domingo, 8 de fevereiro de 2026

Cizânia



O chamado espírito de cizânia, é compreendido como uma postura moral e emocional que gera conflitos, divisões e perturbações nos grupos humanos. Esse comportamento nasce, principalmente, da imaturidade psicológica e espiritual de indivíduos que não conseguem conviver harmonicamente em sociedade.

A cizânia manifesta-se por meio da crítica constante, da dificuldade em cooperar e da tendência de apontar erros alheios sem disposição para solucioná-los. Pessoas sob essa influência transferem para os outros seus conflitos internos, criando situações embaraçosas, desorganizando ambientes e assumindo, muitas vezes, o papel de vítimas ou falsos salvadores.

Esses indivíduos costumam desacreditar valores ético-morais do grupo ao qual pertencem, posicionando-se como detentores de maior conhecimento ou verdade, embora frequentemente se sintam perseguidos e incompreendidos. Não raro, escondem-se atrás de uma falsa humildade ou demonstram arrogância e prepotência, atribuindo a si qualidades que ainda não desenvolveram.

A cizânia é um artifício do mal presente em todos os segmentos da sociedade, ontem, hoje e possivelmente no futuro. Ela se infiltra inclusive em obras e realizações nobres, tentando desqualificar esforços sinceros e promover a autopromoção às custas do trabalho alheio.

Diante disso, a orientação é clara: não desanimar, não se deixar influenciar e não desperdiçar energia em disputas inúteis. Quem serve ao bem deve seguir adiante com serenidade, trabalhando com alegria, sem buscar aplausos ou reconhecimento imediato. O progresso verdadeiro exige perseverança, silêncio produtivo e confiança em Deus.

Não cabe justificar-se, defender-se ou tentar “salvar” aqueles que agem sob a influência da cizânia. O mais sábio é compreender que se trata de enfermidade espiritual, mantendo compaixão, mas sem permitir que essas atitudes impeçam o avanço pessoal e coletivo.

 A maior vitória do ser humano é vencer a si mesmo. Ao trabalhar o próprio lado negativo, harmonizando-se com valores elevados, o indivíduo constrói uma existência mais leve, coerente e verdadeira, livre dos tormentos gerados pela discórdia.

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Reflexão autoral inspirada no texto CIZÂNIA, da obra Iluminação, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Franco.
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08 de fevereiro

Acorde refrescado e renovado, acreditando que somente o melhor vai lhe acontecer neste dia glorioso e, portanto, recebendo somente o melhor.

Nunca comece o dia nervoso e cheio de tensões.

Sono e descanso renovam e revitalizam o Espírito.

Comece seu novo dia com o pé direito e com o coração cheio de amor e gratidão, cheio de grandes expectativas.

Este dia que se inicia não tem manchas, nem defeitos, então, por que não conservá-lo assim?

Mantenha sua consciência elevada ao mais alto grau e veja as coisas maravilhosas que irão acontecer neste dia.

É um novo dia e um novo caminho. Deixe o ontem para trás, com seus erros e falhas, e vire uma nova página.

Por que arrastar o que é velho com você para este novo dia?

Aprenda suas lições, mas não se preocupe tanto com elas a ponto delas impedirem que você se lance no novo com o coração cheio de paz e alegria.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

Parábola do Mau Rico

5 – Havia um homem rico, que se vestia de púrpura e de holanda, e que todos os dias se banqueteava esplendidamente.

Havia também um pobre mendigo, por nome Lázaro, todo coberto de chagas, que estava deitado à sua porta, e que desejava fartar-se das migalhas que caíam da mesa do rico, mas ninguém lhas dava; e os cães vinham lamber-lhe as úlceras.

Ora, sucedeu morrer este mendigo, que foi levado pelos anjos ao seio de Abrão. E morreu também o rico, e foi sepultado no inferno.

E quando ele estava nos tormentos, levantando os olhos, viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio.

E gritando ele, disse: Pai Abraão, compadece-te de mim, e manda cá Lázaro, para que molhe em água a ponta do seu dedo, a fim de me refrescar a língua, pois sou atormentado nesta chama.

E Abraão lhe respondeu: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e de que Lázaro não teve senão males; por isso está ele agora consolado, e tu em tormentos.

E demais, que entre vós está firmado um grande abismo, de maneira que os que querem passar daqui para vós não podem, nem os de lá passar para cá.

E disse o rico: Pois eu te rogo, Pai, que o mandes à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho, e não suceda venham também eles parar a neste lugar de tormentos.

E Abraão lhe disse: Eles lá têm Moisés e os profetas; ouçam-nos.

Disse pois o rico: Não, pai Abraão, mas se for a eles algum dos mortos, hão de fazer penitência.

Abraão, porém, lhe respondeu: Se eles não dão ouvidos a Moisés e aos profetas, tão pouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite algum dos mortos.

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(Lucas, XVI: 19-31).
O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO
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Decálogo da felicidade 


Não permaneças na expectativa de ser compreendido - compreenda.

Não cruzes os braços à espera de ser auxiliado - auxilia.

Não aguardes ser servido - serve.

Não lamentes a aridez do solo - semeia.

Não calcules a distância ainda a ser percorrida - caminha.

Não perguntes sobre a procedência das lágrimas - enxuga-as.

Não exijas desculpas do ofensor - perdoa.

Não te queixes da sombra - ilumina.

Não admitas o fracasso - luta.

Não critiques - faze melhor.

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Irmão José
Carlos A. Baccelli
Obra: Amor e Sabedoria 
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