Vivemos em um mundo que constantemente nos provoca. São situações inesperadas, palavras atravessadas, ruídos, pressões e desafios que parecem exigir de nós uma reação imediata. No entanto, segundo os ensinamentos de Eckhart Tolle, existe um caminho mais elevado: o da não reatividade.
Não reagir não significa ser passivo ou indiferente. Significa, na verdade, desenvolver um estado de consciência tão profundo que já não somos dominados pelos impulsos automáticos da mente e das emoções.
A maior parte do sofrimento humano não vem dos acontecimentos em si, mas da forma como reagimos a eles. Quando resistimos ao momento presente — quando lutamos contra o que está acontecendo — criamos um conflito interno. E é esse conflito que gera ansiedade, irritação e desgaste emocional.
A não reatividade surge quando aprendemos a observar, em vez de reagir. Ao invés de sermos arrastados pela raiva, pela frustração ou pelo medo, nos tornamos testemunhas conscientes dessas emoções. Nesse espaço de observação, algo poderoso acontece: a emoção perde força, e a consciência assume o controle.
Essa prática está profundamente ligada ao ensinamento central de Tolle: viver no momento presente. Quando estamos verdadeiramente presentes, não há espaço para reações inconscientes. Há apenas percepção, clareza e escolha. Afinal, o sofrimento psicológico geralmente nasce quando a mente se prende ao passado ou projeta o futuro, afastando-nos do agora.
No dia a dia, isso pode ser aplicado de forma simples:
no trânsito, diante de uma crítica, em um momento de tensão ou até mesmo no barulho do mundo. Cada situação deixa de ser um problema e passa a ser uma oportunidade de despertar.
A verdadeira liberdade não está em controlar o mundo externo, mas em não ser controlado por ele. Quando você não reage automaticamente, você se liberta. E essa liberdade não depende de circunstâncias — ela nasce dentro de você.
A não reatividade, portanto, não é fraqueza. É força espiritual. É o domínio sobre si mesmo. É a capacidade de permanecer em paz, mesmo quando tudo ao redor parece caótico.
E talvez esse seja o maior ensinamento:
não é o que acontece com você que define sua vida, mas o nível de consciência com que você responde.
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Mensagem baseada nos ensinamentos de Eckhart Tolle
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24 de março
Não tente olhar nem planejar muito à frente no futuro, pois seus planos poderão ser modificados.
Seria melhor permitir que as coisas acontecessem naturalmente, pois assim elas poderão se desenrolar até mais depressa.
Não se impaciente; espere por Mim e veja tudo se desdobrar da maneira mais incrível.
Tudo deve acontecer no tempo certo.
Quando o inverno chega, parece que nunca vai acabar, mas sem você perceber, a primavera começa a se manifestar.
E assim que está acontecendo com o novo tempo.
Como a primavera, ele já está aqui, e o inverno, o velho, já acabou.
Talvez você ainda não tenha compreendido e aceitado essa verdade, e enquanto você não o fizer, seus olhos não se abrirão para as maravilhas do momento.
Abra seus olhos e não perca nada do que está acontecendo.
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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:
Deixar aos mortos o cuidado de enterrar seus mortos
Disse a outro: Segue-me; e o outro respondeu: Senhor, consente que, primeiro, eu vá enterrar meu pai. — Jesus lhe retrucou: Deixa aos mortos o cuidado de enterrar seus mortos; quanto a ti, vai anunciar o reino de Deus. (S. LUCAS, cap. IX, vv. 59 e 60.)
Que podem significar estas palavras: “Deixa aos mortos o cuidado de enterrar seus mortos”? As considerações precedentes mostram, em primeiro lugar, que, nas circunstâncias em que foram proferidas, não podiam conter censura àquele que considerava um dever de piedade filial ir sepultar seu pai. Tem, no entanto, um sentido profundo, que só o conhecimento mais completo da vida espiritual podia tornar perceptível.
A vida espiritual é, com efeito, a verdadeira vida, é a vida normal do Espírito, sendo-lhe transitória e passageira a existência terrestre, espécie de morte, se comparada ao esplendor e à atividade da outra.
O corpo não passa de simples vestimenta grosseira que temporariamente cobre o Espírito, verdadeiro grilhão que o prende à gleba terrena, do qual se sente ele feliz em libertar-se. O respeito que aos mortos se consagra não é a matéria que o inspira; é, pela lembrança, o Espírito ausente quem o infunde. Ele é análogo àquele que se vota aos objetos que lhe pertenceram, que ele tocou e que as pessoas que lhe são afeiçoadas guardam como relíquias. Era isso o que aquele homem não podia por si mesmo compreender. Jesus lho ensina, dizendo: Não te preocupes com o corpo, pensa antes no Espírito; vai ensinar o reino de Deus; vai dizer aos homens que a pátria deles não é a Terra, mas o céu, porquanto somente lá transcorre a verdadeira vida.
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(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XXIII, itens 7 e 8.)
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"As minhas lágrimas estão prejudicando meu filho?"
"Perdi um filho há um ano, choro muito, e quero saber, as minhas lágrimas estão prejudicando meu filho?"
Resposta:
"Quando as lágrimas nascem do nosso reconhecimento a Deus pelos benefícios que recebemos, quando as lágrimas refletem a nossa saudade tocada de esperança, os nossos amigos desencarnados nos dizem que as lágrimas fazem a eles muito bem porque elas são luzes no caminho daqueles que são lembrados com imenso carinho, mas quando as nossas lágrimas traduzem revolta de nossa parte diante dos desígnios divinos que nós não podemos de imediato sondar, quando essas lágrimas retratam rebeldia, essas lágrimas prejudicam os desencarnados tanto quanto prejudicam os encarnados também."
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- Chico Xavier
- Programa Pinga Fogo
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