“A arte de não se importar” traz uma reflexão profunda sobre a vida, baseada em ideias filosóficas e existenciais. Não é sobre viver sem sentimentos ou se tornar frio, mas sim sobre escolher melhor aquilo que merece a nossa atenção e energia.
A verdade é simples, porém difícil de praticar: não dá para se importar com tudo. Quando tentamos agradar a todos, corresponder a todas as expectativas e controlar tudo ao nosso redor, acabamos sobrecarregados, ansiosos e desconectados de nós mesmos. Essa busca constante por validação externa é uma das maiores fontes de sofrimento humano.
A proposta, então, é desenvolver uma espécie de “desapego consciente”. Isso significa entender que:
nem tudo depende de nós;
nem toda opinião merece importância;
nem toda situação exige reação.
A vida se torna mais leve quando aceitamos suas imperfeições. Em vez de lutar contra o que não podemos controlar, aprendemos a direcionar nossa energia para o que realmente importa: nossos valores, nossas escolhas e nossa paz interior.
Sofrer faz parte da vida. Não existe felicidade constante, e tentar evitá-la a qualquer custo só aumenta a frustração. Ao aceitar isso, ganhamos maturidade emocional e liberdade.
“Não se importar” não é descaso — é sabedoria.
É escolher viver com mais consciência, menos peso emocional e mais autenticidade.
Você não precisa carregar o mundo nas costas. Às vezes, a verdadeira paz começa quando você aprende, com coragem, a simplesmente deixar ir.
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Texto inspirado no estoicismo
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15 de abril
Como é fácil falar mal e se queixar da situação atual do mundo, culpando a todos menos você!
É fácil dizer "Por que eles não fazem algo a respeito?".
Que tal você fazer algo a respeito?
Não fique aí sentado, sentindo-se impotente, pensando que você não pode fazer nada para ajudar.
Você pode ajudar, sim, e pode começar já. Você pode aplainar todos os desentendimentos e endireitar o que estiver errado.
Você pode expandir sua consciência de maneira a conseguir olhar para a vida de um ângulo diferente e mais amplo.
Você pode aprender a ser mais tolerante, mais aberto, mais amoroso e a ver os dois lados das questões. Você pode começar agora a eliminar toda a amargura, toda a crítica e toda a negatividade de seus pensamentos.
Fazendo a sua parte você estará ajudando o todo. Mas você não conseguirá isso sozinho.
Faça-o com a Minha ajuda.
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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:
Simplicidade e pureza de coração
Bem-aventurados os que têm puro o coração, porquanto verão a Deus. (S. Mateus, cap. V, v. 8.)
Apresentaram-lhe então algumas crianças, a fim de que ele as tocasse, e, como seus discípulos afastassem com palavras ásperas os que lhas apresentavam, Jesus, vendo isso, zangou-se e lhes disse:
“Deixai que venham a mim as criancinhas e não as impeçais, porquanto o reino dos céus é para os que se lhes assemelham. — Digo-vos, em verdade, que aquele que não receber o reino de Deus como uma criança, nele não entrará.” — E, depois de as abraçar, abençoou-as, impondo-lhes as mãos. (S. MARCOS, cap. X, vv. 13 a 16.)
A pureza do coração é inseparável da simplicidade e da humildade. Exclui toda idéia de egoísmo e de orgulho. Por isso é que Jesus toma a infância como emblema dessa pureza, do mesmo modo que a tomou como o da humildade.
Poderia parecer menos justa essa comparação, considerando-se que o Espírito da criança pode ser muito antigo e que traz, renascendo para a vida corporal, as imperfeições de que se não tenha despojado em suas precedentes existências. Só um Espírito que houvesse chegado à perfeição nos poderia oferecer o tipo da verdadeira pureza. É exata a comparação, porém, do ponto de vista da vida presente, porquanto a criancinha, não havendo podido ainda manifestar nenhuma tendência perversa, nos apresenta a imagem da inocência e da candura. Daí o não dizer Jesus, de modo absoluto, que o reino dos céus é para elas, mas para os que se lhes assemelhem.
Pois que o Espírito da criança já viveu, por que não se mostra, desde o nascimento, tal qual é? Tudo é sábio nas obras de Deus. A criança necessita de cuidados especiais, que somente a ternura materna lhe pode dispensar, ternura que se acresce da fraqueza e da ingenuidade da criança. Para uma mãe, seu filho é sempre um anjo e assim era preciso que fosse, para lhe cativar a solicitude. Ela não houvera podido ter-lhe o mesmo devotamento, se, em vez da graça ingênua, deparasse nele, sob os traços infantis, um caráter viril e as idéias de um adulto e, ainda menos, se lhe viesse a conhecer o passado.
Aliás, faz-se necessário que a atividade do princípio inteligente seja proporcionada à fraqueza do corpo, que não poderia resistir a uma atividade muito grande do Espírito, como se verifica nos indivíduos grandemente precoces. Essa a razão por que, ao aproximar-se-lhe a encarnação, o Espírito entra em perturbação e perde pouco a pouco a consciência de si mesmo, ficando, por certo tempo, numa espécie de sono, durante o qual todas as suas faculdades permanecem em estado latente. É necessário esse estado de transição para que o Espírito tenha um novo ponto de partida e para que esqueça, em sua nova existência, tudo aquilo que a possa entravar. Sobre ele, no entanto, reage o passado. Renasce para a vida maior, mais forte, moral e intelectualmente, sustentado e secundado pela intuição que conserva da experiência adquirida.
A partir do nascimento, suas ideias tomam gradualmente impulso, à medida que os órgãos se desenvolvem, pelo que se pode dizer que, no curso dos primeiros anos, o Espírito é verdadeiramente criança, por se acharem ainda adormecidas as idéias que lhe formam o fundo do caráter.
Durante o tempo em que seus instintos se conservam amodorrados, ele é mais maleável e, por isso mesmo, mais acessível às impressões capazes de lhe modificarem a natureza e de fazê-lo progredir, o que torna mais fácil a tarefa que incumbe aos pais.
O Espírito, pois, enverga temporariamente a túnica da inocência e, assim, Jesus está com a verdade, quando, sem embargo da anterioridade da alma, toma a criança por símbolo da pureza e da simplicidade.
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(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. VIII, itens 1 a 4.)
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