O perdão não é sinal de fraqueza, mas de força e grandeza espiritual. Enquanto a vingança revela fragilidade moral, o perdão liberta a alma e permite que a justiça siga seu curso sem ódio.
Na visão cristã, Deus não é vingador, mas amor e misericórdia, oferecendo a todos a oportunidade de recomeço e crescimento espiritual. O perdão não depende da reconciliação imediata, mas da decisão interior de não retribuir o mal.
A esperança surge como uma bênção divina que sustenta o ser humano nas dificuldades. Mesmo diante das dores e desafios, a vida oferece sempre novas chances de renovação.
Cada indivíduo deve cuidar de seus próprios conflitos, fortalecer-se na fé e cultivar pensamentos positivos. O amor deve ser a base das atitudes, guiando as relações e decisões.
A vida é uma jornada de aprendizado e evolução. Com esperança, fé e entrega a Deus, é possível superar as dificuldades e caminhar rumo à plenitude espiritual.
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Mensagem inspirada nos ensinamentos da Doutrina Espírita
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23 de abril
Depende de você dar o primeiro passo na direção certa, fazendo contato direto coMigo; o resto se desdobrará naturalmente.
Cada alma tentará esse contato de maneira diferente, mas o que importa é que ele seja feito, mesmo que seja com hesitação no começo.
Entenda que depois do primeiro passo, os outros se tornarão mais firmes e seguros.
Você verá acontecer maravilha após maravilha se você fizer a Minha vontade e cuidar para que Minhas leis se manifestem na forma.
Sua fé e crença se tornarão mais fortes e inabaláveis à medida que você esperar que somente aconteça o melhor e se nutra com isso.
Veja os milagres acontecerem vezes e vezes seguidas, até que você não possa mais duvidar da maravilha dos Meus caminhos, até que você coloque toda sua fé e confiança em Mim e permita que Eu assuma o comando e dirija toda a sua vida.
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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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Mensagem do ESE
A nova era (III)
Santo Agostinho é um dos maiores vulgarizadores do Espiritismo. Manifesta-se quase por toda parte. A razão disso, encontramo-la na vida desse grande filósofo cristão. Pertence ele à vigorosa falange do Pais da Igreja, aos quais deve a cristandade seus mais sólidos esteios. Como vários outros, foi arrancado ao paganismo, ou melhor, à impiedade mais profunda, pelo fulgor da verdade. Quando, entregue aos maiores excessos, sentiu em sua alma aquela singular vibração que o fez voltar a si e compreender que a felicidade estava alhures, que não nos prazeres enervantes e fugitivos; quando, afinal, no seu caminho de Damasco, também lhe foi dado ouvir a santa voz a clamar-lhe: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” exclamou: “Meu Deus! Meu Deus! perdoai-me, creio, sou cristão!” E desde então tornou-se um dos mais fortes sustentáculos do Evangelho. Podem ler-se, nas notáveis confissões que esse eminente espírito deixou, as características e, ao mesmo tempo, proféticas palavras que proferiu, depois da morte de Santa Mônica: Estou convencido de que minha mãe me virá visitar e dar conselhos, revelando-me o que nos espera na vida futura. Que ensinamento nessas palavras e que retumbante previsão da doutrina porvindoura! Essa a razão por que hoje, vendo chegada a hora de divulgar-se a verdade que ele outrora pressentira, se constituiu seu ardoroso disseminador e, por assim dizer, se multiplica para responder a todos os que o chamam.
— Erasto, discípulo de S. Paulo. (Paris, 1863.)
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(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. I, item 11.)
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Baixa estima
- Complexo de inferioridade consiste em conjunto de ideias que foram recalcadas no inconsciente da criatura em tenra idade, associadas às já existentes pelas experiências obtidas em vidas pretéritas, agindo sobre a conduta humana e provocando:
(1) Sentimentos gratuitos de culpa.
(2) Pensamentos de baixa estima.
(3) Frustração em decorrência da desvalorização da capacidade e habilidade pessoal.
- Definiremos o termo “recalque” ou “repressão”como um processo psíquico através do qual recordações, sentimentos, ideias e desejos inaceitáveis ou desagradáveis são excluídos da consciência, permanecendo apenas no inconsciente.
- As pessoas tentam compensar esse sentimento de inferioridade, adotando formas de viver em que exageram e exaltam a própria personalidade. Tendências à arrogância, delírio megalomaníaco, preferência pela ostentação fazem parte do cortejo daqueles que possuem uma interiorizada depreciação de si mesmos.
- Podemos considerar que a base de todo complexo de inferioridade inicia-se no materialismo, ou seja, na crença do nada, pois quando cremos que tudo provém do acaso e que nada existe senão o que os olhos físicos conseguem visualizar, iniciamos em nós o processo de inferioridade.
- Criamos, a partir daí, um “estilo de vida” inconsciente, baseado em que “não somos nada” e, em nossas profundezas, consideramos ser o produto momentâneo do acaso, ignorando a essência sagrada que habita em nós e lutamos contra uma suposta má sorte, que nos fataliza a desgastar enorme quantidade de energia, por não reconhecermos as Leis Naturais que regulam tudo e todos.
- A criatura materialista precisa crer que é superior, para compensar sua crença na insignificância da existência ou na falta de sentido em que vive. O ser espiritualizado sabe que cada pessoa é tão boa quanto pode ser, conforme seu grau evolutivo.
- A Providência primeira e essencial para que possamos nos curar do sentimento de baixa estima ou inferioridade, é a convicção na imortalidade das almas e na pluralidade das existências.
- O sentimento de autopiedade pode nos tornar doentes fisicamente. A piedade aqui referenciada é o sofrimento moral de pesar ou a aflição que sentimentos por autopunição.
- A baixa estima ou autopiedade pode-nos levar a ser vítimas de nós mesmos, pois estaremos somatizando essas emoções negativas em forma de doenças.
- Os traços psicológicos dos indivíduos que sentem autopiedade são reconhecidos pela ausência de experiências interiores. Eles possuem uma restrita visão de seu ritmo interno, não valorizam seu mundo íntimo nem desenvolvem seu potencia inato, quer dizer, suas capacidades latentes (intuição, inspiração, percepção).
- O sentimento de inferioridade ou de baixa estima associa as criaturas a uma resignação exagerada, a um autodesleixo ou descuido das coisas pessoais.
- O maior sentido de nossa encarnação é a conscientização da riqueza de nosso mundo interior, pois somos essências divinas em busca da perfeição, cujo caminho é o autodescobrimento.
- Algumas afirmações que, se observadas, com atenção, poderão nos ajudar a reconquistar a autoconfiança perdida:
(1) somos potencialmente capazes de tomar decisões sem ter que recorrer a intermitentes conselhos;
(2) possuímos uma individualidade divina;
(3) fazemos as coisa porque gostamos, não para agradar as pessoas;
(4) encontraremos sempre novos relacionamentos. Por isso não temos medo de ser abandonados;
(5) usaremos, constantemente, de nosso bom senso. Portanto, as críticas e as desaprovações não nos atingirão com facilidade;
(6) tomaremos nossas próprias decisões, respeitando, porém as dos outros;
(7) confiaremos na Luz maior que há em nós, pois ela sempre nos guiará pelos melhores caminhos.
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Hammed
Francisco do Espírito Santo Neto
Obra: As dores da alma
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