Atualizado diariamente a partir das 00h00. "Mudar de atitude, ainda é a melhor forma de pedir perdão."
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Melhor tranquilizante
Não são os problemas da vida em si que nos agravam a tensão nervosa. São as questões-satélites que nascem de nossas dificuldades para aceitá-los.
Quantas vezes, pervagamos na Terra, sofrendo emoções desequilibradas, diante de companheiros queridos que não desejam, por agora, o nosso modo de ser? E em quantas outras nos atormentamos inutilmente, perante obstáculos complexos que claramente não nos será possível liquidar em apenas um dia?
Entretanto, observemos:
enfermidades aparecerão sempre no mundo, pedindo tratamento e não inconformidade para as melhoras precisas;
entes amados em luta são telas de rotina, solicitando entendimento e não atitudes condenatórias para alcançarem o reequilíbrio;
erros nossos e faltas alheias fazem parte do nosso aprendizado na escola da experiência, exigindo calma e não censura para serem retificados;
tentações são inevitáveis, em todos os sentidos, nos climas de atividade indispensáveis à nossa formação de resistência, reclamando serenidade e não agitação para serem extintas.
Em todas as situações aflitivas, use a prece como sendo o nosso melhor tranquilizante no campo do espírito.
E quando problemas apareçam, não se deixe arrastar nas labaredas da angústia.
Você pode ficar em paz.
Para isso, basta que você trabalhe e deixe Deus decidir.
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ANDRÉ LUIZ
Chico Xavier
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terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Felicidade Difícil
O perdão autêntico é semelhante a uma luz que se acende no escuro da imcompreensão e da intolerância, descortinando novos caminhos na construção da paz e da alegria.
Herança de amor que o Mestre nos legou, o perdão desarma todas as investidas do ódio, impedindo o avanço da violência.
Quem perdoa incondicionalmente, demonstra superioridade moral, porquanto sabe que o ofensor desconhece as consequências infelizes que o esperam.
Os que não perdoam, trazem o coração carregado de aflições e dúvidas, amarguras e temores, porque o ressentimento é um dos maiores entraves à tranquilidade da alma.
Perdoar é harmonizar-nos com a vida, permitindo que apenas o Bem nos influencie o destino.
Não tenhamos nada contra ninguém e façamos o possível para não ferir os outros.
Sejamos felizes, compreendendo e perdoando aqueles que, somente à custa de duros e repetidos reveses, aprenderão por sua vez que para quem não se dispõe a perdoar e compreender, a felicidade se lhes faz muito difícil.
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Odilon Fernandes
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Desculpas Frequentes
Quem já desenvolveu algum tipo de trabalho voluntário sabe o quanto é difícil conseguir que os companheiros persistam na tarefa e não a abandonem.
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Existem as desculpas mais frequentes para desistir-se de qualquer empreitada.
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Poderíamos relacionar as cinco mais comuns.
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Primeira: “não tenho tempo.”
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Essa é uma das frases mais ouvidas nos dias atuais.
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As pessoas correm de um lado para o outro, todos os dias.
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Dividem seu tempo entre o trabalho, o estudo, o lazer, e mais uma infinidade de atividades.
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Porém, há coisas que não valem a pena.
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Muitas vezes desperdiçamos minutos valiosos em atividades ou em programas que se revelam, mais tarde, lamentáveis equívocos.
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Então, na verdade, o que sofremos não é a “falta de tempo”, mas sim a dificuldade de priorizar tarefas e de utilizar de modo razoável e útil as horas de que dispomos.
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Segunda: “não sei fazer.”
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Há pessoas que não sabem realizar determinadas tarefas e não têm o menor interesse em aprende-las.
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Há quem diga: “não sei e tenho raiva de quem sabe.”
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Em outras palavras, não querem a responsabilidade de saber para se esconder na ignorância e na incapacidade voluntária de realizar qualquer atividade diferente.
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Trata-se de uma omissão deliberada, negando-se a buscar um objetivo nobre.
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Na visão evangélica, são pessoas que “enterram seus talentos” e que nada produzem de bom.
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Terceira: “não tenho saúde.”
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Pequenas indisposições costumam servir de desculpas para o afastamento das mais singelas atividades.
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Porém, não são suficientemente graves para impedir que a mesma pessoa deixe de buscar prazeres e lazeres dos mais variados, na mesma ocasião.
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Ou seja: só não se está bem o suficiente para trabalhar, porque não há motivos reais para recusar as ofertas fúteis e vazias do mundo.
Quarta: “tenho medo.”
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Nessa situação, a frase mais comum é: “quem sou eu para fazer isso?”
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Mais do que falsa modéstia, a pessoa que costuma valer-se de tal argumento, na verdade, quer eximir-se de novas atribuições.
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É muito cômodo alegar o receio de errar.
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Ora, não podemos esquecer que só erra quem faz.
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Aquele que nada realiza equivoca-se apenas por omitir-se, por deixar de realizar.
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No entanto, é melhor correr o risco de errar, produzindo algo de bom, do que simplesmente lavar as mãos e não errar nunca, mas também nada fazer.
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Quinta: “outra pessoa vai fazer isso.”
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Muitos cruzam os braços na certeza de que a tarefa será levada a cabo por outras pessoas.
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Na verdade, boa parte das tarefas efetivamente poderá ser realizada sem o auxílio, sem a participação daqueles.
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No entanto, sendo cada pessoa única, o resultado que se obtém em cada obra pode ser diferente.
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Além disso, na maioria das vezes, a tarefa não precisa deles, mais sim são eles próprios que precisam dessa oportunidade para aprender e para se desenvolver.
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Pense nisso!
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O trabalho no bem é uma oportunidade abençoada que não deve jamais ser retardada ou abandonada, sob pena de prejudicar a evolução do próprio trabalhador envolvido.
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Evite desculpas vãs.
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Busque o trabalho, realize e cresça.
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Desculpas Frequentes
domingo, 2 de dezembro de 2012
Senda Evolutiva
Nada evolui sem trabalho.
O aperfeiçoamento íntimo se fundamenta no cumprimento das obrigações de cada dia.
Sem esforço e sacrifício, ninguém galga os degraus da escada que conduz a Deus.
Amar o próximo, amparar os frágeis, esclarecer e despertar consciências, repartir o pão com os famintos, perdoar sempre, estender as mãos aos sofredores, perseverar no bem, buscar a Verdade que existe em todas as coisas, lutar contra as próprias deficiências, constituem abençoados estágios da estrada estreita, aquela mesma que o Cristo nos ensina a trilhar.
Como adentrar os domínios da luz permanecendo nas sombras?
De que forma abrir os braços ao mundo, sendo egoísta?
A Mensagem do Evangelho é libertadora.
A dor que nos visita pode ser a mensageira da paz.
Quem desertar do aprendizado, marcará estaca zero na senda evolutiva.
O que nos compete realizar, ninguém poderá fazê-lo por nós.
Cada qual deve vivenciar as suas experiências pessoais, adquirindo discernimento e maturando-se interiormente, até que possa afirmar como o inolvidável Apóstolo:
“Não sou eu mais quem vive; é o Cristo que vive em mim”.
sábado, 1 de dezembro de 2012
Que pedes?
Que pedes à vida, amigo?
Os ambiciosos reclamam reservas de milhões.
Os egoístas exigem todas as satisfações para si somente.
Os arbitrários solicitam atenção exclusiva aos caprichos que lhes são próprios.
Os vaidosos reclamam louvores.
Os invejosos exigem compensações que lhes não cabem.
Os despeitados solicitam considerações indébitas.
Os ociosos pedem prosperidade sem esforço.
Os tolos reclamam divertimentos sem preocupação de serviço.
Os tolos reclamam divertimentos sem preocupação de serviço.
Os revoltados reclamam direitos sem deveres.
Os extravagantes exigem saúde sem cuidados.
Os extravagantes exigem saúde sem cuidados.
Os impacientes aguardam realizações sem bases.
Os insaciáveis pedem todos os bens, olvidando as necessidades dos outros.
Essencialmente considerando, porém, tudo isto é verdadeira loucura, tudo fantasia do coração que se atirou exclusivamente à posse efêmera das coisas mutáveis.
Vigia, assim, cautelosamente, o plano de teus desejos.
Que pedes à vida?
Não te esqueças de que, talvez nesta noite, pedirá o Senhor a tua alma.
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Emmanuel
Chico Xavier
Chico Xavier
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