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sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Visão


Se nos situarmos no ângulo da verdade e do amor, enxergaremos as pessoas, não conforme os nossos pontos de vista, e sim na forma em que o Senhor as vê.

Roguemos ao Doador de Todas as Bênçãos nos ilumine o olhar e o pensamento, a fim de que possamos ver e compreender e compreender para servir.

🍃💐🍃
Emmanuel
Chico Xavier
Obra: Deus sempre
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26 de dezembro

O que você espera da vida?

Somente o melhor?

Ou você é uma daquelas pessoas que está sempre com medo que o pior aconteça?

Se este é o seu caso, então você merece tudo que lhe acontece, porque depende de você atrair para si o amor ou o ódio e o medo.

Se a sua consciência é negativa, você atrai negatividade como um ímã e se encontrará rodeado de pessoas negativas.

Mas se a sua consciência for amorosa, se você viver transbordante de alegria, com o coração cheio de gratidão por tudo e por todos, então você irá atrair para si aquelas almas felizes e alegres que irradiam amor onde quer que estejam.

Sua vida será preenchida com o que há de melhor.

Por que não enxergar somente o lado bom de tudo?

Observe o que há de melhor sendo atraído para você agora.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

Se fosse um homem de bem, teria morrido

Falando de um homem mau, que escapa de um perigo, costumais dizer: “Se fosse um homem bom, teria morrido.” Pois bem, assim falando, dizeis uma verdade, pois, com efeito, muito amiúde sucede dar Deus a um Espírito de progresso ainda incipiente prova mais longa, do que a um bom que, por prêmio do seu mérito, receberá a graça de ter tão curta quanto possível a sua provação. Por conseguinte, quando vos utilizais daquele axioma, não suspeitais de que proferis uma blasfêmia.

Se morre um homem de bem, cujo vizinho é mau homem, logo observais: “Antes fosse este.” Enunciais uma enormidade, porquanto aquele que parte concluiu a sua tarefa e o que fica talvez não haja principiado a sua. Por que, então, haveríeis de querer que ao mau faltasse tempo para terminá-la e que o outro permanecesse preso à gleba terrestre? Que diríeis se um prisioneiro, que cumpriu a sentença contra ele pronunciada, fosse conservado no cárcere, ao mesmo tempo que restituíssem à liberdade um que a esta não tivesse direito? Ficai sabendo que a verdadeira liberdade, para o Espírito, consiste no rompimento dos laços que o prendem ao corpo e que, enquanto vos achardes na Terra, estareis em cativeiro.

Habituai-vos a não censurar o que não podeis compreender e crede que Deus é justo em todas as coisas. Muitas vezes, o que vos parece um mal é um bem. Tão limitadas, no entanto, são as vossas faculdades, que o conjunto do grande todo não o apreendem os vossos sentidos obtusos. Esforçai-vos por sair, pelo pensamento, da vossa acanhada esfera e, à medida que vos elevardes, diminuirá para vós a importância da vida material que, nesse caso, se vos apresentará como simples incidente, no curso infinito da vossa existência espiritual, única existência verdadeira.

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— Fénelon. (Sens, 1861.)
(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. V, item 22.)
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O Milagre de se estar atento…


Viver num estado de plena atenção é uma das coisas mais desafiadoras da vida.

Mas, sem isto, é impossível iniciar o processo denominado autoconhecimento.

Como podemos conhecer a nós mesmos se não estivermos atentos ao que se passa em nosso interior?

O problema é que durante toda a nossa vida, fomos ensinados a viver permanentemente atentos ao que acontece no mundo exterior.

Prestamos atenção em todos os fenômenos ao nosso redor e, principalmente, no comportamento alheio, já que, regra geral, ele costuma direcionar a maioria de nossas atitudes.

Aprender a observar a si mesmo, não apenas no sentido psicológico, mas também o que se passa com o corpo físico, é o primeiro passo para que se possa começar a viver de modo consciente.

Os atos mecânicos que acabamos realizando na maior parte do tempo retiram de nós a chance de nos tornarmos plenamente vivos, alertas e capazes de reagir a cada situação, de acordo com nossa própria natureza.

Quanto maior for a capacidade de observar sentimentos, emoções e reações instintivas que acontecem o tempo todo em nós, mais fundo adentraremos em nossa verdadeira essência.

E, aos poucos, a ansiedade, a angústia e o medo, serão substituídos por uma nova realidade, onde o silêncio, a paz e a serenidade definirão nosso modo de viver.

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Elisabeth Cavalcante
Sabedoria Universal
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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Visão




Busquemos ver as coisas além das aparências.

Analisemos os acontecimentos em profundidade.

Por detrás das atitudes de uma pessoa está o móvel de suas ações.

O rótulo nem sempre revela o conteúdo.

Embora ocultas, as raízes da árvore é que lhe garantem a vitalidade.

De todos os sentidos humanos, o sentido da visão é o mais suscetível de enganos.

Os grandes gênios são, antes de tudo, grandes clarividentes.

Escreveu um grande poeta que “o essencial é invisível para os olhos”.

Tomando por base nós mesmos, saberemos o que leva uma pessoa a agir dessa ou daquela maneira.

Tentemos enxergar os homens com os olhos com que Cristo os enxergava.

Sobretudo, não nos esqueçamos da sábia advertência evangélica: “A candeia do corpo são os olhos. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz”.
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Irmão José (psic. Carlos Baccelli – do livro “Lições da Vida”)
 
MENSAGEM DO ESE:
A parentela corporal e a parentela espiritual


Os laços do sangue não criam forçosamente os liames entre os Espíritos. O corpo procede do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito, porquanto o Espírito já existia antes da formação do corpo. Não é o pai quem cria o Espírito de seu filho; ele mais não faz do que lhe fornecer o invólucro corpóreo, cumprindo-lhe, no entanto, auxiliar o desenvolvimento intelectual e moral do filho, para fazê-lo progredir.

Os que encarnam numa família, sobretudo como parentes próximos, são, as mais das vezes, Espíritos simpáticos, ligados por anteriores relações, que se expressam por uma afeição recíproca na vida terrena. Mas, também pode acontecer sejam completamente estranhos uns aos outros esses Espíritos, afastados entre si por antipatias igualmente anteriores, que se traduzem na Terra por um mútuo antagonismo, que aí lhes serve de provação. Não são os da consangüinidade os verdadeiros laços de família e sim os da simpatia e da comunhão de idéias, os quais prendem os Espíritos antes, durante e depois de suas encarnações. Segue-se que dois seres nascidos de pais diferentes podem ser mais irmãos pelo Espírito, do que se o fossem pelo sangue. Podem então atrair-se, buscar-se, sentir prazer quando juntos, ao passo que dois irmãos consangüíneos podem repelir-se, conforme se observa todos os dias: problema moral que só o Espiritismo podia resolver pela pluralidade das existências. (Cap. IV, nº 13.) 

Há, pois, duas espécies de famílias: as famílias pelos laços espirituais e as famílias pelos laços corporais. Duráveis, as primeiras se fortalecem pela purificação e se perpetuam no mundo dos Espíritos, através das várias migrações da alma; as segundas, frágeis como a matéria, se extinguem com o tempo e muitas vezes se dissolvem moralmente, já na existência atual. Foi o que Jesus quis tornar compreensível, dizendo de seus discípulos: Aqui estão minha mãe e meus irmãos, isto é, minha família pelos laços do Espírito, pois todo aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus é meu irmão, minha irmã e minha mãe.

A hostilidade que lhe moviam seus irmãos se acha claramente expressa em a narração de São Marcos, que diz terem eles o propósito de se apoderarem do Mestre, sob o pretexto de que este perdera o espírito. Informado da chegada deles, conhecendo os sentimentos que nutriam a seu respeito, era natural que Jesus dissesse, referindo-se a seus discípulos, do ponto de vista espiritual: “Eis aqui meus verdadeiros irmãos.” Embora na companhia daqueles estivesse sua mãe, ele generaliza o ensino que de maneira alguma implica haja pretendido declarar que sua mãe segundo o corpo nada lhe era como Espírito, que só indiferença lhe merecia. Provou suficientemente o contrário em várias outras circunstâncias.



(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XIV, item 8.)