quarta-feira, 6 de abril de 2016

Crítica e Serviço


Se muitos companheiros estão vigiando os teus gestos procurando o ponto fraco para te criticarem,
outros muitos estão fixando ansiosamente o caminho em que surgirás, conduzindo até eles a migalha do socorro de que necessitam para sobreviver.
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É impossível não saibas quais deles formam o grupo de trabalho em que Jesus te espera.
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Emmanuel
Chico Xavier 
Obra: Material de construção 




terça-feira, 5 de abril de 2016

Nota de amigo


Sofre com paciência.

Faze o que puderes pela conservação da paz.

Evita os assuntos amargos.

Não penses mal de ninguém.

Esquece as nuvens que passaram.

Desculpa aos que, porventura, te hajam ofendido.

Não percas a bênção do trabalho.

Serve sempre.

Cultiva a alegria de ser útil.

E triunfarás sempre, com a bênção de Deus, nas provas de cada dia.
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Emmanuel
Chico Xavier 
Obra: Momentos de ouro 




segunda-feira, 4 de abril de 2016

Quando devemos orar


Quando estiveres a ponto de desistir de uma ação edificante, ora e continua até o fim.
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Quando te encontrares no momento de cometer um erro, ora e desiste com tranquilidade.
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Quando perceberes que as forças não te auxiliarão no trabalho do Bem, ora e reanima-te, chegando ao termo planejado.
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Quando fores aliciado para uma situação vexatória, ora e retoma o teu equilíbrio.
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Quando te sentires abandonado pela pessoa em quem confias ou a quem amas,
ora e tem paciência, permanecendo no teu posto.
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Quando, desarvorado, desejes tombar, sem mais estímulo, ora e te serão concedidas as resistências para o triunfo.
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Não deixes nunca de orar.
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Joanna de Ângelis
Divaldo Franco
Obra: Vida feliz 



domingo, 3 de abril de 2016

Do outro lado da Vida


Se partiu alguém que amava, não o creias desfeito nas brumas do nada.
O infinito é a casa suprema do Pai e nela ninguém se encontra ao desabrigo, muito menos tu que agora choras um amor que se foi.
Concede àquele que partiu o melhor de ti e, mergulhado nas lembranças alegres dos dias de convivência, povoa-lhe estes instantes com a gratidão por tudo que te ofereceu.
Lembra-te que, aquele que parte, permanece ligado a ti, rogando o teu amparo de amor.
Não turbes a tua alma com as ondas revoltas do desespero, mas confia ao Pai o ente que se foi, pois na realidade ele não te deixou, apenas retornou à casa primeira de todos nós.
E antes que a solidão e o abandono te assaltem a alma, busca na prece tranquila e nas mãos operosas um ponto de encontro entre vós.
E nunca te esqueças que um dia, fatalmente, no transcorrer da tua existência , tu também retornarás.
Faze tudo que puderes para encontrar, por primeira paisagem no mundo espiritual, a luz dos olhos que te antecederam a te acolher com o mesmo amor.
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Maria do Rosário Del Pilar








sexta-feira, 1 de abril de 2016

NOTAS BREVES


Não perca tempo.
Não fuja ao dever.
Respeite os compromissos.
Sirva quanto possa.
Ame intensamente.
Trabalhe com ardor.
Ore com fé.
Fale com bondade.
Não critique.
Observe construindo.
Estude sempre.
Não se queixe.
Plante alegria.
Semeie paz.
Ajude sem exigências.
Compreenda e beneficie.
Perdoe quaisquer ofensas.
Atenda à pontualidade.
Conserve a consciência tranquila.
Auxilie generosamente. Esqueça o mal.
Cultive sinceridade, aceitando-se como é e acolhendo os outros como os outros são, procurando, porém, fazer sempre o melhor ao seu alcance.
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      André Luiz
Chico Xavier 
Obra: Sinal verde




quinta-feira, 31 de março de 2016

Serenidade


Seja qual for o conteúdo de sofrimento em teu roteiro de provação, acalma-te e espera...
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Não agraves o peso de tua dor com o fardo da aflição sem remédio.
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Se o desespero te cerca, em ondas asfixiantes de inconformação ou de cólera, exercita a serenidade e faze algo em silêncio que possa amparar as vítimas da revolta;
 se a ofensa te busca, apedrejando-te o coração, perdoa-lhe as investidas, guardando a serenidade de quem sabe que a ventania tempestuosa não desloca a harmonia do céu;
 se a calúnia despeja corrosivo destruidor em tua alma, desculpa-lhe os golpes, conservando a serenidade de quem reconhece no crime doentia manifestação da ignorância ainda em trevas e, se as lágrimas te caem, ardentes, dos olhos feridos, à face da angústia que te persegue as esperanças e os sonhos, transforma o teu pranto numa prece de amor, cultivando a serenidade, na convicção de que o sacrifício é o caminho real da luz.
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Lembra-te do Cristo, a oferecer-te o Seu jugo brando e suave.
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Ninguém o viu acrescer a cruz das próprias dores, com o peso morto da rebelião ou da crueldade, do ciúme ou da inveja, do revide ou da queixa...
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Da serenidade da Manjedoura, segue amando e perdoando para a serenidade da cruz, sem jamais trair a dignidade da Sua confiança no Pai Excelso, a Quem pertencem, em verdade, todos os títulos e afeições que nos sustentam a marcha.
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Serenidade! Serenidade!...
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Será ela em teu passo o selo oculto da humildade vitoriosa que te fará mais nobre à vista do Céu, porque então junto dela terás aprendido a esperar por Deus em luta de cada dia.
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Emmanuel
Chico Xavier
Obra: Semeador em tempos novos