“E disse-lhes: Por que estais dormindo? Levantai-vos e orai, para que não entreis em tentação.” — (LUCAS, 22.46)
Nos ensinos fundamentais de Jesus, é imperioso evitar as situações acomodatícias, em detrimento das atividades do bem.
O Evangelho de Lucas, nesta passagem, conta que os discípulos “dormiam de tristeza”, enquanto o Mestre orava fervorosamente no Horto. Vê-se, pois, que o Senhor não justificou nem mesmo a inatividade oriunda do choque ante as grandes dores.
O aprendiz figurará o mundo como sendo o campo de trabalho do Reino, onde se esforçará, operoso e vigilante, compreendendo que o Cristo prossegue em serviço redentor para o resgate total das criaturas.
Recordando a prece em Getsêmani, somos obrigados a lembrar que inúmeras comunidades de alicerces cristãos permanecem dormindo nas convivências pessoais, nos mesquinhos interesses, nas vaidades efêmeras. Falam do Cristo, referem-se à sua imperecível exemplificação, como se fossem sonâmbulos, inconscientes do que dizem e do que fazem, para despertarem tão só no instante da morte corporal, em soluços tardios.
Ouçamos a interrogação do Salvador e busquemos a edificação e o trabalho, onde não existem lugares vagos para o que seja inútil e ruinoso à consciência.
Quanto a ti, que ainda te encontras na carne, não durmas em espírito, desatendendo aos interesses do Redentor.
Levanta-te e esforça-te, porque é no sono da alma que se encontram as mais perigosas tentações, através de pesadelos ou fantasias.
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Emmanuel
Chico Xavier
Obra: Caminho, Verdade e Vida
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ABRIL
Eu vi um passarinho aprendendo a voar. Seus primeiros esforços foram muito fracos. Mas, à medida que ele usava mais e mais as suas asas, estas se fortaleciam e ficavam cada vez mais fortes, até que ele conquistou a liberdade do voo e pôde se alçar a grandes alturas e voar longas distâncias sem qualquer esforço.
Eu ouvi as palavras:
A fé surge com a prática. Viva pela fé até que ela se torne sólida e inabalável como uma rocha e lhe proporcione a verdadeira liberdade do Espírito.
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01 de abril
A primavera desabrocha em total perfeição.
Esta é a primavera da Nova Era que também está desabrochando perfeitamente. Você é parte dela e ela lhe traz nova vida.
Com ela vem a gloriosa sensação de liberdade e abandono, de pôr abaixo antigas barreiras e expandir as fronteiras sem limitações.
Sinta-se crescendo e expandindo em todas as direções na expectativa que algo aconteça a qualquer momento.
Seja como um corredor na linha de partida, com os dedos dos pés prontos para se lançar à frente ao sinal do juiz.
Há tanta coisa acontecendo em todos os níveis neste momento!
As mudanças estão surgindo e você é parte delas, portanto flua com elas.
Esteja disposto a mudar, e a mudar depressa se for necessário.
Não hesite, nem se atrase.
Acerte o passo com tudo que está acontecendo, com absoluta fé e confiança.
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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:
Esquecimento do passado
Em vão se objeta que o esquecimento constitui obstáculo a que se possa aproveitar da experiência de vidas anteriores. Havendo Deus entendido de lançar um véu sobre o passado, é que há nisso vantagem. Com efeito, a lembrança traria gravíssimos inconvenientes. Poderia, em certos casos, humilhar-nos singularmente, ou, então, exaltar-nos o orgulho e, assim, entravar o nosso livre-arbítrio. Em todas as circunstâncias, acarretaria inevitável perturbação nas relações sociais.
Freqüentemente, o Espírito renasce no mesmo meio em que já viveu, estabelecendo de novo relações com as mesmas pessoas, a fim de reparar o mal que lhes haja feito. Se reconhecesse nelas as a quem odiara, quiçá o ódio se lhe despertaria outra vez no íntimo. De todo modo, ele se sentiria humilhado em presença daquelas a quem houvesse ofendido.
Para nos melhorarmos, outorgou-nos Deus, precisamente, o de que necessitamos e nos basta: a voz da consciência e as tendências instintivas. Priva-nos do que nos seria prejudicial.
Ao nascer, traz o homem consigo o que adquiriu, nasce qual se fez; em cada existência, tem um novo ponto de partida. Pouco lhe importa saber o que foi antes: se se vê punido, é que praticou o mal. Suas atuais tendências más indicam o que lhe resta a corrigir em si próprio e é nisso que deve concentrar-se toda a sua atenção, porquanto, daquilo de que se haja corrigido completamente, nenhum traço mais conservará. As boas resoluções que tomou são a voz da consciência, advertindo-o do que é bem e do que é mal e dando-lhe forças para resistir às tentações.
Aliás, o esquecimento ocorre apenas durante a vida corpórea. Volvendo à vida espiritual, readquire o Espírito a lembrança do passado; nada mais há, portanto, do que uma interrupção temporária, semelhante à que se dá na vida terrestre durante o sono, a qual não obsta a que, no dia seguinte, nos recordemos do que tenhamos feito na véspera e nos dias precedentes.
E não é somente após a morte que o Espírito recobra a lembrança dó passado. Pode dizer-se que jamais a perde, pois que, como a experiência o demonstra, mesmo encarnado, adormecido o corpo, ocasião em que goza de certa liberdade, o Espírito tem consciência de seus atos anteriores; sabe por que sofre e que sofre com justiça. A lembrança unicamente se apaga no curso da vida exterior, da vida de relação. Mas, na falta de uma recordação exata, que lhe poderia ser penosa e prejudicá-lo nas suas relações sociais, forças novas haure ele nesses instantes de emancipação da alma, se os sabe aproveitar.
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(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. V, item 11.)
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LIVRE-ARBÍTRIO
"Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me." - Marcos, cap. 8 v. 34
Nesta passagem, Jesus enfatiza a importância do livre-arbítrio com que somos todos aquinhoados.
A faculdade de escolha entre o bem e o mal nos pertence, como igualmente nos pertence a inteira responsabilidade da opção efetuada.
O Mestre, hora alguma, nos engana com falsas promessas. Em mais de uma oportunidade, enfatiza que tomar a iniciativa de acompanhá-lo não é fácil.
O crente que, de livre e espontânea vontade, desejar segui-lo, está avisado dos procedimentos básicos para tal: negar a si mesmo e tomar a sua cruz!
Negar a si mesmo significa renunciar ao personalismo; tomar a sua cruz subentende arcar com as
inevitáveis consequências da ousadia...
Ele não nos traça nenhuma outra condição, nem efetua qualquer espécie de exigência.
O problema de seguir o Cristo diz respeito unicamente a nós, nos embaraços que possamos ocasionar
a nós mesmos, com o nosso exagerado apego às facilidades que nos habituamos a usufruir.
Quem se propõe ir com Ele não tem, pois, o direito de se queixar do caminho acidentado que decide percorrer...
E mais: nenhum homem ignora para onde se dirige o Cristo, na escalada do monte dos mais ásperos
testemunhos !
- "Se alguém quer" - advertiu-nos -, o caminho é por aqui...
- "... e siga-me." Quer dizer: não faça perguntas e nem espere explicações !
Portanto, não se compreende o cristão que, por exemplo, se mostra desapontado ou, inclusive,
tendente a perder a fé, porque, na decisão que tomou de seguir o Cristo, em vez de aplausos,
esteja recebendo pedradas.
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(Obra: Saúde Mental À Luz do Evangelho - Carlos A.Baccelli/Inácio Ferreira)
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Gratidão 🙏
ResponderExcluir🌹🌹🌹
ResponderExcluirMuito bom 🙌🏼
ResponderExcluirObrigada!
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