segunda-feira, 3 de outubro de 2016

JOSEPH BRÊ (Falecido em 1840 e evocado em Bordéus, por sua neta, em 1862)















O CÉU E O INFERNO
ALLAN KARDEC

CAPÍTULO III

Espíritos em condições medianas

 

 

domingo, 2 de outubro de 2016

Familiares Problemas


Desposaste alguém que não mais te parece a criatura ideal que conheceste.
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A convivência te arrancou aos olhos as cores diferentes com que o noivado te resguardava o futuro que hoje se fez presente.
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Em torno, provações, encargos renascentes, familiares que te pedem apoio, obstáculos por vencer. E sofres.
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Entretanto, recorda que antes da união falavas de amor e te mostravas na firme disposição em que assumiste os deveres que te assinalam agora os dias, e não recues da frente de trabalho a que o mundo te conduziu.
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Se a criatura que te compartilha transitoriamente o destino não é aquela que imaginaste e sim alguém que te impõe difícil tarefa a realizar, observa que a união de ambos não se efetuaria sem fins justos e dá de ti quanto possível para que essa mesma criatura venha a ser como desejas.
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Diante de filhos ou parentes outros que se valem de títulos domésticos para menosprezar-te ou ferir-te, nem por isso deixes de amá-los. São eles, presentemente na Terra, quais os fizemos em outras épocas, e os defeitos que mostrem não passam de resultados das lesões espirituais causadas por nós mesmos, em tempos outros, quando lhes orientávamos a existência nas trilhas da evolução.
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É provável tenhamos dado um passo à frente. Talvez o contato deles agora nos desagrade pela tisna de sombra que já deixamos de ter ou de ser. Isso, porém, é motivação para auxílio, não para fuga.
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Atentos ao princípio de livre arbítrio que nos rege a vida espiritual, é claro que ninguém te impede de cortar laços, sustar realizações, agravar dívidas ou delongar compromissos.
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Divórcio é medida perfeitamente compreensível e humana, toda vez que os cônjuges se confessam à beira da delinquência, conquanto se erija em moratória de débito para resgate em novo nível. E o afastamento de certas ligações é recurso necessário em determinadas circunstâncias, a fim de que possamos voltar a elas, algum dia, com o proveito preciso.
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Reflete, porém, que a existência na Terra é um estágio educativo ou reeducativo e tão só pelo amor com que amamos, mas não pelo amor com que esperamos ser amados, ser-nos-á possível trabalhar para redimir e, por vezes, saber perder para realmente vencer.
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Emmanuel
Chico Xavier
Obra: Na era do espírito 







sexta-feira, 30 de setembro de 2016

DO LADO DE DEUS



"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." Jesus. (João, 3:16.)

Ainda que muita gente haja adicionado parcelas do mal, na definição desse ou daquele acontecimento menos feliz, não sigas a corrente condenatória e fase por tua conta o lançamento do bem.

Por muito se atribua à Divina Providência juízos fulminativos, ante os erros dos homens, e embora nos reconheçamos retificados em nossos desvios pela Justiça Perfeita, Deus é o Perfeito Amor, garantindo-nos segurança e equilíbrio.

Basta ligeiro olhar no campo humano para certificar-nos quanto a isso.

Escolas dissipam as trevas da ignorância.

Trabalho suprime tédio e insipiência.

Máquinas diminuem esforço.

Veículos eliminam distâncias.

A Ciência, a cada dia novo, reduz cada vez mais o poder da enfermidade, neutralizando o sofrimento.

E, tanto quanto possível, conforme os desígnios da lei das reparações necessárias, essa mesma Ciência, mobilizando recursos diversos, afasta a cegueira e a surdez, extingue inibições, oferece agentes mecânicos aos mutilados e corrige, pela plástica cirúrgica, certos tipos de expiação, quando os interessados já fazem por merecer a cessação da prova que os aflige.

Assim como vemos o Sol atuando continuamente na massa planetária, tudo reconstituindo em louvor da harmonia e da evolução, igualmente encontramos o Amor Onipresente que dirige o Universo, tudo refazendo a benefício do burilamento e da felicidade de todas as criaturas.

Em qualquer circunstância, aparentemente desfavorável, não te fixes no mal, seja ele qual for. Reconhecendo que Deus está ao lado de todos, procura o bem, faze o bem, salienta o bem e segue o bem, porquanto somente assim estaremos nós realmente do lado de Deus.
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Emmanuel
Chico Xavier
Obra: Segue-me




quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Dez Mandamentos das Relações Humanas




1. FALE com as pessoas.
 Nada há tão agradável e animado quanto uma palavra de saudação particularmente hoje em dia, quando precisamos mais de “sorrisos amáveis”.
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2. SORRIA para as pessoas.
Lembre-se de que acionamos 72 músculos para franzir testa e somente 14 para sorrir.
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3. CHAME as pessoas pelo nome.
 A música mais suave para muitos ainda é ouvir o seu próprio nome.
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4. SEJA amigo e prestativo.
 Se você quiser ter amigos, seja amigo.
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5. SEJA CORDIAL fale e aja com toda sinceridade:
 tudo o que você fizer, faça-o com todo prazer.
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 6. INTERESSE-SE sinceramente pelos outros.
 Lembre-se de que você sabe o que sabe, porém você não sabe o que outros sabem.
Seja sinceramente interessado pelos outros.
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7. SEJA generoso em elogiar, cauteloso em criticar.
 Os líderes elogiam.
 Sabem encorajar, dar confiança e elevar os outros.
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8. SAIBA considerar os sentimentos dos outros.
 Existem três lados numa controvérsia:
o seu, o do outro e o lado de quem está certo.
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9. PREOCUPE-SE com a opinião dos outros.
Três comportamentos de um verdadeiro líder:
 ouça, aprenda e saiba elogiar;
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10. PROCURE apresentar um excelente serviço.
 O que realmente vale em nossa vida é aquilo que fazemos para os outros.
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Palavras Importantes:

1. As 6 palavras mais importantes: ADMITO QUE O ERRO FOI MEU.

2. As 5 palavras mais importantes: VOCÊ FEZ UM BOM TRABALHO.

3. As 4 palavras mais importantes: QUAL A SUA OPINIÃO?

4. As 3 palavras mais importantes: FAÇA O FAVOR.

5. As 2 palavras mais importantes: MUITO OBRIGADO!

6. A palavra mais importante: NÓS.

7. A palavra menos importante: EU
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Dicas de ética e marketing .
Desconhecemos o autor.



 


quarta-feira, 28 de setembro de 2016

O que te impede de ser feliz?



Afasta de ti, desde já, o que impede ou embaraça a tua felicidade.
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Foge dos vícios, manias, exigências exageradas, nervosismo, ganância, inveja e outras imperfeições.
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Aproveita a energia que gastas com insignificâncias, aplicando-a em coisas proveitosas.
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Age com consciência e inspira-te nas belezas da natureza:
no sol do horizonte, na paz da noite estrelada ou no frescor da mata.
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Deseja, de verdade, a prosperidade, especialmente a interior,
e dedica-te à resolução dos problemas que te impedem de evoluir.
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Trata bem a felicidade.
*
Ela precisa de teu cuidado e atenção.
*
Os momentos dedicados ao aprimoramento interior são os mais proveitosos da vida.
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Lourival Lopes





 

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Exercício da Compaixão




Se fosses o pedinte agoniado que estende a mão à bondade pública...

Se fosses a mãezinha infeliz, atormentada pelo choro dos filhinhos que desfalecem de fome...

Se fosses a criança que vagueia desprotegida à margem do lar...

Se fosses o pai de família, atribulado, ante a doença e penúria que lhe devastam a casa...

Se fosses o enfermo desamparado, suplicando remédio...

Se fosses a criatura caída em desvalimento, implorando compreensão...

Se fosses o obsidiado, carregando inomináveis suplícios interiores, para desvencilhar-se das trevas...

Se fosses o velhinho atirado às incertezas da rua...

Se fosses o necessitado que te roga socorro, decerto perceberias com mais segurança a função da fraternidade para sustento da vida.

Se estivéssemos no lado da dificuldade maior que a nossa, compreenderíamos, de imediato, o imperativo da caridade incessante e do auxílio mútuo.

Reflitamos nisso. E nós, que nos afeiçoamos a estudos diversos, com vistas à edificação da felicidade e ao aperfeiçoamento do mundo, façamos quanto possível, semelhante exercício de compaixão.
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Albino Teixeira
Chico Xavier
Obra: Caminho espírita 



segunda-feira, 26 de setembro de 2016

CAMINHOS CRUZADOS




 “Sabendo primeiro isto:que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências.” (ll PEDRO, 3:3)


De todos os elementos que tentam perturbar as obras divinas, os escarnecedores são os mais dignos de piedade fraternal. É que são enfermos pouco suscetíveis de medicação, em vista de serem profundamente ignorantes ou profundamente perversos.

O escarnecedor costuma aproximar-se dos trabalhadores fiéis das ideias novas exigindo-lhes provas concludentes das afirmações espirituais que lhes constituem a divina base do trabalho no mundo.

É interessante, porém, observar que pedem tudo, sem se disporem a dar coisa alguma.
 
 Querem provas da verdade; contudo, não abandonam as cavernas mentais em que vivem usualmente, nem mesmo para vê-las. Querem demonstrações espirituais agarrados, à maneira de vermes, aos fenômenos materiais. Os infelizes não percebem que se emparedaram no desconhecimento da vida, ou no egoísmo que lhes agrava os instintos perversos. E tocam a rir nos caminhos do mundo, copiando os histriões da irresponsabilidade e da indiferença. Zombam de todas as reflexões sérias, mofam de todos os ideais do bem e da luz... Movimentam nobres patrimônios intelectuais no esforço de destruir e, por vezes, conseguem cavar fundo abismo onde se encontram.

Os aprendizes sinceros do Evangelho devem, todavia, saber que semelhantes desviados andarão na Terra segundo as próprias concupiscências. São folhas conscientes do mal que só a Misericórdia Divina poderá transformar, ao sublime sopro de suas renovações. É preciso não perder tempo com essa classe de perturbadores contrários as atividades do bem. São expoentes do escárnio, condenados a receber as consequências dele. Por si mesmos já são bastante desventurados.

Se, algum dia, cruzarem-te o caminho suporta-os com paciência e entrega-os a Deus.
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Emmanuel
Chico Xavier 
Obra: Segue-me
 



domingo, 25 de setembro de 2016

Desejos e Ambições




Não desejes viver a vida de ninguém.

Estás na experiência de que mais necessitas.

O teu corpo é o reflexo do teu espírito.

A situação que vivencias é exatamente aquela que preparaste.

Quem notas aparentemente tranquilo vive pressionado por problemas que desconheces.

Nada ambiciones além do que possas obter à custa do teu próprio suor.

Tudo que é exterior é fictício.

Posses materiais são efêmeras; beleza e juventude não resistem à ação do tempo.

Ilumina-te.

De um instante para outro, tudo se modifica.
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Irmão José
Carlos Baccelli
Obra: Vigiai e orai






sábado, 24 de setembro de 2016

PONDERAÇÃO


Diante do mal quantas vezes!...

Censuramos o próximo...

Desertamos do testemunho da paciência...

Criticamos sem pensar...

Abandonamos companheiros infelizes à própria sorte...

Esquecemos a solidariedade...

Fugimos ao dever de servir...

Abraçamos o azedume...

Queixamo-nos uns dos outros...

Perdemos tempo em lamentações...

Deixamos o campo das próprias obrigações...

Avinagramos o coração...

Desmandamo-nos na conduta...

Agravamos problemas...

Aumentamos os próprios débitos...

Complicamos situações...

Esquecemos a prece...

Desacreditamos a fraternidade...

E, às vezes, olvidamos até mesmo a fé viva em Deus...

Entretanto a fórmula da vitória sobre o mal ainda e sempre é aquela senha de Jesus: 
“Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”...
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Pelo Espírito Bezerra de Menezes
Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
 


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ATÉ QUANDO MANTER UM RELACIONAMENTO?

Gostaria de saber até quando devemos manter um relacionamento conjugal, quando não há união de pensamentos e o espírito de fraternidade.

Resposta: O Livro dos Espíritos já responde: “Até o limite das forças”.

Contamos oportunamente um fato de que participamos ao lado de Chico Xavier. Tratava-se de uma senhora que foi falar com ele e disse-lhe:

“Sou casada. Meu marido, há mais de vinte anos, é um alcoólatra inveterado. Ele chega bêbado e eu já não suporto mais. O Evangelho diz que a gente deve perdoar setenta vezes sete vezes, portanto, quatrocentas e noventa vezes; em vinte anos, eu fiz um cálculo: já perdoei mais de sete mil vezes! Então, queria libertar-me. Que lhe parece?”

O Chico sorriu e respondeu:

“Minha filha” - e parou. Então percebi que ele estava sob indução do seu guia Emmanuel. Sorriu, e completou: “Emmanuel está me dizendo que devemos perdoar setenta vezes sete vezes a cada erro que a pessoa cometa.”

Ela perguntou:

“Quer dizer que não vou me ver livre dele nunca?”

Chico respondeu:

“Sim, persevere até o fim, para se ver livre nas outras reencarnações, porque se desistir agora, voltará para continuar”.

Passaram-se os meses e, certo dia, lá eu voltei. E o Chico indagou-me:

“Recorda-se daquela senhora do marido alcoólatra?”

”Claro, recordo-me” - respondi.

Ele acrescentou:

 “Meu filho, dois meses depois da nossa entrevista o marido morreu e ela veio aqui de luto, pedindo: ‘Chico, dê-me uma mensagem. Que marido bom Deus levou!!!’” (risos)

Quando não temos um relacionamento saudável e as injunções caminham para as situações de agressividade verbal, prenúncio da agressividade física, é melhor desatar os laços legais do que perseverar numa situação embaraçosa. Entra, então, a resposta dos Espíritos:

 “Até o limite das forças”. Cada um deverá decidir.
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Livro: Aprendendo Com Divaldo – Entrevistas
Divaldo Pereira Franco
SEJA – Sociedade Espírita Joanna de Ângelis

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

NO COMPORTAMENTO



Faça dos seus pensamentos uma Farmácia moral, que lhe permita formular remédios para males de qualquer natureza.

Pense sem falar, mas nunca fale sem pensar.

Seja mais sábio na ação do que na palavra.

Não se esqueça de que a humildade expressa a mais elevada qualidade de sabedoria.

As dores que o afligem nascem, na maioria das vezes, nos prazeres que você desfruta.

A mais eficiente corrigenda que se pode aplicar é a que decorre da moderação com que se repreende aquele que erra.

Fique à distância de qualquer distúrbio originado no verbo apaixonado ou na atitude lamentável, porquanto a aflição destrói e a ansiedade conduz à delinquência.

Produza algo superior, para que, em não fazendo nada, não aprenda a fazer o mal.

Conserve a simpatia para ser sempre jovem, mantendo palavra calma, gestos moderados e silêncios oportunos. Recorde que todos gostam de ser ouvidos.
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Marco Prisco  
Divaldo Franco