terça-feira, 26 de maio de 2026

Sem desânimo


A dor te visitou, sem aviso prévio.

É compreensível que a emotividade te envolva, diante de acontecimentos que te atingirem no âmago do ser.

Contudo, procura raciocinar.

Lembra-te do amparo de Deus, que já te sustentou em outras situações difíceis.

Recorda as palavras de Jesus, prometendo consolação aos que sofrem.

Lembra-te dos amigos espirituais que te guiam e vêm sustentando os passos, por entre os caminhos espinhosos.

Equilibra-te na certeza de que o tempo é solucionador natural de todos os problemas que não possas resolver de imediato.

Confia em Deus e segue para frente.

Amanhã compreenderás melhor as razões das dores, que, hoje padecem incompreensíveis.

🌿🌹🌿
Clayton
Pelo Espírito Augusto
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26 de maio

Traga o Meu céu para a Terra.

Depende de você escolher a maneira como fazer isso, de acordo com suas atitudes em relação à vida e à sua maneira de vivê-la.

A vida é maravilhosa, mas você tem que abrir os seus olhos para enxergar toda beleza e glória.

Você precisa estar disposto a ver o lado bom da vida e se concentrar nele, ignorando o lado mau, negativo e destrutivo para não fortalecer o mal.

Você pode viver um dia todo sem perceber a beleza e as maravilhas da natureza à sua volta.

Quanto da vida você perde, simplesmente por fechar a sua consciência e se recusar a elevá-la a um estado em que você se funde com a vida!

Pare um pouco, olhe e escute o que se passa à sua volta, não deixe passar nada despercebido e aproveite cada momento.

Dê graças eternas por tudo.

Comece este dia com a finalidade de criar um mundo melhor à sua volta.

🌿🌹🌿
Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

Desigualdade das riquezas

A desigualdade das riquezas é um dos problemas que inutilmente se procurará resolver, desde que se considere apenas a vida atual. A primeira questão que se apresenta é esta: Por que não são igualmente ricos todos os homens? Não o são por uma razão muito simples: por não serem igualmente inteligentes, ativos e laboriosos para adquirir, nem sóbrios e previdentes para conservar.

É, alias, ponto matematicamente demonstrado que a riqueza, repartida com igualdade, a cada um daria uma parcela mínima e insuficiente; que, supondo efetuada essa repartição, o equilíbrio em pouco tempo estaria desfeito, pela diversidade dos caracteres e das aptidões; que, supondo-a possível e durável, tendo cada um somente com que viver, o resultado seria o aniquilamento de todos os grandes trabalhos que concorrem para o progresso e para o bem-estar da Humanidade; que, admitido desse ela a cada um o necessário, já não haveria o aguilhão que impele os homens às grandes descobertas e aos empreendimentos úteis. Se Deus a concentra em certos pontos, é para que daí se expanda em quantidade suficiente, de acordo com as necessidades.

Admitido isso, pergunta-se por que Deus a concede a pessoas incapazes de fazê-la frutificar para o bem de todos.

Ainda aí está uma prova da sabedoria e da bondade de Deus. Dando-lhe o livre-arbítrio, quis ele que o homem chegasse, por experiência própria, a distinguir o bem do mal e que a prática do primeiro resultasse de seus esforços e da sua vontade. Não deve o homem ser conduzido fatalmente ao bem, nem ao mal, sem o que não mais fora senão instrumento passivo e irresponsável como os animais.

A riqueza é um meio de o experimentar moralmente. Mas, como, ao mesmo tempo, é poderoso meio de ação para o progresso, não quer Deus que ela permaneça longo tempo improdutiva, pelo que incessantemente a desloca.

Cada um tem de possuí-la, para se exercitar em utilizá-la e demonstrar que uso sabe fazer dela. Sendo, no entanto, materialmente impossível que todos a possuam ao mesmo tempo, e acontecendo, além disso, que, se todos a possuíssem, ninguém trabalharia, com o que o melhoramento do Planeta ficaria comprometido, cada um a possui por sua vez. Assim, um que não na tem hoje, já a teve ou terá noutra existência; outro, que agora a tem, talvez não na tenha amanhã. Há ricos e pobres, porque sendo Deus justo, como é, a cada um prescreve trabalhar a seu turno. A pobreza é, para os que a sofrem, a prova da paciência e da resignação; a riqueza é, para os outros, a prova da caridade e da abnegação.

Deploram-se, com razão, o péssimo uso que alguns fazem das suas riquezas, as ignóbeis paixões que a cobiça provoca, e pergunta-se: Deus será justo, dando-as a tais criaturas? E exato que, se o homem só tivesse uma única existência, nada justificaria semelhante repartição dos bens da Terra; se, entretanto, não tivermos em vista apenas a vida atual e, ao contrário, considerarmos o conjunto das existências, veremos que tudo se equilibra com justiça. Carece, pois, o pobre de motivo assim para acusar a Providência, como para invejar os ricos e estes para se glorificarem do que possuem. Se abusam, não será com decretos ou leis suntuárias que se remediará o mal. As leis podem, de momento, mudar o exterior, mas não logram mudar o coração; daí vem serem elas de duração efêmera e quase sempre seguidas de uma reação mais desenfreada. A origem do mal reside no egoísmo e no orgulho: os abusos de toda espécie cessarão quando os homens se regerem pela lei da caridade.

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(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XVI, item 8.)
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Não percas tempo


Não deixes para mais tarde
A palavra calma e boa,
Que salva, anima e perdoa
Curando ofensa ou pesar;
Talvez muita gente esteja
Na pauta do que te digo,
Pedindo-te um gesto amigo
Que não se deve adiar.

Às vezes, num só abraço,
Numa frase ou num sorriso,
Temos nós o que é preciso
Em qualquer reparação.

Faze agora o bem que possas,
Não aguardes outro dia;
Bondade semeia a cria
Vida nova ao coração.

Haja o que houver em caminho,
Não guardes ressentimento,
Todo minuto é momento
De ajudar e recompor.

Não apontes, nem lastimes
A incompreensão que te alcança,
Para quem segue a esperança
Deus é a presença do amor.

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Maria Dolores
Chico Xavier
Obra: Momentos de ouro
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segunda-feira, 25 de maio de 2026

Esquecimento do passado


O esquecimento do passado: uma oportunidade de recomeço.

Segundo a visão da Espiritismo, nada acontece sem um propósito maior. Até mesmo o esquecimento das experiências vividas em outras existências possui uma razão profundamente misericordiosa.

Se lembrássemos de todos os erros, dores, perdas e conflitos do passado, talvez não conseguíssemos seguir em frente com leveza. Muitas mágoas permaneceriam abertas. Antigos inimigos continuariam sendo vistos como inimigos. Culpas antigas poderiam impedir novos passos. O esquecimento temporário é, portanto, uma bênção da vida para que a alma tenha a chance de reconstruir-se.

Cada reencarnação representa um novo capítulo. Não começamos do zero, porque trazemos conosco os aprendizados, tendências e valores conquistados ao longo da caminhada espiritual. Mas recebemos o direito de tentar novamente, sem o peso total das lembranças que poderiam nos aprisionar.

Há dores que não entendemos. Há encontros que parecem inexplicáveis. Há afinidades imediatas e também desafios intensos em certas relações. A doutrina espírita ensina que muitas dessas situações têm raízes profundas na história do espírito. Ainda assim, Deus permite que a memória consciente seja silenciada para que o amor tenha espaço para nascer acima das antigas feridas.

Esquecer não significa apagar quem fomos. Significa permitir que a evolução aconteça sem correntes emocionais excessivas. O passado permanece registrado na consciência espiritual, mas a vida oferece novas oportunidades para corrigir, aprender e crescer.

Talvez por isso seja tão importante não viver preso ao que passou. Quem permanece alimentando culpas, ressentimentos ou dores antigas acaba fechando as portas do próprio progresso. O presente é sempre um convite divino à transformação.

A verdadeira cura começa quando compreendemos que não somos definidos pelos erros de ontem, mas pelas escolhas que fazemos hoje. Cada amanhecer é uma chance silenciosa de renovação da alma.

E, mesmo sem lembrar de tudo o que já vivemos, o amor, a caridade e o bem continuam sendo os caminhos mais seguros para reencontrarmos nossa própria luz interior.

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Mensagem baseada nos estudos espíritas 
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25 de maio

Você pode verdadeiramente afirmar que ama seus semelhantes, que se preocupa com eles e os considera como sua família?

Ou você somente os tolera e encontra dificuldades em conviver com eles?

Você não pode dizer que Me ama se não amar seus semelhantes, porque os relacionamentos são tão entrelaçados que chegam a se confundir.

Você perde tempo escolhendo a quem amar?

Não deveria existir qualquer discriminação no amor porque o amor divino acolhe a todos igualmente. amor divino entende que todos são feitos à Minha imagem e semelhança, não importando diferenças de cor, raça, sexo, crença ou religião.

Você terá que atingir o ponto onde você poderá enxergar e entender a unidade de toda a vida, onde você saberá o real significado da família humana e Me reconhecerá como a fonte de tudo.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

Esquecimento do passado

Em vão se objeta que o esquecimento constitui obstáculo a que se possa aproveitar da experiência de vidas anteriores. Havendo Deus entendido de lançar um véu sobre o passado, é que há nisso vantagem. Com efeito, a lembrança traria gravíssimos inconvenientes. Poderia, em certos casos, humilhar-nos singularmente, ou, então, exaltar-nos o orgulho e, assim, entravar o nosso livre-arbítrio. Em todas as circunstâncias, acarretaria inevitável perturbação nas relações sociais.

Freqüentemente, o Espírito renasce no mesmo meio em que já viveu, estabelecendo de novo relações com as mesmas pessoas, a fim de reparar o mal que lhes haja feito. Se reconhecesse nelas as a quem odiara, quiçá o ódio se lhe despertaria outra vez no íntimo. De todo modo, ele se sentiria humilhado em presença daquelas a quem houvesse ofendido.

Para nos melhorarmos, outorgou-nos Deus, precisamente, o de que necessitamos e nos basta: a voz da consciência e as tendências instintivas. Priva-nos do que nos seria prejudicial.

Ao nascer, traz o homem consigo o que adquiriu, nasce qual se fez; em cada existência, tem um novo ponto de partida. Pouco lhe importa saber o que foi antes: se se vê punido, é que praticou o mal. Suas atuais tendências más indicam o que lhe resta a corrigir em si próprio e é nisso que deve concentrar-se toda a sua atenção, porquanto, daquilo de que se haja corrigido completamente, nenhum traço mais conservará. As boas resoluções que tomou são a voz da consciência, advertindo-o do que é bem e do que é mal e dando-lhe forças para resistir às tentações.

Aliás, o esquecimento ocorre apenas durante a vida corpórea. Volvendo à vida espiritual, readquire o Espírito a lembrança do passado; nada mais há, portanto, do que uma interrupção temporária, semelhante à que se dá na vida terrestre durante o sono, a qual não obsta a que, no dia seguinte, nos recordemos do que tenhamos feito na véspera e nos dias precedentes.

E não é somente após a morte que o Espírito recobra a lembrança dó passado. Pode dizer-se que jamais a perde, pois que, como a experiência o demonstra, mesmo encarnado, adormecido o corpo, ocasião em que goza de certa liberdade, o Espírito tem consciência de seus atos anteriores; sabe por que sofre e que sofre com justiça. A lembrança unicamente se apaga no curso da vida exterior, da vida de relação. Mas, na falta de uma recordação exata, que lhe poderia ser penosa e prejudicá-lo nas suas relações sociais, forças novas haure ele nesses instantes de emancipação da alma, se os sabe aproveitar.

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(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. V, item 11.)
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Um Tanto Mais


Você guarda a impressão de haver esgotado o estoque de todos os seus recursos, em determinada tarefa de amor, mas se você perseverar um tanto mais no devotamento, ninguém pode prever os louros de luz que brilharão em seu passo.

Você está doente e pretende obter licenças de longo prazo, mas se você continuar um tanto mais em serviço, ninguém pode prever o tesouro de forças novas que lhe aparecerá no caminho.

Você encontrou imensas dificuldades no exercício das boas obras e anseia fugir delas, mas se você persistir um tanto mais na construção da beneficência, ninguém pode prever o triunfo que as suas horas recolherão, nas fontes vivas da caridade.

Você acredita que não pode tolerar o amigo importuno, o filho teimoso, o irmão inconsciente, a esposa inconstante ou o marido insensato, mas se você suportar um tanto mais a luta em família, ninguém pode prever a extensão do júbilo porvindouro em seu ninho doméstico.

Você supõe que o azar é o clima e chora na bica do desespero, mas se você cultivar um tanto mais de fidelidade às próprias obrigações, ninguém pode prever a amplitude do seu êxito, no amanhã que vem perto.

Você experimenta enorme cansaço e não quer dar ouvidos ao companheiro de longa conversa, mas se você esticar um tanto mais o seu sacrifício, ninguém pode prever os prodígios da colheita de bênção que surgirão dos seus breves minutos de gentileza.

Observe que você mesmo para realizar isso ou aquilo, exige incessantemente dos semelhantes um tanto mais de bondade, um tanto mais de cooperação, um tanto mais de tempo, um tanto mais de carinho...

O gênio é a paciência que na se acaba.

É justo que você deseje um tanto mais de felicidade, mas para isso, é necessário que você ajude um tanto mais a felicidade dos outros.

Repare você as lições da vida e compreenderá que a vitória no bem é sempre trabalhar conforme o dever e servir um tanto mais.

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André Luiz
Chico Xavier
Obra: Ideal espírita
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domingo, 24 de maio de 2026

A Verdade sobre a Meditação



Vivemos em uma época em que a meditação virou tendência. Está nas redes sociais, nos aplicativos, nos vídeos rápidos e nas promessas de “paz instantânea”. Muitos a procuram para aliviar a ansiedade, dormir melhor ou simplesmente fugir do excesso de pensamentos. Mas existe uma pergunta importante que quase ninguém faz: afinal, o que é meditar de verdade?

 A forma superficial com que a meditação vem sendo praticada atualmente nos convida a olhar para algo mais profundo.

A grande crítica não é contra a meditação em si, mas contra a maneira como ela foi transformada em apenas mais uma ferramenta de produtividade ou bem-estar. Muitas pessoas meditam esperando benefícios rápidos: menos estresse, mais foco, mais rendimento. E embora esses efeitos possam acontecer, eles não representam a essência da prática.

A verdadeira meditação não é uma fuga da realidade. Também não é apenas “esvaziar a mente”, como muitos acreditam. Na verdade, meditar é aprender a observar a própria mente sem ser dominado por ela.

É perceber o quanto vivemos presos em pensamentos automáticos, preocupações constantes e emoções descontroladas. A mente raramente descansa. Ela revive o passado, teme o futuro e quase nunca permanece no presente. A meditação surge como um caminho de consciência.

Em várias tradições antigas, especialmente orientais, a prática meditativa sempre esteve ligada ao autoconhecimento e ao despertar interior. Não era apenas relaxamento. Era disciplina da consciência.

Muitos praticantes experientes afirmam que o objetivo da meditação não é criar sensações agradáveis, mas desenvolver lucidez.

Isso significa enxergar a si mesmo com honestidade.

Perceber os próprios medos.

Os apegos.

As ilusões.

O ego.

Os impulsos automáticos.

E talvez seja justamente por isso que tantas pessoas desistem de meditar: porque o silêncio revela aquilo que o barulho escondia.

A sociedade moderna nos ensinou a viver distraídos o tempo inteiro. Sempre ocupados, acelerados e consumindo estímulos. Quando finalmente paramos, encontramos uma mente cansada, inquieta e muitas vezes perdida.

A meditação verdadeira não anestesia a dor. Ela ilumina.

Não nos torna perfeitos.

Mas mais conscientes.

Não elimina os pensamentos.

Mas muda nossa relação com eles.

Até mesmo comunidades que discutem meditação reconhecem que existe uma diferença entre práticas superficiais e um caminho mais profundo de transformação interior.

Sob uma visão espiritual, meditar também pode ser entendido como um reencontro com a própria essência. Um retorno ao silêncio interior que a correria da vida abafou.

Na visão estoica, por exemplo, o homem sábio aprende a observar suas emoções antes de reagir a elas. Já em muitas correntes espiritualistas, a meditação é vista como uma ponte entre o ser humano e sua consciência mais elevada.

Talvez o maior erro seja acreditar que meditar é “não pensar em nada”. A mente pensa. Essa é sua natureza. O verdadeiro aprendizado está em não se deixar escravizar por cada pensamento que surge.

Meditar é criar espaço interior.

É aprender a respirar antes de reagir.

Silenciar antes de julgar.

Observar antes de agir.

E aos poucos, nesse silêncio, algo começa a mudar.

Porque a verdadeira paz não nasce da ausência de problemas.

Nasce da presença de consciência.

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Reflexão de Eckhart Tolle
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24 de maio

Saia de sua concha e expanda sua consciência; entenda que não existem limitações.

Muitas pessoas não conseguem enxergar além de si mesmas ou do grupo ou comunidade a que pertencem.

Elas se envolvem tanto com mesquinharias que não conseguem se expandir em nenhum sentido.

É este o ponto que necessita mudanças e mudanças rápidas.

Não se satisfaça em aceitar só o que você pode compreender, mas esteja disposto a seguir em frente e encarar o que parece ser impossível de realizar.

Assim sua capacidade será ampliada.

Deixe que ela seja ampliada ao máximo e, então, deixe que ela se amplie ainda mais.

Viva à beira de acontecimentos totalmente novos.

Não tema o novo e o desconhecido, simplesmente dê um passo por vez com absoluta fé e confiança, na certeza de que cada passo o levará para um novo céu e uma nova terra.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

O suicídio e a loucura

A calma e a resignação hauridas da maneira de considerar a vida terrestre e da confiança no futuro dão ao espírito uma serenidade que é o melhor preservativo contra a loucura e o suicídio. Com efeito, é certo que a maioria dos casos de loucura se deve à comoção produzida pelas vicissitudes que o homem não tem a coragem de suportar. Ora, se encarando as coisas deste mundo da maneira por que o Espiritismo faz que ele as considere, o homem recebe com indiferença, mesmo com alegria, os reveses e as decepções que o houveram desesperado noutras circunstâncias, evidente se torna que essa força, que o coloca acima dos acontecimentos, lhe preserva de abalos a razão, os quais, se não fora isso, a conturbariam.

O mesmo ocorre com o suicídio. Postos de lado os que se dão em estado de embriaguez e de loucura, aos quais se pode chamar de inconscientes, é incontestável que tem ele sempre por causa um descontentamento, quaisquer que sejam os motivos particulares que se lhe apontem. Ora, aquele que está certo de que só é desventurado por um dia e que melhores serão os dias que hão de vir, enche-se facilmente de paciência. Só se desespera quando nenhum termo divisa para os seus sofrimentos. E que é a vida humana, com relação à eternidade, senão bem menos que um dia? Mas, para o que não crê na eternidade e julga que com a vida tudo se acaba, se os infortúnios e as aflições o acabrunham, unicamente na morte vê uma solução para as suas amarguras. Nada esperando, acha muito natural, muito lógico mesmo, abreviar pelo suicídio as suas misérias.

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(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. V, itens 14 e 15.)
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A pontualidade


A pontualidade, além de um dever, é também uma forma de respeito e homenagem a quem te espera ou depende de ti.

Agindo com cuidado, o tempo jamais te trairá deixando-te em atraso.

O hábito de chegar em tempo é adquirido da mesma forma que o da irregularidade de horários.

Programa os teus compromissos e desincumbe-te serenamente de todos eles, cada um de sua vez.

Quando não possas comparecer, ou tenhas que te atrasar, dize-o antes, a fim de liberar quem te aguarda.

Deste modo, quando ocorrer um imprevisto, e tenhas que chegar tarde, mesmo que não acreditem na tua justificativa, estarás em paz.

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Joanna de Ângelis
Divaldo Franco
Obra: Vida feliz
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