O ressentimento surge quando a raiva causada por uma agressão ou decepção não é expressada nem superada. Guardado no íntimo, ele se transforma em tristeza, frustração e amargura, prejudicando a visão da vida e, segundo a autora, podendo até refletir na saúde física.
Alimentar o ressentimento desequilibra a mente e as emoções, enquanto a compreensão, a tolerância e a humildade ajudam a restaurar a paz interior. Todos erram e decepcionam, pois cada pessoa age conforme seu nível de amadurecimento e suas limitações.
O ressentimento está ligado à falta de amor-próprio e à dificuldade de aceitar os fracassos e as imperfeições da vida. O caminho para superá-lo é desenvolver autoestima, autovalorização e confiança nas próprias capacidades, recomeçando sempre que necessário.
Diante de injustiças ou mágoas, a pessoa procure mudar seus pensamentos, expressar suas emoções de forma saudável e retornar ao estado de serenidade, lembrando que errar e sofrer faz parte da experiência humana, mas que é possível se reerguer sem carregar as marcas do sofrimento.
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Refletindo sobre o ressentimento, da obra de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Franco, *Autodescobrimento: Uma Busca Interior*
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19 de junho
O que a idade significa para você?
Você tem medo de envelhecer?
Ou você é daqueles que encara tudo positivamente e entende que a fonte da juventude é a sua consciência?
Mantendo sua mente jovem, fresca e alerta, você não envelhecerá.
Se você tem muitos interesses e aproveita plenamente a vida, como poderá envelhecer?
Os seres humanos se limitam ao pensar que os 70 anos sejam o auge da vida.
Pode ser apenas o começo para muitas almas que acordam para as maravilhas da vida, e, acordando, começam a aproveitá-la.
Elimine todos os pensamentos de velhice.
A velhice é somente uma forma de pensamento universal que se solidificou como a casca de uma noz, e é dura de quebrar.
Comece já a reformular seus pensamentos a respeito de idade.
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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:
Não julgueis, para não serdes julgados. Atire a primeira pedra aquele que estiver sem pecado
Não julgueis, a fim de não serdes julgados; — porquanto sereis julgados conforme houverdes julgado os outros; empregar-se-á convosco a mesma medida de que voz tenhais servido para com os outros. (S. MATEUS, cap. VII, vv. 1 e 2.)
Então, os escribas e os fariseus lhe trouxeram uma mulher que fora surpreendida em adultério e, pondo-a de pé no meio do povo, — disseram a Jesus: “Mestre, esta mulher acaba de ser surpreendida em adultério; — ora, Moisés, pela lei, ordena que se lapidem as adúlteras. Qual sobre isso a tua opinião?” — Diziam isto para o tentarem e terem de que o acusar. Jesus, porém, abaixando-se, entrou a escrever na terra com o dedo. — Como continuassem a interrogá-lo, ele se levantou e disse: “Aquele dentre vós que estiver sem pecado, atire a primeira pedra.” — Em seguida, abaixando-se de novo, continuou a escrever no chão. — Quanto aos que o interrogavam, esses, ouvindo-o falar daquele modo, se retiraram, um após outro, afastando-se primeiro os velhos. Ficou, pois, Jesus a sós com a mulher, colocada no meio da praça.
Então, levantando-se, perguntou-lhe Jesus: “Mulher, onde estão os que te acusaram? Ninguém te condenou?” — Ela respondeu: “Não, Senhor.” Disse-lhe Jesus: “Também eu não te condenarei. Vai-te e de futuro não tornes a pecar.” (S. JOÃO, cap. VIII, vv. 3 a 11.)
“Atire-lhe a primeira pedra aquele que estiver isento de pecado”, disse Jesus. Essa sentença faz da indulgência um dever para nós outros, porque ninguém há que não necessite, para si próprio, de indulgência. Ela nos ensina que não devemos julgar com mais severidade os outros, do que nos julgamos a nós mesmos, nem condenar em outrem aquilo de que nos absolvemos. Antes de profligarmos a alguém uma falta, vejamos se a mesma censura não nos pode ser feita.
O reproche lançado à conduta de outrem pode obedecer a dois móveis: reprimir o mal, ou desacreditar a pessoa cujos atos se criticam. Não tem escusa nunca este último propósito, porquanto, no caso, então, só há maledicência e maldade. O primeiro pode ser louvável e constitui mesmo, em certas ocasiões, um dever, porque um bem deverá daí resultar, e porque, a não ser assim, jamais, na sociedade, se reprimiria o mal. Não cumpre, aliás, ao homem auxiliar o progresso do seu semelhante? Importa, pois, não se tome em sentido absoluto este princípio: “Não julgueis se não quiserdes ser julgado”, porquanto a letra mata e o espírito vivifica.
Não é possível que Jesus haja proibido se profligue o mal, uma vez que ele próprio nos deu o exemplo, tendo-o feito, até, em termos enérgicos. O que quis significar é que a autoridade para censurar está na razão direta da autoridade moral daquele que censura. Tornar-se alguém culpado daquilo que condena noutrem é abdicar dessa autoridade, é privar-se do direito de repressão. A consciência íntima, ao demais, nega respeito e submissão voluntária àquele que, investido de um poder qualquer, viola as leis e os princípios de cuja aplicação lhe cabe o encargo. Aos olhos de Deus, uma única autoridade legítima existe: a que se apóia no exemplo que dá do bem. É o que, igualmente, ressalta das palavras de Jesus.
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(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. X, itens 11 a 13.)
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Vivência
Habitualmente perdemos tempo em desgosto inútil, quando nos achamos em antagonismo com alguém ou vice-versa.
Entretanto, vejamos:
Os outros pensam segundo imaginam;
falam o que melhor lhes parece;
fazem o que lhes ocorre aos desejos;
abraçam o que lhes agrada;
adquirem o que estimam;
valorizam o que mais amam;
inclinam-se para aquilo que os atrai;
vivem com quem mais se afinam;
estão no caminho que escolheram;
acham sempre o que procuram.
Isso, porém, não é novidade, porque todos nos padronizamos por diretrizes idênticas; agimos como somos e reagimos, conforme a própria vontade, na condução de nossos impulsos.
A novidade é reconhecer que os outros e nós teremos inevitavelmente aquilo que fizermos.
Alcançando a certeza disso,vale acima de tudo, auxiliarmo-nos reciprocamente, sem queixas uns dos outros, de vez que nenhum de nós consegue aperfeiçoamento próprio senão à custa de numerosas experiências.
À frente da realidade, vivamos com as nossas lições, mantendo a consciência em Paz, e deixemos aos outros o seu próprio dom de aprender e de viver.
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André Luiz
Chico Xavier
Obra: Respostas da vida
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