quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Decálogo do Bom Ânimo



1 – Dificuldades?
 Não perca tempo, lamuriando. Trabalhe.
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2 – Críticas? 
Nunca aborrecer-se com elas. Aproveite-as no que mostrem de útil.
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3 – Incompreensões? 
Não busque torna-las maiores, através de exigências e queixas. Facilite o caminho.
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4 – Intrigas? 
Não lhes estenda a sombra. Faça alguma luz com o óleo da caridade.
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5 – Perseguições? 
Jamais revidá-las. Perdoe esquecendo.
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6 – Calúnias? 
Nunca enfurecer-se contra as arremetidas do mal. Sirva sempre.
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7 – Tristezas? 
Afaste-se de qualquer disposição ao desânimo. Ore abraçando os próprios deveres.
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8 – Desilusões?
 Por que debitar aos outros a conta de nossos erros? Caminhe para frente, dando ao mundo e à vida o melhor ao seu alcance.
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9 – Doenças?
 Evite a irritação e a inconformidade. Raciocine nos benefícios que os sofrimentos do corpo passageiro trazem à alma eterna.
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10 – Fracassos? 
Não acredite em derrotas. Lembre-se de que, pela bênção de Deus, você está agora em seu melhor tempo, — o tempo de hoje, — no qual você pode sorrir e recomeçar, renovar e servir, em meio de recursos imensos.
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André Luiz
Francisco Cândido Xavier







terça-feira, 27 de novembro de 2012

Obreiro sem Fé




Em todos os lugares, vemos o obreiro sem fé, espalhando inquietação e desânimo.

Devota-se a determinado empreendimento de caridade e abandona-o, de início, murmurando:
 - "Para quê? O mundo não presta."

Compromete-se em deveres comuns e, sem qualquer mostra de persistência, se faz de missionário de obrigações edificantes, alegando:
 - "Não nasci para o servilismo desonroso."

Aproxima-se da fé religiosa, para desfrutar-lhe os benefícios, entretanto, logo após, relega-a ao esquecimento, asseverando:
 - "Tudo isto é mentira e complicação."

Se convidado à posição de evidência, repete o velho estribilho:
 - "Não mereço! Sou indigno!. . ."

Se trazido a testemunhos de humildade, afirma sob manifesta revolta: 
- "Quem me ofende assim?"

E transita de situação em situação, entre a lamúria e a indisciplina, com largo tempo para sentir-se perseguido e desconsiderado.

Em toda parte, é o trabalhador que se responsabilizou ou o aluno que estuda continuadamente, sem jamais aprender a lição.

Não te concentres na fé sem obras, que constitui embriaguez perigosa da alma, todavia, não te consagres à ação, sem fé no Poder Divino e em teu próprio esforço.

O servidor que confia na Lei da Vida reconhece que todos os patrimônios e glórias do Universo pertencem a Deus. 
Em vista disso, passa no mundo, sob a luz do entusiasmo e da ação no Bem incessante, completando as pequenas e grandes tarefas que lhe competem, sem enamorar-se de si mesmo na vaidade e sem escravizar-se às criações de que terá sido venturoso instrumento.

Revelemos a nossa fé, através das nossas obras na felicidade comum e o Senhor conferirá à nossa vida o indefinível acréscimo de amor e sabedoria, de beleza e poder.
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 Emmanuel
Chico Xavier





segunda-feira, 26 de novembro de 2012

O encontro entre Madre Teresa e Princesa Diana no plano espiritual


Certo dia, a princesa Diana vai procurar madre Teresa de Calcutá, abrindo-lhe o coração. Falou-lhe de suas angústias, do vazio que sentia em seu íntimo, muito embora, a sua, fosse uma vida de glamour. E confessou-lhe o desejo de fazer parte de sua ordem religiosa.

A madre comoveu-se ante o relato, cheio de ternura e confiança, e viu muita doçura e bondade na alma daquela mulher simples, porém muita rica e famosa. E, com grande carinho, buscou orientar-lhe. Disse-lhe que ela era uma princesa e, como tal, não poderia pertencer à sua ordem religiosa, de extrema pobreza. Então, a madre lhe disse:

- Diana, você pode doar esse amor às crianças indefesas. Na sua posição, você pode auxiliar muitas delas, que sofrem... A caridade pode ser exercida em qualquer lugar onde nos encontremos...

A princesa voltou para o seu palácio e daí em diante, dedicou-se a visitar crianças vítimas da aids, essa enfermidade tão cruel, e auxiliou, com enorme carinho, crianças mutiladas pelas minas das guerras... Desde então, encontrou a alegria de ser útil, o prazer de servir.

Madre Teresa tudo acompanhava pelos informes da TV, da imprensa. E, entre aquelas duas mulheres, elos de amor passaram a existir.

O tempo correu. Alguns meses depois, a princesa, amiga dos sofredores, a rosa da Inglaterra, como era conhecida mundialmente, veio a desencarnar num acidente que chocou a todos.

A madre, muito abalada, ao saber do fato, apressou-se a tomar providências e a cancelar compromissos, a fim de comparecer ao funeral, dias depois.

Algo, porém, alterou-lhe os planos. Sua saúde, muito instável. levou-a à cama. Alguns dias se passaram, e madre Teresa veio também a falecer.

Joanna de Ângelis nos contou, então o suceder dos acontecimentos, do "outro lado"...

Madre Teresa foi recebida numa festa de luz, sob a carinhosa assistência de Teresa de Lisieux, a Santa Terezinha do Menino Jesus, como é adorada na Igreja Católica. Permaneceu consciente de seu processo desencarnatório, na paz de consciência que sua vida honrada lhe fizera merecer. E é então que ela pergunta à religiosa que lhe recebera, onde estava Diana. E Teresa de Lisieux lhe conta que a princesa, devido ao choque causado pelo acidente, estava dormindo, ainda em refazimento e recuperação.

Madre Teresa de Calcutá vela pela princesa, faz-lhe companhia, ora por sua harmonização. E, no momento de despertar, quando Diana abre os olhos diante da vida espiritual e reconhece a grandeza do amor de Deus, eis que ela revê a madre, a religiosa afetuosa e amiga que, com extremado amor, lhe diz:

- Agora, minha filha, você está pronta para ser aceita na minha ordem. Iremos trabalhar juntas, com a bênção do Senhor.

-Nós, que sabemos como o mundo espiritual é fascinante, diz Divaldo, imaginemos o júbilo desse encontro!
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Relato de Divaldo Pereira Franco

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outros-temas/o-encontro-entre-madre-teresa-e-princesa-diana-no-plano-espiritual/#ixzz2DLeS9ORA

Auto-Encontro



Se de fato andas pela conquista da felicidade, tenta o auto-encontro. 

Utilizando-te da meditação prolongada, penetrar-te-ás, descobrindo o teu ser real, imortal, que aguarda ensejo de desdobramento e realização. 
Certamente, os primeiros tentames não te concederão resultados apreciáveis. 

Perceberás que a fixação da mente na interiorização será interrompida, inúmeras vezes, pelas distrações habituais do intelecto e da falta de harmonia. 
Desacostumado a uma imersão, a tua tentativa se fará prejudicada pela irrupção das ideias arquivadas no inconsciente, determinantes de tua conduta inquieta, irregular, conflitiva. 

A mudança de hábito necessita de novo condicionamento, a fim de mergulhares nesse oceano tumultuado, atingindo-lhe o limite que concede acesso às praias da harmonia, do autodescobrimento, da realização interior.


Nessa façanha verás o desmoronar de muitas e vazias ambições, que cultivas por ignorância ou má educação; 
o soçobrar de inúmeros engodos;
 o desaparecer de incontáveis conflitos que te aturdem e devastam. 
Amadurecerás lentamente e te acalmarás, não te deixando mais abater pelo desânimo, nem exaltar pelo entusiasmo dos outros. 

Ficarás imune à tentação do orgulho e à pedrada da inveja, à incompreensão gratuita e à inimizade perseguidora, porque somente darás atenção à necessidade de valorização do ser profundo e indestrutível que és.


Terminarás por te venceres, e essa será a tua mais admirável vitória.

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Joanna de Ângelis






domingo, 25 de novembro de 2012

Céu e Inferno Íntimos





Conta-se que, um dia, um samurai grande e forte, conhecido pela sua índole violenta, foi procurar um sábio monge, em busca de respostas para suas dúvidas.

Monge, disse o samurai, com desejo sincero de aprender, ensina-me sobre o céu e o inferno.

O monge, de pequena estatura e muito franzino, olhou para o bravo guerreiro e, simulando desprezo, lhe disse:

- Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma, você está imundo. Seu mau cheiro é insuportável.Ademais, a lâmina da sua espada está enferrujada. Você é uma vergonha para a sua classe.

O samurai ficou enfurecido. O sangue lhe subiu ao rosto e ele não conseguiu dizer nenhuma palavra, tamanha era sua raiva.

Empunhou a espada, ergueu-a sobre a cabeça e se preparou para decapitar o monge.

Aí começa o inferno, disse-lhe o sábio mansamente.

O samurai ficou imóvel. A sabedoria daquele pequeno homem o impressionara. Afinal, arriscou a própria vida para lhe ensinar sobre o inferno.

O bravo guerreiro abaixou lentamente a espada e agradeceu ao monge pelo valioso ensinamento.

O velho sábio continuou em silêncio.

Passado algum tempo o samurai, já com a intimidade pacificada, pediu humildemente ao monge que lhe perdoasse o gesto infeliz.

Percebendo que seu pedido era sincero, o monge lhe falou:

- Aí começa o céu.

Para nós, resta a importante lição sobre o céu e o inferno que podemos construir na própria intimidade.

Tanto o céu quanto o inferno, são estados d´alma que nós próprios elegemos no nosso dia-a-dia.

A cada instante somos convidados a tomar decisões que definirão o início do céu ou o começo do inferno.

É como se todos fôssemos portadores de uma caixa invisível, onde houvesse ferramentas e materiais de primeiros socorros.

Diante de uma situação inesperada, podemos abri-la e lançar mão de qualquer objeto do seu interior.

Assim, quando alguém nos ofende, podemos erguer o martelo da ira ou usar o bálsamo da tolerância.

Visitados pela calúnia, podemos usar o machado do revide ou a gaze da autoconfiança.

Quando a injúria bater em nossa porta, podemos usar o aguilhão da vingança ou o óleo do perdão.

Diante da enfermidade inesperada, podemos lançar mão do ácido dissolvente da revolta ou empunhar o escudo da confiança.

Ante a partida de um ente caro, nos braços da morte inevitável, podemos optar pelo punhal do desespero ou pela chave da resignação.

Enfim, surpreendidos pelas mais diversas e infelizes situações, poderemos sempre optar por abrir abismos de incompreensão ou estender a ponte do diálogo que nos possibilite uma solução feliz.

A decisão depende sempre de nós mesmos.

Somente da nossa vontade dependerá o nosso estado íntimo.

Portanto, criar céus ou infernos, portas adentro da nossa alma, é algo que ninguém poderá fazer por nós.

* * *

Sua vontade é soberana.

Sua intimidade é um santuário do qual só você possui a chave.

Preservá-la das investidas das sombras e abri-la para que o sol possa iluminá-la só depende de você.

Pense nisso!
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Redação do Momento Espírita, com base em conto popular.
Em 31.01.2010.



sábado, 24 de novembro de 2012

Amigo de Todos


Não te esqueças das pessoas que transitam em situações mais humildes e difíceis do que a tua.

Faze-te amigo delas.

É fácil desejar compartir das alegrias, dos momentos de triunfo, das situações invejáveis que os outros experimentam.

O ideal é ser companheiro de todos.

A situação financeira, o poder, a saúde e a juventude são transitórios.

Converte o teu amor na mais valiosa conquista da tua vida, repartindo-o com todos os indivíduos.
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Joanna de Ângelis





sexta-feira, 23 de novembro de 2012

A Arte de Recomeçar



Se algum projeto que elaboraste redundou em fracasso, não te aborreças, nem o abandones por isso.
O aparente fracasso é a forma pela qual a Divindade te ensina a corrigir a maneira de atuar, facultando-te repetir a experiência com mais sabedoria.

Quem se recusa a reencetar o trabalho, porque foi mal sucedido antes, não merece desfrutar o êxito dos resultados.

A arte de recomeçar é medida de engrandecimento para quem aspira mais altos cometimentos.

Ninguém logra respostas felizes, sem as tentativas de insucesso.
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Joanna de Ângelis






quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Alguém Contigo


Nunca estarás a sós.

Ante a névoa das lágrimas, quando a incompreensão de outrem te agite os sentimentos, lembra-te de alguém que sempre te oferece entendimento e conforto.

Ante a deserção de pessoas queridas, quando mais necessitavas de presença e segurança, pensa nesse Benfeitor Oculto que jamais te abandona.

Ante as ameaças do desânimo, nos obstáculos para a concretização de tuas esperanças mais belas, considera o amparo desse Amigo Certo que, em tempo algum, te recusa bom ânimo.

Ante a queda iminente na irritação, capaz de induzir-te à delinquência, refugia-te no clima desse Doador de Serenidade que te guarda o coração nas bênçãos da paz.

Ante as sugestões do desequilíbrio emotivo, suscetíveis de te impulsionarem a esquecer encargos que assumiste, reflete no Mentor Abnegado que jamais te nega defesa, para que usufruas a tranquilidade de consciência.

Ante prejuízos, muitas vezes acusados por amigos aos quais empenhaste generosidade e confiança, medita nesse Protetor Magnânimo que nunca te desampara e que promove, em teu favor, sempre que necessário, os recursos precisos à recuperação de que careças.

Ante acusações daqueles que se te fazem adversários gratuitos, amargurando-te os dias, eleva-te em pensamento ao Instrutor Infatigável que sempre te convida à tolerância e ao perdão.

Ante as crises da existência que te sugiram revolta e desespero, recorda o Mestre da Paciência que te resguarda constantemente na certeza de que não há problemas sem solução para quem trabalha e serve para o Bem sem perder a esperança.

Ante os desgostos e contratempos que te sejam impostos pelos entes amados, não te emaranhes no cipoal das afeições possessivas, refletindo no companheiro que te ama desinteressadamente
muito antes que te decidisses a conhecê-lo.

E quando perguntares quem será esse alguém que nunca te desampara e que te garante a
vida, em nome de Deus, deixa que os teus ouvidos se recolham aos recessos da própria alma
e escutarás o coração a dizer-te na intimidade da consciência que esse alguém é Jesus.
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Emmanuel
Chico Xavier




terça-feira, 20 de novembro de 2012

Cura Espiritual



"Quantas enfermidades pomposamente batizadas pela ciência médica, não passam de estados vibracionais da mente em desequilíbrio?"

No trato com as nossas doenças, além dos cuidados médicos indispensáveis à nossa cura, não nos esqueçamos também de que, quase sempre, a origem de toda enfermidade principia nos recessos do espírito.

A doença, quando se manifesta no corpo físico, já está em sua fase conclusiva, em seu ciclo derradeiro.

Ela teve início há muito tempo, provavelmente, naqueles períodos em que nos descontrolamos emocionalmente, contagiados que fomos por diversos virus potentes e conhecidos como raiva, medo, tristeza, inveja, mágoa, ódio e culpa.

Como a doença vem de dentro para fora, isto é, do espírito para a matéria, o encontro da cura, também dependerá da renovação interior do enfermo.

Não basta uma simples pintura, quando a parede apresenta trincas.

Renovar-se é o processo de consertar nossas rachaduras internas, é escolher novas respostas para velhas questões, até hoje não resolvidas.

O momento da doença é o momento do enfrentamento de nós próprios, é o momento de tirarmos o lixo que jogamos debaixo do tapete, é o ensejo de encararmos nossas paredes rachadas.

O Evangelho nos propõe tapar as trincas com a argamassa do amor e do perdão.

Nada de martírios e culpas pelo tempo em que deixamos a casa descuidada.

O momento pede responsabilidade de não mais se viver de forma tão desequilibrada.

Quem ama e perdoa vive em paz, vive sem conflitos, vive sem culpa.

Quando atingimos esse patamar de harmonia interior, nossa mente vibra nas melhores frequências do equililíbrio e da felicidade, fazendo com que a saúde do espírito se derrame por todo o corpo.

Vamos começar agora mesmo o nosso tratamento?
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EMMANUEL
Chico Xavier










segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Recurso Antisséptico


 
Sabe você que intriga e queixa, no fundo, são resíduos de doenças da alma, comparáveis a certas culturas microbianas que decorrem de infecções no corpo.
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Lamentação e pessimismo podem alastrar-se através de contágio mental.
*
Um alarme falso assemelha-se ao estopim curto que suscita a explosão da calamidade,
capaz de ocasionar a morte e a dilapidação física de muitas pessoas;
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A frase cochichada em que se expressam a leviandade e a maledicência, ao arrastar-se, de casa em casa, é também suscetível de ser o veneno que arrase ou prejudique existências numerosas.
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Previna-se contra o risco, neutralizando no silêncio qualquer tóxico verbal que alguém lhe esteja administrando.
*
Nesse trabalho de imunização, comece refletindo que todos somos espíritos imortais e que, um dia, todos nos reencontraremos uns com os outros.
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Aceite os agressores por irmãos enfermos necessitados de tratamento espiritual no pronto-socorro da oração.
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Compreenda que nós todos, os espíritos ainda vinculados à evolução terrestre, somos igualmente passíveis de erro.
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Desculpe qualquer ofensa, seja de quem for ou venha de onde vier.
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E continue trabalhando de consciência tranquila, reconhecendo o nosso dever de tolerar os comentários doentes, nas trilhas do cotidiano, com a certeza de que, no mundo, por enquanto,
as conversações infelizes fazem parte do inevitável.
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Emmanuel
Chico Xavier





domingo, 18 de novembro de 2012

Viver a Lei


A palavra de Jesus é o pão da vida, que nos alimenta, refundindo nossas energias, para que surjamos no caminho certo, a fim de alcançar a vitória sobre nós mesmos.

O ensinamento do Evangelho é abertura franca para o exercício do serviço da caridade moral, a favor de nosso próximo.

Estamos, pois, diante dos que nos buscam, como uma ponte entre a margem da dor e o planalto da esperança.

Oferecemo-nos, pois, para facilitar aos que nos buscam, a libertação de si mesmo.

Nos exemplos do Senhor da vida temos a revelação exata de como convém agir e ajustar-se diante das Leis Divinas.

Não olvidemos, pois, de nosso interesse principal de conhecer os exemplos vivenciados pelo Mestre Jesus, para que a lei se cumpra em nós e nós nos tornemos instrumento da Lei Divina, a benefício de nosso semelhante.

Quem ama, não sofre os insultos da tentação e se - num momento identifica as vozes do passado dentro de si - reage e espanta o pensamento infeliz, e parte para amparar aquele que sofre.
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Roque Jacintho



sábado, 17 de novembro de 2012

Melhorar

 
Melhore sempre suas condições pessoais, pelo trabalho e pelo estudo, a fim de que você melhore a vida, em derredor de você.
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Obrigação cumprida será sempre o nosso mais valioso seguro de proteção.
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Amplie quanto puder a sua exportação de gentileza.
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Fazer "algo mais além do próprio dever", em benefício dos outros, é criar um gerador de simpatia, em nosso auxílio.
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Esqueçamos o que não serve para o Bem, a fim de que se realize o melhor.
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Reclamar é ferir-se.
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Se você deseja vencer, aprenda a sorrir, além do cansaço.
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O grupo familiar recorda a terra que produz para nós, segundo a nossa própria plantação.
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Esperança vitoriosa é aquela que não deixa de trabalhar.
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Guarde as suas impressões infelizes para não prejudicar o caminho dos outros.
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ANDRÉ LUIZ
CHICO XAVIER





sexta-feira, 16 de novembro de 2012

No Grande Minuto




No grande minuto da experiência, disseste, desapontado:

- Só vejo o mal pelo Bem.

- Não posso mais.

- Fracassei.

Agora é parar com tudo.

- Fiz o possível.

- Não me fales mais nisso.

- Estou farto.

- Muito difícil.

- Em tudo é desilusão.

- Sofri que chega.

- Continue quem quiser.

- Ninguém me ajuda.

- Deixa- me em paz.

- Estou vencido.

- Não quero complicações.

- É problema dos outros.

- Não sou santo.

- Desisti.

- Basta de lutas.

Entretanto, sombra vencida é porta de luz maior.

Se os amigos fugiram, continua fiel ao Bem.

Se tudo é aflição em torno, não desanimes.

Se alguém te calunia, responde sempre fazendo o melhor que possas.

Se caíste, levanta- te renovado e corrige a ti mesmo.

Não existe merecimento naquilo que nada custa.

Todos nós aprendemos e trabalhamos, dias e dias, e, às vezes, por muitos anos, para vencer nesse ou naquele grande momento chamado "crise".

É a vitória na crise que nos confere mais ampla capacidade.

Se pedes roteiro para mirar, recorda o Cristo, na derrota aparente.

Humilhado e abatido, supliciado e crucificado, torna ao mundo, em Espírito, sem que ninguém lhe requeira a volta.

E, materializando-se, divino, entre os mesmos companheiros que o haviam abandonado, longe de referir-se aos remoques e tormentos da véspera, recomeça o trabalho, dizendo simplesmente:

- "A paz seja convosco."
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Emmanuel
Chico Xavier