quinta-feira, 27 de julho de 2017

GANHE O DIA DE HOJE



“Vós não sabeis o que sucederá amanhã.”
(Tiago, 4:14.)


Torne o seu dia útil a você.

Não desperdice o tempo com a “hora vazia”, nem o preencha com frivolidades.

Todo dia é oportunidade de assumir compromissos novos.

Rompa as amarras com o ontem negativo e renove-se para o amanhã abençoado.

Use o seu dia, tornando-o importante para você.

As grandes empresas devem começar nas pequenas realizações, porquanto quem não é capaz de servir não é digno de dirigir.

Faça seu dia um marco decisivo na sua vida.

Qualquer tarefa realize-a de maneira correta, fixando-a indelevelmente nas suas recordações felizes.

Enriqueça o seu dia com experiências valiosas.

Um amigo novo, um adversário com quem você reconcilie, uma atitude tolerante, uma aquisição intelectual, a reparação de um erro são conquistas inestimáveis que você não pode postergar.

Poupe o dia de amanhã aos remorsos que nasçam no dia de hoje.

Em face dos seus erros, reconheça a necessidade de reparar sob qualquer forma, quanto antes.

O seu dia poderá ser-lhe um benfeitor ou um severo cobrador.

Viva cada dia como se fosse o último dia da sua vida na Terra.

Conclua o seu dia com a claridade da oração.

Não esqueça, porém, de iniciá-lo com o sol da prece a iluminar-lhe a mente e a pacificar-lhe o coração.
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Marco Prisco
FRANCO, Divaldo P. 
Momentos de decisão 




MENSAGEM DO ESE:
Os tormentos voluntários

Vive o homem incessantemente em busca da felicidade, que também incessantemente lhe foge, porque felicidade sem mescla não se encontra na Terra. Entretanto, mau grado às vicissitudes que formam o cortejo inevitável da vida terrena, poderia ele, pelo menos, gozar de relativa felicidade, se não a procurasse nas coisas perecíveis e sujeitas às mesmas vicissitudes, isto é, nos gozos materiais em vez de a procurar nos gozos da alma, que são um prelibar dos gozos celestes, imperecíveis; em vez de procurar a paz do coração, única felicidade real neste mundo, ele se mostra ávido de tudo que o agitará e turbará, e, coisa singular! o homem, como que de intento, cria para si tormentos que está nas suas mãos evitar.
Haverá maiores do que os que derivam da inveja e do ciúme? Para o invejoso e o ciumento, não há repouso; estão perpetuamente febricitantes. O que não têm e os outros possuem lhes causa insônias. Dão-lhes vertigem os êxitos de seus rivais; toda a emulação, para eles, se resume em eclipsar os que lhes estão próximos, toda a alegria em excitar, nos que se lhes assemelham pela insensatez, a raiva do ciúme que os devora. Pobres insensatos, com efeito, que não imaginam sequer que, amanhã talvez, terão de largar todas essas frioleiras cuja cobiça lhes envenena a vida! Não é a eles, decerto, que se aplicam estas palavras: “Bem-aventurados os aflitos, pois que serão consolados”, visto que as suas preocupações não são aquelas que têm no céu as compensações merecidas.
Que de tormentos, ao contrário, se poupa aquele que sabe contentar-se com o que tem, que nota sem inveja o que não possui, que não procura parecer mais do que é. Esse é sempre rico, porquanto, se olha para baixo de si e não para, cima, vê sempre criaturas que têm menos do que ele. É calmo, porque não cria para si necessidades quiméricas. E não será uma felicidade a calma, em meio das tempestades da vida? — Fénelon. (Lião, 1860.)
 
(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. V, item 23.)
 





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