Atualizado diariamente a partir das 00h00. "Mudar de atitude, ainda é a melhor forma de pedir perdão."
domingo, 27 de novembro de 2016
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Todos nós
Da beneficência somos todos necessitados.
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Os mais fortes requisitam apoio, a fim de que se lhes acentue a resistência.
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Os mais fracos esperam auxílio para que não desfaleçam.
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Os mais cultos precisam de esclarecimento, de modo que a vaidade não lhes ensombre a cabeça.
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Os ignorantes solicitam o amparo de quem lhes ministre a instrução.
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Os doentes aguardam a enfermagem de quem os medique.
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Os sãos reclamam o concurso de quem lhes recorde o cuidado preciso para que não adoeçam.
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A solidariedade é lei da vida.
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Por isso mesmo, a nosso ver, a caridade não é somente uma virtude simples, mas também uma instituição universal.
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Os mais fortes requisitam apoio, a fim de que se lhes acentue a resistência.
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Os mais fracos esperam auxílio para que não desfaleçam.
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Os mais cultos precisam de esclarecimento, de modo que a vaidade não lhes ensombre a cabeça.
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Os ignorantes solicitam o amparo de quem lhes ministre a instrução.
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Os doentes aguardam a enfermagem de quem os medique.
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Os sãos reclamam o concurso de quem lhes recorde o cuidado preciso para que não adoeçam.
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A solidariedade é lei da vida.
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Por isso mesmo, a nosso ver, a caridade não é somente uma virtude simples, mas também uma instituição universal.
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Emmanuel
Chico Xavier
Obra: Luz e vida
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Eurípedes e Jesus
No livro “A Vida Escreve”, escrito através da psicografia de Chico Xavier, o espírito Hilário Silva dá-nos a conhecer o episódio mais sublime da sua vida:
Uma noite, após adormecer, Eurípedes desdobrou-se espontaneamente e sentiu-se a subir, a subir, a subir, notando uma atmosfera cada vez mais límpida e tênue.
Viu-se então numa paisagem linda e, olhando à sua volta, reparou que, ao longe, havia alguém sentado que parecia meditar.
Aproximou-se, viu que era Jesus, e que estava a chorar.
Perguntou-Lhe então porque o fazia, e o Senhor disse-lhe que era por causa daqueles que conheciam o Evangelho, mas que não o praticavam.
Desde essa noite e até ao fim da sua vida, nunca mais deixou de trabalhar com Jesus.
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Eurípedes e Jesus
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
Amor e perdão
Verdadeiramente amar é nunca ter que perdoar, pois quem ama não se sente agredido por qualquer atitude do outro. O amor, dessa forma, perdoa sempre, compreendendo o nível de evolução do outro.
As agressões que porventura recebamos daqueles a quem mais dedicamos amor e que nos ferem a alma, são oportunidades de testar o nosso sentimento, conhecendo-lhe a natureza. Perdoar não é esquecer por esquecer. É compreender e colocar-se no lugar do outro.
O amor para existir, diante da agressão a nós por parte de alguém que amamos, deve, antes de tudo, compreender, isto é, colocar-se também como alguém que poderia, nas mesmas circunstâncias, cometer o mesmo equívoco.
Ser perdoado, diante de nossas faltas para com o próximo, sem que ele nada exija, é oportunidade de aprender com o outro, como amar e viver em paz consigo mesmo.
A indignação é sentimento que, às vezes, se torna necessário diante da atitude descabida de alguém. Tal indignação não deve assumir, porém, o caráter da agressão nem do revide, devendo portanto ser manifestada para que o outro perceba as consequências de seus atos.
Às vezes, por gostar de alguém de forma exagerada, perdoamos suas atitudes inadequadas para conosco e com outros, confundindo os sentimentos e desculpando quando cabia a repreensão necessária.
Perdão não significa conivência com o mal. Atitudes como essas, isto é, perdoar e desculpar sem limites, incita o outro à prática do mesmo ato reprovável. Isto não é amor, mas, submissão.
O exercício do perdão leva-nos à compreensão da qualidade do sentimento que temos para com alguém.
Quem perdoa está a um passo do amor ao outro.
Sua constância levará o indivíduo ao caminho da compreensão dos atos humanos e das relações interpessoais.
Nos processos obsessivos, onde os sentimentos se encontram desestabilizados, o perdão é instrumento fundamental àqueles que ainda não sentiram o amor em seus corações.
O perdão da vítima ao algoz, coloca-os em condições de compartilharem os sentimentos nobres do amor fraternal.
Se alguém se interpõe em nosso caminho exigindonos atitudes contra nossa vontade, o melhor a fazer é seguir adiante, sem sintonizar com imposições descabidas.
O amor nos coloca entre aqueles aos quais cabe perdoar.
O componente da família que conosco se relaciona e com o qual não temos afinidade ou mesmo que sentimos certa aversão, é sempre alguém a quem temos que perdoar e amar em nosso próprio benefício.
Sua presença em nossa vida é oportunidade de aprendizagem do amor e do perdão.
As atitudes de alguém, que nos merece o perdão, quando não nos sentimos inclinados a dá-lo, se reinterpretadas, nos ensinarão sobre nossas responsabilidades em suas causas.
Amar é atitude que nos ensina a perdoar a nós próprios. Não nos culpemos em demasia.
Assumamos as responsabilidades sobre nossos atos, sem receio dos processos educativos que enfrentaremos. Antes do efeito que sucede à causa, há a misericórdia divina em favor de todos nós.
Ela é o amor de Deus intercedendo em nosso favor.
A compreensão dos atos humanos requer percepção de nós mesmos. Nada nem ninguém age fora dos limites de Deus. Ele é amor para sempre. Perdoar setenta vezes sete vezes cada tipo de falta cometida é exercício para a instalação do amor em definitivo em nós.
Necessitar do perdão divino para nossas faltas é assumir antecipadamente a culpa. O perdão esperado é alcançado com o trabalho redentor em favor de si mesmo e da vida, amando sempre e construindo um mundo melhor.
O Cristo ensinou-nos o perdão ao compreender a atitude de quem O traiu, amparando-O e auxiliando para Seu soerguimento na Vida Maior.
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terça-feira, 22 de novembro de 2016
EXISTÊNCIA DE DEUS
Conta-se que um velho árabe analfabeto orava com tanto fervor e com tanto carinho, cada noite, que, certa vez, o rico chefe de grande caravana chamou-o à sua presença e lhe perguntou:
- Por que oras com tanta fé? Como sabes que Deus existe, quando nem ao menos sabes ler?
O crente fiel respondeu:
- Grande senhor, conheço a existência de Nosso Pai Celeste pelos sinais dele.
- Como assim? - indagou o chefe, admirado.
O servo humilde explicou-se:
- Quando o senhor recebe uma carta de pessoa ausente, como reconhece quem a escreveu?
- Pela letra.
- Quando o senhor recebe uma joia, como é que se informa quanto ao autor dela?
- Pela marca do ourives.
O empregado sorriu e acrescentou:
- Quando ouve passos de animais, ao redor da tenda, como sabe, depois, se foi um carneiro, um cavalo ou um boi?
- Pelos rastos - respondeu o chefe, surpreendido.
Então, o velho crente convidou-o para fora da barraca e, mostrando-lhe o céu, onde a Lua brilhava, cercada por multidões de estrelas, exclamou, respeitoso:
- Senhor, aqueles sinais, lá em cima, não podem ser dos homens!
Nesse momento, o orgulhoso caravaneiro, de olhos lacrimosos, ajoelhou-se na areia e começou a orar também.
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Meimei
Francisco Cândido Xavier
Obra: Pai nosso
Meimei
Francisco Cândido Xavier
Obra: Pai nosso
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segunda-feira, 21 de novembro de 2016
DÍVIDA
"Digo-te que não sairás dali, enquanto não pagares o último centavo."
- Lucas, cap.12 - v. 59
Raros são os homens que, realmente, se sentem em dívida de gratidão com a Vida.
- Lucas, cap.12 - v. 59
Raros são os homens que, realmente, se sentem em dívida de gratidão com a Vida.
Quase todos pensam em dela extrair o máximo e não em algo acrescentar ao seu divino patrimônio.
Vejamos o que, por exemplo, vem ocorrendo com a Terra, que o homem esgota em todos os seus recursos.
Por ambição e descaso, a continuar assim, dentro em pouco, o palacete terrestre estará transformado em ruínas...
Espécies animais se encontram em extinção, córregos e riachos desaparecem, florestas inteiras foram dizimadas, glebas outrora férteis padecem erosão...
A responsabilidade do homem não é somente para com o próximo, mas também para com a casa planetária que habita. Perante a Lei Divina, ele igualmente há de responder pela agressão que vem fazendo à Natureza. E a consciência há de lhe pedir contas por uma única árvore que decepar sem necessidade...
O homem da atualidade vem comprometendo as futuras gerações, esquecido de que ele mesmo, na condição de filho de seu filho, haverá de voltar ao mundo para amargar as consequências de sua incúria.
Do reino mineral à espécie humana, quem desrespeita a Criação em um só dos seres e das coisas criadas por Deus não viverá em paz, enquanto não devolver à economia da Vida o derradeiro centavo que lhe deve.
Talvez seja pela sua falta de reverência à Natureza, a começar do jardim de sua casa, ou do pobre animal abandonado com cuja fome não se importa, ou, ainda, da poluição que, irresponsável, fomenta, é que muita gente não saiba o que é ter paz no coração.
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