sábado, 16 de agosto de 2014

Donativo da Alma

 
 “Bem-aventurados os que são misericordiosos, porque alcançarão misericórdia”. – Jesus(Mateus, 5:7.) 
“A misericórdia é o complemento da brandura, porquanto aquele que não for misericordioso não poderá ser brando e pacifico”. (ESE, Cap. 10, 4.)
 
 Reflete nas provações alheias e auxilia incessantemente. 
 
Louvado para sempre o trabalho honesto com que te dispões a minorar as dificuldades dos semelhantes, ensinando-lhes a encontrar a felicidade através do esforço digno. 
 
Bendita a moeda que deixas escorregar nas mãos fatigadas que se constrangem a implorar o socorro público. 
 
Inesquecível a operação da beneficência, com a qual te desfazes de recursos diversos para que não haja penúria na vizinhança.
 
 Abençoado o dia de serviço gratuito que prestas no amparo aos companheiros menos felizes. 
 
Enaltecido o devotamento que empregas na instrução aos viajores do mundo, que ainda se debatem nos labirintos da ignorância.
 
 Glorificado o conselho fraterno com que te decides a mostrar o melhor caminho. 
 
Santo o remédio com que alivias a dor. 
 
Inolvidáveis todos os investimentos que realizes no Instituto Universal da Providência Divina, quando entregas a beneficio dos outros o concurso financeiro, a página educativa, a peça de roupa, o litro de leite, o cobertor aconchegante, o momento de consolo, o gesto de solidariedade, o prato de pão... 
 
Não se pode esquecer que Jesus consignou por crédito sublime da alma, no Reino de Deus, o simples copo de água que se dê no mundo em seu nome. 
 
Entretanto, mil vezes bem-aventurada seja cada hora de tua paciência diante daqueles que não te compreendam ou te esqueçam, te firam ou te achincalhem, porque a paciência, invariavelmente feita de bondade e silêncio, abnegação e esquecimento do mal, é donativo essencialmente da alma, bênção da fonte divina do amor, que jorra das nascentes do sacrifício, seja formada no suor da humildade ou no pranto oculto do coração.
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 Emmanuel 
 Francisco Cândido Xavier
 



 

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Como Aprender


Fala com sabedoria e a instrução da bondade está na tua língua. Pv. 31:26.
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Procura intensificar tua instrução; ela te dará luz no caminho, alegria no viver e paz no coração, mas, ela precisa da educação que mostra as diretrizes para o esplendor.
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Devemos aprender sempre, porém, convém aprender como aprender melhor.
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A sabedoria é força da mente, e a bondade é energia do coração.
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Alinha as duas maneiras de vida, que terás em tua frente a paz.
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Deves falar com bondade para aqueles que devem te ouvir. O verbo é semente, e sob a orientação de Jesus é força divina que multiplica o bem em todos os quadrantes da vida.
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Aprende com humildade e ensina sem pretensão; ouve como o aprendiz e fala sem orgulho; pensa sem prepotência e escreve sem vaidade. Assim a luz jamais te abandonará.
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Usa a tua língua como instrumento para o aprimoramento, e não deixes que a tua boca seja motivo de escândalo.
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Lembra-te de que todos os dias são oportunidades de servir aprendendo.
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Comunga com Deus em todos os momentos, se possível pela vida que levas.
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Lembra-te permanentemente de Jesus, se possível pelo exemplo.
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Afiniza com teus benfeitores espirituais, se possível pela caridade.
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Carlos
 João Nunes Maia 








quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Mãos Fortes e Limpas


Ilumina o coração para que o amor seja o laço do céu, a irmanar-te com todas as criaturas.

Purifica teus olhos para que os males da peregrinação terrestre não te perturbem a mente.

Defende os ouvidos contra as sugestões da ignorância e da sombra, a fim de que a paz interior não te abandone.

Clareia e adoça tua palavra para que o teu verbo não acuse e nem fira, ainda mesmo na hora da consagração da verdade.

Conduze teu pensamento à grande compreensão do próximo, ajudando os que te cercam, tanto quanto desejes ser por eles auxiliado.

Equilibra teus pés no caminho reto sem te precipitares aos abismos que tantas vezes surgem à margem de nossa vida, induzindo-nos à queda e ao desespero.

E, desse modo, terás contigo o tesouro das mãos fortes e limpas para abençoar e servir, conduzir e curar em nome do Senhor.
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-André Luiz-
Chico Xavier




quarta-feira, 13 de agosto de 2014

NA EDUCAÇÃO CRISTÃ



Preparada a terra e farás a sementeira.
Aduba o solo e terás a plantação.
Lavra a madeira e encontrarás a estátua divina.
Condiciona o barro e a argila dar-te-á o vaso.
Malha a bigorna e o ferro conferir-te-á benefícios.

Estuda e aprenderás.
Auxilia e colherás o auxilio.
Ampara e o suprimento do Céu responderá aos teus apelos.
Irmana-te com todos e todos te estenderão o concurso fraternal.
Ilumina os companheiros da retaguarda e os vanguardeiros do Amor alimentar-te-ão a lâmpada.
Produze bondade e estímulo em torno de teus passos e o incentivo do Mais Alto enriquecer-te-á o celeiro.

Acharás o que procuras.
Colherás o que semeias.

Eduquemos nos padrões de Jesus e o futuro será presidido pela realidade cristã.

Ensinar para o bem, através do pensamento, da palavra e do exemplo e salvar.
Em razão desta verdade o Senhor foi chamado o Divino Mestre, e, é ainda por isto que o Reino de Deus na Terra é obra de educação.
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André Luiz
Francisco Cândido Xavier 






segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Maus Companheiros


Seleciona as tuas companhias.

Os maus companheiros tornam-se presenças inconvenientes na tua vida e perturbam-te a marcha.

Ninguém é tão independente e pleno que não corra o perigo de contaminar-se, com aqueles que
estagiam e se comprazem na delinquência ou na insensatez viciosa.

Sê gentil com os maus e estúrdios, porém, não te imiscuas com eles, seu comportamento, suas
atividades e filosofia de vida.

As enfermidades morais também contagiam os incautos que delas se aproximam.
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Joanna de Ângelis





domingo, 10 de agosto de 2014

A Autoridade Paterna



A verdadeira autoridade jamais se impõe pela violência. 
É uma decorrência natural das qualidades paternas, entre as quais se destacam as seguintes:

1) Ser autêntico, isto é, conhecer o papel que lhe cabe no lar e exercê-lo com segurança e continuidade.

2) Ser justo, tratando todos os filhos com igual solicitude, sem nunca demonstrar preferência ou aversão por nenhum.

3) Ser um educador, castigando quando preciso, mas sabendo também desculpar, valorizar e incentivar.

4) Ser coerente, mantendo seu ponto de vista acerca do que lhe pareça certo ou errado, evitando proibir um dia e deixar fazer no outro.

5) Ser cordial, promovendo o afeto, a estima e a camaradagem entre os familiares.

6) Ser compreensivo, superando os conflitos e mantendo seu amor ante os erros dos filhos.

7) Ser clarividente, sabendo discernir entre o que é essencial e o que é secundário.

8) Ser conciliador acatando as opiniões do grupo familiar, ao invés de impor apenas as suas.

9) Ter presença no lar, acompanhando de perto a vida dos filhos, por saber que o abandono moral é caminho para a delinquência.

10) Ter serenidade, evitando dar mostras de impaciência, irritação ou cólera.

11) Ter firmeza, dando “sim” quando julgue que possa dá-lo, tendo a coragem de dizer e manter o “não”, sempre que isso se faça necessário.

12) Ter espírito aberto, procurando estar sempre bem informado, para saber interpretar construtivamente os acontecimentos do mundo.

13) Ter estabilidade emocional, evitando, quanto possível, as variações de humor e os inconvenientes que daí decorrem.

14) Ter maturidade, aceitando as responsabilidades decorrentes de sua condição de chefe de família, especialmente as de pai.

15) Ter prestígio, por seus exemplos de amor ao trabalho, hábitos sadios, civismo, gosto de ser útil ao próximo, etc.

"Quantos pais são infelizes com seus filhos, porque não lhes combateram desde o princípio às más tendências! Por fraqueza, ou indiferença, deixaram que neles se desenvolvessem os germens do orgulho, do egoísmo e da tola vaidade, que produzem a secura do coração: depois, mais tarde, quando colhem o que semearam, admiram-se e se afligem da falta de deferência com que são tratados e da ingratidão  deles.” 
(Allan Kardec, “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, cap. V, nº 4)
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Rodolfo Calligaris
Leia o texto completo acessando o site:
http://www.caminhosluz.com.br/detalhe.asp?txt=1762 








Bilhete Paternal 



Sim, meu filho, talvez por um capricho dos seus treze anos, você deseja receber um bilhete do amigo desencarnado, cujas páginas começou a ler.
Você ? um menino! ? solicita orientação espiritual.
Tenho escrito muitos contos, depois da morte, mas sinceramente não me recordo de haver dirigido, até hoje, qualquer recado a gente verde do seu porte.
Perdoe se não lhe correspondo à expectativa.

Diz você que não espera uma estória da carochinha, baseada em gênios protetores. E remata: "quero, irmão X, que você me diga quais são as coisas mais importantes da vida, apontando-me aquilo de bom que devo querer e aquilo de mau que preciso evitar".

Lembro-me, assim, de oferecer a você uma lista curiosa que um velho amigo me ofereceu, aí no mundo, precisamente quando eu tinha sua idade.

A relação apresentava o título "Aprenda meu filho..." e continha as seguintes informações:

1. O maior e melhor amigo: DEUS.

2. Os melhores companheiros : os pais.

3. A melhor casa: o lar.

4. A maior felicidade: a boa consciência.

5. O mais belo dia: hoje.

6. O melhor tempo: agora.

7. A melhor regra para vencer: a disciplina.

8. O melhor negócio: o trabalho.

9. O melhor divertimento: o estudo.

10. A coleção mais rica: a das boas ações.

11. A estrada mais fácil para ser feliz: o caminho reto.

12. A maior alegria: o dever cumprido.

13. A maior força: o bem.

14. A melhor atitude: a cortesia.

15. O maior heroísmo: a coragem de ser bom.

16. A maior falta: a mentira.

17. A pior pobreza: a preguiça.

18. O pior fracasso: o desânimo.

19. O maior inimigo: o mal.

20. O melhor dos esportes: a prática do bem.

Siga esta lista de informações, sempre que você puder, e veja por si como vai indo sua orientação.
E se quer mais um aviso de amigo velho, cada noite acrescente esta pergunta a você mesmo, depois de sua oração para o repouso:
"Que fiz hoje de bom que somente um amigo de Jesus conseguiria fazer?"
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Chico Xavier
Irmão X
 

sábado, 9 de agosto de 2014

Podas



Quando eu era criança, encontrei, um dia, um jardineiro, com uma tesoura enorme na mão.

Fiquei revoltado quando vi que ele, com a sua tesoura, começou a cortar os galhos mais tenros de todas as plantas.

Reclamei, agarrei-o pelo braço.

Ele sorriu e pediu-me que, depois de um mês, eu voltasse a ver o resultado do que tinha feito.

E, de fato, um mês depois todas as plantas estavam ainda mais belas e cheias de vida.

Foi assim que aprendi o segredo das podas.

Quando li, no Evangelho, que o Criador e Pai poda justamente os galhos que dão frutos, entendi, aceitei, porque eu já sabia o efeito da poda.

Por que todos nós temos a tentação de imaginar que os sofrimentos que nos chegam são castigos de Deus?!

Por que não pensar que Deus permite sofrimentos físicos e morais, como o agricultor que poda suas árvores, para que deem mais fruto ainda?!

Por mais que o sofrimento nos desnorteie; por mais que certos sofrimentos pareçam absurdos e revoltantes, agarremos-nos a estas duas certezas, como quem se agarra a dois cabos de aço:
Deus existe e Deus é Pai.

Muitos de nós desperdiçamos vários anos à espera de época melhores no futuro ou com dúvidas a respeito de tempos melhores no passado, em vez de trabalhar por épocas melhores no presente.

Se apenas tivéssemos vivido em tempos melhores ou nascido em época melhores...

Se apenas vivêssemos com pessoas melhores ou pertencêssemos a um grupo menos privilegiado...

Se apenas vivêssemos em uma casa ou cidade melhores...

Se apenas tivéssemos um negócio ou um emprego melhor...

Se... se... se...!

Amanhã... amanhã... amanhã...!

No entanto, o hoje está sempre aqui; o ontem se foi e o amanhã talvez não chegue jamais.

Não, hoje é a ocasião... aqui é o lugar.
Esta é a pessoa.
 Este é o seu lar.
 Este é seu emprego. 
Esta é sua esposa... 
seu esposo...
seu filho...
sua mãe...
seu amigo.
Esta é sua gente.
Estes são seu pais.
Esta é sua geração.

Viva isso de modo maravilhoso exatamente onde, quando, como e com quem está.

TEXTO: Dom Hélder Câmara
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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Sigamos a Paz




"Busque a paz e siga-a." - Pedro (I Pedro, 3:11.)


Há muita gente que busca a paz; raras pessoas, porém, tentam segui-la.

Companheiros existem que desejam a tranquilidade por todos os meios e suspiram por ela, situando-a em diversas posições da vida; contudo, expulsam-na de si mesmos, tão logo lhes confere o Senhor as dádivas solicitadas.
*
Esse pede a fortuna material, acreditando seja a portadora da paz, ambicionada, todavia, com o aparecimento do dinheiro farto, tortura-se em mil problemas, por não saber distribuir, ajudar, administrar e gastar com simplicidade.
*
Outro roga a bênção do casamento, mas, quando o Céu lha concede, não sabe ser irmão da companheira que o Pai lhe confiou, perdendo-se através das exasperações de toda sorte.
*
Outro, ainda, reclama títulos especiais de confiança em expressivas tarefas de utilidade pública, mas, em se vendo honrado com a popularidade e com a expectativa de muitos, repele as bênçãos do trabalho e recua espavorido.
*
Paz não é indolência do corpo. É saúde e alegria do espírito.
*
Se é verdade que toda criatura a busca, a seu modo, é imperioso reconhecer, no entanto, que a paz legítima resulta do equilíbrio entre os nossos desejos e os propósitos do Senhor, na posição em que nos encontramos.
*
Recebido o trabalho que a confiança Celeste nos permite efetuar, é imprescindível saibamos usar a oportunidade em favor de nossa elevação e aprimoramento.
*
Disse Pedro - "Busque a paz e siga-a".
*
Todavia, não existe tranquilidade real sem Cristo em nós, dentro de qualquer situação em que estejamos situados, e a fórmula de integração da nossa alma com Jesus é invariável:
- "Negue cada um a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me".
Sem essa adaptação do nosso esforço de aprendizes humanos ao impulso renovador do Mestre Divino, ao invés de paz, teremos sempre renovada guerra, dentro do coração.
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Emmanuel
Chico Xavier




quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Lei divina




Alma querida, às vezes, no caminho,

Indagas a chorar, de coração sozinho,

Como atingir, por fim, o Lar Celeste,

Pelas ásperas sendas do dever...

Também eu isso mesmo interroguei à vida

Em caminhada longa e indefinida,

E hoje posso afirmar-te,

De alma fortalecida,

Que a vida me informou, em toda parte:

- Se quiseres vencer

Eleva-te, louvando as pedras da subida,

Procurando servir, ajudar e esquecer.



Por isso, perguntei ao coração da rosa

Como aguentar, tão linda e cetinosa,

Os espinhos cruéis em que a vira nascer

E a rosa me explicou que Deus a estruturara

Num misto de perfume, brilho e cores

Para mostrar que as dores,

Quando bem suportadas,

São lâminas e pontas aguçadas,

Lembrando espinhos produzindo flores;

E, portanto, devia,

Desabrochar e agradecer,

Deixar-se decepar, entregar-se e esquecer...



Fui ao campo e indaguei de uma enorme pedreira

Como tolera sem que grite

Assaltos de martelo e dinamite

Sem jamais se ofender...

Ela disse que a fim de oferecer aos homens

Moradia segura, forte e alegre,

É indispensável que se desintegre,

E, por esta razão, lhe compete saber

Aceitar o progresso, ajudar e esquecer.



Fui consultar os rios, fui às fontes

E perguntei por que motivo,

Sendo as águas sustento do homem vivo,

Tão-somente no chão poderiam correr...

E todos responderam com bondade

Que a missão do auxílio ao mundo todo,

Precisam abraçar o anonimato e o lodo,

Aceitando viver, em baixo nível

Para estender na Terra o conforto possível,

Cabendo-lhes, assim, compreender,

Perdoar e servir, ajudar e esquecer...



Desse modo, igualmente, alma fraterna e boa,

Por mais que o mal nos fira e a provação nos doa,

Qual se um punhal de fel nos arrasasse o ser,

Não te percas do amor, na aflição que te invade...

À lei divina da felicidade

Será sempre servir, amparar e esquecer.
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Maria Dolores
Chico Xavier




terça-feira, 5 de agosto de 2014

De Quando em Quando





De quando em quando, é imprescindível que dialogues contigo mesmo.

Que te contemples, a sós, na face espelhada da consciência.

Que te indagues quanto aos teus propósitos na vida.

Que efetues honesto balanço de tuas ações.

Que não sustentes qualquer ilusão a teu respeito.

Que não representes para ti mesmo.

Que te desnudes no silêncio de tuas reflexões.

Que te vejas como não ousas mostrar-te aos outros.

Que analises as tuas tendências e conheças as tuas inclinações.

Que estejas com Deus, sem que ninguém mais esteja contigo.

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Irmão José