terça-feira, 26 de junho de 2012

E você, faz algum tipo de trabalho voluntário?


Dona Anna Variani nasceu em Bassano Del Grappa, norte da Itália, e veio para o Brasil fugindo da Guerra. Ficou famosa em 2005, após ser descoberta por uma equipe do Globo Repórter dirigindo seu Fusca laranja ano 1974. Por causa disso, ela participou dos programas do Jô Soares, em 2008, e da Ana Maria Braga, na Globo. Morreu em novembro de 2009,  em Bento Gonçalves.

Trabalhou voluntariamente em dois lugares: Sociedade Beneficiente Santo Antônio e, no Lar do Ancião, ajuda idosos mais novos no asilo, em torno de 75 anos de idade (cerca de duas décadas mais novas que ela).


Considerada uma das grandes vozes do movimento voluntário no Brasil, Zilda Arns, criadora da Pastoral da Criança, fez história e já foi três vezes indicada ao Prêmio Nobel da Paz pelo Brasil. Seu trabalho pelos direitos das crianças, dos adolescentes, das gestantes e dos idosos – em especial no combate à desnutrição - é modelo para o mundo.

Tudo começou na cidade de Florestópolis, no Paraná, onde havia um alto índice de mortalidade infantil – cerca de 127 mortes para cada mil crianças. Um ano depois que iniciou seu trabalho na região, a média caiu para 29 a cada mil. A Pastoral estima que o trabalho de Zilda já beneficiou mais de 2 milhões de crianças.
Zilda Arns faleceu, trabalhando, vítima de um terremoto no Haiti. Confira um vídeo sobre a história da fundadora da Pastoral da Criança:





Vantagens do trabalho voluntário

Primeira vantagem do trabalho voluntário: propicia-nos um sentido para a vida.

A afirmação “só merece a felicidade quem acorda todos os dias disposto a conquistá-la” retrata com fidelidade que a felicidade não cai do céu. A felicidade é uma conquista. E, como qualquer conquista, depende do nosso esforço.
Mas, para o nosso próprio bem, esse prazeroso esforço de servir ao próximo é uma das mais benditas ferramentas para ajudar a visualizarmos, com clareza, um sentido para a vida.

Segunda vantagem do trabalho voluntário:

torna-nos mais produtivos em nossa atividade profissional Peter Drucker, certamente o maior consultor do século, há décadas já dizia que o funcionário que presta serviços voluntários, por ser solidário à dor do
próximo, é mais produtivo.

Reportagem da revista Exame de 18 dejunho de 1999 traz o seguinte depoimento: “Eu parei de reclamar, me tornei mais otimista e melhorei meu índice de satisfação”— comentário de Leolino Clementino Barbosa Júnior, controlador de manufatura da 3M, após um ano de trabalho voluntário na FEAC (Fundação das Entidades Assistenciais de Campinas).

Conforme o depoimento acima, a pessoa que se aproxima do sofrimento do próximo vê seus problemas pessoais numa outra dimensão, torna-se mais resignada, menos ansiosa. Como consequência, reclamará menos, saberá entender melhor os outros e aprenderá a ouvir mais, atributos estes que, além de tornarem uma pessoa mais realizada, transformam-na num funcionário mais produtivo.

Terceira vantagem do trabalho voluntário: passamos a ter mais saúde

É a Universidade de Harvard que nos passa essa informação.
Depois de dez anos de coletas e análises de dados, uma pesquisa realizada pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, com 2.700 pessoas, chegou às seguintes conclusões:

a) ajudar o próximo faz bem ao coração;
b) ajudar o próximo faz bem ao sistema imunológico (análises clínicas evidenciaram que, no sangue do trabalhador voluntário, há um aumento de imunoglobulina-A, um anticorpo que ajuda a defender o organismo contra infecções respiratórias);
c) ajudar o próximo aumenta a expectativa de vida e a vitalidade de maneira geral.
Enfim, ajudar o próximo traz benefícios para a saúde.

O TRABALHO VOLUNTÁRIO
 
“Se um homem não descobrir algo para morrer ele não está preparado para viver”. Marter Luter King
 
O trabalho voluntário constrói pontes entre quem tem e quem precisa, em qualquer nível, físico, mental, emocional e espiritual. Conforme Ercília Zilli (espírita) e Valmir Amásio da Silva Fernandes (ateu) demonstram no trabalho de mestrado “A Fé Como Fator De Motivação Para o Trabalho Voluntário” da Fundação Getúlio Vargas, que a fé independente da religião, é um fator de motivação para o trabalho voluntário. O voluntariado é a atividade em que fica mais evidente o melhor que cada um tem e que pode trocar com o outro. As vantagens do trabalho voluntário é propiciar um sentido para a vida, tornar o ser humano mais produtivo em sua atividade profissional, pois quem se aproxima do sofrimento do próximo vê seus problemas pessoais numa outra dimensão, torna-se mais consciente, atento e menos ansioso, conseqüentemente mais realizado e produtivo. Quem o realiza passa a ter mais saúde, participa mais da comunidade, integrando-se e integrando a comunidade na sua vida. Pesquisas comprovaram que esse trabalho faz bem ao coração, ao sistema imunológico, aumenta a expectativa de vida e a vitalidade de maneira geral.
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ALKÍNDAR DE OLiVEIRA


UM CHAMADO PARA O TRABALHO VOLUNTÁRIO


sábado, 23 de junho de 2012

Interrogações


Em ti próprio estão as respostas para as interrogações que bailam em tua mente.

Aclimata-te ao silêncio interior e ouvirás com clareza as diretrizes para equacioná-las.

No dia-a-dia aprenderás a te encontrares, se o intentares sempre.

Um dia é valioso período de tempo, cheio de incidentes para serem resolvidos e rico de oportunidade para elevação pessoal.

Ganha cada momento, fazendo uma após a outra cada tarefa,e terminarás a jornada em paz.

Reflexiona, portanto, antes de agires, para que, arrependido,não venhas a meditar só depois.
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Joanna de Ângelis 




sexta-feira, 22 de junho de 2012

Pensa e obra positivamente



Os ingredientes que excitam a mente, o corpo, a emoção, devem ser evitados por ti.

As melodias suaves, na boa música, harmonizam, enquanto outras, programadas para a luxúria e a violência, desassossegam, alterando o rítmo nervoso.

As leituras edificantes instruem e educam da mesma forma que as extravagantes e sensuais corrompem e alteram a escala de valores morais para pior.

As conversações sadias levantam o ânimo, quanto as vulgares relaxam o caráter.

Poupa-te à onda de indignidade que toma conta do mundo e das pessoas.
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Joanna de Ângelis



quarta-feira, 20 de junho de 2012

Tipos de Idosos


“Diz-me como envelheces, dir-te-ei quem és.” (Gilberto de Mello Kujawski)

Os idosos costumam ser classificados quanto ao temperamento, em quatro tipos principais:



 
Têm auto-estima, apreciam a vida. 
São otimistas.Procuram sempre estar em atividade. 
Odeiam ficar sem fazer nada. Amam e, provavelmente, são amados.
 Embora possam ter algum distúrbio orgânico, mantêm-se sob controle. Sociáveis, trabalhadores, criativos. Dizem que costumam viver mais.






 
Angustiados, atormentados, desanimados, pessimistas. Esperando sempre o pior. 
Estão em dificuldades por algum problema
psicológico ou físico. 
Podem se sentir desprezados ou humilhados.A auto-estima está abalada. Ociosos ou não. Hipocondríacos, no geral. Melancólicos. Como diria Camilo Castelo Branco: “Era um acesso de hipocondria, uma invasão de tristeza”.
  



Pessimistas, hipocondríacos, preocupação doentia
com o funcionamento dos órgãos. 
Preocupação excessiva. Tristeza profunda.
Medo à flor da pele. Receio permanente com uma ou mais causas ou efeitos. Queixam-se amargamente da vida, das pessoas que poderiam auxiliá-los nos transes, nos momentos aflitivos. Improdutivos, estão sempre pensando em marcar uma consulta com o médico. Ou fazer exames laboratoriais.




Em qualquer situação não se queixam. Parecem não ter uma exata idéia da vida em si. Podem até se considerar muito seguros, mesmo que seja aparentemente. Insensíveis, apáticos. Pessoas que no geral não têm ódio, nem amizade por outras. Desinteressados de qualquer religião ou sistema político. Podem até se considerar felizes. Para eles a vida só é para ser vivida. Vão matando o tempo, até com um certo desprezo ou mesmo desinteresse. Não aborrecem e não gostam de ser incomodados. Tanto faz ter ou não amigos. Deixam o tempo passar. Aparentemente desprendidos, despreocupados.

Comentários:

Todos os quatro tipos de idosos relatados, com exceção dos eufóricos e ativos, embora já tenhamos encontrado otimistas sempre preocupados, precisam de uma ajuda objetiva e competente. Ter problemas não é algo que os fará mais felizes. Amigos ou parentes, que sejam generosos, de muita boa vontade, poderiam com habilidade tentar interferir na vida desses idosos, procurando a causa do seu baixo astral – influindo no plano intermediário entre o físico e o espiritual.
Procurar dialogar com eles, saber das causas que os afligem para poder minimizar os males que os assaltam. Em primeiro lugar, conquistar a confiança da pessoa. Um terapeuta competente seria a melhor solução.
Mas, em certas condições, uma pessoa amiga e devotada a fazer o bem e que tenha aptidões para isso, poderia talvez descobrir soluções.
Diminuir ou fazer cessar o sofrimento do ser humano é uma tarefa que torna a pessoa superior e com alma nobre e generosa.
Não se deve esquecer que os idosos, em parte, retornam à infância.
Precisam ser, antes de tudo, compreendidos e amados pelos seus semelhantes.
Ajudemos a quem necessita.

“A carga dos nossos prováveis males ficará mais leve”, parodiando Florian (1706-1790), em O Cego e o Paralítico.

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Abrahão Grinberg – Bertha Grinberg

Controla a vontade


Controla a vontade, gerando um clima de disciplina para os teus hábitos e evitarás o desregramento, os conflitos comportamentais, os desajustes.

Quem não acredita em disciplina, pode ser comparado a uma pessoa que dirige um veículo sem freio, numa descida... Candidata-se ao desastre.

O que vitalizas pelo pensamento, converte-se em realidade no mundo das formas.

Sabendo discernir e lutar pelo que te convém e te será melhor, aprenderás a conduzir-te com o equilíbrio que te poupará inúmeros dissabores.

A vontade bem canalizada consegue realizações gigantescas.

Conduze-a, pois, com sabedoria e nunca te arrependerás.
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Joanna de Ângelis