quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Sem Deixar para Amanhã




A vida sempre surpreende. Ou talvez se deva dizer que a morte surpreende a vida? Afinal, ela sempre aparece em momento inoportuno.

Quando estamos para nos aposentar e gozar do que consideramos um merecido descanso. Ou quando estamos nos preparando para o casamento.

Ou, ainda, quando acabamos de passar por um concurso que nos garantiria uma carreira de sucesso.

Por isso mesmo, nunca devemos deixar para amanhã as declarações de afeto.

Por vezes, tivemos um professor que nos influenciou muito e realmente deu sentido, propósito e direção à nossa vida. Entretanto, nunca reservamos um tempo para lhe agradecer.

De repente, ele morre e ficamos a pensar:

“Meu Deus, ao menos eu deveria lhe ter escrito uma carta.”

De outras, brigamos com alguém e punimos a pessoa com nosso silêncio. Passam-se os dias, os meses, os anos.

E continuamos com a punição. Aí a pessoa morre.

O que acontece? Quase sempre o remorso nos alcança e começamos a cogitar:

“Eu devia ter falado com ela.”

Para compensar a nossa culpa, vamos à floricultura e compramos muitas flores, para enfeitar o caixão, a sala mortuária, o túmulo.

Teria sido muito mais compensador ter comprado algumas flores antes, um pequeno ramalhete e ter tentado fazer as pazes. Reatar a afeição.

É até possível que a pessoa rejeitasse as flores, as jogasse no chão. E nos desse as costas. Mas, então, o problema não seria mais nosso, mas exclusivamente dela.

Um dos exemplos mais comoventes a respeito do arrependimento por deixar para depois, nos vem de uma carta escrita por uma jovem americana ao namorado.

É mais ou menos assim:

“Lembra-se do dia em que eu pedi emprestado seu carro novo e o amassei?

Achei que você ia me matar, mas você não me matou.

Lembra-se de quando eu o arrastei para ir à praia, e você disse que ia chover, e choveu?

Pensei que você fosse dizer: ‘eu não a avisei?’, mas você não falou.

Lembra-se da época em que eu paquerava todos os rapazes para lhe fazer ciúmes, e você ficava com ciúmes?

Achei que você fosse me deixar, mas você não me deixou.

E quando deixei cair torta de amora nas suas calças novas?

Pensei que você nunca mais fosse olhar para mim, mas isso não aconteceu.

E quando me esqueci de lhe dizer que o baile era a rigor, e você apareceu de jeans?

Achei que você fosse me bater, mas você não me beu'>ateu.

Havia tantas coisas que eu queria fazer para você quando você voltasse do Vietnã...

Mas você não voltou...” 

Não permitamos que a morte arrebate a chance de dizermos o quanto amamos as pessoas.

O quanto elas são importantes para nós. Pode ser uma avó, um irmão, um amigo.

Não necessariamente somente pessoas do círculo familiar. Aprendamos a esboçar gestos de amor e a dizer palavras que alimentam a alma do outro.

Mesmo que um dia alguém nos tenha dito que não é bom o outro saber que o amamos, porque se aproveitará de nós.

Mesmo que outro alguém tenha insinuado que parecemos tolos quando ficamos afirmando a intensidade do nosso amor, da nossa amizade e da nossa ternura.

O ser mais perfeito que andou pela Terra, o Mestre Galileu, não temeu demonstrar amor e dizer:

“Amai-vos como eu vos amei.”
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Redação Momento Espírita


terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Vitórias Utópicas


As vitórias das questões ilegais são utópicas.

Deixam paladar de amargura. Injustas, ferem os outros, não podendo beneficiar, realmente, a ninguém.

Quem edifica sobre terreno alheio, termina por perder a construção.

Nunca será justa a alegria conseguida no rio das lágrimas alheias.

Cuida bem das tuas causas e luta somente quando tiverem o apoio legal e se firmarem nos alicerces da moral
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Joanna de Ângelis



 

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Coisas boas


Procure não ler coisas desagradáveis e tristes, escândalos e desastres.

Leia e pense somente o que é bom e puro, belo e verdadeiro.

Afirme a si mesmo que estes são os únicos estados dignos de Deus e do homem.

Não converse sobre suas doenças, dificuldades ou pobreza.

Quanto mais falar nisso, mais as agravará.

Converse apenas sobre fartura e saúde, e viva com otimismo e alegria.
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Pastorino






domingo, 19 de fevereiro de 2012

Navegar é Preciso
























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Fernando Pessoa



sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

CASA E LAR

 










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Texto de: Abigail Guimarães (inspirada numa reflexão de Alba Magalhães David) 






Selecione os Pensamentos



Não é possível ter paz interior sem examinar-se o que se pensa.
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Exerça um controle no que deve pensar, pois dos seus pensamentos resultam substâncias cerebrais que favorecem ou desfavorecem o seu corpo e toda a sua vida.
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Não se prejudique, pensando no que contém violência, desânimo, fracasso ou egoísmo. Antes, pelo contrário, volte-se para o que agrada, progride, beneficia a você e aos outros.
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Nem todos os pensamentos merecem passar por você.
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Quando você seleciona o que pensa, a vida também seleciona para você o que há de melhor.
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Lourival Lopes
Sabedoria Todo Dia




quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

A Resposta Certa


   

Recorda que todos os desafios do mal devem encontrar no campo de nossas almas
 a resposta em Jesus:

Para o sarcasmo é caridade em forma de silêncio.
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 Para a calúnia, a resposta é caridade em forma de perdão.
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Para o egoísmo, a resposta é caridade em forma de renúncia.
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 Para o fanatismo, a resposta é caridade em forma de tolerância.
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Para a ingratidão, a resposta é caridade em forma de esquecimento.
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 Para a preguiça, a resposta é caridade em forma de trabalho.
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Para a tentação, a resposta é caridade em forma de resistência.
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 Para a ignorância, a resposta é caridade em forma de educação.
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Para a violência, a resposta é caridade em forma de brandura.
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Para o crime, a resposta é caridade em forma de socorro às vítimas da delinquência.
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Para as trevas, a resposta é caridade em forma de luz.
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Para todas as atividades inferiores, a resposta é caridade em auxílio à criação do melhor.
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 Em qualquer problema no caminho da vida, a resposta cristã será sempre desfazer a força do mal pela força do bem.
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Emmanuel