quinta-feira, 22 de junho de 2017

40 pensamentos de CARLOS AUGUSTO

 
1 Alicerces demandam segurança. E, por isso, não se justificam decisões apressadas.

2 O amor é gravitação sem ser cativeiro.

3 Não se renda às sugestões da tristeza e nem às requisições do desalento.

4 Somos jardineiros, colhendo rosas no espinheiral, semeadores compelidos à lama da Terra, a fim de que a nossa lavoura produza para o Bem, e operários da Luz, constrangidos a sofrer o assédio da sombra para que a nossa tarefa se faça proveitosamente cumprida. 

5 Desculpemos o espinheiro da senda e esqueçamos o pedregulho do caminho…
Espinhos espirituais dão rosas de paciência e renúncia e pedras morais trazem consigo o ouro do Conhecimento Superior.

6 Desculpemos sem condições.

7 É preciso servir sem desanimar e compreender sem exigência.

8 Ame, tolere, aguarde, trabalhe, auxilie e perdoe… Seis verbos tão simples na formação labial e tão importantes à nossa felicidade!…

9 O triunfo na Terra pede o esquecimento de qualquer sombra, para que a luz da Divina Providência não nos encontre inabordáveis. 

10 Com Jesus, a saudade é anseio sem ser angústia, sede espiritual sem ser desespero…

11 Não fosse a noite e jamais saberíamos identificar os esplendores do dia.

12 Somos associados de muitas empresas, batalhadores de muitos combates, irmãos de ideal e de alegria, de aflição e de luta em muitas jornadas na Terra.

13 Confiemos no Cristo para que o Cristo confie em nós.

14 Continuemos caminhando sob a inspiração do Divino Mestre. É tudo o que nos será possível fazer de melhor.
De nós mesmos, atentos à insegurança de nossas aquisições, nosso passo seria vacilante entre a luz e a sombra, entre o bem e o mal… Com Cristo, porém, cessam as dúvidas. O sacrifício de nossos desejos aos Desígnios do Senhor é a chave de nossa felicidade real.

15 Somos na Terra confiados ao cadinho purificador do sofrimento e talvez que a estabilidade no mundo fosse apenas estagnação. Zurzem sobre nós azorragues expiatórios e regeneradores, por todos os lados e, por essa razão, ainda mesmo alcançando o desejável equilíbrio material e espiritual no campo da experiência humana, o sofrimento alheio não nos permitiria repouso.

16 No serviço aos nossos semelhantes, vamos descobrindo a estrada necessária à nossa própria elevação.

17 Todos estamos no mundo em processo de renovação.

18 Em torno de nossa embarcação, há muitos náufragos a se debaterem no perigo e no temor, na necessidade e na aflição… Exerçamos a coragem de auxiliá-los.

19 A Providência Divina tudo renova para que se faça o Bem, e com isso as nossas esperanças renascem.

20 Tenhamos serenidade e confiança em Deus na travessia do grande mar, em que simbolizamos a existência na Terra.

21 O amor vence a morte.

22 A evolução caminha na pauta dos séculos, no entanto, podemos seguir adiante, passo a passo, nas linhas sinuosas do aprendizado.

23 Cabe-nos estudar e servir, lutar e enriquecermo-nos com a luz do Conhecimento Superior, tanto quanto se nos faça possível, seja no mundo físico ou na Vida Espiritual.

24 Ainda mesmo, a preço de lágrimas e sacrifícios, avancemos para diante, trabalhando e servindo.

25 O sofrimento é o sinal dos que trabalham pela evolução comum e pelo crescimento espiritual de todos.

26 Atendamos às exigências da jornada evolutiva, recebendo a dor por nossa instrutora divina.

27 Não apagues o sorriso de entendimento nos lábios e conserva, sempre acesa, a chama da esperança no coração.

28 Todos nós, dentro da Lei, somos impelidos a seguir juntos, segundo os compromissos que esposamos. Em conjunto, adquirimos débitos pesados que, em conjunto, devemos ressarcir.

29 Ninguém se renda às sugestões do desalento.

30 É preciso servir sem desanimar e compreender sem exigência.

31 O triunfo na Terra pede esquecimento de toda sombra, para que a luz não nos encontre inabordáveis.

32 Em qualquer dificuldade, asilemos o pensamento na oração. Ante a luz da prece, os problemas se reduzem e a paz triunfa, invariável.

33 A existência no Plano Físico é na essência, um ato de fé em Deus e em nós mesmos se anelamos a vitória total, no rumo do Plano Superior.

34 O presente é apenas um ponto de passagem no Espaço e no Tempo, ao qual estamos chegando, de muito longe, de viagem para o Grande Futuro…

35 A morte é vida em um novo modo de ser.

36 Ferramentas não nos faltam para lavrar a terra com eficiência e beleza. Saibamos suportar as chuvas de suor que nos encharcam no trabalho e tolerar sem reclamação a canícula das provas que tantas vezes procuram ressecar-nos o coração, para que o título de cultivadores fiéis nos fulgure, um dia na fronte.

37 Doar, aprender, trabalhar e servir sempre são verbos a conjugar em nossa caminhada.

38 Não lhes surpreendam os percalços da marcha. Onde se fecha um caminho, abre-se outro.

39 Nos dias de temporal, por dentro do coração, refugiemo-nos no santuário da prece.
A prece é força da vida ao nosso dispor; por ela, anjos e homens se encontram, facilitando-nos a comunhão com Jesus para a execução de nossas tarefas.

40 Não nos arrependeremos de auxiliar, porque os dias se desdobrarão, imperturbáveis, repondo cada pessoa no círculo que lhe cabe e cada situação no lugar que lhe é próprio.
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Carlos Augusto / Chico Xavier

Opúsculos — F. C. Xavier — Carlos Augusto 

IDENTIFICAÇÃO 
Carlos Augusto, também conhecido pelo nome de Gugu, chama-se Carlos Augusto Ferraz Lacerda, é filho do médico Dr. Oswaldo Lacerda, de saudosa memória e de D. Ynayá Ferraz Lacerda, residente na Capital do Rio de janeiro.

Carlos Augusto faleceu no desabamento do cine Rink, em Campinas, Estado de S. Paulo, em 16 de setembro de 1951. — Nota do Médium

quarta-feira, 21 de junho de 2017

O remédio justo


Perguntas, muitas vezes, pela presença dos Espíritos guardiães, quando tudo indica que forças contrárias às tuas noções de segurança e conforto, comparecem, terríveis, nos caminhos terrestres.

  Desastres, provações, enfermidades e flagelos inesperados arrancam-te indagações aflitivas. Onde os amigos desencarnados que protegem as criaturas?

  Como não puderam prevenir certos transes que te parecem desoladoras calamidades?

  Se aspiras, no entanto, a conhecer a atitude moral dos Espíritos benfeitores, diante dos padecimentos desse matiz, consulta os corações que amam verdadeiramente na Terra.

  Ausculta o sentimento das mães devotadas que bendizem com lágrimas as grades do manicômio para os filhos que se desvairaram no vício, de modo a que não se transfiram da loucura à criminalidade confessa.

  Ouve os gemidos de amargura suprema dos pais amorosos que entregam os rebentos do próprio sangue no hospital, para que lhes seja amputado esse ou aquele membro do corpo, a fim de que a moléstia corruptora, a que fizeram jus pelos erros do passado, não lhes abrevie a existência.

 Escuta as esposas abnegadas, quando compelidas a concordarem chorando com os suplícios do cárcere para os companheiros queridos, evitando-se-lhes a queda em fossas mais profundas de delinquência.

  Perquire o pensamento dos filhos afetuosos, ao carregarem, esmagados de dor, os pais endividados em doenças infecto-contagiosas, na direção das casas de isolamento, a fim de que não se convertam em perigo para a comunidade.

  Todos eles trocam as frases de carinho e os dedos veludosos pelas palavras e pelas mãos de guardas e enfermeiros, algumas vezes desapiedados e frios, embora continuem mentalmente jungidos aos seres que mais amam, orando e trabalhando para que lhes retornem ao seio.

  Quando vejas alguém submetido aos mais duros entraves, não suponhas que esse alguém permaneça no olvido, por parte dos benfeitores espirituais que lhe seguem a marcha.

  O amor brilha e paira sobre todas as dificuldades, à maneira do sol que paira e brilha sobre todas as nuvens.

  Ao invés de revolta e desalento, oferece paz e esperança ao companheiro que chora, para que, à frente de todo mal, todo o bem prevaleça.

  Isso porque onde existem almas sinceras, à procura do bem, o sofrimento é sempre o remédio justo da vida para que, junto delas, não suceda o pior.
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Emmanuel
Chico Xavier 



terça-feira, 20 de junho de 2017

Mansidão e Piedade



Se caminhas sob chuvas de impropérios e maldições, cultiva a mansidão e exercita a piedade.

Se atravessas provas rudes, assoalhadas por aflições contínuas, guarda-te na mansidão e desenvolve a piedade.

Se sofres agressões prolongadas, que se não justificam, permanece com mansidão e desenvolve a piedade.

Se tombas nas ciladas bem urdidas, propostas por adversários encarnados ou não, mantém-te em mansidão e esparze a piedade.

Se te açodam circunstâncias rudes e tudo parece conspirar contra tuas lutas de redenção, não te descures da mansidão nem da piedade.

Aclamado pelo entusiasmo passageiro de amigos ou admiradores, sustenta a mansidão e insiste na piedade.

Guindado a posições de relevo transitório e requestado pelo momento de ilusão, não te afaste da mansidão da piedade.

Carregado de êxitos terrenos e laureado por enganosas situações, envolve-te na mansidão e não te distancies da piedade.

Recomendado pelas pessoas proeminentes ou procurado pelos triunfos humanos, persevera com mansidão e trabalha com piedade.

Mansidão e piedade em qualquer circunstância, sempre.

A mansidão coloca-te interiormente indene à agressividade dos que se comprazem no mal e a piedade envolve-os em vibrações de amor.

A mansidão faz-te compreender que necessitas de crescimento espiritual e, por enquanto, a dor ainda se torna instrumento educativo. A piedade evita que mágoas ou sequelas de aborrecimento tisnem os teus ideais de enobrecimento.

A mansidão acalma; a piedade socorre.

Com mansidão seguirás a trilha da humildade e com a piedade prosseguirás retribuindo com o bem a todo e qualquer mal.

A mansidão identifica o cristão e a piedade fala das suas conquistas interiores.

"Bem-aventurados os mansos e pacificadores - ensinou Jesus - porque eles herdarão a Terra"... feliz do continente da alma imortal.
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Autor: Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Franco 



segunda-feira, 19 de junho de 2017

Tolerância Divina


“E dizia Jesus: — Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.” — (Lucas, 23:34)


  Ouvem-se as opiniões mais disparatadas no que concerne ao perdão e à tolerância de Deus.
  Aprendizes levianos, a todo instante, referem-se ao problema, com mais infantilidade que espírito de observação e obediência.
  São raros os que se compenetram da magnitude do assunto.
  O perdão divino jamais será entendido no quadro da preguiça, do egoísmo pessoal ou da inconstância da criatura.
As palavras do Mestre, na cruz, oferecem um roteiro de pensamentos profundos, nesse sentido: “Perdoa-lhes, meu Pai, porque não sabem o que fazem”, representa uma sentença básica da responsabilidade que o assunto envolve em si mesmo.
Num momento, qual o do Calvário, em que a dor se lhe impunha ao Espírito Divino, Jesus roga o perdão de Deus para as criaturas, mas não esquece de assinalar o porquê de Sua solicitação.
Seu motivo profundo era o da ignorância em que os homens se mergulhavam.
  O Mestre compreendia que não se deve invocar a tolerância de Deus sem razão justa, como nunca se abusa de um Pai abnegado e carinhoso.
  Tornava-se preciso explicar que o drama do Gólgota era forma de animalidade de quantos o rodeavam.
  E a expressão do Cristo foi guardada no Evangelho, a fim de que todos os aprendizes venham a compreender que tolerância e perdão de Deus não são forças que se reclamem a esmo.
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 Emmanuel 
Chico Xavier


domingo, 18 de junho de 2017

A LIÇÃO DA NATUREZA



Toda vez que nossos olhos contemplam o espetáculo do nascer e do pôr do sol, não podemos nos furtar a reconhecer a grandiosidade do Criador.

Cada vez que mergulhamos a mente no estudo da biologia, descobrindo a perfeição da maquinaria humana, seu intrincado de artérias, veias, vasos, neurônios, tudo tão harmonicamente a trabalhar, rendemo-nos ao extraordinário ser que assim se esmerou na sua elaboração.

Sempre que ouvimos a balada dos ventos nas tardes frias, o ulular cantante na pradaria, o farfalhar das folhas de outono, recordamo-nos de que o Grande Idealizador se chama Deus.

E quando as águas descem dos morros cantando segredos que recolhem por onde passam e se arrojam das alturas formando cascatas, alimentando lagos, engrossando rios, lembramo-nos de que o Maestro Excelso paira acima dos homens.

Quando a tempestade ruge, a tormenta grita, e a natureza parece enlouquecida, pensamos que Deus está um pouco desatento, em leve cochilo.

Deus não se repete, não se cansa de criar e, a cada momento em que o homem aprofunda suas lentes para o interior da terra, o seio dos mares, vai se dando conta de que o Pai desceu a detalhes muito pequenos para que nós, Seus filhos, nos sentíssemos felizes, neste planeta.

Mas como todo Pai, ele também providenciou para que aprendêssemos uns com os outros, a fim de crescermos com maior rapidez.

E a natureza é uma mestra exemplar. Sua lição de serviço desinteressado, paciência, perseverança, se faz presente todos os dias.

As flores oferecem perfume e colorido, as árvores proporcionam sombra, calor e vida. Serviço desinteressado.

A semente adormece no seio da terra e ao se espreguiçar, na época devida, estende brotos, que se tornarão alimento. Paciência e perseverança.

Para quem tem olhos de ver, até os pássaros ensinam. Conta John Leax que, nos dias de inverno, ele colocava no comedouro, em seu jardim, sementes, no intuito de que os pássaros ali viessem se alimentar.

Um dia, ele observou que um cardeal de penas desbotadas, pelo gelo e pelo frio, pousou e se curvou sobre o comedouro. Mas não bicou nenhuma semente.

Através de seu binóculo, John pôde observar que o pássaro tinha seu bico machucado, quebrado bem na raiz.

Logo mais, dois outros cardeais pousaram ao seu lado. Um de cor viva e outro cinza.

Sem pressa alguma, como se possuíssem a paciência infindável de Deus, eles trituraram sementes de girassol e, encostando bico no bico, alimentaram a ave faminta.

Nos dias seguintes, e durante o inverno inteiro, todas as manhãs e todas as tardes, o trio chegou no comedouro, repetindo o processo.

Era como um encontro marcado e um compromisso assumido. Uma lição de disciplina e de desprendimento.

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Exercita-te no amor à natureza, que esplende em sol, ar, água, árvore, frutos, animais e homens.

Deixa-te enternecer pelos convites silenciosos que o Pai Criador te faz e dulcifica-te interiormente.

O amor dilui a sombra dos sentimentos negativos, imprimindo o selo da mansidão em todos os atos.

Ama, portanto, tudo e todos.

Aprende com a natureza.
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Redação do Momento Espírita, com base no cap. O comedouro,
de John Leax, do livro Histórias para o coração 2, de Alice Gray,
ed. United Press e com pensamentos finais do cap. CLXXXI,
do livro Vida feliz, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia
de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL


sábado, 17 de junho de 2017

Situações



Se um dia te encontrares em situações tão difíceis que a vida te pareça um cárcere sem portas; 
sob o cerco de perseguidores aparentemente imbatíveis;
sofrendo a conspiração de intrigas domésticas; 
na trama de processos obsessivos; 
no campo de moléstias consideradas irreversíveis; 
no laço de paixões que te conturbem a mente; 
debaixo de provas que te induzam à desolação e ao desânimo; 
sob a pressão de hábitos infelizes; 
em extrema penúria, sem trabalho e sem meios de sobrevivência; 
de alma relegada a supremo abandono;
 na área de problemas criados pelos entes a que mais ames;
não desesperes.

Ora em Silêncio e confia em Deus, esperando pela Divina Providência, porque Deus tem estradas, onde o mundo não tem caminhos.

É por isto que a tempestade pode rugir à noite, mas não existem forças na Terra que impeçam, cada dia a chegada de novo amanhecer.
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Meimei 
 Chico Xavier












sexta-feira, 16 de junho de 2017

Jesus e renúncia


Estudando a renúncia que o Evangelho nos traça por senda de ascensão, (Mt.) examinemos como se fazia a renúncia na conduta do Cristo para que a nossa exibição de virtude não se converta em falta de caridade.

  Porque as portas do vilarejo em que surgiu entre os homens se lhe fechassem à necessidade de socorro e refúgio, não se esquivou ao propósito de auxiliar as criaturas da Terra e valeu-se da estrebaria para começar o seu divino apostolado de redenção.

  Porque os doutores de Jerusalém lhe furtassem concurso intelectual na divulgação da Boa Nova, não abandonou a ideia de iluminar-lhes o passo com a luz da revelação sublime e aceitou a colaboração de pescadores singelos para ofertar-lhes o ensinamento.

  Porque sentisse Judas transtornado pela tentação de domínio, não desistiu de auxiliá-lo, até o instante em que o próprio discípulo desertasse da preciosa tarefa de que se achava investido.

  Porque Pedro o negasse na extrema hora, não lhe recusa mão firme no reajuste.

  E porque os homens o tivessem crucificado, impondo-lhe injúria e morte, em retribuição de sua ternura e devotamento, não se afasta da Terra em definitivo, a pretexto de glorificar-se no Céu, reaparecendo aos companheiros, plenamente redivivo, esquecendo as sombras e ofensas, a recompor os serviços da sua bandeira de aperfeiçoamento das almas, prometendo-lhes cooperação e amor até o fim dos séculos.

 Lembremo-nos de que Jesus renunciou sempre à felicidade de ser compreendido para melhor compreender e de ser amado para amar com mais amplos recursos de entendimento.

  Faze, assim, semelhante renúncia ao pé daqueles que a vida te confiou, permanecendo sempre em teu posto de sacrifício para melhor servi-los no campo da evolução e terás aprendido que renunciar com o Senhor é trocar o prazer efêmero da superfície para construir no imo da própria alma a soberana alegria da vida eterna.
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Emmanuel 
Chico Xavier