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sexta-feira, 8 de junho de 2012

VIDA SADIA




Os equipamentos mentais necessitam de lubrificantes especiais, a fim de funcionarem em ritmo de equilíbrio, sob impulsos de ordem.
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Areje, desse modo, a sua casa mental, com as ondas de otimismo, em contínuo processo de renovação de ideias para o Bem.
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 A ferrugem do pessimismo é de danosa consequência, quando se exterioriza nos delicados implementos fomentadores das aspirações nobres.
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 O ácido corrosivo da amargura, derramados nos sutis veículos da vida pensante, desarticula toda a maquinaria do emocionante desafio que é a Vida.
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 Os petardos da cólera sistemática bombardeiam as células nervosas encarregados dos mecanismos físicos e psíquicos, arruinando-as sem qualquer oportunidade de refazimento.
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Reestude o seu programa de ação e expulse, em definitivo, a poeira acumulada das paixões dominantes, nas peças da emoção, que desarvoram o ritmo das suas ações.
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Respire a esperança e revigore as complexas equipagens da sua cerebração, a fim de que a sua mente lhe proporcione paz.
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Ninguém ascende no rumo de Deus, sem o esforço sacrificial de si mesmo.
A marcha evolutiva é de todos, mas a opção da estrada é de cada um.
Sua mente – sua vida.
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Não somatize imperfeições morais. Antes, subtraia delas as conquistas do Espírito, armazenando alegrias.
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Viver bem, em clima de harmonia, embora o tumulto e as situações surpreendentes da convivência com pessoas difíceis e perturbadas, é a meta que você deve alcançar, mediante a remoção do mal e a fixação do bem.
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 Se, todavia, os problemas se lhe fizerem mais desafiadores e sem aparente solução, busque a bênção da prece, e, no intercâmbio com Deus você haurirá o fluido lubrificador para manter o equilíbrio das engrenagens mentais que passarão, ajustadas, a produzir os estímulos da felicidade para uma vida sadia. 
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Marco Prisco
Divaldo Pereira






 

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Câncer


Richard Simonetti

1 – O câncer é uma enfermidade cármica?

A experiência diz que sim. Estamos submetidos a um mecanismo de causa e efeito que nos premia com a saúde ou corrige com a doença, de acordo com nossas ações.
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2 – O câncer seria o resultado de um comportamento desajustado, em vidas anteriores?

Nem sempre. Como já comentamos, a causa pode estar nesta existência.
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3 – Um exemplo…

As estatísticas demonstram grande incidência de câncer no pulmão, em pessoas que fumam. Há elementos cancerígenos nas substâncias que compõem o cigarro. Quem fuma, portanto, é sério candidato a esse mal. Será o seu carma. Vi, noutro dia, uma charge ilustrativa, em que um cigarro diz para o fumante: "Hoje você me acendeu. Amanhã eu o apagarei!" Certíssimo!
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4 – Está demonstrado que os fumantes passivos, pessoas que convivem com fumantes, também podem ter câncer. Como explicar essa situação?

Não há inocentes na Terra, um planeta de provas e expiações. O fumante passivo que venha a contrair câncer tem comprometimentos do passado que justificam seu problema. Aliás, o simples fato de aqui vivermos significa que merecemos tudo o que aqui possa nos acontecer. Se não merecêssemos, estaríamos morando em mundos mais saudáveis.
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5 – Isso isenta de responsabilidade o fumante que polui o ambiente, situando-o como instrumento de resgate para alguém?

Ao contrário, apenas o compromete mais. Deus não necessita do concurso humano para exercitar a justiça. Além de responder pelos desajustes que provoca em si mesmo, responderá por prejuízos causados ao meio ambiente e às pessoas.
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6 – A Medicina vem desenvolvendo técnicas para a cura do câncer. Concebe-se que dentro de algumas décadas será possível a cura radical em todas as suas manifestações. Como ficarão aqueles que estão se reajustando perante as leis divinas a partir de um carcinoma?

A Medicina vem fazendo grandes progressos, mas está longe de erradicar a doença. Males são superados; outros surgem. Nos domínios da sexualidade, a sífilis era um flagelo, decorrente da promiscuidade. Hoje é a AIDS. A dor, a grande mestra, que tem na enfermidade um de seus aguilhões, continuará a nos corrigir, até que aprendamos a respeitar as leis divinas.
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7 – A pessoa que sofre bastante, vitimada por um câncer, resgatou seus débitos, habilitando-se a um futuro feliz na espiritualidade?

A doença elimina as sombras do passado, mas não ilumina o futuro. Este depende de nossas ações, da maneira como enfrentamos problemas e enfermidades. Quando o nosso comportamento diante da dor não oprime aqueles que nos rodeiam, estamos nos redimindo, habilitados a um porvir glorioso.
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8 – Como funciona isso?

Se o paciente tem câncer, suas dores implicarão em sofrimento para a família. Tudo bem. Faz parte das experiências humanas. Mas, dependendo da maneira como enfrentar seu problema, poderá gerar aflições bem maiores para todos, o que acontece com o paciente revoltado, inconformado, agressivo. Se humilde e resignado, a família lidará melhor com a situação. Pacientes assim estão "zerando o carma".
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Do livro: Reencarnação: Tudo o que você precisa Saber

domingo, 18 de dezembro de 2011

Trabalho, Sobriedade, Continência

A primeira condição para se conservar a alma livre, a inteligência sã, a razão lúcida é a de ser sóbrio e casto.
 Os excessos de alimentação perturbam-nos o organismo e as faculdades; a embriaguez faz-nos perder toda a dignidade e toda a moderação.
 O seu uso contínuo produz uma série de moléstias, de enfermidades, que acarretam uma velhice miserável.
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Dar ao corpo o que lhe é necessário, a fim de torná-lo servidor útil e não tirano, tal é a regra do homem criterioso.
 Reduzir a soma das necessidades materiais, comprimir os sentidos, domar os apetites vis é libertar-se do jugo das forças inferiores, é preparar a emancipação do Espírito.
Ter poucas necessidades é também uma das formas da riqueza.
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Evitai os prazeres corruptores em que a juventude se estiola, em que a vida se desseca e altera.

Escolhei em momento oportuno uma companheira e sede-lhe fiel.

Constituí uma família.

 A família é o estado natural de uma existência honesta e regular.

 O amor da esposa, a afeição dos filhos, a sã atmosfera do lar são preservativos soberanos contra as paixões.

No meio dessas criaturas que nos são caras e vêem em nós seu principal arrimo, o sentimento de nossas responsabilidades se engrandece; nossa dignidade e nossa circunspeção acentuam-se; compreendemos melhor os nossos deveres e, nas alegrias que essa vida concede-nos, colhemos as forças que nos tornam suave o seu cumprimento.

 Como ousar cometer atos que fariam envergonhar-nos sob o olhar da esposa e dos filhos?

Aprender a dirigir os outros é aprender a dirigir-se a si próprio, a tornar-se prudente e criterioso, a afastar tudo o que pode manchar-nos a existência.
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Léon Denis:
 do livro Depois da Morte