Fio esquecido, fio pobre.
Encarcerado na parede.
Aparentemente perdido na sombra.
Injuriado, muitas vezes, por insetos itinerantes.
Fio colado e que ninguém vê na estrutura de alvenaria.
Se pudesse falar, talvez dissesse: “nada valho” “não presto, “nada sou”.
Entretanto, permanecendo no lugar que lhe é próprio, firme e disciplinado, é o condutor da força elétrica…
Embora não saiba, é o mensageiro da energia que assegura o conforto e o portador da claridade que mantém o serviço.
Ainda que você se reconheça humilde, criatura apagada ou aparentemente sem valor, lembre-se do fio pobre, encarcerado na parede…
Permaneça em seu lugar, ajudando e servindo, de pensamento ligado constantemente à usina do Eterno Bem e mesmo que você não veja, não ouça, não conheça e não sinta alegria e a segurança que espalha, Deus sabe a importância da sua tarefa de amor e luz.
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Valérium
Waldo Vieira
Obra: Ideal Espírita
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22 de outubro
Pare por um momento em meio a sua azáfama e pense no que você está colocando em primeiro lugar.
É o trabalho?
É o viver?
São as suas necessidades?
Seus desejos?
Procure primeiro o Meu reino.
Encontre seu contato direto coMigo e tudo o mais lhe será acrescentado.
Você não percebe que sua comunhão coMigo significa mais do que tudo, porque é deste contato que tudo ramifica?
Faça sua parte e saiba distinguir as prioridades.
Você não pode tirar água de um poço se você não tiver primeiro um balde, fizer o balde descer até a água e então puxar o balde para cima.
Você tem algo a realizar: você tem que fazer o esforço e realizar a sua parte.
Ficar ao lado do poço olhando a água não vai trazer a água até você.
Assim é com a vida espiritual: ficar por perto vendo outras pessoas encontrarem sua unidade coMigo não vai fazer com que a mesma coisa aconteça com você.
Cada alma tem que fazer seu próprio trabalho de procura e descoberta interior.
Azáfama: substantivo feminino: grande pressa e ardor na execução de um serviço.
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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:
Instruções dos Espíritos
I – Limites da Encarnação
SÃO LUIS
Paris, 1859
24 – Quais são os limites da encarnação?
A encarnação não tem, propriamente falando, limites nitidamente traçados, se por isto se entende o envoltório que constitui o corpo do Espírito, pois a materialidade desse envoltório diminui à medida que o Espírito se purifica. Em certos mundos, mais avançados que a Terra, ele já se apresenta menos compacto, menos pesado e menos grosseiro, e conseqüentemente menos sujeito a vicissitudes. Num grau mais elevado, desmaterializa-se e acaba por se confundir com o perispírito. De acordo com o mundo a que o Espírito é chamado a viver, ele se reveste do envoltório apropriado à natureza desse mundo.
O perispírito mesmo sofre transformações sucessivas. Eteriza-se mais e mais, até a purificação completa, que constitui a natureza dos Espíritos puros. Se mundos especiais estão destinados, como estações, aos Espíritos mais avançados, estes não ficam sujeitos a eles, como nos mundos inferiores: o estado de libertação que já atingiram permite-lhes viajar para toda parte, onde quer que sejam chamados pelas missões que lhes foram confiadas.
Se considerarmos a encarnação do ponto de vista material, tal como a vemos na Terra, podemos dizer que ela se limita aos mundos inferiores. Depende do Espírito, portanto, libertar-se mais ou menos rapidamente da encarnação, trabalhando pela sua purificação.
Temos ainda a considerar que, no estado de erraticidade, ou seja, no intervalo das existências corporais, a situação do Espírito está em relação com a natureza do mundo a que o liga o seu grau de adiantamento. Assim, na erraticidade, ele é mais ou menos feliz, livre e esclarecido, segundo for mais ou menos desmaterializado.
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O Evangelho segundo o Espiritismo
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Acesse e leia, no link abaixo, uma mensagem do ESE que não esteja disponível neste Blog, visto que, conforme observado, as mensagens tendem a se repetir:
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Encontro com Deus
Ó DEUS!
Não consigo encontrar-Te apenas nos templos.
Eu Te encontro quando abro os olhos, quando falo, ouço e ando.
Enxergo-Te, bem claro, no perfume da rosa, no som do trovão, na leveza do ar puro, na suavidade do vento, na pureza da água, na perenidade do riacho, na placidez do lago, na impetuosidade das ondas do mar, no instinto do cão fiel, na paciência do burro, na nuvem que passa, na chuva, na força da eletricidade, nas ondas do rádio e da televisão.
Vejo-Te na semente que rompe a si mesma; no meu corpo, no fígado, que elimina as gorduras; no coração, que pulsa; no cérebro, que pensa; na respiração, que traz vida.
Vejo-Te no olhar das pessoas, no timbre de suas vozes, na atenção que me dão, nos olhinhos da criança, no andar do velho, na alvorada, no crepúsculo, na hora silenciosa, na inspiração, nos ideais superiores e Te pressinto na consciência.
Obrigado! Obrigado!
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Lourival Lopes
Obra: Preces do Coração
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