quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Acalma-te


“… A Deus tudo é possível…” — JESUS (Mateus, 19.26)

Seja qual for a perturbação reinante, acalma-te e espera, fazendo o melhor que possas.

Lembra-te de que o Senhor Supremo pede serenidade para exprimir-se com segurança.

A terra que te sustenta o lar é uma faixa de forças tranquilas.

O fruto que te nutre representa um ano inteiro de trabalho silencioso da árvore generosa.

Cada dia que se levanta é convite de Deus para que Lhe atendamos à Obra Divina, em nosso próprio favor.

Se te exasperas, não Lhe assimilas o plano.

Se te afeiçoas à gritaria, não Lhe percebes a voz.

Conserva-te, pois, confiante, embora a preço de sacrifício.

Decerto, encontrarás ainda hoje corações envenenados que destilam irritação e desgosto, medo e fel.

Ainda mesmo que te firam e apedrejem, aquieta-te e abençoa-os com a tua paz.

Os desesperados tornarão à harmonia, os doentes voltarão à saúde, os loucos serão curados, os ingratos despertarão…

É da Lei do Senhor que a luz domine a treva, sem ruído e sem violência.

Recorda que toda dor, como toda nuvem, forma-se, ensombra e passa…

Se outros gritam e oprimem, espancam e amaldiçoam, acalma-te e espera…

Não olvides a palavra do Mestre quando nos afirmou que a Deus tudo é possível, e, garantindo o teu próprio descanso, refugia-te em Deus.

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Emmanuel
Chico Xavier
Obra: Palavras de vida eterna
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22 de janeiro

Pare de andar em "ponto morto", engate a marcha e faça alguma coisa da sua vida.

Há muitas avenidas a serem exploradas portanto, por que não explorá-las agora?

Nunca tenha medo de dar um passo para o desconhecido, para o novo.

Faça isso sem temor, sempre esperando que o melhor aconteça.

A vida é muito emocionante e excitante, mas é preciso estar disposto a crescer em direção ao novo com absoluta fé e confiança.

Permita que Eu seja seu guia e companheiro constante.

Há muito em você esperando para ser revelado quando você estiver pronto.

Você deverá estar devidamente equipado para esta vida de aventura e, antes de se aventurar em frente, deverá aprender lições vitais importantes, lições fundamentais de obediência e disciplina.

Para tanto você terá que passar por provas e testes.

Mas não se impaciente, nem se irrite com isso, e sim agradeça por ter sido escolhido para seguir este caminho espiritual.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

O dever

O dever é a obrigação moral da criatura para consigo mesma, primeiro, e, em seguida, para com os outros. O dever é a lei da vida. Com ele deparamos nas mais ínfimas particularidades, como nos atos mais elevados. Quero aqui falar apenas do dever moral e não do dever que as profissões impõem.

Na ordem dos sentimentos, o dever é muito difícil de cumprir-se, por se achar em antagonismo com as atrações do interesse e do coração. Não têm testemunhas as suas vitórias e não estão sujeitas à repressão suas derrotas. O dever íntimo do homem fica entregue ao seu livre-arbítrio. O aguilhão da consciência, guardião da probidade interior, o adverte e sustenta; mas, muitas vezes, mostra-se impotente diante dos sofismas da paixão. Fielmente observado, o dever do coração eleva o homem; como determiná-lo, porém, com exatidão? Onde começa ele? onde termina? O dever principia, para cada um de vós, exatamente no ponto em que ameaçais a felicidade ou a tranqüilidade do vosso próximo; acaba no limite que não desejais ninguém transponha com relação a vós.

Deus criou todos os homens iguais para a dor. Pequenos ou grandes, ignorantes ou instruídos, sofrem todos pelas mesmas causas, a fim de que cada um julgue em sã consciência o mal que pode fazer. Com relação ao bem, infinitamente vário nas suas expressões, não é o mesmo o critério. A igualdade em face da dor é uma sublime providência de Deus, que quer que todos os seus filhos, instruídos pela experiência comum, não pratiquem o mal, alegando ignorância de seus efeitos.

O dever é o resumo prático de todas as especulações morais; é uma bravura da alma que enfrenta as angústias da luta; é austero e brando; pronto a dobrar-se às mais diversas complicações, conserva-se inflexível diante das suas tentações.

O homem que cumpre o seu dever ama a Deus mais do que as criaturas e ama as criaturas mais do que a si mesmo. É a um tempo juiz e escravo em causa própria.

O dever é o mais belo laurel da razão; descende desta como de sua mãe o filho. O homem tem de amar o dever, não porque preserve de males a vida, males aos quais a Humanidade não pode subtrair-se, mas porque confere à alma o vigor necessário ao seu desenvolvimento.

O dever cresce e irradia sob mais elevada forma, em cada um dos estágios superiores da Humanidade. Jamais cessa a obrigação moral da criatura para com Deus. Tem esta de refletir as virtudes do Eterno, que não aceita esboços imperfeitos, porque quer que a beleza da sua obra resplandeça a seus próprios olhos.

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— Lázaro. (Paris, 1863.)
(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XVII, item 7.)
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Aparte no diálogo


Quando se fala de aflição, é importante raciocinar sobre os impositivos da paz em nosso próprio relacionamento.

A paz, no entanto, nasce na mente de cada um. Semelhante afirmativa envolve outra: precisamos doar a nossa paz àqueles que nos cercam, a fim de recolhê-la dos outros. Espécie de beneficência do espírito de cuja prática nenhum de nós conseguirá escapar sem prejuízo. Para exerce-la, porém, é indispensável podar as inquietações inúteis e sofrear os impulsos negativos, com que, na Terra, nos habituamos, sem perceber, a dilapidar a tranquilidade alheia.

A obtenção do apoio recíproco a que nos referimos, pede-nos a todos, não apenas entendimento, mas até mesmo o exercício da compaixão construtiva uns pelos outros, para que a tensão desnecessária deixe de ser no mundo um dos mais perigosos ingredientes da enfermidade e da morte.

Há quem diga que o avanço tecnológico, em muitos casos, destrói a tranquilidade das criaturas, entretanto, a máquina funciona segundo as disposições do maquinista.

Que dizer do nervosismo, da intolerância, da paixão pela velocidade temerária, da desatenção, da imaturidade guindada ao campo diretivo, do desculpismo, dos hábitos que induzem ao desequilíbrio no usufruto do progresso?

Ninguém precisa teorizar em demasia, quanto a isso. O filme do mundo em reconstrução é revelado aos nossos próprios olhos, no laboratório do dia a dia.

Se nos propomos a suprimir a tensão estéril que, a pouco e pouco, nos arroja a tantas calamidades domésticas e sociais, é imperioso nos voltemos ao cultivo da paz. E, sabendo que a Divina Providência nos fornece todos os recursos para a edificação do bem, no campo de nossas vidas, se quisermos a paz é necessário nos empenhemos a construí-la.

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Emmanuel
Chico Xavier
Obra: Companheiro
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