sábado, 9 de agosto de 2014

Podas



Quando eu era criança, encontrei, um dia, um jardineiro, com uma tesoura enorme na mão.

Fiquei revoltado quando vi que ele, com a sua tesoura, começou a cortar os galhos mais tenros de todas as plantas.

Reclamei, agarrei-o pelo braço.

Ele sorriu e pediu-me que, depois de um mês, eu voltasse a ver o resultado do que tinha feito.

E, de fato, um mês depois todas as plantas estavam ainda mais belas e cheias de vida.

Foi assim que aprendi o segredo das podas.

Quando li, no Evangelho, que o Criador e Pai poda justamente os galhos que dão frutos, entendi, aceitei, porque eu já sabia o efeito da poda.

Por que todos nós temos a tentação de imaginar que os sofrimentos que nos chegam são castigos de Deus?!

Por que não pensar que Deus permite sofrimentos físicos e morais, como o agricultor que poda suas árvores, para que deem mais fruto ainda?!

Por mais que o sofrimento nos desnorteie; por mais que certos sofrimentos pareçam absurdos e revoltantes, agarremos-nos a estas duas certezas, como quem se agarra a dois cabos de aço:
Deus existe e Deus é Pai.

Muitos de nós desperdiçamos vários anos à espera de época melhores no futuro ou com dúvidas a respeito de tempos melhores no passado, em vez de trabalhar por épocas melhores no presente.

Se apenas tivéssemos vivido em tempos melhores ou nascido em época melhores...

Se apenas vivêssemos com pessoas melhores ou pertencêssemos a um grupo menos privilegiado...

Se apenas vivêssemos em uma casa ou cidade melhores...

Se apenas tivéssemos um negócio ou um emprego melhor...

Se... se... se...!

Amanhã... amanhã... amanhã...!

No entanto, o hoje está sempre aqui; o ontem se foi e o amanhã talvez não chegue jamais.

Não, hoje é a ocasião... aqui é o lugar.
Esta é a pessoa.
 Este é o seu lar.
 Este é seu emprego. 
Esta é sua esposa... 
seu esposo...
seu filho...
sua mãe...
seu amigo.
Esta é sua gente.
Estes são seu pais.
Esta é sua geração.

Viva isso de modo maravilhoso exatamente onde, quando, como e com quem está.

TEXTO: Dom Hélder Câmara
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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Sigamos a Paz




"Busque a paz e siga-a." - Pedro (I Pedro, 3:11.)


Há muita gente que busca a paz; raras pessoas, porém, tentam segui-la.

Companheiros existem que desejam a tranquilidade por todos os meios e suspiram por ela, situando-a em diversas posições da vida; contudo, expulsam-na de si mesmos, tão logo lhes confere o Senhor as dádivas solicitadas.
*
Esse pede a fortuna material, acreditando seja a portadora da paz, ambicionada, todavia, com o aparecimento do dinheiro farto, tortura-se em mil problemas, por não saber distribuir, ajudar, administrar e gastar com simplicidade.
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Outro roga a bênção do casamento, mas, quando o Céu lha concede, não sabe ser irmão da companheira que o Pai lhe confiou, perdendo-se através das exasperações de toda sorte.
*
Outro, ainda, reclama títulos especiais de confiança em expressivas tarefas de utilidade pública, mas, em se vendo honrado com a popularidade e com a expectativa de muitos, repele as bênçãos do trabalho e recua espavorido.
*
Paz não é indolência do corpo. É saúde e alegria do espírito.
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Se é verdade que toda criatura a busca, a seu modo, é imperioso reconhecer, no entanto, que a paz legítima resulta do equilíbrio entre os nossos desejos e os propósitos do Senhor, na posição em que nos encontramos.
*
Recebido o trabalho que a confiança Celeste nos permite efetuar, é imprescindível saibamos usar a oportunidade em favor de nossa elevação e aprimoramento.
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Disse Pedro - "Busque a paz e siga-a".
*
Todavia, não existe tranquilidade real sem Cristo em nós, dentro de qualquer situação em que estejamos situados, e a fórmula de integração da nossa alma com Jesus é invariável:
- "Negue cada um a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me".
Sem essa adaptação do nosso esforço de aprendizes humanos ao impulso renovador do Mestre Divino, ao invés de paz, teremos sempre renovada guerra, dentro do coração.
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Emmanuel
Chico Xavier




quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Lei divina




Alma querida, às vezes, no caminho,

Indagas a chorar, de coração sozinho,

Como atingir, por fim, o Lar Celeste,

Pelas ásperas sendas do dever...

Também eu isso mesmo interroguei à vida

Em caminhada longa e indefinida,

E hoje posso afirmar-te,

De alma fortalecida,

Que a vida me informou, em toda parte:

- Se quiseres vencer

Eleva-te, louvando as pedras da subida,

Procurando servir, ajudar e esquecer.



Por isso, perguntei ao coração da rosa

Como aguentar, tão linda e cetinosa,

Os espinhos cruéis em que a vira nascer

E a rosa me explicou que Deus a estruturara

Num misto de perfume, brilho e cores

Para mostrar que as dores,

Quando bem suportadas,

São lâminas e pontas aguçadas,

Lembrando espinhos produzindo flores;

E, portanto, devia,

Desabrochar e agradecer,

Deixar-se decepar, entregar-se e esquecer...



Fui ao campo e indaguei de uma enorme pedreira

Como tolera sem que grite

Assaltos de martelo e dinamite

Sem jamais se ofender...

Ela disse que a fim de oferecer aos homens

Moradia segura, forte e alegre,

É indispensável que se desintegre,

E, por esta razão, lhe compete saber

Aceitar o progresso, ajudar e esquecer.



Fui consultar os rios, fui às fontes

E perguntei por que motivo,

Sendo as águas sustento do homem vivo,

Tão-somente no chão poderiam correr...

E todos responderam com bondade

Que a missão do auxílio ao mundo todo,

Precisam abraçar o anonimato e o lodo,

Aceitando viver, em baixo nível

Para estender na Terra o conforto possível,

Cabendo-lhes, assim, compreender,

Perdoar e servir, ajudar e esquecer...



Desse modo, igualmente, alma fraterna e boa,

Por mais que o mal nos fira e a provação nos doa,

Qual se um punhal de fel nos arrasasse o ser,

Não te percas do amor, na aflição que te invade...

À lei divina da felicidade

Será sempre servir, amparar e esquecer.
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Maria Dolores
Chico Xavier




terça-feira, 5 de agosto de 2014

De Quando em Quando





De quando em quando, é imprescindível que dialogues contigo mesmo.

Que te contemples, a sós, na face espelhada da consciência.

Que te indagues quanto aos teus propósitos na vida.

Que efetues honesto balanço de tuas ações.

Que não sustentes qualquer ilusão a teu respeito.

Que não representes para ti mesmo.

Que te desnudes no silêncio de tuas reflexões.

Que te vejas como não ousas mostrar-te aos outros.

Que analises as tuas tendências e conheças as tuas inclinações.

Que estejas com Deus, sem que ninguém mais esteja contigo.

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Irmão José






segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Intuição


Preste atenção à intuição.

Sensível, ela vem para o bem e fala no íntimo da alma.

Atende às suas boas intenções.

Sem o barulho interno, melhor você a ouve.

Nem tudo o intelecto alcança.

O que parece apropriado agora pode ser errado depois.

E vice-versa. Mas, Deus sabe tudo.

Atentos, os bons espíritos ajudam você e alertam-no, para que melhor se conduza.

Agradeça.

Dar atenção à intuição é dar atenção a Deus.
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Lourival Lopes




domingo, 3 de agosto de 2014

Convivência



A Vida vem de Deus, a convivência vem de nós.

Aqueles companheiros que nos partilham a experiência do cotidiano são os melhores que a Divina Sabedoria nos concede, a favor de nós mesmos.

Se você encontra uma pessoa difícil em sua intimidade, essa é a criatura exata que as leis da reencarnação lhe trazem ao trabalho de burilamento próprio.

As pessoas que nos compreendem são bênçãos que nos alimentam o ânimo de trabalhar, entretanto, aquelas outras que ainda não nos entendem são testes que a vida igualmente nos oferece, a fim de que aprendamos a compreender.

Recordemos: nos campos da convivência é preciso saber suportar os outros para que sejamos suportados.

Se alguém surge como sendo um enigma em seu caminho, isso quer dizer que você é igualmente um enigma para esse alguém.

Nunca diga que a amizade não existe; qual nos acontece, cada amigo nosso tem suas limitações e se algo conseguimos fazer em auxílio do próximo, nem sempre logramos fazer o máximo, de vez que somente Deus consegue tudo em todos.

Se você realmente ama aqueles que lhe compartilham a estrada, ajude-os a ser livres para encontrarem a si mesmos, tal qual deseja você a independência própria para ser você, em qualquer lugar.

Quem valoriza a estima alheia, procura igualmente estimar.

Se você acredita que franqueza rude pode ajudar a alguém, observe o que ocorre com a planta a que você atire água fervente.

Abençoemos se quisermos ser abençoados.
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André Luiz
Chico Xavier 







sábado, 2 de agosto de 2014

Tuas dores


"A mim que outrora era blasfemo, perseguidor e insolente. Mas obtive misericórdia, porque agi por ignorância, na incredulidade." (I Timóteo, 1:13.)


Não vejas a dor como castigo divino, mas como lição a ser apreendida.

Deus sabe da infância espiritual das criaturas humanas.

Ele é Misericórdia Infinita, não castiga ninguém e perdoa incondicionalmente a tudo e a todos.    O que levou Paulo de Tarso a afirmar ao seu amigo Timóteo: "obtive misericórdia, porque agi por ignorância, na incredulidade".

Tuas dores são manifestações de tuas atitudes e pensamentos negativos.

As leis divinas não são de reprimenda e condenação; ao contrário, agem de forma amorosa e instrutiva. 

Quem te pune é tu mesmo; 
quem te constrange são os modos de pensar e de proceder diante da vida.

Renova tuas ideias, ligando-te à Divina Sabedoria do Universo, e terás tuas dores amenizadas cada vez mais.

Reeduca-te na cartilha dos valores universais e entrarás no fluxo da paz e da bonança. ---------------------
Hammed 
Francisco do Espírito Santo Neto 







sexta-feira, 1 de agosto de 2014

No tempo certo


Quando fazemos algo bom para alguém, geralmente esperamos que essa pessoa nos retribua da mesma forma.

Mas nem sempre isso acontece.

De fato, às vezes, nos deparamos com uma resposta negativa.

Isso desencoraja nossa positividade.

Mas precisamos entender que as sementes das nossas boas ações darão frutos no tempo certo.

Quando temos isso em mente, continuamos a fazer o Bem sem esperar fruto imediato.

E veremos que o resultado virá naturalmente no momento certo.
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BRAHMA




quinta-feira, 31 de julho de 2014

Imagens da Vida



Às vezes, perguntas entristecido:
 - Valerá a pena ser Bom nos caminhos da vida?

E, num átimo, inventarias ingratidões, decepções, calúnias...

Aquele a quem estendeste a mão ontem, é o mesmo a vilipendiar-te hoje...

Aquele a quem mataste a fome outrora, é o mesmo a escarnecer dos teus ideais agora...

Aquele que socorreste no lance difícil das próprias experiências, é a voz que se ergue para censurá-lo publicamente...

Aquele em quem confiaste cegamente, é o mesmo que, em te ludibriando, armou-te delicada situação...

Prossegue, contudo, obedecendo à voz da consciência.

Todos os que se dispõem a servir no mundo, inevitavelmente colherão dissabores...

Não tem sido assim com os paladinos da beneficência de todos os tempos?

Não esmoreças.

Em verdade, quando fazes o Bem aos outros estarás fazendo-o a ti mesmo.

Pelos espinhos, não deixes de investir na própria felicidade.

A justiça pertence a Deus.

O tempo falará por ti.
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Irmão José 



terça-feira, 29 de julho de 2014

Tempos de Ignorância




".... Muito se pedirá àquele a quem se tiver muito dado, e se fará prestar maiores contas àqueles a quem se tiver confiado mais coisas.”
“... Somos nós, pois, também cegos? Jesus lhes respondeu: Se fôsseis cegos, não teríeis pecado; mas agora dizeis que vedes e é por isso que vosso pecado permanece em vós.”
(Capítulo 18, itens 10 e 11 - “O Evangelho Segundo o Espiritismo”)


Lucas relata em Atos dos Apóstolos a seguinte orientação de Paulo de Tarso: “Deus não leva em conta os tempos da ignorância”(1). Em outras oportunidades, confirmou também que “muito se pedirá àquele que muito recebeu”(2), quer dizer, o agravamento das faltas é proporcional ao conhecimento que se possui.

Compreendemos, dessa forma, que somos todos nós protegidos pela nossa “ignorância”, pois somente seremos avaliados pela Divina Providência, de conformidade com as possibilidades do “saber” e “sentir”, isto é, segundo a nossa maneira de ver a nós próprios e o mundo que nos rodeia.

As leis espirituais que dirigem a vida são sábias e justas e adaptam-se particularmente a cada criatura, levando em conta suas individualidades.

O eminente psicólogo e pedagogo suíço Jean Piaget, responsável pela teoria de que o desenvolvimento das crianças propicia seu aprendizado, dizia que elas são diferentes entre si, que cada uma tem seu jeito de crescer e de se realizar como indivíduo, e que todos poderíamos ajudá-las nesse crescimento, porém nunca impondo formas generalizadas e semelhantes.

Piaget ensinava que cada criança pensa e interpreta o mundo com seu peculiar pensamento e com suas possibilidades orgânicas e mentais, quase sempre heterogêneas.

Encontramos no mundo atual modernos métodos pedagógicos que seguem esse raciocínio, levando em conta que cada indivíduo, para assimilar sua realidade de vida, é portador de um processo psicológico de aprendizagem próprio. Cada um percebe de forma dissemelhante os estímulos da Vida, decodifica-os e em seguida os reelabora, formando assim sua própria individualidade.

Por outro lado, encontramos também na reencarnação a guarida desses métodos de ensino, pois ela se baseia na multiplicidade de experiências ocorridas nos diversos avatares por onde a alma percorre seus caminhos vivenciais, como um ser individual.

As diversidades do nosso tempo de criação, nossas heranças reencarnatórias, experiências emocionais e mentais, ambientes sociais onde ocorrem essas mesmas experiências, estruturas sexuais, masculinas ou femininas, e motivações várias desenvolvidas na atualidade particularizam os seres humanos com vocações, tendências, interesses, grau de raciocínio e discernimento “sui generis”.

Relativos e não generalizados devem ser os modos de ver as coisas e as pessoas. O próprio direito penal classifica e pune os crimes dentro dos padrões do “intencional” ou “doloso”, “passional” ou “ocasional”. Por que o Poder Inteligente que nos rege iria julgar-nos sem levar em conta nosso “tempo da ignorância” e nossa relatividade?

Como educar ou avaliar genericamente, usando o mesmo critério, crianças que receberam uma educação cheia de energia e vida, ensinadas a questionar e criar; a ter curiosidade e admiração pela natureza; e outras que só vivenciaram discussões, agressões e comportamentos medíocres por entre odores de bebidas alcoólicas e nicotina, sem uma visão saudável de Deus; ao contrário, temerosa, distorcida, adquirida através da crença de um ser ameaçador e temperamental?

O Amor de Deus programou-nos simples inicialmente para permitir que nos desenvolvêssemos, de forma gradativa, até atingir maiores plenitudes e totalidades.

Temos, pois, que seguir essa programação da Natureza, ou seja, caminhar dentro desse projeto estabelecido pelas leis universais para atingirmos a nossa integração como seres espirituais.

Esse processo evolucional nos mostra que podemos estar um pouco atrás, ou adiante, das criaturas, embora cada uma delas tenha suas características próprias e certas de acordo com sua idade astral. Nesse decurso evolutivo, todos nós passamos por fases de egoísmo e orgulho até atingirmos mais tarde as grandes virtudes da alma.

Consideremos, portanto, que não seremos censurados por estar nessas fases “primitivas”, porque o que chamamos de “defeito” ou “inferioridade” seja, talvez, a passagem por esses ciclos iniciantes onde estagiamos. Lembremos que essas “fases” ou “ciclos” não foram criados por nós, mas pelos desígnios de Deus, que regem a Natureza como um todo.

Coisas inadequadas que vemos em outras pessoas podem ser naturais nelas, ou mesmo do “tempo da sua ignorância”, e representam características próprias de sua etapa evolucional na estrada por onde todos transitamos, alguns mais avançados e outros na retaguarda.

A vida moderna nos deu raciocínio e reflexão, maturação intelectual e um desenrolar de novas descobertas, ensinando-nos formulações racionais surpreendentes para que melhor pudéssemos compreender os métodos de evolução e progresso em nós mesmos e no Universo.

Não somos responsáveis por aquilo que não sabemos, não sofreremos um castigo por atos ou atitudes que ignoramos. Talvez essas ideias de punição, alienatórias, sejam os frutos da incapacidade de nossa reflexão sobre a Bondade Divina.

O que chamamos de “sofrimento” é simplesmente “resultado” de nossa falta de habilidade para desenvolver as coisas corretamente, pois na vida não existem “prêmios” nem “castigos”, somente as consequências dos nossos atos.

Vale, porém, considerar que, à medida que nossa consciência se expande e maior lucidez se faz em nossa mente, maiores serão nossos compromissos perante a existência. “Se fôsseis cegos, não teríeis pecado; mas agora dizeis que vedes e é por isso que vosso pecado permanece em vós” (3).

Podemos pretextar ignorância, mas se tivermos consciência de nossos feitos isso sempre será levado em conta.

Avaliemos atentamente: os tesouros da alma que já integramos nos obrigarão a prestar maiores ou menores contas perante a Vida Maior.
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(1) Atos 17:30.
(2) Lucas 12:48.
(3) João 9:41
Hammed