quinta-feira, 9 de junho de 2016

Mensagens: Bom dia, boa tarde, boa noite!




 



  
 































































































































































































































































































Como quer o Senhor

Esqueçamos nossos desejos, muitas vezes perniciosos e perturbadores, a fim de que a luta edificante se processe, como quer o Senhor, à distância de nossa inoportuna interferência.

Surge a noite tenebrosa, mas para que novo dia apareça no firmamento.

Ruge a tempestade, mas para que a atmosfera se purifique.

Caem marteladas sobre a pedra, mas para que a pedra se transforme em utilidade e beleza.

Formam-se nuvens no céu, mas para que a chuva nos alimente e beneficie.

As águas do aluvião se represam, além do rio, dando lugar a pântanos infelizes, mas para que a terra seja adubada e enriquecida.
Manifesta-se a doença no corpo, mas para curar as extravagâncias de nossa alma imprevidente.

Busquemos a vontade do Senhor, aprendendo a não perturbá-la.

A ignorância e a miséria, a maldade e a incompreensão vos visitam a porta, a fim de que pratiquemos o Bem, segundo os ditames da Providência Divina.

Não menosprezes a tua oportunidade de ajudar e cooperar.

Atender às obrigações da reta consciência é nosso dever mais simples.

Servir sempre é a nossa gloriosa destinação.

Apaguem-se, pois, os pruridos de nossa personalidade incompleta e deseducada, a fim de que o mundo caminhe e a fim de que a nossa estrada se desdobre como quer o Senhor.
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Agar
Chico Xavier 
Obra: Cartas do coração 



 

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Semeadores de esperança


Possivelmente não terás pensado ainda no verbo formoso e grave a que todos somos chamados: criar para o progresso.

O Criador, ao dotar-nos de razão, a nós, criaturas, conferiu-nos o poder de imaginar, promover, originar, produzir.

Referimo-nos, frequentemente, à lei de causa e efeito. Sabemos que ela funciona em termos de exatidão. Utilizamo-la, quase sempre, tão-só para justificar sofrimentos, esquecendo-lhe a possibilidade de estabelecer alegrias.

Causamos isso ou aquilo, geramos acontecimentos determinados. Experimentemos essa força que nos é peculiar, na formação de circunstâncias favoráveis aos homens.

Antes do comboio a vapor, a eletricidade já existia. Os transportes arrastavam-se pela tração, mas foi preciso que alguém desejasse criar na Terra a locomotiva, que se converteu a pouco e pouco no trem elétrico, a fim de que a Civilização aprimorasse os sistemas de condução que prosseguem para mais altas expressões evolutivas.

O firmamento era vasculhado pelos olhos humanos há milênios, mas foi necessário que um astrônomo levantasse lentes, para que os povos recolhessem as preciosas informações do Universo, que já havia antes deles.

O princípio é idêntico para a vida moral.

Precisamos hoje e em toda parte dos criadores de harmonia doméstica e social, dos desenhistas de pensamentos certos, dos escultores de boas obras.

O tempo nos ensinará a entender a necessidade básica de se criarem condições para o entendimento mútuo, como já se estabeleceram normas para o trânsito fácil do automóvel.

Inventa em tua existência soluções de conforto, suscita motivos de paz, traça diretrizes de melhoria, faze o que ainda não foi aproveitado na realização da riqueza íntima de todos.

Provavelmente, estamos na atualidade em estágio obscuro de lições, sob a situação imperiosa de ações passadas. Mas não nos será correto esquecer que somos Inteligências com raciocínio claro e que, se antigamente nos foi possível colocar em ação as causas que neste momento e neste local nos infelicitam, retemos conosco a sublime faculdade de idear, planejar e construir.

Ajamos na construtividade de Jesus, sejamos semeadores de esperança.
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André Luiz 
Waldo Vieira
Obra: Estude e viva




terça-feira, 7 de junho de 2016

Não Perca




Não perca a esperança.
Há milhões de pessoas aguardando os recursos de que você já dispõe.

Não perca o bom humor.
Em qualquer acesso de irritação, há sempre um suicidiozinho no campo de suas forças.

Não perca a tolerância.
É muita gente a tolerar você naquilo que você ainda tem de indesejável.

Não perca a serenidade.
O problema pode não ser assim tão difícil quanto você pensa.

Não perca a humildade.
Além da planície, surge a montanha, e, depois da montanha, aparece o horizonte infinito.

Não perca o estudo.
A própria morte é lição.

Não perca a oportunidade de servir aos semelhantes.
Hoje ou amanhã, você precisará do concurso alheio.

Não perca tempo.
Os dias voltam, mas os minutos são outros.

Não perca a paciência.
Recorde a paciência inesgotável de Deus.

André Luiz
Chico Xavier 
Obra: Meditações diárias