sexta-feira, 11 de março de 2016

Há Muitas Moradas na Casa do Pai


Para ler o texto completo:
(...)http://www.ceismael.com.br/artigo/ha-muitas-moradas.htm
 
(...) 5. O TEXTO EVANGÉLICO

"Não se turbe o vosso coração. Crede em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se assim não fora, eu vô-lo teria dito; pois vou aparelhar-vos o lugar. E depois de ir e vos aparelhar o lugar, virei outra vez e tornar-vos-ei para mim, para que onde eu esteja, estejais vós também". (João, cap. XIV, v. 1 a 3).

6. A CASA DO PAI

De Acordo com Allan Kardec, A Casa do Pai é o Universo, e as muitas moradas são os mundos que circulam no espaço infinito. Os diversos mundos estão em condições diferentes uns dos outros, como ensinam os Espíritos. Esses mundos são, foram ou serão habitados, e as humanidades que os habitam podem ser do mesmo grau que a terrestre, como também física e moralmente inferiores aos terráqueos ou mesmo superiores aos Espíritos que povoam a Terra. No Universo, a Terra é apenas um pequeno mundo, como tantos outros. (Kardec, 1984, cap. III)

7. CLASSIFICAÇÃO OU CATEGORIAS DOS MUNDOS

Embora a classificação que se queira fazer dos mundos seja relativa, havendo inúmeras graduações, Allan Kardec, com base nos Espíritos Superiores, mostra-nos a seguinte classificação geral dos mundos:

MUNDOS PRIMITIVOS — quando encarnaram as primeiras almas humanas (depois que o animal atingiu o estádio que lhe fosse permitido receber a denominação de Espírito, por obra da Natureza Divina, por força do Criador)

MUNDOS DE EXPIAÇÃO E PROVAS — onde ainda existe o predomínio do mal; são lugares de exílio dos Espíritos rebeldes à lei de Deus. (Um exemplo de tais mundos é a Terra, planeta de provas e expiações. Escola para a evolução).

MUNDOS REGENERADORES — quando não mais existem expiações, mas ainda há provas. (São mundos de transição para os Espíritos, dos de expiação para os mundos felizes).

MUNDOS FELIZES — em que há o predomínio do bem sobre o mal. (Nestes, não há mais provas, nem expiações).

MUNDOS CELESTES OU DIVINOS — morada dos Espíritos purificados. (Só existe o bem).

8. PROGRESSO DOS MUNDOS

Segundo Santo Agostinho, "A Terra está classificada no mundo de provas e expiações. Esteve material e moralmente num estado inferior ao que está hoje, e atingirá sob esse duplo aspecto, um grau mais avançado. Ela atingiu um dos seus períodos de transformação, em que, de mundo expiatório, tornar-se-á mundo regenerador; então os homens serão felizes, porque a lei de Deus nela reinará". (Kardec, 1984, p. 57)

9. CONCLUSÃO

O mal ainda predomina sobre o planeta Terra porque o bem está retraído. Quando todos os homens de bem resolverem colocar em prática as suas virtudes, e quando isso for um apanágio da maioria, o mal se esconderá com medo de ser visto.
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Sérgio Biagi Gregório   




quarta-feira, 9 de março de 2016

Razão de ser




Tudo que existe tem razão de ser.

Parta deste princípio: Se Deus permite que tal coisa exista é porque há razão para isso.

Nunca se oponha a esta razão.

Procure compreendê-la e aceitá-la.

Até o que parece um mal pode ser um Bem.

Uma divina e profunda sabedoria dirige tudo.

Nada se dá ao acaso, mesmo as menores ocorrências.

Acredite firmemente nisso. 
Mais ainda: Veja nessa sabedoria um fim justo e bom.
Ela é amorosa. Quer única e exclusivamente o seu bem.

Ame-a, respeite-a. Só um amor maior entende e devassa a intimidade da vida.
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Gotas de esperança 



segunda-feira, 7 de março de 2016

Aprendendo a ser feliz


Você não é vítima da vida.
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Encontra-se unicamente em processo de reeducação, tendo oportunidade de acertar-se com a vida
que um dia desrespeitou em várias de suas facetas.
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Você que conhece Jesus, ou que um dia ouviu a cerca da lei de causa e efeito, deve raciocinar que o bem ou o mal na vida semeado, da vida será colhido, e o seu desconsolo ou seu desalento em nada colaborará para a resolução dos seus problemas.
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Você deverá, então, aprender a ajuizar melhores as situações pelas quais tenha que passar.
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Deverá aprender a perdoar, a compreender, a respeitar diferenças, a falar menos, a penetrar melhor as razões das coisas, a condenar menos, a ser mais indulgente.
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O tempo implacável não para.
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Assim, se o aproveitar para aprender a crescer e ser feliz, ele o abençoará com expressiva claridade.
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Caso o desperdice, recolhendo-se à maldição do desânimo ou à fuga,verdadeiramente terá lançado fora o mais expressivo tesouro que nos é oferecido pelo Criador, para que nos façamos ricos e felizes:
O TEMPO.
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Não se perca no valão do desestímulo.
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Confie sempre em Deus, que lhe dá sempre o melhor, dando-lhes chances de brilhar e ser feliz.
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Joanes, psicografia de Raul Teixeira





domingo, 6 de março de 2016

Cuide da Palavra


É da essência da palavra tornar-se realidade.

O palavrão e as palavras como "péssimo", "infeliz", "desgraçado", podem voltar-se contra você e infelicitar a sua vida.

Repetidas, mais fortes ainda tornam-se os seus efeitos.
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Tenha cuidado.
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Fale somente o que é bom.

Quando não puder falar o que é bom, cale-se.
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Ter a fala disciplinada é conquistar segurança e grandeza de espírito.
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Sementes de felicidade



sábado, 5 de março de 2016

A Influência Espiritual na Vida Conjugal


"Muitos casamentos fracassam devido a essas influências nocivas de espíritos de natureza má, que começam de forma sutil, sorrateira, evoluindo para verdadeiros processos obsessivos que comprometem irreversivelmente a união conjugal.

Tanto a vítima da obsessão quanto o cônjuge, na maioria das vezes, nada percebem, porquanto os obsessores não criam o mal na vítima; apenas identificam as tendências e as estimulam de forma intensa e persistente, procurando exacerbá-las. [...]

Os espíritos obsessores sondam os pensamentos mais íntimos do indivíduo visado procurando identificar a tendência para a infidelidade. Constatando-a, passam a alimentá-la, através de sugestão mental. Em seguida, pesquisam alguma pessoa, que por ele sente alguma atração e que igualmente apresente necessidades afetivas ou determinados desejos sensuais. Dando continuidade ao 'trabalho', passam a influenciar os dois, facilitando os encontros e procurando despertar a afetividade. Os obsessores não perdem a oportunidade de sugerir novos pensamentos, verdadeiras ideias fixas, que criam as condições para a união sexual infiel, que se consuma em clima de grande emotividade, pela carga adicional dos obsessores. Segue-se um período de grandes prazeres que, entretanto, não é longo. Passada a fase de júbilo, de grandes satisfações, os obsessores mudam de tática. O que lhes interessa é o sofrimento das vítimas e não a sua felicidade. Sem a ajuda deles, as grandes emoções se reduzem, restando à vítima apenas a desilusão, a consciência do grande engano cometido." (Umberto Ferreira, Vida conjugal, p. 113-115).

A infidelidade

"[...] Desses embates multimilenares, restam, ainda, por feridas sangrentas no organismo da coletividade, o adultério que, de futuro, será classificado na patologia das doenças da alma, extinguindo-se, por fim, com remédio adequado, e a prostituição que reúne em si homens e mulheres que se entregam às relações sexuais, mediante paga, estabelecendo mercados afetivos.

Qual ocorre aos flagelos da guerra, da pirataria, da violência homicida e da escravidão que acompanham a comunidade terrestre, há milênios, diluindo-se, muito pouco a pouco, o adultério e a prostituição ainda permanecem, na Terra, por instrumentos de prova e expiação, destinados naturalmente a desaparecer, na equação dos direitos do homem e da mulher, que se harmonizarão pelo mesmo peso, na balança do progresso e da vida." (Emmanuel, Vida e sexo,15. ed., p. 94-95).

"Quando o homem e a mulher decidem casar-se, assumem o compromisso de cultivar a fidelidade por toda a vida, mas muitos não o cumprem. [...].

Em muitos casos, a infidelidade não traz maiores problemas, mas, em alguns, provoca situações verdadeiramente dramáticas, não só em relação à mulher, como também ao homem, com repercussões para o resto da vida.

A vítima da infidelidade, seja homem ou mulher, fica seriamente lesada em sua sensibilidade. Algumas se desestruturam totalmente, outras entram em depressão profunda ou se desequilibram completamente, necessitando de tempo mais ou menos longo para readquirir o equilíbrio. E o causador contrai um débito perante a justiça divina.

As consequências do ato infeliz, muitas vezes, se estendem às existências futuras, porquanto não se rompe impunemente um compromisso afetivo. [...].

O infiel lesa moralmente o cônjuge e a si próprio. Nesta época em que vivemos, não é somente por questões psicológicas, espirituais ou morais que se deve conservar a fidelidade, mas também por razões de saúde, porquanto há várias doenças transmitidas sexualmente que a comprometem." (Umberto Ferreira, Vida conjugal, p. 49-50).
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Umberto Ferreira