura melhor da Terra.

Nas horas de crise, se me convidavas à oração, atirava-te um gesto desdenhoso que recebias sorrindo.

Deste-me a vida e coloquei-te no centro da aflição.

Amaste-me muito mais que a ti mesma e te fitei com indiferença, quando te troquei pelo mundo vasto.

Mãe querida, volto hoje a ver-te.

Cura minhas chagas com a tua bênção.

Compadece-te de mim que não encontrei com as ciências dos homens nenhuma riqueza que possa ser comparada aos tesouros de teu amor.

Abraça-me.

Deixa que o teu coração pulse junto do meu para que me sinta novamente criança.

E se te posso pedir algo mais, ensina-me outra vez a pronunciar o nome de Deus.

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Meimei
Chico Xavier
Obra: Os dois maiores amores.
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