quinta-feira, 3 de setembro de 2026

O desânimo


Tóxico imobilizador, o desânimo se insinua suavemente, dominando as reservas da coragem e submetendo o combatente à sua ação perturbadora.

 Instala-se, a pouco e pouco, inspirando pessimismo e mal-estar, que se agrava, qual invasor que conquista passo a passo os espaços abandonados à sua frente. 

O desânimo é inimigo covarde que ceifa mais vidas do que o câncer, pelos resultados que logra na economia do comportamento humano.

Quando sintas a insinuação do desânimo, ciciando-te falsos motivos para que abandones a peleja, ou a postergues, ou a desconsideres, tem cuidado. 

Usa a razão e expulsa-o da casa mental.

 Às vezes se te apresenta na condição de mágoa defluente de qualquer incompreensão sofrida e, noutras ocasiões, em forma de exaustão de forças, que deves superar, mediante mudança de atitude mental e de atividade física.

 A marcha do tempo é inexorável. 

De qualquer forma, as horas se sucedem.

 Utiliza-as de maneira condigna, mesmo que a peso de sacrifícios. 

Quando transponhas a barreira da dificuldade, constatarás a vantagem de haver perseverado, descobrindo-te rico de paz, face aos tesouros de amor e realização que adquiriste. 

Motivo algum deve servir de apoio para o desânimo. 

Tudo, na vida, constitui convite para o avanço e a conquista de valores, na harmonia e na glória do bem.

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Joanna de Ângelis
Divaldo Pereira Franco
Obra: Episódios diários
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03 de setembro

Doe e continue doando.

Não tente acumular nada.

Mantenha tudo fluindo livremente.

Seja talento, amor, dinheiro ou posses, mantenha o fluxo, o movimento.

Assim, tudo se multiplicará.

A força da vida em seu corpo não pode ser acumulada: precisa se manter em movimento, circulando, só assim consegue se renovar, se refrescar, dando lugar para mais força vital penetrar e possibilitando a você ser um ser vital.

E assim é com tudo; mantenha o movimento e nunca impeça o fluxo.

Observe a vida se desenrolar perfeitamente para você.

Veja seus desejos sendo realizados no momento certo. Acredite no que vai acontecer e não deixe as dúvidas penetrarem em sua consciência.

Seja sempre positivo, apesar das condições parecerem adversas, e sinta os pensamentos mesquinhos desaparecerem e serem substituídos por pensamentos de progresso e abundância.

Tenha fé absoluta que tudo vai muito bem porque Eu tenho tudo em Minhas mãos.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

Capítulo 22 - Não se separa o que Deus juntou

O Divórcio

5 – O divórcio é uma lei humana, cuja finalidade é separar legalmente o que já estava separado de fato. Não é contrário à lei de Deus, pois só reforma o que os homens fizeram, e só tem aplicação nos casos em que a lei divina não foi considerada. Se fosse contrário a essa lei a própria Igreja seria forçada a considerar como prevaricadores aqueles dos seus chefes que, por sua própria autoridade, e em nome da religião, impuseram o divórcio, em várias circunstâncias. Dupla prevaricação, porque praticada com vistas unicamente aos interesses materiais, e não para atender à lei do amor.

Mas nem mesmo Jesus consagrou a indissolubilidade absoluta do casamento. Não disse ele: “Moisés, pela dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar as vossas mulheres”? Isto significa que, desde os tempos de Moisés, não sendo a mútua afeição o motivo único do casamento, a separação podia tornar-se necessária. Mas acrescenta: “ no princípio não foi assim”, ou seja, na origem da Humanidade, quando os homens ainda não estavam pervertidos pelo egoísmo e orgulho, e viviam segundo a lei de Deus, as uniões, fundadas na simpatia recíproca e não sobre a vaidade ou a ambição, não davam motivo ao repúdio.

E vai ainda mais longe, pois especifica o caso em que o repúdio pode verificar-se: o de adultério. Ora, o adultério não existe onde reina uma afeição recíproca sincera. É verdade que proíbe ao homem desposar a mulher repudiada, mas é necessário considerar os costumes e o caráter dos homens do seu tempo. A lei mosaica prescrevia a lapidação para esses casos. Querendo abolir um costume bárbaro, precisava, naturalmente, de estabelecer uma penalidade, que encontrou na ignomínia decorrente da proibição de novo casamento. Era de qualquer maneira, uma lei civil substituída por outra lei civil, que, por sua vez, como todas as leis dessa natureza, devia sofrer a prova do tempo.

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O Evangelho segundo o Espiritismo
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Acesse e leia, no link abaixo, uma mensagem do ESE que não esteja disponível neste Blog, visto que, conforme observado, as mensagens tendem a se repetir:


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Dependência Afetiva


Não dependamos emocionalmente de ninguém.

Todos somos interdependentes, no entanto, cada qual tem o direito de efetuar as suas próprias escolhas.

Quem depende psiquicamente de uma outra pessoa para viver está doente, reclamando, por isto mesmo, inadiável tratamento.

Não escravizemos ninguém às nossas ideias e ao nosso modo de ser, tanto quanto não nos permitamos nos escravizar, a ponto de nos anularmos em nossa própria vontade.

Todo excesso no campo afetivo, a pretexto de amor, é simples posse, paixão disfarçada gerando desequilíbrio.

O pensamento fixo que nos ocupa a cabeça é sinal evidente de que algo não está bem conosco e carecemos de reconhecer isto, se não quisermos nos precipitar em abismos de maiores sofrimentos.

Ninguém deve entregar-se totalmente a alguém, a não ser a Deus!

Todos somos afetivamente carentes, mas não nos prevaleçamos disto para inspirar piedade a nosso respeito ou realizar chantagens emocionais.

Quem se doa aos outros, sem pensar em si, receberá de volta o que necessita na medida exata do que houver cedido.

Embora as nossas ligações cármicas, saibamos que não somos de todo insubstituíveis no carinho de quem quer que seja.

Sempre ser-nos-á possível encontrar alguém na estrada do destino que, não sendo necessariamente quem imaginamos, poderá nos surpreender como o agente da felicidade que esperamos.
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Irmão José
Carlos A. Baccelli
Obra: Lições da vida
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