Vivemos tão envolvidos pelos pensamentos que, muitas vezes, esquecemos de viver o momento presente. Nossa mente viaja entre lembranças do passado e preocupações com o futuro, enquanto a vida acontece apenas no agora.
A respiração é o caminho mais simples para retornar à presença. Quando respiramos conscientemente, a mente desacelera, o corpo relaxa e encontramos um espaço de silêncio interior. Nesse silêncio, percebemos que a paz não depende das circunstâncias, mas da forma como nos relacionamos com elas.
Tudo na vida é passageiro. Emoções, situações, perdas e conquistas vêm e vão. O sofrimento aumenta quando resistimos à impermanência e tentamos controlar o que não podemos. A serenidade nasce quando aceitamos o fluxo da vida e permanecemos presentes.
Também não somos apenas a nossa história. O passado nos ensinou, mas não define quem somos. A cada instante, podemos escolher agir com mais consciência, deixando de carregar o peso de antigas dores e expectativas.
A verdadeira transformação acontece na simplicidade do cotidiano. Estar presente enquanto conversamos, caminhamos, trabalhamos ou até lavamos a louça é uma forma de meditação. Não é o que fazemos que transforma nossa vida, mas a qualidade da consciência que colocamos em cada ação.
No fundo, a paz sempre esteve dentro de nós. Ela apenas aguardava que silenciássemos o excesso de pensamentos para ser percebida.
Respire. Volte ao presente. É nele que a vida acontece, e é nele que a paz pode ser encontrada.
Quando a mente se aquieta, a alma finalmente consegue ouvir a voz da paz que sempre habitou dentro de si.
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Inspirado nos ensinamentos
de Eckhart Tolle
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08 de julho
Comece direito o seu dia sentindo-se um coMigo, assim nada que aconteça no decorrer deste dia poderá abalá-lo.
Quando você começa a viver esta vida espiritual, você tem que fazer um esforço consciente para se harmonizar, mas à medida que o tempo passa, isto se torna parte de você e não é mais necessário fazer qualquer esforço; será a sua maneira de viver.
Você encontrará enorme alegria e liberdade. Não é preciso passar metade do seu tempo rogando e pedindo perdão, com medo de fazer algo errado, preocupado de ter se desviado do caminho e estar indo contra a corrente.
Quando você errar, aceite o perdão imediatamente e sinta-se determinado a não repetir o mesmo erro.
Siga em frente até que esta maneira de viver deixe de ser um esforço e torne-se uma grande alegria, e você então saberá o que é ser um coMigo e viver em perfeita paz.
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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:
O sacrifício mais agradável a Deus
Se, portanto, quando fordes depor vossa oferenda no altar, vos lembrardes de que o vosso irmão tem qualquer coisa contra vós, — deixai a vossa dádiva junto ao altar e ide, antes, reconciliar-vos com o vosso irmão; depois, então, voltai a oferecê-la. — (S. MATEUS, cap. V, vv. 23 e 24.)
Quando diz: “Ide reconciliar-vos com o vosso irmão, antes de depordes a vossa oferenda no altar”, Jesus ensina que o sacrifício mais agradável ao Senhor é o que o homem faça do seu próprio ressentimento; que, antes de se apresentar para ser por ele perdoado, precisa o homem haver perdoado e reparado o agravo que tenha feito a algum de seus irmãos. Só então a sua oferenda será bem aceita, porque virá de um coração expungido de todo e qualquer pensamento mau.
Ele materializou o preceito, porque os judeus ofereciam sacrifícios materiais; cumpria--lhe conformar suas palavras aos usos ainda em voga.
O cristão não oferece dons materiais, pois que espiritualizou o sacrifício. Com isso, porém, o preceito ainda mais força ganha. Ele oferece sua alma a Deus e essa alma tem de ser purificada. Entrando no templo do Senhor, deve ele deixar fora todo sentimento de ódio e de animosidade, todo mau pensamento contra seu irmão. Só então os anjos levarão sua prece aos pés do Eterno. Eis aí o que ensina Jesus por estas palavras:
“Deixai a vossa oferenda junto do altar e ide primeiro reconciliar-vos com o vosso irmão, se quiserdes ser agradável ao Senhor.”
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(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. X, itens 7 e 8.)
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Parentes complexos
Parece questão simples mas não é: os parentes complexos.
Discutimos, deblateramos no assunto. Entretanto, exceção feita aos portadores de moléstias congênitas, somente erradicáveis nos tratamentos da reencarnação, se encontramos um parente difícil, a verdade é que também seremos para ele um parente difícil, pelo menos, durante o período de tempo, em que se nos perdure o desacordo.
Conservemos serenidade e paciência, à frente dos familiares que se nos mostrem irritadiços ou intolerantes. Quem de nós na Terra, não terá tido determinados momentos de perplexidade ou inquietação?
O olhar amargurado de um pai ou um semblante materno toldado de tristeza, talvez nos escondam graves preocupações para que não nos faltem reconforto e alegria.
O irmão desorientado, a irmã queixosa, o esposo que se patenteie acabrunhado ou a esposa que se revele fatigada e abatida, terão motivos para isso, tanto quanto, mantínhamos as nossas razões para enfado ou aborrecimento, quando no estágio terrestre.
Saibamos respeitar sempre os entes queridos, notadamente quando atravessam tempestades na vida íntima, cujas minudências não nos será lícito investigar. Esperemos que saibam vencer por si mesmos as tribulações que os visitam, evitando os interrogatórios indesejáveis e as perguntas fora de tempo, que estimaríamos dispensar igualmente se estivéssemos no lugar deles.
Compreendamos que, no mundo físico, bastas vezes, somos impelidos a seguir adiante, através de veredas empedradas, em benefício de nossas próprias experiências. 8 E, sobretudo, estejamos convencidos de que não teremos parentes-enigmas e nem seremos familiares-problemas para ninguém se cultivarmos a paz e se tivermos amor.
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Meimei
Chico Xavier
Obra: Esperança e Vida
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