sexta-feira, 24 de julho de 2015

Guardemos o cuidado


..."mas nada é puro para os contaminados e infiéis". – Paulo (Tito, 1:15)

O homem enxerga sempre, através da visão interior.

Com as cores que usa por dentro, julga os aspectos de fora.

Pelo que sente, examina os sentimentos alheios.

Na conduta dos outros, supõe encontrar os meios e fins das ações que lhe são peculiares.

Daí, o imperativo de grande vigilância para que a nossa consciência não se contamine pelo mal.

Quando a sombra vagueia em nossa mente, não vislumbramos senão sombras em toda parte.

Junto das manifestações do amor mais puro, imaginamos alucinações carnais.

Se encontramos um companheiro trajado com louvável apuro, pensamos em vaidade.

Ante o amigo chamado à carreira pública, mentalizamos a tirania política.

Se o vizinho sabe economizar com perfeito aproveitamento da oportunidade, fixamo-lo com desconfiança e costumamos tecer longas reflexões em torno de apropriações indébitas.

Quando ouvimos um amigo na defesa justa, usando a energia que lhe compete, relegamo-lo, de imediato, à categoria dos intratáveis.

Quando a treva se estende, na intimidade de nossa vida, deploráveis alterações nos atingem os pensamentos.

Virtudes nestas circunstâncias, jamais são vistas.

Os males, contudo, sobram sempre.

Os mais largos gestos de bênção recebem lastimáveis interpretações.

Guardemos cuidado toda vez que formos visitados pela inveja, pelo ciúme, pela suspeita ou pela maledicência.

Casos intricados existem nos quais o silêncio é o remédio bendito e eficaz, porque, sem dúvida, cada espírito observa o caminho ou o caminheiro, segundo a visão clara ou escura de que dispõe.

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Emmanuel
Chico Xavier 
Obra: Fonte viva 





quinta-feira, 23 de julho de 2015

Se te foi dado



Se te foi dada a confiança, multiplica-a para o trabalho.

Se te foi dada a compreensão, multiplica-a para o saber.

Se te foi dada a amizade, multiplica-a para a convivência em Cristo.

Se te foi dado pensar, multiplica o pensamento para as boas ideias.

Se te foi dada a palavra, multiplica-a em todas as definições do Bem.

Se te foi dada a caridade, multiplica-a o quanto puderes, em toda a extensão do amor, para que esse amor te mostre Deus e Cristo, lado a lado, na glória do teu coração.

Vê os talentos, como sendo o teu tesouro de luz, e faze deles instrumentos para a tua paz e a paz de todas as criaturas!
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José Grosso
João Nunes Maia  
Obra: Horizontes da fala
 

 



 

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Orar e Perdoar



“E quando estiverdes orando, perdoai...” – Jesus.  (MARCOS, 11:25)

Como poderá alguém manter a própria consciência tranquila sem intenções sinceras?

De igual modo, poderemos indagar:

- Como sustentar o coração sereno durante a prece, sem análise real de si mesmo?

A oração para surtir resultados essenciais de conforto, exige enfrentemos a consciência em todas as circunstâncias.

Intenções estranhas e sentimentos propositalmente viciados, não se conciliam com o clima favorável à segurança de espírito.

A coexistência do mal e do bem no íntimo do ser impossibilita o estabelecimento da paz.

Sentimentos odiosos e vindicativos impedem a floração da espiritualidade superior.

A Deus não se ilude.

E a oração exterioriza a nossa emoção real.

Dessa maneira, sem a luz da harmonia e do amor, não perceberemos a resposta celeste às nossas necessidades.

A Lei não se dobra às nossas fraquezas, porque a vontade Divina não pode errar com a vontade humana, competindo-nos o dever de adaptarmo-nos aos Excelsos Desígnios.

Atenta, pois, para as diretrizes que imprimes às tuas preces, na certeza de que o perdão deve ter presença invariável em todos os nossos atos para que as nossas
petições encontrem livre curso, na direção de Deus.
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Emmanuel
Chico Xavier
Obra: Ideal espírita 




terça-feira, 21 de julho de 2015

Inquietação



Se a inquietação passou a dominar-lhe o caminho, pense nela como sendo um parasito a corroer-lhe a vida e trate de arrancá-la em seu próprio favor.

Se a enfermidade lhe visita o corpo, não é com o fogo da aflição que você colaborará na própria cura e sim encarando-a, com aceitação e tratamento para afastá-la.

Se alguma ocorrência desagradável lhe impôs aborrecimentos, passe por ela e siga à frente, em sua própria tarefa, a maneira de quem não precisa parar em viagem por haver encontrado uma
pedra.

Se você cometeu quaisquer erros, admita-os, fazendo quanto puder para não reincidir neles, mas lembrando sempre que você não é uma entidade angélica e sim uma criatura matriculada na
escola humana.

Se o erro de alguém é a causa de sua inquietação, envie pensamentos de paz e compreensão a esse alguém, sem violentar-lhe os pontos de vista, de criatura incompleta quanto você mesmo, no
educandário do mundo.

Se você faliu em algum empreendimento, note que se você prosseguir trabalhando, o fracasso, em breve, lhe servirá de lição para melhoria e sucesso.

Se você almeja situações que presentemente não consegue alcançar, faça o melhor que possa, onde esteja, e, sem dúvida, trabalhando sempre, você atingirá o lugar que deseja.

Se você sofre críticas indébitas, fique com a sua consciência e deixe aos outros os pensamentos e atitudes que pertencem a eles mesmos.

Se você receia a velhice do corpo, lembre-se de que a existência física avançada no tempo não é a noite de hoje e sim o alvorecer de amanhã.

Se a inquietação persiste em você, procure envolvê-la no calor do serviço, porque servindo você conseguirá esquecer-se e ao esquecer-se no Bem dos outros, você estará em paz na força construtiva
do Bem.
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André Luiz 
Chico Xavier 
Obra: Respostas da vida 





segunda-feira, 20 de julho de 2015

NÃO ACREDITES MESMO

 


          Não acredites, mas não acredites mesmo, que já estejas na condição espiritual que, um dia, atingirás.

Jamais admitas que nada mais tenhas que aprender e melhorar.

Repudia todo e qualquer pensamento que te subtraia a realidade a teu próprio respeito, no que tange a mazelas e limitações que ainda te caracterizam.

Luta contra a ideia de tua superioridade em relação ao próximo.

A única situação de privilégio que deves admitir contigo é a de servir.

           Quando te sentires em delírio de grandeza, sobe ao prédio mais alto de tua cidade e olha, atentamente, para baixo... Sem dificuldade, constatarás que o homem, com todo o seu orgulho e presunção, não passa de pequenino grão de areia, perdido entre bilhões de outros, que se movimentam ao sabor das vagas do Oceano da Divina Misericórdia.

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Irmão José
Carlos A.Bacelli 
Obra: Pai, perdoa-lhes 

 
 
 



 

domingo, 19 de julho de 2015

Animais



É dever do ser humano respeitar e proteger todas as formas de vida.

Os diversos animais que rodeiam nossa existência, no planeta Terra, são também criaturas de Deus e devem ser considerados como irmãos menores.

Podemos nos servir deles sempre que necessário, mas nenhum direito é em si ilimitado.

Eles não estão no mundo com a única finalidade de serem úteis aos homens e devemos ter consciência de que o exercício abusivo de qualquer direito é sempre reprovável.

Deus colocou os animais sob nossa guarda. Temos, portanto, o dever de protegê-los.

As pessoas que amam e cultivam a convivência com os animais, se observarem com atenção, verificarão que várias espécies são portadoras de qualidades que consideramos humanas.

São capazes de ter paciência, prudência, vigilância, obediência e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.

Têm sua linguagem própria, seus afetos e sua inteligência rudimentar.

Dão-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.

Na convivência com esses seres, devemos estabelecer o limite entre o que é realmente necessário e o que é supérfluo.

Quando estiverem sob nossos cuidados ofereçamos-lhes alimentação adequada, afeto, condições básicas de higiene e tratamento para a saúde sempre que necessário.

Reflitamos sobre como temos agido em relação a esses companheiros de jornada.

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Redação do Momento Espírita.
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DOS ANIMAIS AOS MENINOS


Meu pequeno amigo:
 Ouça.

Não nos faça mal, nem nos suponha seus adversários.

Somos imensa classe de servidores da Natureza e criaturas igualmente de Deus.

Cuidamos da sementeira para que lhe não falte o pão, ainda que muitos de nossa família, por ignorância, ataquem os grelos tenros da verdura e das árvores, devorando germens e flores. Somos nós, porém, que, na maioria das vezes, garantimos o adubo às plantações e defendemo-las contra os companheiros daninhos.

Se você perseguir-nos, sem comiseração por nossas fraquezas, quem lhe suprirá o lar de leite e ovos?
 Não temos paz em nossas furnas e ninhos, obrigados que estamos a socorrer as necessidades dos homens.

Você já notou o pastor, orientando-nos cuidadosamente?

Julgava-mo-lo, noutro tempo, um protetor incondicional que nos salvava do perigo por amor e lambíamo-lhe as mãos, reconhecidamente.

Descobrimos, afinal, que sempre nos guiava, ao fim de algum tempo, até ao matadouro, entregando-nos a impiedosos carrascos.

Às vezes, conseguíamos escapar por momentos, tornando até ele, suplicando ajuda, e víamos desiludidos que ele mesmo auxiliava o verdugo a enterrar-nos o cutelo pela garganta a dentro.

A princípio, revoltamo-nos.

Compreendemos, depois, que os homens exigiam nossa carne e resignamo-nos, esperando no Supremo Criador que tudo vê.

As donas-de-casa que comumente nos chamam, gentis, através de currais, pocilgas e galinheiros, conquistam-nos a amizade e a confiança, para, em seguida, nos decretarem a morte, arrastando-nos espantados e semivivos à água fervente.

Não nos rebelamos.

Sabemos que há um Pai bondoso e justo, observando-nos, decerto, os padecimentos e humilhações, apreciando-nos os sacrifícios.

De qualquer modo, todavia, estamos inseguros em toda parte.

Ignoramos se hoje mesmo seremos compelidos a abandonar nossos filhinhos em lágrimas ou a separar-nos dos pais queridos, a fim de atendermos à refeição de alguém.

Por que motivo, então, se lembrará você de apedrejar-nos sem piedade?

Não nos maltrate, bom amigo.

Ajude-nos a produzir para o bem.

Você ainda é pequeno e, por isto mesmo, ainda não pode haver adquirindo o gosto de matar.

Não é justo, assim, colocarmo-nos de mãos postas, ante o seu olhar bondoso, esperando de seu coração aquele amor sublime que Jesus nos ensinou?

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Neio Lúcio
Francisco Cândido Xavier

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PERANTE OS ANIMAIS




Abster-se de perseguir e aprisionar, maltratar ou sacrificar animais domésticos ou selvagens, aves e peixes, a título de recreação, em excursões periódicas aos campos, lagos e rios, ou em competições obstinadas e sanguinolentas do desportismo.

Há divertimentos que são verdadeiros delitos sob disfarce.

No contato com os animais a que devote estima, governar os impulsos de proteção e carinho, a fim de não cair em excessos obcecantes, a pretexto de amá-los.

Toda paixão cega a alma.

Esquivar-se de qualquer tirania sobre a vida animal, não agindo com exigências descabidas para a satisfação de caprichos alimentares nem com requintes condenáveis em pesquisas laboratoriais, restringindo-se tão-somente às necessidades naturais da vida e aos impositivos justos do bem.

O uso edifica, o abuso destrói.

Opor-se ao trabalho excessivo dos animais, sem lhes administrar mais ampla assistência.

A gratidão também expressa justiça.

No socorro aos animais doentes, usar os recursos terapêuticos possíveis, sem desprezar mesmo aqueles de natureza mediúnica que aplique a seu próprio favor.

A luz do bem deve fulgir em todos os planos.

Apoiar, quanto possível, os movimentos e as organizações de proteção aos animais, através de atos de generosidade cristã e humana compreensão.

Os seres da retaguarda evolutiva alinham-se conosco em posição de necessidade perante a lei.

“Todas as vossas coisas sejam feitas com caridade.”
— Paulo. (I CORÍNTIOS, 16:14.)
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André Luiz 
 Psicografia Waldo Vieira
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Leia sobre os Animais e o Homem no Livro dos Espíritos.

O LIVRO DOS ESPíRITOS - LIVRO 2, CAP. 11 - OS ANIMAIS E O HOMEM

sábado, 18 de julho de 2015

Pode acreditar




Falará você na bondade a todo instante, mas, se não for Bom, isso será inútil para a sua felicidade.
*
 Sua mão escreverá belas páginas, atendendo a inspiração superior; no entanto, se você não estampar a beleza delas em seu espírito, não passará de estafeta sem inteligência.
*
 Lerá maravilhosos livros, com emoção e lágrimas; todavia, se não aplicar o que você leu, será tão somente um péssimo registrador.
*
 Cultivará convicções sinceras, em matéria de fé; entretanto, se essas convicções não servirem à sua renovação para o Bem, sua mente estará resumida a um cabide de máximas religiosas. 
*
Sua capacidade de orientar disciplinará muita gente, melhorando personalidades; contudo, se você não se disciplinar, a lei o defrontará com o mesmo rigor com que ela se utiliza de você para aprimorar os outros. 
*
Você conhecerá perfeitamente as lições para o caminho e passará, ante os olhos mortais do mundo, à galeria dos heróis e dos santos; mas, se não praticar os bons ensinamentos que conhece, perante as leis Divinas recomeçará sempre o seu trabalho e cada vez mais dificilmente.
*
 Você chamará a Jesus; Mestre e Senhor; se não quiser, porém, aprender a servir com Ele, suas palavras soarão sem qualquer sentido.
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André Luiz 
Chico Xavier
Obra: André Luiz 







sexta-feira, 17 de julho de 2015

Pontos a Ponderar


- Confie resignado.
Passa o mal deixando a lição.
Desaparece a enxurrada purificando o ambiente.
***
- Viva com discernimento.
O ato edificante é inconfundível.
O arado e a bomba cavam a terra de maneira diversa.
***
- Exemplifique a sua fé.
Sempre denunciamos a própria origem.
Cada meteorito traz determinada mensagem do espaço cósmico.
***
- Seja comedido.
Tudo o que constrói, pode destruir.
Toda faixa de solo pode ser berçário e cemitério da vida.

- Ajuda sem cessar.
Os testemunhos do bem qualificam o homem.
O movimento, a luz e o calor classificam o astro.
***
- Desenvolva o auto-aprimoramento.
A pior viciação pede esforço recuperativo.
O brilhante foi detrito do organismo terrestre.
***
- Fuja à violência.
A ação orientada vence a força.
O vento frágil desgasta a rocha maciça.
***
- Observe amorosamente.
Há beleza oculta na maior deformidade
O tique da estrela existe como cintilação.
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André Luiz
(Psicografia de Waldo Vieira)
Obra: Ideal espírita 




quinta-feira, 16 de julho de 2015

Divergências


Lembre-se de que as outras pessoas são diferentes e, por isso mesmo, guardam maneiras próprias de agir.

Esclarecer à base de entendimento fraterno, sim, polemicar, não.


Antagonizar sistematicamente é um processo exato de angariar aversões.

Você pode claramente discordar sem ofender, desde que fale apreciando os direitos do opositor.

Afaste as palavras agressivas do seu vocabulário.

Tanto quanto nos acontece, os outros querem ser eles mesmos na desincumbência dos compromissos que assumem.

Existem inúmeros meios de auxiliar sem ferir.

Geralmente, nunca se discute com estranhos e sim com as pessoas queridas; visto isso, valeria a pena atormentar aqueles com quem nos cabe viver em paz?

Aprendamos a ceder em qualquer problema secundário, para sermos fiéis às realidades essenciais.

Se alguém diz que a pedra é madeira, é justo se lhe acate o modo de crer, mas se alguém toma a pedra ou a madeira para ferir a outrem, é importante argumentar quanto à impropriedade do gesto insano.
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 André Luiz
Francisco Cândido Xavier
Obra: Sinal verde 




quarta-feira, 15 de julho de 2015

PÁGINA DE ESPERANÇA


Não te detenhas no espinheiro da amargura, se a velhice do corpo te bate à porta.

*
 Contigo brilha a claridade da experiência.

*
 Descerra, assim, o coração à benção da vida e não esmoreças no entusiasmo do bem.

*
 Tua palavra amiga e sábia pode ser a mensagem de alerta aos que iniciam a luta, o apoio dos que fraquejam na senda e o consolo dos que padecem, desde que a luz do amor te vibre no templo da alma.

*
 Não permitas, dessa forma, que a névoa da irritação te domine.

*
 O desgosto físico não atinge o espírito que elegeu na fé o santuário do próprio ideal.

*
É por isso que, no mundo, há moços no corpo, lamentavelmente envelhecidos no desânimo e no cansaço, quando a jornada humana apenas começa, e há velhos, no campo físico, admiravelmente jovens pelo otimismo e pela bondade que lhes moram nos sentimentos, distribuindo paz e alegria, qual se neles se tivesse eternizado o perfume do amanhecer...

*
 Não relaciones, desse modo, pesares e lágrimas.

*
 Se alguém te feriu a alma incompreendida, perdoa e auxilia sempre.

*
 Segue amando e auxiliando, convertendo as horas em cânticos de entendimento e carinho, porque, na Terra, a noite espera por todos os que atravessam o dia...E se é verdade que teus passos cruzam a sombra do entardecer, não olvides que para todas as criaturas, habituadas a servir, contemplando o Céu, a noite deixa de ser um ninho de trevas para surgir, radiante e serena, por divino estandarte de estrelas, anunciando, em silencio, o novo despertar.
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Emmanuel
Chico Xavier 
Obra: Vida e caminho
 



 

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Assim será



A Verdade imperará no mundo.

O Amor será exaltado entre as maiores virtudes.

A Justiça vencerá, por fim.

A Dor haverá cumprido a missão de educar.

O Bem ditará as normas da vida.

A Fraternidade unirá os povos.

A Paz alicerçará o progresso geral.

A Alegria purificará as emoções.

O Perdão nascerá espontâneo.

A Natureza não mais sofrerá violência.

Assim será quando, afinal, o Evangelho de Jesus triunfar nos corações, ensinando-nos a viver no Reino de Deus.
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Irmão José
Carlos Baccelli
Obra: Junto venceremos 





domingo, 12 de julho de 2015

Indicação Fraterna



Este o caminho para o necessário burilamento: trabalhar, aprender, sofrer, dar presença e colaboração na Causa do Bem.

O Amor encerra em si as leis do Universo e tudo o que fizermos contra o Amor é algo que criamos contra nós mesmos. Aceita, desse modo, no sacrifício a mais alta norma de ação.

Não fujas dos encargos que a Sabedoria da Vida te entregou. Acima de tudo, promove-te, servindo mais.

O suor do trabalho confere experiência.

A lágrima da aflição acende a luz espiritual.

Quando a dor te visite, reflete-lhe a mensagem. Não há sofrimento sem significação.

Não fosse a prova e ninguém conseguiria entesourar compreensão e discernimento.

Nos dias de desacerto, ainda quando te reconheças na sombra do fracasso, levanta-te, reinicia a tarefa e contempla, de novo, a bênção do Sol, na convicção de que o erro superado nos ensina indulgência, amolecendo-nos o coração, a fim de que venhamos a entender e desculpar as faltas possíveis dos semelhantes. Mesmo nas crises que te estrangulam a sensibilidade, sê fiel ao ideal de servir e não esmoreças.

Não espere por descanso eterno, quando não tiveres a paz dentro de ti.

Haja o que houver, não te interrompas, na tarefa da execução, para ouvir sarcasmo ou censura. Oferece o melhor de ti aos que te compartilham a estrada, e, conservando a consciência tranquila, trabalha sempre, lembrando, a cada momento, que, assim como o fruto fala da árvore, o serviço é a testemunha do servidor.
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Emmanuel
Chico Xavier
Obra: Ceifa de luz