quinta-feira, 30 de abril de 2026

A chave bendita


Efetivamente, muitos são os problemas que nos assediam a existência. 

Dificuldades que não se esperam, tribulações que nos espancam mentalmente de imprevisto, sofrimentos que se instalam conosco sem que lhes possamos calcular a duração, desajustes que valem por dolorosos constrangimentos.

Se aspiras a obter solução adequada às provas que te firam, não te guies pela rota do desespero.

Tens contigo uma chave bendita, - a chave da humildade, cunhada no metal puro da paciência. 

Perante quaisquer tropeços da estrada, usa semelhante talento do espírito e alcançarás para logo a equação de harmonia e segurança a que pretendes chegar.

Nada perderás, deixando falar alguém com mais autoridade do que aquela de que porventura disponhas; 

nunca te diminuirás por desistir de uma contenda desnecessária;

 em coisa alguma te prejudicarás abraçando o silêncio de conceitos deprimentes que te sejam desfechados; 

não sofrerás prejuízo em te calando nessa ou naquela questão que diga respeito exclusivamente às tuas conveniências e interesses pessoais; 

grandes lucros no campo íntimo te advirão da serenidade ou da complacência com que aceites desprestígio ou preterição;

 jamais te arrependerás de abençoar ao invés de reclamar, ainda mesmo em ocorrências que te amarguem as horas; 

e a simpatia vibrará sempre em teu favor, toda vez que cedas de ti mesmo, a benefício dos outros. 

Efetuemos os investimentos valiosos de paz e felicidade, suscetíveis de serem capitalizados por nós, através dos pequeninos gestos de tolerância e bondade e o programa de trabalho a que a vida nos indique ganhará absoluta eficiência de execução.

Seja na vida particular, ou portas a dentro de casa, no grupo de serviço a que te vinculas ou na grande esfera social em que se te decorre a existência, sempre que te vejas à beira do ressentimento ou revide, rebeldia ou desânimo, nunca te entregues à irritação.

 Tenta a humildade.

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Emmanuel
Chico Xavier
Obra: Mãos unidas
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30 de Abril

A alegria que vem de doar é imensa.

Você crescerá em graça e estatura à medida que aprender a doar de boa vontade o que lhe vem através de seus dons e habilidades; cada pessoa tem diferentes qualidades, funcionando em diversos níveis.

Se você tem uma índole alegre e bem humorada, que você projeta onde quer que vá, ela lhe será devolvida multiplicada, porque todo mundo reage bem a uma pessoa simpática.

Lembre-se sempre, "Você colhe o que você planta".

Se você planta crítica, intolerância, deslealdade e negatividade, essas são as qualidades que você vai colher, porque é delas que você se abastece.

Por que não começar agora a plantar sementes de alegria, felicidade, amor, ternura e compreensão, e ver o que acontece?

Toda a sua visão da vida vai mudar e você começará a atrair somente o que há de melhor na vida.

A alegria que você doar será refletida por todas as almas à sua volta, pois todos amam aquele que doa com alegria e atenção.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

A indulgência

Espíritas, queremos falar-vos hoje da indulgência, sentimento doce e fraternal que todo homem deve alimentar para com seus irmãos, mas do qual bem poucos fazem uso.

A indulgência não vê os defeitos de outrem, ou, se os vê, evita falar deles, divulgá-los. Ao contrário, oculta-os, a fim de que se não tornem conhecidos senão dela unicamente, e, se a malevolência os descobre, tem sempre pronta uma escusa para eles, escusa plausível, séria, não das que, com aparência de atenuar a falta, mais a evidenciam com pérfida intenção.

A indulgência jamais se ocupa com os maus atos de outrem, a menos que seja para prestar um serviço; mas, mesmo neste caso, tem o cuidado de os atenuar tanto quanto possível. Não faz observações chocantes, não tem nos lábios censuras; apenas conselhos e, as mais das vezes, velados. Quando criticais, que conseqüência se há de tirar das vossas palavras? A de que não tereis feito o que reprovais, visto que estais a censurar; que valeis mais do que o culpado. Ó homens! quando será que julgareis os vossos próprios corações, os vossos próprios pensamentos, os vossos próprios atos, sem vos ocupardes com o que fazem vossos irmãos? Quando só tereis olhares severos sobre vós mesmos?
Sede, pois, severos para convosco, indulgentes para com os outros. Lembrai-vos daquele que julga em última instância, que vê os pensamentos íntimos de cada coração e que, por conseguinte, desculpa muitas vezes as faltas que censurais, ou condena o que relevais, porque conhece o móvel de todos os atos. Lembrai-vos de que vós, que clamais em altas vozes: anátema! tereis, quiçá, cometido faltas mais graves.

Sede indulgentes, meus amigos, porquanto a indulgência atrai, acalma, ergue, ao passo que o rigor desanima, afasta e irrita.

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— José, Espírito protetor. (Bordéus, 1863.)(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. X, item 16.)
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