segunda-feira, 23 de julho de 2012

Acalma-te, coração




Acalma-te, coração.

A paz no teu espírito vai se encarregar de te mostrar o caminho a seguir.

 Coração… por que bates tão acelerado?

Por que tamanha aflição tomando conta do teu ser?

Por que exiges dos teus olhos as lágrimas de auto-piedade que não podem te fazer bem algum?

Por que te deixas levar por essa ira que quer corromper teu espírito bondoso?

Acalma-te…

Sabes bem, o que fizeram os outros é plantação cuja colheita não te corresponde.

Segue teu caminho, na certeza de que Jesus caminha contigo, lembrando sempre da máxima:

 Ajuda-te, e o céu te ajudará…

Que benesses esperas receber do alto, se te deixas tomar por tais sentimentos inferiores?

Acalma-te, portanto, coração.
A paz no teu espírito vai se encarregar de te mostrar o caminho a seguir.
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Consciência Espírita



quinta-feira, 19 de julho de 2012

Aspectos da Dor


Os soluços de dor são compreensíveis até o ponto em que não atingem a fermentação da revolta, porque, depois disso, se convertem todos eles em censura infeliz aos planos do Céu.
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A enfermidade jamais erra o endereço para suas visitas.
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As lágrimas, em verdade, são iguais às palavras. 
Nenhuma existe destituída de significação.
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Somente chega a entender a vida quem compreende a dor.
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A evolução regula também o sofrimento das criaturas e nelas se evidencia mais superficial ou mais profunda, conforme o aprimoramento de cada uma.
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Se você pretende vencer, não menospreza a possibilidade de amargar, algumas vezes, a aflição da derrota como lição no caminho para o triunfo.
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Aprende melhor quem aceita a escola da provação, porquanto, sem ela, os valores da experiência permaneceriam ignorados.
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A dor não provém de Deus, de vez que, segundo a Lei, ela é uma criação de quem a sofre.
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André Luiz 
Chico Xavier
 


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Multidão dos Pecados


"Acima de tudo, cultivai, com todo o ardor, o amor mútuo, porque o amor cobre uma multidão de pecados".
 (I Pedro, 4:8).

As palavras de Pedro sobre os ensinamentos de Jesus :

"Acima de tudo, cultivai, com todo o ardor, o amor mútuo, porque o amor cobre uma multidão de pecados" - levam-nos a profundas reflexões a respeito do amor e do sofrimento.
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Sofrer por sofrer não significa crescimento e evolução, visto que a única função da dor em nossa existência é despertar-nos para o amor - capacidade inerente a todo ser humano; 
por isso "o amor cobre uma multidão de pecados".
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Dificuldades ou pesares são desafios para que aprendamos a tomar decisões e a encontrar soluções, tornando-nos em consequência fortes e seguros.

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O que chamamos de problemas na Terra são simplesmente lições não aprendidas, isto é, tarefas que precisamos repetir porque ainda não conseguimos internalizá-las.

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Quaisquer que sejam os fatos ou situações que vivenciamos, são eles recados da vida para nosso crescimento interior. 
O "mal aparente" é um "bem irrevelado", não entendido, em função de nossa miopia espiritual.
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Não devemos culpar o mundo ou as pessoas, nem mesmo nos justificar inventando desculpas para nossas dores. Na verdade, diante de toda e qualquer aflição, precisamos utilizar discernimento, avaliar a situação e, a partir disso, transformá-la em aprendizagem.
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Sofrimento é o resultado de atos e atitudes alicerçados em concepções precipitadas ou equivocadas que adquirimos nesta ou em outras vidas e que continuamos a perpetuar, de modo consciente ou não, em nosso cotidiano.
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Se sofremos sem tomar consciência das verdadeiras raízes que geram o tormento, ficaremos presos num ciclo perverso e destrutivo. Ao percebermos o porque de nossas dores, nos sentiremos mais despertos e equilibrados, passando a usufruir a alegria de "reconhecer o que precisamos mudar em nós mesmos".
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Perante a amargura, devemos indagar:

- Que mensagem oculta a vida está me enviando através da dor?

- Quais são os atos ou atitudes que me levam a esse acontecimentos negativos?
- Como transformar esses fardos em crescimento interior?
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A Sabedoria Perfeita não nos cobra nem nos pune; quer apenas que aprendamos a amar. Ela nos exercita, habilita e instrui para o amor. Para crescer não precisamos fazer culto ao sofrimento, mas ficar atento às crenças, comportamentos e valores que nos trazem alegria e bem estar, ou infelicidade e desgosto.
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Os fatos e acontecimentos por si sós não nos criam felicidade ou desprazer.
 A questão está na nossa forma de ver ou no modo como reagimos a eles. 
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As circunstâncias que vivemos no dia-a-dia são resultado da forma de desejar, estimar, esperar, amar, acreditar, respeitar, agir, pensar; enfim, os valores que fazem parte de nossa mentalidade.
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Somente seremos felizes quando conseguirmos entender a nossa principal missão terrena:

 fomos criados para amar e ser amados.
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 Pode ser que, em muitas ocasiões, não possamos escolher as situações e ocorrências externas de nossa vida, mas com certeza sempre poderemos optar pela única maneira sensata de enfrentá-las - com Amor.
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Hammed
Francisco do Espírito Santo Neto