sexta-feira, 24 de julho de 2026

Multiplica os Talentos



Se te foi dada a confiança, multiplica-a para o trabalho.

Se te foi dada a compreensão, multiplica-a para o saber.

Se te foi dada a amizade, multiplica-a para a convivência em Cristo.

Se te foi dado pensar, multiplica o pensamento para as boas ideias.

Se te foi dada a palavra, multiplica-a em todas as definições do Bem.

Se te foi dada a caridade, multiplica-a o quanto puderes, em toda a extensão do amor, para que esse amor te mostre Deus e Cristo, lado a lado, na glória do teu coração.

Vê os talentos, como sendo o teu tesouro de luz, e faze deles instrumentos para a tua paz e a paz de todas as criaturas!

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José Grosso
João Nunes Maia
Obra: Horizontes da fala
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24 de julho

Siga pela vida com, um enorme sentimento de paz e você ficará espantado com tudo que pode realizar.

Você pode fazer muito mais na quietude e na confiança do que com a mente num estado conturbado.

Se você se sente incapaz de se concentrar no que está fazendo é porque não está colocando todo o seu coração na tarefa e, portanto, não está usando sua habilidade da melhor maneira possível.

Você então percebe como é importante adotar uma atitude certa para poder aproveitar plenamente a vida?

Eu quero que você aproveite a vida e só receba dela o melhor possível.

Você perceberá que, quando você sabe em que direção está indo e o que você está fazendo, você não perde tempo com indecisões e pode seguir em frente e agir.

Recolha-se e pergunte diretamente a Mim o que é requerido de você.

Isso só pode ser feito na paz e na quietude, portanto, encontre um tempo só para você.

Esta é uma chave muito importante.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

Parábola do mau rico

Havia um homem rico, que vestia púrpura e linho e se tratava magnificamente todos os dias. — Havia também um pobre, chamado Lázaro, deitado à sua porta, todo coberto de úlceras, — que muito estimaria poder mitigar a fome com as migalhas que caíam da mesa do rico; mas ,ninguém lhas dava e os cães lhe viam lamber as chagas.

Ora, aconteceu que esse pobre morreu e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão. O rico também morreu e teve por sepulcro o inferno. — Quando se achava nos tormentos, levantou os olhos e via de longe Abraão e Lázaro em seu seio — e, exclamando, disse estas palavras: Pai Abraão, tem piedade de mim e manda-me Lázaro, a fim de que molhe a ponta do dedo na água para me refrescar a língua, pois sofro horrível tormento nestas chamas.

Mas Abraão lhe respondeu: Meu filho, lembra-te de que recebeste em vida teus bens e de que Lázaro só teve males; por isso, ele agora esta na consolação e tu nos tormentos.
Ao demais, existe para sempre um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que queiram passar daqui para aí não o podem, como também ninguém pode passar do lugar onde estás para aqui.

Disse o rico: Eu então te suplico, pai Abraão, que o mandes à casa de meu pai, — onde tenho cinco irmãos, a dar-lhes testemunho destas coisas, a fim de que não venham também eles para este lugar de tormento. — Abraão lhe retrucou: Eles têm Moisés e os profetas; que os escutem. — Não, meu pai Abraão, disse o rico: se algum dos mortos for ter com eles, farão penitência. — Respondeu-lhe Abraão: Se eles não ouvem a Moisés, nem aos profetas, também não acreditarão, ainda mesmo que algum dos mortos ressuscite.

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(S. LUCAS, cap. XVI, vv. 19 a 31.)
(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XVI, item 5.)
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Guardemos o cuidado


..."mas nada é puro para os contaminados e infiéis". – Paulo (Tito, 1:15)

O homem enxerga sempre, através da visão interior.

Com as cores que usa por dentro, julga os aspectos de fora.

Pelo que sente, examina os sentimentos alheios.

Na conduta dos outros, supõe encontrar os meios e fins das ações que lhe são peculiares.

Daí, o imperativo de grande vigilância para que a nossa consciência não se contamine pelo mal.

Quando a sombra vagueia em nossa mente, não vislumbramos senão sombras em toda parte.

Junto das manifestações do amor mais puro, imaginamos alucinações carnais.

Se encontramos um companheiro trajado com louvável apuro, pensamos em vaidade.

Ante o amigo chamado à carreira pública, mentalizamos a tirania política.

Se o vizinho sabe economizar com perfeito aproveitamento da oportunidade, fixamo-lo com desconfiança e costumamos tecer longas reflexões em torno de apropriações indébitas.

Quando ouvimos um amigo na defesa justa, usando a energia que lhe compete, relegamo-lo, de imediato, à categoria dos intratáveis.

Quando a treva se estende, na intimidade de nossa vida, deploráveis alterações nos atingem os pensamentos.

Virtudes nestas circunstâncias, jamais são vistas.

Os males, contudo, sobram sempre.

Os mais largos gestos de bênção recebem lastimáveis interpretações.

Guardemos cuidado toda vez que formos visitados pela inveja, pelo ciúme, pela suspeita ou pela maledicência.

Casos intricados existem nos quais o silêncio é o remédio bendito e eficaz, porque, sem dúvida, cada espírito observa o caminho ou o caminheiro, segundo a visão clara ou escura de que dispõe.

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Emmanuel
Chico Xavier
Obra: Fonte viva
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2 comentários:

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