sexta-feira, 12 de junho de 2026

Dia dos Namorados: Quando o Amor Encontra a Alma

 

O Dia dos Namorados costuma ser associado a flores, presentes e declarações apaixonadas. Embora essas demonstrações tenham seu valor, a Doutrina Espírita nos convida a enxergar o amor sob uma perspectiva mais profunda: a do encontro entre almas que caminham juntas em seu processo de evolução.

Segundo os ensinamentos espíritas, os laços afetivos não surgem por acaso. Muitas vezes, reencontramos nesta existência espíritos com os quais já compartilhamos experiências em outras jornadas. Alguns vêm para fortalecer nossos passos, outros para nos ensinar importantes lições de perdão, compreensão e crescimento.

O verdadeiro amor não se limita à atração ou à convivência harmoniosa. Ele se revela na paciência diante das imperfeições, no respeito à individualidade do outro e na disposição sincera de caminhar lado a lado, apoiando-se mutuamente nos desafios da vida.

Amar é compreender que ninguém pertence a ninguém. É oferecer liberdade sem abandonar o compromisso, é cuidar sem controlar, é incentivar o crescimento do outro sem egoísmo. O amor maduro não aprisiona; ele liberta.

Neste Dia dos Namorados, mais do que celebrar a companhia de alguém, vale refletir sobre a qualidade dos sentimentos que cultivamos. Estamos construindo uma relação baseada no respeito, na confiança e na fraternidade? Estamos contribuindo para a felicidade e a evolução de quem caminha conosco?

A Doutrina Espírita nos ensina que o amor é a força mais poderosa do universo, capaz de transformar corações, curar feridas e aproximar as criaturas de Deus. Quando vivenciado com sinceridade e propósito, ele deixa de ser apenas um sentimento e se torna um caminho de crescimento espiritual.

Que neste Dia dos Namorados possamos valorizar não apenas os encontros afetivos, mas também a oportunidade de amar melhor, compreender mais e servir com o coração aberto. Afinal, toda relação construída sobre os alicerces do amor verdadeiro torna-se uma bênção para a alma e um passo a mais em direção à luz. 
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Mensagem baseada nos ensinamentos da Doutrina Espírita 
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Dia dos namorados

"O Dia dos Namorados ou Dia de São Valentim é uma data especial e comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais sendo comum a troca de cartões e presentes com simbolismo de mesmo intuito, tais como as tradicionais caixas de bombons.

No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de junho.

A origem do Dia dos namorados remonta ao século III da nossa era.

Conta-se que, durante o governo do Imperador Cláudio II, este proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objetivo de formar um grande e poderoso exército.

Cláudio acreditava que se os jovens não tivessem família, se alistariam com maior facilidade.

Apesar disso, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do Imperador. Seu nome era Valentim e as cerimônias eram realizadas em segredo.

A prática foi descoberta, Valentim foi preso e condenado à morte.

Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que eles ainda acreditavam no amor."

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Almas gêmeas e metades eternas

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Relações Simpáticas e Antipáticas. Metades Eternas (Perguntas 291 a 303-a) – O Livro dos Espíritos

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 12 de junho

A beleza da vida o rodeia: abra seus olhos, aprecie-a, absorva-a, torne-se parte dela e um reflexo dela.

Quando você espera ver beleza, você a verá, e quando você espera ver a feiura, é isso que você verá.

A escolha é sempre sua.

Sacie-se nas fontes da beleza e você a refletirá, porque o que está no seu interior é refletido no seu exterior.

Você é como um espelho, você não pode esconder o que está no seu interior, mesmo tentando com todas as suas forças, porque o que está dentro de você não pode ser contido.

Mais cedo ou mais tarde terá que se expressar no mundo exterior, portanto, deixe que o que está contido flua livremente e não tente interromper esse fluir.

Eleve sua consciência e você será capaz de ver a beleza em tudo e em todos.

Você Me verá refletido ao seu redor, porque EU SOU beleza, harmonia e perfeição.

Aprenda a expressar essa beleza, essa harmonia em tudo que você pensa, diz e faz.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

Indissolubilidade do casamento

2. Imutável só há o que vem de Deus. Tudo o que é obra dos homens está sujeito a mudança. As leis da natureza são as mesmas em todos os tempos e em todos os países. As leis humanas mudam segundo os tempos, os lugares e o progresso da inteligência. No casamento, o que é de ordem divina é a união dos sexos, para que se opere a substituição dos seres que morrem; mas, as condições que regulam essa união são de tal modo humanas, que não há, no mundo inteiro, nem mesmo na cristandade, dois países onde elas sejam absolutamente idênticas, e nenhum onde não hajam, com o tempo, sofrido mudanças. Daí resulta que, em face da lei civil, o que é legítimo num país e em dada época, é adultério noutro país e noutra época, isso pela razão de que a lei civil tem por fim regular os interesses das famílias, interesses que variam segundo os costumes e as necessidades locais. Assim é, por exemplo, que, em certos países, o casamento religioso é o único legítimo; noutros é necessário, além desse, o casamento civil; noutros, finalmente, este último casamento basta.

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O Evangelho segundo o Espiritismo > Capítulo XXII — Não separareis o que Deus juntou > Indissolubilidade do casamento. > 2
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CASAMENTO
(perguntas e respostas)



1 – O casamento é planejado no Além?

Geralmente a união matrimonial implica numa harmonização que envolve não apenas o casal, mas também os Espíritos que reencarnarão como filhos. Obviamente, é preciso planejar.

2 – Os próprios interessados o fazem?

Seria o ideal, já que tendemos a encarar com maior seriedade os compromissos que assumimos por iniciativa própria. Nem sempre, entretanto, os reencarnantes têm suficiente maturidade e discernimento para isso. O planejamento fica por conta de mentores espirituais.

3 – Eventual segundo casamento ou subsequentes também obedecem a um planejamento?

Quando os parceiros da vida conjugal se separam de forma irreversível, em virtude de conflitos insuperáveis, é justo que procurem recompor sua vida afetiva, buscando nova experiência. Se há seriedade na intenção e não mero exercício de promiscuidade sexual, tão frequente nos dias atuais, os mentores espirituais podem ajudá-los nesse propósito, orientando nova união.

4 – Se ocorre uma sequência de desacertos haverá sempre novos planejamentos?

Os mentores procuram ajudar-nos, mostrando caminhos, mas jamais são coniventes com nossos desatinos. A sucessão de uniões indica incapacidade de assumir compromissos e de conviver. Natural, nestes casos, que se afastem, retirando as escoras de sua proteção para que os tutelados aprendam com seus próprios erros.

5 – O ideal, portanto, seria "suportar" o cônjuge para merecer o apoio da espiritualidade?

Esse é, talvez, o maior equívoco. As pessoas "suportam" o cônjuge por amor aos filhos ou respeito à religião, esquecendo-se de que estão juntos para se harmonizarem, aprendendo a conviver fraternalmente. Isso implica em mudar de pronome, no verbo da ação conjugal: da primeira pessoa do singular, eu posso, eu quero, eu faço¸ para a primeira do plural: nós podemos, nós queremos, nós fazemos. Cultivar o individualismo no casamento é condená-lo ao fracasso.

6 – Isso seria suficiente para sermos felizes no casamento?

Há algo mais. As pessoas estão esperando que o casamento dê certo para que sejam felizes, sem compreender que é preciso que sejam felizes para que o casamento dê certo. Um coração amargurado, um caráter impertinente, uma vocação para a agressividade, tudo isso azeda a existência e nos torna incapazes de conviver, particularmente no lar, onde não há o verniz social.

7 – E como ser feliz para que o casamento dê certo?

É preciso ter sempre presente que a felicidade não está subordinada à satisfação de nossos desejos diante da Vida, mas ao empenho por entender o que ela espera de nós. Não é necessário muito para isso. Basta observar a lição fundamental de Jesus: fazer ao semelhante o bem que desejamos que ele nos faça. Funciona admiravelmente quando se trata de harmonizar as pessoas, particularmente no lar.

8 – Sabemos que na espiritualidade tendemos a conviver com os Espíritos que marcaram nossa vida afetiva, envolvendo cônjuge, pais e filhos. Assim sendo, com quem ficará o homem que foi casado quatro ou cinco vezes?

Com ninguém. Provavelmente fará um estágio depurador no umbral, região de sofrimentos no mundo espiritual, um purgatório onde terá oportunidade de meditar sobre sua frivolidade.

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Richard Simonetti
Do livro: Reencarnação: Tudo o que você precisa Saber.
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