quinta-feira, 29 de março de 2012

TEU CULTO

LIVRO: TUA CASA

JOÃO NUNES MAIA

DITADO PELO ESPÍRITO AYRTES
 













quarta-feira, 28 de março de 2012

Eduque as Emoções


Cada momento da vida guarda lições e aprendizados muito especiais.

No trabalho da educação da mente, reside uma grande dificuldade para a maioria das pessoas.

Quando você esteja à frente alguém que lhe é apresentado, ou alguém que esteja vendo por primeira vez, é comum a excitação das conjecturas.

Há momentos em que você é tomado por grandes simpatias, à primeira vista, entregando-se, totalmente, ao “amigo” novo.

Em nome do bom senso, será recomendável que você trate a todos com fraternidade, deixando, porém, a maior abertura do coração para depois do devido entrosamento, do necessário conhecimento recíproco, o que a convivência cuidadosa permite.

Assim agindo, trabalhará com simpatia, sem se queixar de frustrações ou decepções, decorrentes do estouvamento e invigilância tão comuns em muitas almas.

Há circunstâncias, porém, nas quais você marca o novo conhecido por tremenda antipatia, prevendo ou prejulgando-lhe o caráter, fazendo-se enormemente fechado, frio e antipático, cerrando qualquer chance de maior aproximação do outro.

Não há nenhuma necessidade de tanta friagem emocional.

Pode-se ter cuidados e manter cautelas com gestos fraternos, com espírito de cooperação, devidamente equidistante dos arroubos entusiásticos e das posições de gelo.

Evite tachar as pessoas, antes de as conhecer eminentemente.

Como é perfeitamente natural que você tenha o seu parecer inicial sobre qualquer pessoa, e isso é inevitável, pelo menos reserve espaço para mudar de opinião e de postura, na medida do maior contato, para que não peque por excesso ou por falta, guardando-se em clara maturidade emocional.

Nunca suponha que estará deixando de ser bom cristão se tiver cautelas emocionais. Não, não é assim.

O mundo está repleto de crimes perpetrados na hora do acordamento de muita gente.

“Descobri que fulano não era quem eu pensava”.

Mas, era você que pensava, e não o fulano que afirmou ser o que você pensava...

“Sofri decepção com beltrano”.

Com beltrano não é bem o caso. A decepção foi consigo mesmo que fez um juízo muito avantajado do outro, sem considerar que o outro é igualmente falível, porque é gente.

Eduque as suas emoções relativamente ao contato humano. Você só terá a crescer, aprendendo a descobrir as suas reais afinidades d’alma, identificando aqueles que não lhe sejam tão amistosos, conseguindo, não obstante, conviver e ser útil a todos.

Meditação: Em todas as circunstâncias, toma por guia a caridade, tendo como certo que aquele que prejudica a outrem com palavras malévolas, que fere com o seu orgulho e o seu desprezo a suscetibilidade de alguém, que não recua à idéia de causar um sofrimento, uma contrariedade, ainda que ligeira, quando a pode evitar, falta ao dever de amar o próximo e não merece a clemência do Senhor. (Cap. XVII, item 3, nono parágrafo – ESE)
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Joanes
J. Raul Teixeira


Implosão Mental

 

 

A cólera é comparável a uma implosão mental de consequências imprevisíveis.
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Quando te sintas sob a ameaça de semelhante flagelo, antes de falar ou escrever, usa o método conhecido de permanecer em silêncio contando até cem.
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Se os impulsos negativos continuam, afasta-te para um lugar à parte e faze uma oração que te reequilibre.
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Notando que a medida não alcançou os fins necessários, busca um recanto da natureza, onde encontres plantas e flores, cujas emanações te balsamizem o espírito.
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Na hipótese de não retornares à tranquilidade, procura algum templo religioso e confia-te novamente à prece, esforçando-te para que a paz te fale no coração.
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No entanto, se essa providência ainda falhar, dirige-te a um remédio amigo que, com certeza, te aliviará com sedativos adequados, a fim de evitares a implosão de tuas próprias forças.
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Emmanuel
Francisco Cândido Xavier





terça-feira, 27 de março de 2012

Amanhã será outro Dia

Texto: Maria José Zanini Tauil











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Maria José Zanini Tauil

Culpa e Desafio



Admite a tua parcela de culpa.
 Não apontes os outros como responsáveis pela tua infelicidade. 
Mesmo tendo razão, não acuses, nem alardeies as faltas alheias. 
A rigor, ninguém erra porque queira. 
Supera os teus possíveis traumas, absolvendo aqueles que não puderam oferecer-te mais.
Todos nos movimentamos dentro de certos limites.
Ninguém consegue, sem esforço de auto-superação, dar mais do que recebeu.
A compreensão pode suprir muitas deficiências psicológicas.
Não te cobres em excesso e aprende a ser indulgente.
A aceitação do que és e do que os outros são - eis o teu maior desafio.
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Irmão José

Carlos Baccelli




segunda-feira, 26 de março de 2012

Onde estejas, floresce...


Estás plantado, semente de luz que és, onde deves florescer e frutescer.

Se, aparentemente, as condições se te apresentam adversas,
adapta-te e produze de acordo com o clima existente.

Se fatores desgastantes te ameaçam,
renova-te com a esperança e sê motivo de bênçãos para outrem aí mesmo.

Onde te encontres,
podes e deves favorecer com frutos de amor aqueles que te cercam.

Independendo, portanto, de clima e de lugar, de prestígio ou de destaque,
deixa que desabrochem as flores do bem em teu coração e conduta,
aí estabelecendo as bases para a tua e a felicidade geral.
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 Joanna de Ângelis
 Divaldo Pereira Franco









 

domingo, 25 de março de 2012

Agonia das Religiões




O ponto crucial do problema religioso chama-se hipocrisia.

E a hipocrisia resulta das atitudes egoístas, da falta de compreensão do verdadeiro sentido da Religião, que é caminho e não ponto de chegada da espiritualização do homem.

Os religiosos que pretendem atingir a santidade do dia para a noite, que se revestem de pureza exterior, encobrindo a podridão interior, são as hipócritas condenados veementemente no Evangelho.

A solução desse grave problema, que responde pela morte cíclica das civilizações, está na compreensão da verdadeira natureza do homem, do processo natural do seu desenvolvimento espiritual.

Os artifícios purificadores só servem para mascarar as indivíduos pretensiosos.

As práticas ascéticas não podem ser forçadas.

As paixões e os instintos do homem são manifestações de forças vitais que, sob o controle da razão e do sentimento, podem e devem guiar o espírito nos rumos da transcendência.
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O poder das Religiões não é mais religioso, mas simplesmente econômico, político e social.
As igrejas se esvaziam, os seminários se fecham, a vocação sacerdotal desaparece, o clero de todas elas recorre no mundo inteiro aos mais variados expedientes para manter seus rebanhos, fazendo-lhes concessões perigosas.

Mas todos os expedientes mostram-se incapazes de restabelecer o prestígio e o poder religiosos, servindo apenas de remendos de pano novo em roupa velha, segundo a expressão evangélica.

Começam então a aparecer os sucedâneos, milhares de seitas forjadas por videntes e profetas da última hora, na maioria leigos que se apresentam como missionários, taumaturgos populares, místicos improvisados e de olhos mais voltados para os bens terrenos do que para os tesouros do Reino dos Céus.

Esses bastardos do espírito, que pululam por toda parte, caracterizam o fenômeno sócio cultural da morte das Religiões.

O fato é bem conhecido dos que estudam a Sociologia da Cultura.

Quando um sistema institucional esvazia-se no tempo, tragado na voragem das mudanças culturais, os aproveitadores invadem os domínios abandonados e socorrem a seu modo os órfãos em desespero.

As grandes revoluções políticas e sociais mostram-nos como as tiranetes do populacho assumem as funções dos nobres decaídos, substituindo a autoridade tradicional pelo mandonismo dos clãs ressuscitados.

Podemos aplicar ao caso uma paródia da explicação metafísica do horror ao vácuo, dizendo que as sociedades têm horror ao caos e preenchem a falta de autoridade legítima (ou pelo menos legitimada) pelo autoritarismo dos sátrapas.
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Não seria mais certo tentarmos a revisão dos conceitos religiosos que nos deram a herança de tantos fracassos e tão espantosa expansão do materialismo e do ateísmo no mundo?

Todas as grandes religiões afirmam a onipresença de Deus no Universo.

Não obstante, todas consideram o mundo (criado por Deus) como profano, região em que as trevas dominam e o Diabo faz a incessante caçada das almas de Deus.

E curioso lembrar que nos tempos mitológicos o mundo era considerado sagrado, a vida uma bênção, os prazeres naturais e as leis da procriação eram graças concedidas pelos deuses aos homens.

Se Deus está presente num grão de areia, numa folha de relva, num fio dos nossos cabelos e numa pena das asas de um pássaro, como, apesar dessa impregnação divina, o homem se defronta com a impureza do mundo?

Por que estranho motivo necessitamos de ritos especiais para purificar a inocência de uma criança, se Deus está presente no seu olhar puro e límpido, no seu choro, na meiguice do seu rostinho ainda não marcado pelo fogo das paixões terrenas?

E porque precisa o cadáver de recomendação, com aspersão de água benta, se a ressurreição dos
mortos se faz, como ensina o Apóstolo Paulo na I Epistola aos Coríntios e como Jesus exemplificou na sua própria morte, no corpo espiritual e não no corpo material?
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A violência do homem civilizado tem as suas raízes profundas e vigorosas na selva.

O homo brutalis tem as suas leis: subjugar, humilhar, torturar, matar.

O seu valor está sempre acima do valor dos outros.

A sua crença é a única válida.

O seu modo de ver o mundo e os homens é o único certo.

O seu deus é o único verdadeiro.

Só o que é bom para ele é bom para a comunidade.

Os que se opõem aos seus desígnios devem ser eliminados pelo bem de todos.

A violência é o seu método de ação, justificado pelo seu valor pessoal, pela sua capacidade única de julgar.

Tece ele mesmo a trama de fogo do seu futuro nas encarnações dolorosas que terá de enfrentar.

As religiões da violência fizeram de Deus uma divindade implacável e os livros básicos de suas revelações estão cheios de homicídios e genocídios em nome de Deus.
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Para as camadas pobres da população e a gente simples dos bairros elegantes, onde a ignorância anda sobre tapetes de luxo, o Espiritismo não é mais do que uma seita de terapeutas obscuros, de curandeiros broncos.

Acredita-se que a única finalidade do Espiritismo é curar por meio de processos mágicos.

Mas a cura divina não é privilégio de ninguém.

Encontramo-la em todas as religiões e seitas religiosas do passado e do presente.

E mais ainda a encontraremos no futuro, mas então já reconhecida como um processo cientificamente explicável e não mais sujeito à exploração dos missionários por conta
própria que hoje, nas grandes cidades, enriquecem-se á sombra da ignorância ilustrada e da
miséria analfabeta, tendo por patrono o orgulho botocudo da alta medicina e o comodismo criminoso da burocracia dos órgãos oficiais de assistência social.
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J. HERCULANO PIRES
Trechos do livro AGONIA DAS RELIGIÕES

E por aí vai...Imperdível!


sábado, 24 de março de 2012

Alma de mulher em corpo de homem


Um romance empolgante, que ajuda o leitor a refletir sobre a Lei de Ação e Reação.

No mundo dos espíritos, Carlota, revoltada, recusa-se a reencarnar em corpo de homem. Depois de abusar da mediunidade e usar a beleza para seduzir aqueles a quem desejava explorar, Carlota cometeu muitos erros e desencarnou tragicamente. Em seu socorro, benfeitor espiritual permite que vislumbre o passado e reflita sobre a necessidade de resignar-se e retornar à Terra, desta vez deixando para trás seus encantos do passado... 

Um pequeno trecho foi copiado e colado abaixo para nossa reflexão. 
Do livro CRISTO ESPERA POR TI.


 
(...)

Carlota  meneou a cabeça num sinal de aquiescência, mas dominada pelo choro. 
E Zéfiro, de olhos enternecidos:

– E como abusaste de tuas condições de mulher, diante dos homens, nas duas vidas – Carla e 
Rossellane, – renascerás agora num corpo masculino, a fim de reajustar-te em provação dolorosa, 
sentindo os problemas que os homens sentem... Como sabes, os espíritos não têm sexo quanto os 
encarnados. A evolução é um longo curso onde se conquista as melhores características de ambos 
 
os sexos, mas toda mudança súbita nas experiências dessa natureza, motivando a troca de um 
 
veículo físico de um sexo por outro veículo, de outro sexo, acarreta inadaptação e dor. Ah! filha, 
acreditas, porventura, que os tormentos que infligimos aos outros, nos domínios da emoção, 
ficariam impunes? As portas da sexualidade são canais da reencarnação e da vida... Não 
 
escarnecemos delas, escancarando-as abusivamente, sem que a Lei se volte sobre nós, 
compelindo-nos a redimir-nos, muitas vezes, à força de solidão e de lágrimas! Sofrerás muito! É 
natural que assim seja, mas a misericórdia do Pai é infinita!

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Livro: Cristo Espera Por Ti
 Honoré de Balzac
Waldo Vieira

sexta-feira, 23 de março de 2012

Dicas para vencer



Escolha uma pessoa bem ansiosa e note como as coisas que ela faz são pela metade, como a sua saúde vive sempre debilitada, como os relacionamentos vão sempre equilibrados em um pequeno fio, e a própria pessoa está sempre a beira de um ataque de nervos ou cardíaco. 


Pare tudo por alguns momentos, nada de ficar lendo e atendendo o celular, relaxe e imagine o presidente da Coca Cola correndo feito um maluco para abastecer uma pequena vendinha de Mossoró com 3 caixas de refrigerante?

 Ou o presidente do Mac Donald´s doido para atender um cliente que quer o seu hambúrguer sem picles?

 Já imaginou o Presidente da República pensando apenas na aposentadoria da Dona Cotinha?

 Sem planejamento, sem direção o máximo que conseguimos chegar é ao sanatório ou ao cemitério, porque é impossível atender a tudo e a todos ao mesmo tempo. 

Repito é impossível.
Estou repetindo porque sei que tem gente que está lendo, comendo um lanche e de olho em uma planilha que tem que entregar antes das 14 horas de hoje. 

As coisas mal feitas, as coisas que não dão certo, em geral, são frutos de um mau planejamento, ou, pior ainda, da ausência de planejamento. 

E tem gente que ainda reclama de insônia, de gastrite, de nervosismo, de excesso de calmantes, bebidas... 

Dirija o seu dia, tenha um planejamento, tenha uma direção. 

O que vai dar para fazer hoje? 
Onde você quer chegar? 
Do que dá para escapar e o que você mesmo tem que fazer?
 O que dá para delegar para os outros?

 Tem um monte de gente querendo trabalhar ou ajudar e você quer resolver o mundo sozinho? 

Pare de andar com esse celular no trânsito, ficar feito besta falando na rua, achando que vai ganhar o dia discutindo "a coisa nenhuma que leva ao lugar nenhum". 

Agende-se, planeje-se, crie laços firmes com o planeta Terra e seus objetivos, afinal de contas, até para ser feliz é preciso ter tempo, não é verdade? 

Fique com a paz 
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Paulo Roberto Gaefke