Atualizado diariamente a partir das 00h00. "Mudar de atitude, ainda é a melhor forma de pedir perdão."
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Tente
Educar o pensamento.
Todo maledicente torna-se algoz de si mesmo.
Lembre-se de que o Espírito é o ser.
Todavia, a estrada a percorrer somente será vencida se você inicialmente
buscar conhecer-se.
Descubra no sofrimento a excelência da paz e
desperte para o dever da solidariedade humana.
A maior vitória que se pode alcançar é aquela que se consegue nos arraiais do Espírito.
Todo o Universo é um hino de exaltação à ordem.
domingo, 29 de julho de 2012
À Frente do Desespero
Dias há nos quais tens a impressão de que mesmo a luz do sol parece débil, sem que consiga fulgir nos panoramas do teu caminho. Tudo são inquietações e ansiedades que pareciam vencidas e que retornam como fantasmas ameaçadoras, gerando clima de sofrimento interior.
*
Nessas ocasiões, tudo corre mal. Acontecem insucessos imprevistos e contrariedades surgem de muitas situações que se amontoam, transformando-se em óbice cruel de difícil transposição.
Surgem aflições em família que navegava em águas de paz, repontam problemas de conjuntura grave em amigos que te buscam socorros imediatos e, como se não bastassem, a enfermidade chega e se assenhoreia da frágil esperança que, então, se faz fugidia.
*
Nessa roda-viva, gritas interiormente por paz e sentes indescritível necessidade de repouso.
A morte se te afigura uma bênção capaz de liberar-te de tantas dores!...
*
Refaze, porém, a observação.
Tudo são testemunhos necessários à fortaleza espiritual, indispensáveis à fixação dos valores transcendentes.
*
Não fora isso, porém, todas essas abençoadas oportunidades de resgate, e a vida calma amolentaria o teu caráter, conspirando contra a paz porvindoura, por adiar o instante em que ela se instalaria no teu imo.
*
Quando tudo corre bem em volta de nós e de referência a nós, não nos dói a dor alheia nem nos aflige a aflição do próximo. Perdemos a percepção para as coisas sutis da vida espiritual, a mais importante, e desse modo nos desviamos da rota redentora.
*
Não te agastes, pois, com os acontecimentos afligentes que independem de ti.
*
A família segue adiante, o amor muda de domicílio, a doença desaparece, a contrariedade se dilui, a agressão desiste, a inquietude se acalma se souberes permanecer sereno ante toda dor que te chegue, enquanto no círculo de fé sublimas aspirações e retificas conceitos.
*
Continua fiel no posto, operário anônimo do bem de todos, e espera.
*
Os ingratos que se acreditaram capazes de te esquecer lembrar-se-ão e possivelmente volverão:
os amigos que te deixaram, os amores que te não corresponderam, aqueles que te não quiseram compreender, quantos zombaram da tua fraqueza e ridicularizaram tua dor envolta nos tecidos da humildade, os que investiram contra os teu anelos voltarão, tornarão sim, pois ninguém atinge a plenitude da montanha sem a vitória pelo vale que necessita vencido.
*
Tem calma! Silencia a revolta!
*
Refugia-te na palavra clarificadora do Evangelho Consolador e enxuga tuas lágrimas com as suas lições. Dos seus textos extrai o licor da vitalidade e tece com as mãos da esperança a grinalda da paz para o coração lanhado e sofrido.
*
Se conseguires afogar todas as penas na oração de refazimento, sairás do colóquio da prece restaurado, e descobrirás que, apesar de tudo acontecer em tais dias , Jesus luze intimamente nas províncias do teu espírito. Poderás, então, confiar e seguir firme, certo da perene vitória do Amor.
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quinta-feira, 26 de julho de 2012
Onde estão nossos Amores
Quando as sombras da morte
arrebatam nossos amores, um punhal se crava em nosso coração.
A dor moral é tamanha, a sensação
de perda é tão grande que o corpo inteiro se retesa e sente dores.
À medida que os dias se sucedem e
as horas avançam, tristonhas, acumulando dias, a ausência da presença amada
mais se faz dolorida.
Então, revolvemos nossas
lembranças e no Banco de Dados da nossa memória, vamos recordar dos momentos
felizes que juntos desfrutamos.
Recordamos das viagens, das
pequenas coisas do dia a dia, dos aniversários, das tolices.
E até das rusgas, dos pequenos
embates verbais que, por convivermos tão próximos, aconteceram, ao longo dos
anos.
Se o ser amado é um filho, ficamos
a rememorar os primeiros passos, as palavras iniciais, os balbucios. E a noite
da saudade vai se povoando de cenas que tornamos a viver e a sentir.
Recordamos o dia da formatura, as
festas com os amigos, as ansiedades antes das entrevistas do primeiro emprego.
Tantas coisas a rememorar...
Acionamos as nossas recordações
e, como um filme, as cenas vão ali se sucedendo, uma a uma, enquanto a vertente
das lágrimas extravasa dos nossos olhos.
Se se trata do cônjuge, vêm-nos à
lembrança os dias do namoro, os tantos beijos roubados aqui e ali, as mãos
entrelaçadas, os mil gestos da intimidade...
Na tela mental, refazemos passos,
atitudes, momentos de alegria e de tristeza, juntos vividos e vencidos.
Pais, irmãos, amigos, colegas. A
cada partida, na estatística de nossa saudade, acrescentamos mais um item.
E tudo nos parece difícil,
pesado. A vida se torna mais complexa sem aqueles que amamos e que se
constituíam na alegria de nossos dias.
Vestimo-nos de tristeza e
desaceleramos o passo da própria existência.
Como encontrar motivação para a
continuidade das lutas, se o amor partiu?
Como prosseguir caminhando pelas
vias da solidão e da saudade?
* * *
Nossos amores vivem e nos veem,
nos visitam. Não estão mortos, apenas retiraram a vestimenta a que nos
habituáramos a vê-los.
Substituíram as vestes pesadas
por outras diáfanas, vaporosas. Mas continuam conosco.
Por isso, não contribuamos para a
sua tristeza, ficando tristes.
Eles, que nos amaram, continuam a
nos amar com a mesma intensidade e nos desejam felizes.
Por isso nos visitam nas asas do
sonho, enquanto o sono nos recupera as forças físicas.
Por isso nos abraçam nos dias
festivos. Transmitem-nos a sua ternura, com seus beijos de amor.
Sim, eles nos visitam. Eles nos
acompanham a trajetória e certamente sofrem com nossa inconformação, nosso
desespero.
Eles estão libertos da carne
porque já cumpriram a parte que lhes estava destinada na Terra: crianças,
jovens, adultos ou idosos.
Cada qual tem seu tempo,
determinado pelas sábias Leis Divinas.
* * *
Quando as dores da ausência se
fizerem mais intensas, ora e pede a Deus por ti e por teus amores que partiram.
E Deus, que é o amor por
excelência, te permitirá o reencontro pelos fios do pensamento, pelas
filigranas da prece, na intimidade da tua mente e do teu coração.
Utiliza essa possibilidade e vive
os anos que ainda te faltam, com nobreza, sobre a Terra.
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Redação do Momento Espírita
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quarta-feira, 25 de julho de 2012
O Comportamento
Se estamos falando aos jovens, não devemos esquecer-nos de dizer alguma coisa sobre o seu comportamento mais diretamente, pois, a educação abre inúmeros caminhos, ampliando a compreensão e valorizando a conduta.
Diante dessas coisas que mencionamos, as outras aparecerão, como por encanto, em tua cabeça, aflorando em tua vida, e aí é que o Amor se tornará uma flor, em teu coração, acostumado a proceder bem. Tornar-te-ás condicionado, na divina operação do Bem e da Caridade, em teu mundo interno, onde o sol nascerá, fazendo compreender que Cristo está em nós, pelo poder de Deus.
Nós estamos te falando tudo isso, porque desejamos que compreendas a verdade das vidas sucessivas, coluna mestra que nos mostra a justiça de Deus. A Doutrina Espírita tem a função de fazer o inventário da morte, porque a morte já morreu, e transformou-se em vida. Os teus pertences são a vida.
A boa conduta do homem torná-lo-á imune a muitas enfermidades. No futuro, a Ciência vai comprovar essa verdade, preocupando-se mais com as mudanças dos pensamentos das criaturas e com o comportamento de cada ser, do que, mesmo, com os remédios. Quando precisar de um medicamento, o homem usará, primeiramente, a palavra educada e instruída, predispondo o necessitado para a harmonia mental e o bem estar físico.
Scheilla
João Nunes Maia
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