terça-feira, 5 de março de 2024

Frequência vibratória


Todas as coisas e todos os seres vivem interligados.

Toda ação repercute.

Nenhum ato se isola em suas consequências.

Vivemos num emaranhado de idéias e sentimentos.

O bem se expande em ondas que cobrem distâncias imensas.

O mal se propaga com a mesma intensidade com que é praticado.

O que acontece alhures te alcança onde estás.

Se te transformares num foco de luz, extinguirás a sombra em torno.

O reflexo de tudo que te atinge combina com a natureza dos teus sentimentos.

Quem não oferece sintonia para o mal não entra na frequência vibratória da desarmonia.

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Irmão José
Carlos A. Baccelli.
Obra: Vigiai e Orai
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05 de março

Pense unidade, aja unidade e faça a unidade se manifestar em sua vida.

Para ser uma pessoa inteira, você precisa se conhecer, saber para onde vai e o que está fazendo, e só então seguir em frente confiante, vivendo uma vida gloriosa e plena.

Nunca tenha dúvidas sobre você mesmo ou sua habilidade de ser inteiro.

São as dúvidas e os temores que o impedem de estabelecer uma unidade; portanto, pare de se preocupar e acabe com todos os temores e dúvidas, sabendo que EU ESTOU sempre com você e que coMigo tudo é possível.

Mas lembre-se: que sua fé e sua confiança estejam sempre em Mim, o Senhor seu Deus, a divindade dentro de você.

Caminhe de mãos dadas coMigo, consulte-Me em todos os momentos e deixe que Eu o guie e direcione.

EU ESTOU em você, portanto nada que vem de fora pode interferir em nosso contato direto.

Quando sua segurança está em Mim tudo vai verdadeiramente muito bem.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

O orgulho e a humildade (V)

Homens, por que vos queixais das calamidades que vós mesmos amontoastes sobre as vossas cabeças? Desprezastes a santa e divina moral do Cristo; não vos espanteis, pois, de que a taça da iniquidade haja transbordado de todos os lados.

Generaliza-se o mal-estar. A quem inculpar, senão a vós que incessantemente procurais esmagar-vos uns aos outros? Não podeis ser felizes, sem mútua benevolência; mas, como pode a benevolência coexistir com o orgulho? O orgulho, eis a fonte de todos os vossos males. Aplicai-vos, portanto, em destruí-lo, se não lhe quiserdes perpetuar as funestas conseqüências. Um único meio se vos oferece para isso, mas infalível: tomardes para regra invariável do vosso proceder a lei do Cristo, lei que tendes repelido ou falseado em sua interpretação.

Por que haveis de ter em maior estima o que brilha e encanta os olhos, do que o que toca o coração? Por que fazeis do vício na opulência objeto das vossas adulações, ao passo que desdenhais do verdadeiro mérito na obscuridade? Apresente-se em qualquer parte um rico debochado, perdido de corpo e alma, e todas as portas se lhe abrem, todas as atenções são para ele, enquanto ao homem de bem, que vive do seu trabalho, mal se dignam todos de saudá-lo com ar de proteção. Quando a consideração dispensada aos outros se mede pelo ouro que possuem ou pelo nome de que usam, que interesse podem eles ter em se corrigirem de seus defeitos?

Dar-se-ia o inverso, se a opinião geral fustigasse o vicio dourado, tanto quanto o vicio em andrajos; mas, o orgulho se mostra indulgente para com tudo o que o lisonjeia. Século de cupidez e de dinheiro, dizeis. Sem dúvida; mas por que deixastes que as necessidades materiais sobrepujassem o bom senso e a razão? Por que há de cada um querer elevar-se acima de seu irmão? Desse fato sofre hoje a sociedade as conseqüências.

Não esqueçais que tal estado de coisas é sempre sinal certo de decadência moral. Quando o orgulho chega ao extremo, tem-se um indício de queda próxima, porquanto Deus nunca deixa de castigar os soberbos. Se por vezes consente que eles subam, é para lhes dar tempo a reflexão e a que se emendem, sob os golpes que de quando em quando lhes desfere no orgulho para os advertir. Mas, em lugar de se humilharem, eles se revoltam. Então, cheia a medida, Deus os abate completamente e tanto mais horrível lhes é a queda, quanto mais alto hajam subido.

Pobre raça humana, cujo egoísmo corrompeu todas as sendas, toma novamente coragem, apesar de tudo. Em sua misericórdia infinita, Deus te envia poderoso remédio para os teus males, um inesperado socorro à tua miséria. Abre os olhos à luz: aqui estão as almas dos que já não vivem na Terra e que te vêm chamar ao cumprimento dos deveres reais. Eles te dirão, com a autoridade da experiência, quanto as vaidades e as grandezas da vossa passageira existência são mesquinhas a par da eternidade. Dir-te-ão que, lá, o maior é aquele que haja sido o mais humilde entre os pequenos deste mundo; que aquele que mais amou os seus irmãos será também o mais amado no céu; que os poderosos da Terra, se abusaram da sua autoridade, ver-se-ão reduzidos a obedecer aos seus servos; que, finalmente, a humildade e a caridade, irmãs que andam sempre de mãos dadas, são os meios mais eficazes de se obter graça diante do Eterno.

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— Adolfo, bispo de Argel. (Marmande, 1862.) (Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. VII, item 12).
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A Influência Espiritual na Vida Conjugal

 

"Muitos casamentos fracassam devido a essas influências nocivas de espíritos de natureza má, que começam de forma sutil, sorrateira, evoluindo para verdadeiros processos obsessivos que comprometem irreversivelmente a união conjugal.

Tanto a vítima da obsessão quanto o cônjuge, na maioria das vezes, nada percebem, porquanto os obsessores não criam o mal na vítima; apenas identificam as tendências e as estimulam de forma intensa e persistente, procurando exacerbá-las. [...]

Os espíritos obsessores sondam os pensamentos mais íntimos do indivíduo visado procurando identificar a tendência para a infidelidade. Constatando-a, passam a alimentá-la, através de sugestão mental. Em seguida, pesquisam alguma pessoa, que por ele sente alguma atração e que igualmente apresente necessidades afetivas ou determinados desejos sensuais. Dando continuidade ao 'trabalho', passam a influenciar os dois, facilitando os encontros e procurando despertar a afetividade. Os obsessores não perdem a oportunidade de sugerir novos pensamentos, verdadeiras ideias fixas, que criam as condições para a união sexual infiel, que se consuma em clima de grande emotividade, pela carga adicional dos obsessores. Segue-se um período de grandes prazeres que, entretanto, não é longo. Passada a fase de júbilo, de grandes satisfações, os obsessores mudam de tática. O que lhes interessa é o sofrimento das vítimas e não a sua felicidade. Sem a ajuda deles, as grandes emoções se reduzem, restando à vítima apenas a desilusão, a consciência do grande engano cometido." (Umberto Ferreira, Vida conjugal, p. 113-115).

A infidelidade

"[...] Desses embates multimilenares, restam, ainda, por feridas sangrentas no organismo da coletividade, o adultério que, de futuro, será classificado na patologia das doenças da alma, extinguindo-se, por fim, com remédio adequado, e a prostituição que reúne em si homens e mulheres que se entregam às relações sexuais, mediante paga, estabelecendo mercados afetivos.

Qual ocorre aos flagelos da guerra, da pirataria, da violência homicida e da escravidão que acompanham a comunidade terrestre, há milênios, diluindo-se, muito pouco a pouco, o adultério e a prostituição ainda permanecem, na Terra, por instrumentos de prova e expiação, destinados naturalmente a desaparecer, na equação dos direitos do homem e da mulher, que se harmonizarão pelo mesmo peso, na balança do progresso e da vida." (Emmanuel, Vida e sexo,15. ed., p. 94-95).

"Quando o homem e a mulher decidem casar-se, assumem o compromisso de cultivar a fidelidade por toda a vida, mas muitos não o cumprem. [...].

Em muitos casos, a infidelidade não traz maiores problemas, mas, em alguns, provoca situações verdadeiramente dramáticas, não só em relação à mulher, como também ao homem, com repercussões para o resto da vida.

A vítima da infidelidade, seja homem ou mulher, fica seriamente lesada em sua sensibilidade. Algumas se desestruturam totalmente, outras entram em depressão profunda ou se desequilibram completamente, necessitando de tempo mais ou menos longo para readquirir o equilíbrio. E o causador contrai um débito perante a justiça divina.

As consequências do ato infeliz, muitas vezes, se estendem às existências futuras, porquanto não se rompe impunemente um compromisso afetivo. [...].

O infiel lesa moralmente o cônjuge e a si próprio. Nesta época em que vivemos, não é somente por questões psicológicas, espirituais ou morais que se deve conservar a fidelidade, mas também por razões de saúde, porquanto há várias doenças transmitidas sexualmente que a comprometem." (Umberto Ferreira, Vida conjugal, p. 49-50).

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Umberto Ferreira
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segunda-feira, 4 de março de 2024

Com raras excessões


Quem se prende aos equívocos do passado não se liberta dos tentáculos do remorso. A lamentação sistemática anula o homem em sua capacidade de sobrepujar-se.

Aquele que se sente culpado sabe por onde começar o esforço de harmonização íntima.

A paz é um inconfundível estado de espírito.

Para obtê-la, todos, com raras exceções, quase já sabem o que fazer, como fazer e a quem, de imediato, fazer.

Ao homem falta, pois, mais iniciativa que orientação.

Às vezes, o primeiro passo, no objetivo a ser alcançado, encerra maior distância do que todos os passos subsequentes.

O receio de amar esconde a carência de ser amado.

Todavia não há quem não seja amado o bastante por Deus, para que se considere incapaz de dedicar ínfima parcela de seu amor a alguém.

Quem aos outros se doa, nos outros se completa.

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Irmão José
Carlos Baccelli
Obra:.Os 3 passos do autoconhecimento
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04 de março

Quanto tempo e energia são desperdiçados porque você não tem a preocupação de se aquietar e Me aguardar!

É a solução secreta para todas as situações.

Por que não prova isto para você mesmo colocando já em prática para ver o que acontece?

Até que você tenha tentado e testado algo, é só teoria.

Esta vida é muito real, muito prática e plena de ação.

Não há nada teórico a seu respeito, mas depende de você provar que é assim.

A luz do dia está aqui, mas você permanecerá na escuridão até que tenha aberto as janelas.

A água está no cano e lá permanecerá estática até você abrir a torneira.

De nada adianta ter comida no prato se você não a levar à boca.

Portanto, ponha-se em ação e faça algo já.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

Necessidade da encarnação

É um castigo a encarnação e somente os Espíritos culpados estão sujeitos a sofrê-la?

A passagem dos Espíritos pela vida corporal é necessária para que eles possam cumprir, por meio de uma ação material, os desígnios cuja execução Deus lhes confia. É-lhes necessária, a bem deles, visto que a atividade que são obrigados a exercer lhes auxilia o desenvolvimento da inteligência. Sendo soberanamente justo, Deus tem de distribuir tudo igualmente por todos os seus filhos; assim é que estabeleceu para todos o mesmo ponto de partida, a mesma aptidão, as mesmas obrigações a cumprir e a mesma liberdade de proceder. Qualquer privilégio seria uma preferência, uma injustiça. Mas, a encarnação para todos os Espíritos, é apenas um estado transitório. É uma tarefa que Deus lhes impõe, quando iniciam a vida, como primeira experiência do uso que farão do livre-arbítrio. Os que desempenham com zelo essa tarefa transpõem rapidamente e menos penosamente os primeiros graus da iniciação e mais cedo gozam do fruto de seus labores. Os que, ao contrário, usam mal da liberdade que Deus lhes concede retardam a sua marcha e, tal seja a obstinação que demonstrem, podem prolongar indefinidamente a necessidade da reencarnação e é quando se torna um castigo.

— São Luís. (Paris, 1859.)

NOTA. — Uma comparação vulgar fará se compreenda melhor essa diferença. O escolar não chega aos estudos superiores da Ciência, senão depois de haver percorrido a série das classes que até lá o conduzirão. Essas classes, qualquer que seja o trabalho que exijam, são um meio de o estudante alcançar o fim e não um castigo que se lhe inflige. Se ele é esforçado, abrevia o caminho, no qual, então, menos espinhos encontra. Outro tanto não sucede àquele a quem a negligência e a preguiça obrigam a passar duplamente por certas classes. Não é o trabalho da classe que constitui a punição; esta se acha na obrigação de recomeçar o mesmo trabalho.

Assim acontece com o homem na Terra. Para o Espírito do selvagem, que está apenas no início da vida espiritual, a encarnação é um meio de ele desenvolver a sua inteligência; contudo, para o homem esclarecido, em quem o senso moral se acha largamente desenvolvido e que é obrigado a percorrer de novo as etapas de uma vida corpórea cheia de angústias, quando já poderia ter chegado ao fim, é um castigo, pela necessidade em que se vê de prolongar sua permanência em mundos inferiores e desgraçados.

Aquele que, ao contrário, trabalha ativamente pelo seu progresso moral, além de abreviar o tempo da encarnação material, pode também transpor de uma só vez os degraus intermédios que o separam dos mundos superiores.

Não poderiam os Espíritos encarnar uma única vez em determinado globo e preencher em esferas diferentes suas diferentes existências? Semelhante modo de ver só seria admissível se, na Terra, todos os homens estivessem exatamente no mesmo nível intelectual e moral. As diferenças que há entre eles, desde o selvagem ao homem civilizado, mostram quais os degraus que têm de subir. A encarnação, aliás, precisa ter um fim útil. Ora, qual seria o das encarnações efêmeras das crianças que morrem em tenra idade? Teriam sofrido sem proveito para si, nem para outrem. Deus, cujas leis todas são soberanamente sábias, nada faz de inútil. Pela reencarnação no mesmo globo, quis ele que os mesmos Espíritos, pondo-se novamente em contacto, tivessem ensejo de reparar seus danos recíprocos. Por meio das suas relações anteriores, quis, além disso, estabelecer sobre base espiritual os laços de família e apoiar numa lei natural os princípios da solidariedade, da fraternidade e da igualdade. – Allan Kardec.

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(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. IV, itens 25 e 26.)
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Prevenção ao Suicídio


“As penas são sempre proporcionadas à consciência que se tenha das faltas cometidas” (O Livro dos Espíritos, questão 952-A).

Iniciamos nossa abordagem com a informação contida na obra básica da doutrina espírita para esclarecer que a morte por suicídio, sempre um crime perante a lei divina, não acarreta ao espírito sofrimento de igual teor e modo, porque Deus é justo e bom, levando em consideração o nível de consciência do indivíduo na prática do ato. O fato de termos pontos comuns nas narrativas de espíritos suicidas apenas demonstra que no processo pós-morte existe uma regra geral que o comanda, mas que as particularidades variam ao infinito. É importante compreendermos isso para corrigir posturas sintetizadas em expressões como “coitado; vai sofrer muito; a morte por suicídio só acarreta sofrimentos inenarráveis”.
É um engano essa generalização. Nem todos os suicidas vão passar pelo que passaram os espíritos identificados na obra “Memórias de um Suicida”, psicografado pela médium Yvonne Pereira.
Sem dúvida o suicídio, como um ato contrário à lei divina, acarreta sofrimentos, tanto perispirituais como, principalmente, morais, mas, cada espírito, por ser uma individualidade mergulhada no cosmo divino, com a sua carga pessoal evolutiva, sofrerá de acordo com a intenção, com o grau de sua consciência, tendo seus sofrimentos muitas vezes atenuados por méritos anteriormente conquistados e por intercessão daqueles que lhe concedem amor.
Não há como escapar dos efeitos desse ato contra a vida, mas eles serão proporcionais, pois a lei de Deus não é a de talião. Se a legislação humana já leva em conta, embora imperfeitamente, as circunstâncias, premeditação ou não, etc., do crime praticado para aplicação da pena, quanto mais Deus, que é a perfeição absoluta.

Causas do Suicídio

Segundo os Espíritos Superiores nas questões 943 a 957 de “O Livro dos Espíritos”, as principais causas do suicídio são:

1. Desgosto pela vida
Efeito da ociosidade, da falta de fé e da saciedade. São três aspectos que merecem análise, pois se a ociosidade, não ter o que fazer, leva ao suicídio, a falta de fé, em nada acreditando além do dia a dia, também remete o homem para essa fuga da vida. Do outro lado temos a saciedade, ter tudo e não se preocupar com o ganha-pão, que pode entediar o indivíduo e remetê-lo ao suicídio.

2. Erro no exercício das faculdades
As faculdades intelectuais e morais devem ser exercitadas com um fim útil e segundo as aptidões naturais de cada ser. Aqui temos uma advertência aos pais e responsáveis, que muitas vezes forçam os filhos a seguir esta ou aquela profissão, violentando suas tendências. E também uma advertência para o bom uso das nossas faculdades, pois o uso irresponsável acarreta efeitos nocivos que podem levar o homem a tentar fugir aos problemas acarretados por ele mesmo.

3. Falsa visão sobre a vida
Devemos viver com um fim superior, somente assim suportaremos as vicissitudes da vida com paciência e resignação. O homem deve agir tendo em vista a felicidade. E ele só conseguirá isso se o processo da sua educação, responsabilidade dos pais e professores, der a ele condições de sentir-se espírito imortal, de compreender que a vida é muito mais do que nascer, viver e morrer.

4. Orgulho
Vergonha de trabalhar com as próprias mãos e assim descer na escala social. Muitos de nós ainda temos vergonha de executar tarefas ditas menores, ou, por circunstâncias da vida, perdendo a boa posição social, nos recusamos a iniciar esforços no trabalho humilde. É o orgulho perpetrando milhares de suicídios. Somente a compreensão e vivência da solidariedade, da cooperação e do trabalho desde pequeno podem evitar esse quadro.

Atitudes Preventivas

A doutrina espírita não fica apenas nas explicações sobre causas e consequências, mostra igualmente as ações que podemos ter para auxiliar as pessoas com tendência ao suicídio. São ações preventivas muito importantes e que podemos resumir nos seguintes itens:

1. Colocar-se mais próximo da pessoa, como verdadeiro amigo.
2. Fazê-la sentir-se amada.
3. Levantar sua autoestima através do elogio sincero às suas capacidades.
4. Dar a ela objetivos na vida.
5. Conscientizar a pessoa a respeito das consequências do ato, no além-túmulo, e das dores que afligem os familiares.
6. Dialogar com bondade e paciência.
7. Sugerir-lhe dar-se um pouco mais de tempo para resolver seus problemas.
8. Evitar oferecer bases ilusórias para esperanças que o tempo desmancha.
9. Estimular a valorização pessoal.
10. Acender uma luz no túnel do seu desespero.
11. Exercer a oração.
12. Indicar leituras otimistas e espirituais.
13. Incentivar a frequência ao centro espírita com a terapêutica do passe e da água fluidificada.
14. Mostrar que devemos aceitar as pessoas como elas são, sabendo conviver com as diferenças.
15. Fazer com que a pessoa compreenda que devemos aceitar a vida como ela se nos apresenta, fazendo tudo por melhorá-la incessantemente.

Conclusão

Temos na doutrina espírita as explicações sobre o suicídio e que podem debelá-lo da face da Terra, e nisso devemos colocar todas as forças, pois o Espiritismo revive o Evangelho à luz da vida imortal, dando ao homem novas diretrizes de vida.
E com a palavra de Allan Kardec, no comentário à questão 957 de “O Livro dos Espíritos”, encerramos nossas argumentações:

“A religião, a moral, todas as filosofias condenam o suicídio como contrário à lei natural. Todas nos dizem, em princípio, que não se tem o direito de abreviar voluntariamente a vida. Mas por que não se terá esse direito? Por que não se é livre de por um termo aos próprios sofrimentos? Estava reservado ao Espiritismo demonstrar, pelo exemplo dos que sucumbiram, que o suicídio não é apenas uma falta como infração a uma moral, consideração que pouco importa para certos indivíduos, mas um ato estúpido, pois que nada ganha quem o pratica e até pelo contrário. Não é pela teoria que ele nos ensina isso, mas pelos próprios fatos que coloca sob os nossos olhos”.

Marcus Alberto de Mário

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Bibliografia
O Livro dos Espíritos – Allan Kardec – FEESP.
O Céu e o Inferno – Allan Kardec – LAKE.
O Martírio dos Suicidas – Almerindo Martins de Castro – FEB.
Memórias de Um Suicida – Camilo/Yvonne Pereira – FEB.
Temas da Vida e da Morte – Manoel P. de Miranda/Divaldo Franco – FEB.
Suicídio e suas Conseqüências – Gerson Simões Monteiro – Mauad.

O autor é diretor do IBEM – Instituto Brasileiro de Educação Moral, escritor com vários livros publicados e consultor empresarial.
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Mensagens sobre suicídio:

https://betemensagemdodia.blogspot.com/search/label/Suic%C3%ADdio%20-%20Mensagens%20sobre%20Suic%C3%ADdio?m=0

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domingo, 3 de março de 2024

Abortamento




Avaliemos na mesma linha a prática do abortamento, caracterizado pelo arrebatamento do serzinho em formação, aninhado no útero materno, pedindo para viver.

Por razões profundamente banais e com injustificáveis desculpas de caráter francamente materialista, apela-se para esse hediondo homicídio, dando a impressão de que somente ao preço da vida serão resolvidas seríssimas questões educacionais, sociais e morais, como quem desejasse saciar a fome de monstros vigorosos com o sangue humano.

O crime do abortamento se torna mais cruel pela razão de a vítima não poder ser consultada, não poder defender-se de nenhuma forma. À revelia das leis humanas ou sob seu patrocínio, subtrai-se a oportunidade promissora de um filho de Deus chegar à luz, dando sequência ao seu processo de evolução por meio de brutal impedimento.

Em contextos do feminismo materialista desses tempos, evoca-se o direito que tem a mulher sobre seu corpo, salientando-se os inconvenientes que lhe poderia trazer a gravidez já iniciada. Em sã consciência, ninguém será capaz de contradizer tal direito feminino. Contudo, ao permitir que se efetue o abortamento, a mulher expõe não o seu, mas o corpinho de seu filho às máquinas ou substâncias da morte, muito embora não se deva perder de vista que, ao consentir a investida criminosa sobre o filho que conduz no ventre, ela também, a mulher, fica à mercê dos riscos, dos perigos, que lhe poderão ceifar o corpo.

Alega-se, em outros momentos, que as leis permitem que se pratique o abortamento, desde que a mulher haja sido vítima de violência carnal que tenha originado a gravidez, naturalmente indesejada, pelas próprias circunstâncias do ocorrido.

Será necessário compreender toda a gama de indignação, de revolta mesmo, que cercará episódios desse tipo, considerando as características da violação e as marcas psicológicas que se imprimem n’alma da mulher.

Vale considerar, contudo, que a prática do abortamento, em tais casos, não remediará o traumatismo, ao contrário, reforçá-lo-á. Com a violência sexual, o violentador deixou-lhe no ventre uma semente de vida, ainda que não desejada.

Com o abortamento a mulher transforma seu útero numa praça de execução, de extermínio.

O homem violento e desrespeitoso maculou-lhe o corpo, perturbou-lhe a emoção, mas deixou-a viver.

Caso perpetre o abortamento, justificando-o com a honra, mostrar-se-á mais cruel do que o violento usurpador, pois manchará, com o sangue do próprio filho, a honra que queria preservar incólume.

Seja qual for o pai, amado ou odiado, a mulher será sempre mãe do filho que leva nas entranhas. E, se o seu caráter não tiver espaço para a sensibilidade materna e o seu anseio maior seja desfazer-se da criança, importante será que não a destrua, não lhe mate o corpinho. Deixe-a nascer e entregue-a a alguma instituição ou a pais adotivos que a desejem cuidar e amar.

Somente assim, pelo amor, é que se reabilita a honra, que não está no corpo violado, mas na alma que sofre as injunções de uma sociedade deseducada, num mundo de expiações e provas, mas que não se afasta da busca de Deus em si mesma.

Não será, jamais, a legalidade de um crime que lhe conferirá foros de moralidade, enquanto as almas estagiarem em Planetas de pequena evolução.

Ademais, passados os dias mais tormentosos da violência, quem poderá garantir que a mulher não se sensibilizará com seu filhinho, mormente quando o ouça choramingar, necessitado de atenção e afeto, nas mãos do obstetra?!

Matar, nunca. Sob qualquer aspecto que se apresente, fora do terapêutico, de decisão médica responsável, o abortamento representa mais um perturbador processo de pena de morte.

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Livro: Justiça e Amor
J. Raul Teixeira, pelo Espírito Camilo
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03 de março

Você deve estar preparado para as maravilhosas mudanças que vão acontecer na Nova Era.

Se você conseguir aceitá-las e simplesmente absorvê-las como um papel mataborrão essas mudanças acontecerão dentro e fora de você com grande paz e harmonia.

Você descobrirá que mudará com as mudanças sem ser afetado estranhamente por elas e viverá e respirará nelas tão naturalmente quanto um peixe na água.

Você será capaz de aceitar seu novo meio ambiente e se ajustará a ele sem esforço.

Uma criança passa de um grau para o outro no colégio sem dificuldades, porque tudo acontece gradualmente e só é necessário dar um passo após o outro, aceitando e se ajustando a cada nova fase; ela se sentiria perdida se fosse jogada do maternal diretamente para o colegial.

Não se preocupe: Eu não farei você avançar depressa demais. Tudo no Meu plano acontece na hora certa.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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Mensagem do ESE:

Mundos de expiações e de provas.

13. Que vos direi dos mundos de expiações que já não saibais, pois basta observeis o em que habitais? A superioridade da inteligência, em grande número dos seus habitantes, indica que a Terra não é um mundo primitivo, destinado à encarnação dos Espíritos que acabaram de sair das mãos do Criador. As qualidades inatas que eles trazem consigo constituem a prova de que já viveram e realizaram certo progresso. Mas, também, os numerosos vícios a que se mostram propensos constituem o índice de grande imperfeição moral. Por isso os colocou Deus num mundo ingrato, para expiarem aí suas faltas, mediante penoso trabalho e misérias da vida, até que hajam merecido ascender a um planeta mais ditoso.

14. Entretanto, nem todos os Espíritos que encarnam na Terra vão para aí em expiação. As raças a que chamais selvagens são formadas de Espíritos que apenas saíram da infância e que na Terra se acham, por assim dizer, em curso de educação, para se desenvolverem pelo contato com Espíritos mais adiantados. Vêm depois as raças semicivilizadas, constituídas desses mesmos Espíritos em via de progresso. São elas, de certo modo, raças indígenas da Terra, que aí se elevaram pouco a pouco em longos períodos seculares, algumas das quais hão podido chegar ao aperfeiçoamento intelectual dos povos mais esclarecidos.

Os Espíritos em expiação, se nos podemos exprimir dessa forma, são exóticos na Terra; já viveram noutros mundos, donde foram excluídos em consequência da sua obstinação no mal e por se haverem constituído, em tais mundos, causa de perturbação para os bons. Tiveram de ser degredados, por algum tempo, para o meio de Espíritos mais atrasados, com a missão de fazer que estes últimos avançassem, pois que levam consigo inteligências desenvolvidas e o gérmen dos conhecimentos que adquiriram. Daí vem que os Espíritos em punição se encontram no seio das raças mais inteligentes. Por isso mesmo, para essas raças é que de mais amargor se revestem os infortúnios da vida. É que há nelas mais sensibilidade, sendo, portanto, mais provadas pelas contrariedades e desgostos do que as raças primitivas, cujo senso moral se acha mais embotado.

15. A Terra, conseguintemente, oferece um dos tipos de mundos expiatórios, cuja variedade é infinita, mas revelando todos, como caráter comum, o servirem de lugar de exílio para Espíritos rebeldes à lei de Deus. Esses Espíritos têm aí de lutar, ao mesmo tempo, com a perversidade dos homens e com a inclemência da natureza, duplo e árduo trabalho que simultaneamente desenvolve as qualidades do coração e as da inteligência. É assim que Deus, em sua bondade, faz que o próprio castigo redunde em proveito do progresso do Espírito.

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— Santo Agostinho. (Paris, 1862.)
O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO
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MUDAR PARA EVOLUIR


A psicóloga e escritora Lourdes Possatto afirma que nós estamos em constante movimento, assim como o Universo. Isso significa que mudanças ocorrem e são necessárias a cada instante. Mas por que somos tão resistentes a elas? (Camilla Salmazi)

Na Doutrina Espírita, a evolução espiritual é uma lei e isso implica que a evolução não acontece por si própria, mas deve ser promovida conscientemente. “Mudar é desadaptar-se, é atualizar-se, é evoluir” explica a psicóloga e espiritualista Lourdes Possatto em seu livro É Tempo de Mudança.

O aperfeiçoamento do espírito é fruto de seu próprio trabalho e, em uma única existência no mundo material, não é possível que todas as qualidades morais e intelectuais sejam adquiridas e que, portanto, ele não necessite de mais mudanças.

Mas a tarefa de evoluir espiritualmente não é tão fácil. Como disse Jesus há mais de dois mil anos: “Estreita é a porta que conduz à verdadeira vida”. O Espiritismo prega que as coisas não estão prontas; o caminho a seguir nem sempre está indicado. Assim, é necessário esforço, trabalho e crescimento através do aprendizado e das mudanças; caso contrário, o espírito terá de aprender e evoluir de maneira dolorosa, pelas doenças, pelas desgraças; enfim, pela dor.

Em entrevista exclusiva a Espiritismo e Ciência, Lourdes Possatto fala sobre a importância das mudanças no processo de evolução espiritual e a dificuldade dos espíritos encarnados em aceitá-las, mostrando que reconhecer a necessidade de mudar é o primeiro passo para sua realização.

A mudança é imprescindível para se progredir? Ou seja, se a pessoa está bem consigo mesma ela precisa, necessariamente, sofrer mudanças para que esteja em processo de evolução?

Sim. A mudança acontece constantemente, em nosso corpo e no universo. É sempre um dia após o outro. E a cada dia, a cada momento, estamos mudando sem que tomemos consciência disso. Se a pessoa está bem consigo mesma, a vida não tem necessidade de dar-lhe sinais ou toques de sofrimento, porque se ela está bem, significa que está agindo de acordo com seu melhor, seguindo de acordo com sua natureza.

A mudança é natural do homem? É possível que algo seja realmente mudado na vida de um ser humano em um curto período de tempo? Como?

Com certeza, e isso eu tenho visto nos meus muitos anos como psicoterapeuta. Tudo que atraímos tem a ver com o padrão de energia em que estamos vibrando. Esta energia está relacionada às nossas atitudes para com nós mesmos. Ao mudá-las, tomando consciência de nossas crenças, por exemplo, mudaremos a nossa vibração, e tudo ao redor de nós muda também.

A dificuldade em mudar de algumas pessoas pode estar ligada com vidas passadas, com carmas?

Sim. A pessoa pode trazer suas crenças desde vidas passadas. Certa vez, trabalhando o perfeccionismo e rigidez em uma paciente, numa sessão de regressão, ela se lembrou de duas vidas em que sua maneira de ser também era rígida e perfeccionista, tanto quanto nesta vida. Até acessar uma vida anterior a estas, quando um episódio que gerou muita culpa nela explicou as crenças e decretos de sobrevivência através das suas cobranças de perfeccionismo e consequente rigidez. Ao tomar consciência desse padrão, ela teve condições de reverter essas atitudes, através da maior auto compreensão, aceitação e amor. Afinal, interna e emocionalmente, sempre se abandonou e tratou-se muito mal, para manter o padrão de perfeição. A aceitação, o amor e a flexibilidade consigo mesma, no sentido de compreender e respeitar sua natureza interna, foram as molas propulsoras para a sua mudança. Quanto ao carma, para mim significa a presença de um determinado índice de sofrimento, que tem a ver com a quantidade de desarmonia que a pessoa criou em sua própria natureza. O resgate é necessário mediante a tomada de consciência de que o sofrimento mostra o caminho errado em que a pessoa se encontra. Compreender como gera seu próprio sofrimento significa assumir a responsabilidade pelo seu próprio carma, a fim de cumprir o darma, que é o seu propósito de vida.

A necessidade de mudanças procurando a perfeição é normal ou prejudicial?

Depende do referencial. O espírito, a natureza em si mesma é perfeita. Cada um é perfeito com relação à sua natureza, que é perfeita. O que não é perfeito é a ego-personalidade. A busca da perfeição, se realizada pelo ego, é extremamente prejudicial, uma vez que causa um estrago imenso dentro da pessoa, gerando resultados nada agradáveis, como por exemplo, desânimo, preguiça e, em longo prazo, depressão, pelo excesso de desrespeito à sua essência ou natureza interna. Imagine a vibração dessa pessoa, o que a fará atrair problemas, encrencas e doenças, tudo isto como “recados essenciais” para mostrar-lhe que o caminho correto não é esse. Quanto a buscar a perfeição do espírito, seria mais interessante acessar esta perfeição e não buscá-la, uma vez que ela já está lá e sempre esteve dentro da pessoa. Aliás, o nosso amadurecimento e a nossa evolução estão ligados justamente a essa constatação.

Como é possível facilitar mudanças?

No meu livro É Tempo de Mudança, há um capítulo “Facilitando a Mudança”. Basicamente, a pessoa precisa aprimorar a percepção de si mesma no aqui-e-agora, percebendo e respeitando o que sente; há também a necessidade de vigiar e reorganizar os pensamentos, uma vez que tudo que pensamos passa para o corpo, e o que sentimos está relacionado com o que pensamos e não necessariamente com o que ocorre ao nosso redor.

A pessoa precisa também se responsabilizar pelo que causa a si mesma. Como sou Gestalt-terapeuta, costumo dizer que somos nós mesmos que causamos os nossos sintomas. Por exemplo, uma pessoa se queixa de estar estressada. Pergunto-lhe: “como é que você está se estressando?” Justamente para que ela tome consciência do que é que está se exigindo, impondo, cobrando. Se não tomar a consciência do que faz consigo mesma e não assumir responsabilidade, como é que essa pessoa vai querer amadurecer, melhorar e mudar?

Para facilitar a mudança, é também muito importante perceber seu livre-arbítrio e rever as escolhas que tem feito, se boas ou más, positivas ou negativas; afinal, ninguém escolhe por você, e se você permite isso, está sendo irresponsável. Se sua vida está ruim demais, por que não usar sua frustração no ousar tentar, mudando o “como” você tem agido?

E, sobretudo, é de vital importância estar de posse do seu melhor, ou seja, é quando se percebe que um caminho é melhor do que o que se tem trilhado. Se não prestarmos atenção no nosso sentir e nas verdades interiores e essenciais, o resultado é sempre sofrimento. Assim, descobrir quais são as mensagens que a vida está lhe dando através das situações que acontecem em sua vida é a forma de crescer, amadurecer, e, é claro, ser mais feliz.

Em seu livro, É Tempo de Mudança, você fala sobre a transformação de um sentimento em seu sentimento oposto. Como isso é possível?

É possível através da percepção de como geramos um determinado resultado em nossa vida. Por exemplo, você faz um bolo de um determinado jeito e sempre sai ruim e feio. Enquanto não observar o “como” está fazendo, você não mudará o resultado, ou seja, o bolo sairá melhor se você revir o procedimento.

No livro, falo como transformar quadros emocionais específicos, explicando as raízes de cada um deles. À medida que uma pessoa compreende as raízes emocionais de sua depressão ou obesidade, por exemplo, ela tem condições de transformar suas atitudes e, com isso, mudar o quadro emocional. E como sempre digo: a mudança só ocorre quando você toma consciência de como procede, de onde isso tem origem e muda suas atitudes. Se só houver uma tomada de consciência, a mudança será facilitada. Porém, somente quando o indivíduo tiver para consigo mesmo atitudes diferentes que preencham as suas carências emocionais, é que haverá a modificação de seu padrão de vibração, e aí sim a mudança ocorrerá plenamente.

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(Extraído da revista Espiritismo e Ciência 13, páginas 22-25)
Postado em Mythos Editora
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sábado, 2 de março de 2024

Leis da vida


Estas são leis da vida
Que ninguém mudará:

 Quanto mais bem aos outros,
Menos mal em ti mesmo.

 Quanto mais humildade,
Menos complicação.

 Quanto mais esperança,
Menos queda de força.

 Quanto menos serviço,
Mais problemas na estrada.

Quanto mais fé na vida,
Mais união com Deus.

🌱🌸🌱
Emmanuel
Chico Xavier
Obra: Algo mais
🌱🌸🌱

02 de março

Muitas almas falam sobre a fé mas não conseguem viver por ela.

Falam sobre Me amar, mas nada sabem sobre o amor.

É uma perda de tempo falar sobre amar alguém que você nunca viu, quando não se consegue nem amar os que estão à sua volta e necessitam do seu amor, sabedoria e compreensão.

Aprenda primeiro a amar aquelas almas que Eu coloquei ao seu redor; só então você saberá o que significa Me amar verdadeiramente.

Por que tatear seu caminho através da vida se tudo que você tem a fazer é caminhar decididamente com fé e confiança, sabendo que EU ESTOU com você?

EU ESTOU aqui, oferecendo a você todos os Meus maravilhosos dons mas, se você não os aceitar, não poderá se beneficiar deles.

Eu os dou de coração, e, de coração, você deve aceitá-los e usá-los sabiamente para o benefício do todo.

🌱🌸🌱
Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
🌱🌸🌱

 




🌱🌸🌱

MENSAGEM DO ESE:

Os inimigos desencarnados

Ainda outros motivos tem o espírita para ser indulgente com os seus inimigos. Sabe ele, primeiramente, que a maldade não é um estado permanente dos homens; que ela decorre de uma imperfeição temporária e que, assim como a criança se corrige dos seus defeitos, o homem mau reconhecerá um dia os seus erros e se tornará bom.

Sabe também que a morte apenas o livra da presença material do seu inimigo, pois que este o pode perseguir com o seu ódio, mesmo depois de haver deixado a Terra; que, assim, a vingança, que tome, falha ao seu objetivo, visto que, ao contrário, tem por efeito produzir maior irritação, capaz de passar de uma existência a outra. Cabia ao Espiritismo demonstrar, por meio da experiência e da lei que rege as relações entre o mundo visível e o mundo invisível, que a expressão: extinguir o ódio com o sangue é radicalmente falsa, que a verdade é que o sangue alimenta o ódio, mesmo no além-túmulo. Cabia-lhe, portanto, apresentar uma razão de ser positiva e uma utilidade prática ao perdão e ao preceito do Cristo: Amai os vossos inimigos. Não há coração tão perverso que, mesmo a seu mau grado, não se mostre sensível ao bom proceder.

Mediante o bom procedimento, tira-se, pelo menos, todo pretexto às represálias, podendo-se até fazer de um inimigo um amigo, antes e depois de sua morte. Com um mau proceder, o homem irrita o seu inimigo, que então se constitui instrumento de que a justiça de Deus se serve para punir aquele que não perdoou.

Pode-se, portanto, contar inimigos assim entre os encarnados, como entre os desencarnados. Os inimigos do mundo invisível manifestam sua malevolência pelas obsessões e subjugações com que tanta gente se vê a braços e que representam um gênero de provações, as quais, como as outras, concorrem para o adiantamento do ser, que, por isso; as deve receber com resignação e como conseqüência da natureza inferior do globo terrestre. Se não houvesse homens maus na Terra, não haveria Espíritos maus ao seu derredor. Se, conseguintemente, se deve usar de benevolência com os inimigos encarnados, do mesmo modo se deve proceder com relação aos que se acham desencarnados.

Outrora, sacrificavam-se vítimas sangrentas para aplacar os deuses infernais, que não eram senão os maus Espíritos. Aos deuses infernais sucederam os demônios, que são a mesma coisa. O Espiritismo demonstra que esses demônios mais não são do que as almas dos homens perversos, que ainda se não despojaram dos instintos materiais; que ninguém logra aplacá-los, senão mediante o sacrifício do ódio existente, isto é, pela caridade; que esta não tem por efeito, unicamente, impedi-los de praticar o mal e, sim, também o de os reconduzir ao caminho do bem e de contribuir para a salvação deles. É assim que o mandamento: Amai os vossos inimigos não se circunscreve ao âmbito acanhado da Terra e da vida presente; antes, faz parte da grande lei da solidariedade e da fraternidade universais.

🌱🌸🌱
(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XII, itens 5 e 6.)
🌱🌸🌱

Observar o seu próximo




Quando observar o seu próximo, não se limite a avaliá-lo apenas pelo que vê.
*
Leve em consideração aquilo que está no íntimo do outro, as suas dores,
os dramas que ele carrega, os medos inconfessáveis, as amarguras que já sofreu.
*
Aquele que lhe parece frio nos sentimentos...
pode ter sofrido uma grande decepção.
*
Aquele que lhe parece indiferente. . .
pode ter dificuldades no relacionamento.
*
Aquele que lhe parece agressivo e mal-educado. . .
pode estar atravessando grandes lutas íntimaspode estar precisando de um amigo para ajudá-lo a carregar a cruz.
*
Aquele que lhe parece uma pessoa má. .  pode ser que simplesmente ainda não descobriu quanto é bom amar.
*
Aguce a sua visão, antes de dar sua opinião sobre esta ou aquela pessoa.
*
Seja sensível o suficiente para "ver " o interior.

🌱🌸🌱
José de Moraes
🌱🌸🌱

sexta-feira, 1 de março de 2024

Nada é inútil


Não aguardes aparente grandeza para ser útil.

 Missão quer dizer incumbência.
E ninguém existe aos ventos do acaso.

 Buscando entender os mandatos de trabalho que nos competem, estudemos, de leve, algumas lições de cousas da natureza.

 A usina poderosa ilumina qualquer lugar, à longa distância, contudo, para isso, não age por si só.
Usa transformadores de um circuito a outro, alterando, em geral, a tensão e a intensidade da corrente.
Os transformadores requisitam fios de condução.
Os fios recorrem à tomada de força. Isso, porém, ainda não resolve.
Para que a luz se faça, é indispensável a presença da lâmpada, que se forma de componentes diversos.


O rio, de muito longe, fornece água limpa à atividade caseira, mas não se projeta, desordenado, a serviço das criaturas.
Cede os próprios recursos à rede de encanamento.
A rede pede tubos de formação variada.
Os tubos exigem a torneira de controle.
Isso, porém, ainda não é tudo.
Para que o líquido se mostre purificado, requere-se o concurso do filtro.

 O avião transporta o homem, de um lado para o outro da Terra, mas não é um gigante autossuficiente.
A fim de elevar-se precisa combustível.
O combustível solicita motores que o aproveitem.
Os motores reclamam os elementos de que se constituem.
Isso, porém, ainda não chega. Para que a máquina voadora satisfaça aos próprios fins, é indispensável se lhe construa adequado campo de pouso.

No dicionário das leis divinas, as nossas tarefas têm o sinônimo de dever.

Atendamos à obrigação para que fomos chamados no clima do bem.

 Não te digas inútil, nem te asseveres incompetente.

Para cumprir a missão que nos cabe, não são necessários um cargo diretivo, uma tribuna brilhante, um nome preclaro ou uma fortuna de milhões. Basta estimemos a disciplina no lugar que nos é próprio, com o prazer de servir.

🍄🌿🍄
Emmanuel
Chico Xavier
Obra: Escultores de almas
🍄🌿🍄

MARÇO

Eu vi um moinho.
Ventava forte e suas pás giravam rapidamente. Quando o vento amainou, as pás pararam de girar, porque seu movimento dependia totalmente do vento.

Eu ouvi as palavras:
Coloque sua segurança não nas coisas desta vida, mas sim em Mim, que sou a fonte de todo poder e força que existem dentro de você.

🍄🌿🍄
Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
🍄🌿🍄

01 de março

Aguarde um milagre.

Aguarde que milagre após milagre aconteça e não os limite de modo algum.

Quanto mais aberto você estiver, melhor, porque então não haverá nada bloqueando o fluir das Minhas leis, porque milagres são simplesmente Minhas leis em ação.

Flua com essas leis e qualquer coisa pode acontecer! Veja a perfeição de Meu plano se desdobrando.

Não há pressa.

Quando algo se desdobra, pode ser depressa, mas com um enorme sentimento de paz e serenidade, sincronicidade e precisão perfeitas.

Não tenha medo de nada, porque não há nada a temer quando sua fé e confiança estão em Mim.

EU ESTOU em você, portanto, veja a perfeição de Meu plano acontecendo dentro e fora de você.

Tudo começa no interior e abre caminho para o exterior; não deixe que nada atrase o processo. Deixe que tudo aconteça e aposse-se do novo céu e da nova terra.

🍄🌿🍄
Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
🍄🌿🍄







🍄🌿🍄

Mensagem do ESE:

A paciência

7. A dor é uma bênção que Deus envia a seus eleitos; não vos aflijais, pois, quando sofrerdes; antes, bendizei de Deus onipotente que, pela dor, neste mundo, vos marcou para a glória no céu.

Sede pacientes. A paciência também é uma caridade e deveis praticar a lei de caridade ensinada pelo Cristo, enviado de Deus. A caridade que consiste na esmola dada aos pobres é a mais fácil de todas. Outra há, porém, muito mais penosa e, conseguintemente, muito mais meritória: a de perdoarmos aos que Deus colocou em nosso caminho para serem instrumentos do nosso sofrer e para nos porem à prova a paciência.

A vida é difícil, bem o sei. Compõe-se de mil nadas, que são outras tantas picadas de alfinetes, mas que acabam por ferir. Se, porém, atentarmos nos deveres que nos são impostos, nas consolações e compensações que, por outro lado, recebemos, havemos de reconhecer que são as bênçãos muito mais numerosas do que as dores. O fardo parece menos pesado, quando se olha para o alto, do que quando se curva para a terra a fronte.

Coragem, amigos! Tendes no Cristo o vosso modelo. Mais sofreu ele do que qualquer de vós e nada tinha de que se penitenciar, ao passo que vós tendes de expiar o vosso passado e de vos fortalecer para o futuro. Sede, pois, pacientes, sede cristãos. Essa palavra resume tudo.

🍄🌿🍄
– Um Espírito amigo. (Havre, 1862.)
O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO
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Socorro Íntimo


Padeces provavelmente grandes conflitos.

Tens a ideia de que os familiares não te compreendem.

Acreditas que os melhores companheiros te abandonaram.

Admites que estás vivendo entre aposentos fechados.

Sofres na solidão e perguntas como abrir tantas portas trancadas.

Entretanto, basta que te recolhas por dentro de ti mesmo e procures pelo apoio da humildade.

Com ela, encontrarás o segredo para que todas as portas se abram alegres, diante de ti.

🍄🌿🍄
Emmanuel
Chico Xavier
Obra: Monte acima
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