sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

No reino da palavra



- Não grite.
Não permita que o seu modo de falar se transforme em agressão.

- Conserve a calma.
Ao falar, evite comentários ou imagens contrárias ao bem.

- Evite a maledicência.
Trazer assuntos infelizes à conversação, lamentando ocorrências que já se foram, é requisitar a poeira de caminhos já superados, complicando paisagens alheias.

- Abstenha-se de todo adjetivo desagradável para pessoas, coisas e circunstâncias.
Atacar alguém será destruir hoje o nosso provável benfeitor de amanhã.

- Use a imaginação sem excesso.
Não exageres sintomas ou deficiências com os fracos ou doentes, porque isso viria fazê-los mais doentes e mais fracos.

- Responda serenamente em toda questão difícil.
Na base da esperança e bondade, não existe quem não possa ajudar conversando.

- Guarde uma frase sorridente e amiga para toda situação inevitável.
Da mente aos lábios, temos um trajeto controlável para as nossas manifestações.

- Fuja a comparações, a fim de que seu verbo não venha a ferir.
Por isso, tão logo a ideia negativa nos alcance a cabeça, arredemo-la, porque um pensamento pode ser substituído, de imediato, no silêncio do espírito, mas a palavra solta é sempre um instrumento ativo em circulação.

Recorde que Jesus legou o Evangelho, exemplificando,
mas conversando também.
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ANDRÉ LUIZ
Chico Xavier

 






quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Exemplo de Vida



Tenha sempre presente que a pele se enruga...

O cabelo embranquece,
Os dias convertem-se em anos....

Mas o que é importante não muda...

A tua força e convicção não tem idade.

O teu espírito é como qualquer teia de aranha.

Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida.

Atrás de cada conquista, vem um novo desafio.

Enquanto estiver viva sinta-se viva.

Se sentir saudades do que fazia, volte a fazê-lo.

Não viva de fotografias amareladas...

Continue, quando todos esperam que desista.

Não deixe que enferruje o ferro que existe em você.

Faça com que, em vez de pena tenham respeito por você.

Quando não conseguir correr, caminhe.

Quando não conseguir caminhar, use uma bengala.

Mas nunca se detenha!!!!
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Madre Teresa

 


quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

PARA SER FELIZ





Acorde todas as manhãs com um sorriso.
Esta é mais uma oportunidade que você tem para ser feliz.

Seja seu próprio motor de arranque.

O dia de hoje jamais voltará. Não o desperdice. Você nasceu para ser feliz!

Enumere as boas coisas que você tem na vida. Ao tomar consciência do seu valor, será capaz de ir em frente com muita força, coragem e confiança!


Trace objetivos para cada dia. Você conquistará seu arco-íris, um dia de cada vez. Seja paciente.

Não se queixe do seu trabalho, do tédio, da rotina, pois é o seu trabalho que o mantém alerta, em constante desenvolvimento pessoal e profissional. Além disso, ajuda você a manter a dignidade.

Acredite, seu valor está em você mesmo. Não se deixe vencer, não seja igual, seja diferente, seja especial.

Quando nos deixamos vencer, não há surpresas, nem alegrias...

Conscientize-se de que a verdadeira felicidade está dentro de você. A felicidade não é ter ou alcançar, mas ser e doar-se.


Estenda sua mão. Compartilhe. Sorria. Abrace. Deixe-se envolver pelo afeto.

A felicidade é como um perfume. Você o passa nos outros e o cheiro fica um pouco em suas mãos.

E quando você se deixa envolver por essa fragrância especial, ao abraçar alguém deixa um pouco do seu cheiro, pois esse perfume é contagiante.

O importante de você ter uma atitude positiva diante da vida, ter o desejo de mostrar o que tem de melhor, é que isso produz efeitos colaterais maravilhosos.

Não só cria um halo de conforto para os que estão ao seu redor, como também encoraja outras pessoas a serem mais positivas.

O tempo para ser feliz é agora. O lugar para ser feliz é aqui!

A felicidade está ao alcance de todos, mas somente as pessoas especiais a têm alcançado. E sabe porquê?

Porque as pessoas especiais são aquelas que têm a habilidade de dividir suas vidas com os outros.
Elas são honestas nas atitudes, são sinceras e compassivas, e estão certas de que o amor é parte de tudo.

As pessoas especiais praticam a arte de se doar aos outros, e de ajuda-los com as mudanças que surgem em seus caminhos.

As pessoas especiais não temem dividir seus conhecimentos, compartilhar seus sonhos, suas alegrias.

Elas não têm medo de ser vulneráveis; acreditam que são únicas e têm prazer em ser quem são.
As pessoas especiais são aquelas que se permitem a ventura de estar próximas dos outros e importar-se com a felicidade alheia.

Elas sabem que o amor é o que faz a diferença na vida.

As pessoas especiais são aquelas que realmente tornam a vida bela.

E você, também é uma dessas pessoas especiais?

Pense nisso!
Todas as pessoas são especiais.
Todas foram especialmente geradas pelo amor do criador do universo, que enfeita o céu com as estrelas e coloca na intimidade de cada ser, uma centelha de luz.
Compete a cada pessoa fazer brilhar sua própria luz, conforme o convite de Jesus.
Se você ainda tem alguma dúvida sobre que atitudes tomar para ser feliz, anote estas ligeiras dicas e as realize.
Em breve verá que novos horizontes se abrem mostrando uma realidade diferente: a realidade das pessoas felizes.
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Equipe de Redação do Momento Espírita




terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Quando perceber a irritação


Meu irmão, não creia em milagre. Procure compreender que cada homem vive, sofre, o resultado de sua própria evolução. Para alcançar o equilíbrio é necessário alcançar o autoconhecimento que permite a disciplina pessoal.

Não estrague o seu dia; coragem, o seu mau humor, a sua ira, o seu ódio, não fazem outra coisa senão destruir, criar desolação, angústia, provocando insegurança em todos os que o cercam.

Não esqueça que para vencer a dor o homem precisa conhecer os seus objetivos, saber administrar o seu interior, pois assim fará sublimação com dignidade. A provação aumenta a visão interior, abre os horizontes da alma, liberta o ser.

Mostre a sua boa vontade em qualquer situação. Revele- se, colabore, seja solidário, trabalhe em benefício de todos; guarde a calma, faça a paz, seja sensato.

Intensifique a consciência do bem, estude, pesquise, trabalhe, não reclame, não se deixe amedrontar pelo desânimo; esteja sempre preparado para não perder o sentido inteligente da vida.

O acadêmico da espiritualidade tem certeza de que o exercício do bem se traduz pela luz no espírito, na qual a visão interior amplia os horizontes, elucida, promove grandes transformações.

Na escolaridade da Terra, aquele que compreendeu o seu significado é solidário, respeitoso e justo com o seu igual; está sempre pronto à renúncia do “EU”, portanto sua vida significa dedicação ao trabalho, compreensão, serenidade, esperança, resignação, calma, perdão, amor, paz, humildade, permanente renovação, alegria constante.

O homem que faz autoconhecimento percebe que o silêncio interior é a celebração plena da vida, o encontro do ser com o SER em todo o Universo, dentro de cada um, num processo constante de aprendizado.

Quando você perceber que a irritação está tomando conta de sua pessoa, reaja, procure em seu interior os momentos de alegria vividos, revise os seus ideais, não lastime, caminhe com determinação. A prece e a vigilância respondem a todas as questões humanas, são responsáveis pelo equilíbrio.

O homem marca o seu lugar na Terra pela força de seu trabalho, pelo desprendimento, pela renúncia moral, pelo caráter, pela consciência de seus objetivos; a dignidade humana está sempre presente quando a intenção é boa.

Aquele que crê na justiça do Criador é paciente, benigno, aplicado ao bem, caritativo, esperançoso; sabe suportar, esperar, sofrer as provações com altruísmo; reconhece que não há efeito sem causa, tem perene juventude, é feliz sem exigências.

Amor, trabalho, evolução.

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Leocádio José Correia 















segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

O Pastor



O pastor aproximou-se do Divino Mestre e perguntou:

-Senhor, deste-me o rebanho para guardar... 
Que farei da ovelha doente, quando não possa seguir-nos?

-Carregarás a ovelha doente, junto de teu próprio coração, poupando-lhe esforço.

-E se a ovelha foge? 
Como proceder, quando vejo alguma a transviar-se, correndo para os matagais, como se nos detestasse o caminho? 
Devo deixar o rebanho, a fim de buscá-la?

-Não te aflijas, respondeu-lhe o Senhor: 
Confia na Divina Providência. 
Se alguma ovelha fugir, não abandones o rebanho no intuito de procurá-la. 
Segue com paciência para diante, porque Deus já te concedeu o servidor que a trará de volta.

-Quem, Senhor? Quem fará isto por mim?

O Mestre endereçou a todo o rebanho um sorriso de bênção e rematou:

-Não te esqueças de agradecer a tarefa que Deus reservou ao teu cão.
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Emmanuel
Chico Xavier




domingo, 4 de janeiro de 2015

Teoria e prática



O conhecimento liberta da ignorância. Todavia, somente a sua aplicação liberta do sofrimento.
Há uma expressiva diferença entre a teoria e a prática, em todos os segmentos da humanidade.

*

A teoria ensina. Porém, a prática afere-lhe o valor.

Não basta saber. É imprescindível utilizar o que se conhece.

O conhecimento, em verdade, amplia os horizontes do entendimento. Não obstante, a sua aplicação alarga as paisagens da vida.

A mente conhecedora deve movimentar as mãos no uso desses valiosos recursos.

*

O conhecimento de importância é aquele que pode mover essas conquistas em favor do bem do seu possuidor, assim como do meio social onde este se encontra.

Nula é a informação que não produz bênçãos, nem multiplica as disposições da pessoa para a ação útil.

*

Conhecendo saberás que a tua renúncia auxilia a comunidade, sem que esperes a abnegação dos outros a teu benefício.

O conhecimento superior estimula à imediata atividade.

Acumular informações sem finalidade prática, transforma-se em erudição egoísta que trabalha em benefício da presunção.

*

Tens a obrigação de conhecer para viver. Simultaneamente, deves viver praticando os salutares esclarecimentos que armazenas, contribuindo para uma existência realizadora, humana e feliz.

*

Quando leias, exercita a praticidade do contributo cultural que assimilas.

O tempo urge, e as oportunidades de aplicação constituem tuas chances de progresso como de paz.

*

Conta-se que célebre monge budista, estudando algumas suras, descobriu que se não devia utilizar da pele de animais para conforto pessoal.

De imediato, levantou-se do catre e dali retirou o couro de um urso que lhe servia de apoio macio sobre as ripas da enxerga áspera.

Prosseguindo a leitura, porém, encontrou assinalado que, no entanto, se poderia usar a pele dos animais, quando se estivesse enfermo, esquálido ou envelhecido, a fim de ter diminuídas as penas e dores.

Ato contínuo, tomou da mesma com respeito, colocou-a no lugar de onde a retirara, sentou-se sobre ela e continuou a ler...


Conhecimento que não transforma em utilidade, pode ser qual "sepulcro caiado por fora", ocultando vérmina e morte por dentro, responsável pelo bafio do orgulho e da ostentação.
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Joanna de Ângelis




















quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Ano Novo


CARTA DE ANO BOM

Entre um ano que se vai
E outro que se inicia,
Há sempre nova esperança,
Promessas de Novo Dia...

Considera, meu amigo,
Nesse pequeno intervalo,
Todo o tempo que perdeste
Sem saber aproveitá-lo.
*
Se o ano que se passou
Foi de amargura sombria,
Nosso Pai nunca está pobre
Do pão de luz da alegria.
*
Pensa que o céu não esquece
A mais ínfima criatura,
E espera resignado
O teu quinhão de ventura.
*
Considera, sobretudo
Que precisas, doravante,
Encher de luz todo o tempo
Da bênção de cada instante.
*
Sê na oficina do mundo
O mais perfeito aprendiz,
Pois somente no trabalho
Teu ano será feliz.
*
Não esperes recompensas
Dos bens da vida terrestre,
Mas, volve toda a esperança
À paz do Divino Mestre.
*
Nas lutas, nunca te esqueça
Deste conceito profundo:
O reino da luz de Cristo
Não reside neste mundo.
*
Não olhes faltas alheias,
Não julgues o teu irmão,
Vive apenas no trabalho
De tua renovação.
*
Quem se esforça de verdade
Sabe a prática do bem,
Conhece os próprios deveres
Sem censurar a ninguém.
*
Ano Novo!... Pede ao Céu
Que te proteja o trabalho,
Que te conceda na fé
O mais sublime agasalho.
*
Ano Bom!... Deus te abençoe
No esforço que te conduz
Das sombras tristes da Terra
Para as bênçãos de Jesus.

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 Casimiro Cunha 

Chico Xavier 

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ANO NOVO 



Quando o desvelado orientador chegou ao Planeta, encaminhando o aprendiz à experiência nova, o lar estava em festa, na celebração do Ano Novo.

Musicas alegre embalavam a casa, flores festivas enfeitavam a mesa lauta. Riam-se os jovens e as crianças, enquanto os velhos bebiam vinhos de júbilo.

O devotado amigo abraçou o tutelado e falou:

- Nova existência, meu filho, é qual Ano Novo. Enche-se o coração das esperanças mais belas. Troca-se o passado pelo presente. Rejubila-se a alma na oportunidade bendita. Promessas divinas florescem no coração.

O tempo é o tesouro infinito que o Criador concede às criaturas. Não esqueças, todavia, que a concessão de um tesouro é titulo de confiança e toda confiança traduz responsabilidade. Tanto prejudica a obra de Deus o avarento que restringe a circulação dos valores, como o perdulário que os dissipa, olvidando obrigações sagradas.

O tempo, desse modo, é benfeitor carinhoso e credor imparcial simultaneamente. Na terra a maioria dos homens não chegou ainda a compreendê-lo.

Os ignorantes perdem-no.

Os loucos matam-no.

Os maus envenenam-no.

Os indiferentes zombam dele.

Os vaidosos confundem-no.

Os velhacos enganam-no.

Os criminosos perturbam-no.

Riem-se dele os pândegos.

Os mentirosos ridicularizam-no.

Os tolos esquecem-no.

Os ociosos combatem-no.

Os tiranos abusam dele.

Os irônicos menosprezam-no.

Os arbitrários dominam-no.

Os revoltados acusam-no.

Aproveitam-no os trabalhadores fiéis.

O tempo, contudo, meu filho, pertence ao Senhor e ninguém pode subverter a ordem de Deus.

É por isso que, ao fim da existência, cada um recebe conforme usou o divino patrimônio.

Vale-te, pois, da oportunidade nova, sem olvidares o dever, convicto de que ninguém falará ou agirá no mundo, em vão.

O homem precipita-se. O tempo espera. O primeiro experimenta. O segundo determina.

Se atingires a alegria de recomeçar, alcançarás, igualmente, o dia de acertar.

Lembra-te de que o tempo ensinará aos ignorantes.

Anulará os loucos.

Envenenará os maus.

Zombará dos indiferentes.

Confundirá os vaidosos.

Esclarecerá os velhacos.

Perturbará os criminosos.

Surpreenderá os pândegos.

Ridiculizará os mentirosos.

Corrigirá os tolos.

Combaterá os ociosos.

Ferirá os tiranos.

Menosprezará os irônicos.

Prenderá os arbitrários.

Acusará os revoltados.

Compensará os trabalhadores fieis.

Calou-se o venerável ancião.

Havia risos à mesa doméstica expectativa no candidato à reencarnação, sorrisos paternais no velhinho experiente.

O sábio abraçou novamente o discípulo e despediu-se rematando:

- Não te esqueças de que o tempo é generoso nas concessões e justo nas contas. Vai, porém, meu filho, e não temas.

Nesse instante, à maneira do homem, cheio de esperanças, que penetra o Ano Novo, o aprendiz reingressou na onda do nascimento.
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  Irmão X
Chico Xavier






terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Você tem medo de mudar?





Mudar por quê, por que mudar? Entre tantas razões, há uma que não se pode ignorar: 
ou você muda, ou mudam você!


Não, não tem jeito.
A única coisa que não deve mudar nos próximos anos é o constante estado de mudanças que vivemos. E mais: elas serão cada vez mais rápidas.
E o que isso significa?
 Significa que para conseguirmos acompanhar o ritmo e termos sucesso em nossa vida, pessoal e profissional teremos de nos adaptar a novas situações, aprender a aprender, reciclar conceitos, postura e atitudes.
Mas mudar nosso jeito de ser não é fácil.
Lembrando que quando falo em mudança não estou sugerindo que você mude tudo.
Muito pelo contrário.
As mudanças mais eficazes são as que são feitas sem traumas, planejadas e executadas de forma transparente, pequenas, mas contínuas.
Fazendo o que sempre faço, só ganho aquilo que sempre ganhei.
Agora, por que mudar?
 Simplesmente porque o mundo em que nós nascemos não é mais o mundo em que vivemos.
 A grande maioria de nós faz parte da geração Kichute/Conga/Bamba, ou seja, era uma grande alegria ganhar um Kichute novo para jogar bola – no qual dávamos um laço em volta do tornozelo ou por baixo do dito cujo – ou um Bamba monobloco branco, para as aulas de educação física no colégio, e o velho e bom conguinha branco para desfilar no dia 7 de setembro.
 Éramos felizes assim.

Mas como mudar?

Saia da zona de conforto. 
Todos nós, sem exceção, temos nossos hábitos, crenças, valores, preconceitos e soluções testadas para determinadas situações.
 O problema maior, na verdade, não é mudar.
 É saber o quê e quanto mudar. 
Ao mesmo tempo, estamos evoluindo como profissionais e seres humanos.
 Então, como descobrir qual a velocidade em que devo mudar?
 Nada é estático, e aceitamos certos graus de mudanças. 
Descubra quais os pontos que hoje atrapalham a sua ascensão profissional ou algo no campo pessoal.
 É preciso buscar novas habilidades e aptidões para ser mais competitivo no mercado. Questione-se sempre:
 “Quais competências me faltam?”.
 Mudar não é fácil e é preciso responder de forma adequada às perguntas acima.

Medo e insegurança


Anormal seria se não tivéssemos essas sensações.
 O desconhecido gera medo e insegurança. 
É natural passarmos por esse processo.
 Aliás, é benéfico, por que nos faz ponderar um poço mais e nos ajuda a evitar que tomemos decisões precipitadas. 
O problema é quando o medo não nos deixar agir.
 Medo é normal, mas continue a pesquisar, verificar se vale a pena mudar. 
Não fique estático, não pare o processo. 
Torne o medo um aliado, tentando descobrir: 
“O que exatamente me causa medo no processo de mudança?”
 “Medo de perder o emprego?”
“A família?”
“Meus bens materiais?”
“O que assusta tanto que não me deixa evoluir?”

Novas possibilidades

Este é a recompensa para quem consegue superar as etapas acima. 
Novas possibilidades de ganho, atravessar e conhecer novas fronteiras, vencer o desconhecido. Novos desafios demandam novos talentos e competências a serem adquiridos.
 Não existem desafios que não exigem mudanças. 
Diga não à rotina. 
E pergunte sempre: “por que não?”. 
Essa pergunta é preciosa. 
Para mudar é preciso questionar.
 Questione, questione e questione exaustivamente. 
Procure olhar a situação com novos olhos, de forma empática, e não fique preso a somente um ponto de vista. 
Aceite opiniões, novas ideias, crie novas oportunidades.

Convença a si mesmo

Seja qual for o processo de mudança, a primeira pessoa a ser convencida de que vale a pena mudar é você mesmo. 
Somente inicie um processo de mudança, seja profissional ou pessoal, se estiver plenamente convencido de que vale a pena, de que existem riscos, se você não está muito convicto do que fazer, é melhor preparar-se um pouco mais. 
Lembro que dificilmente alguém estará 100% pronto. 
Imprevistos ocorrem no meio do caminho, mas só os supera quem estiver realmente comprometido e convencido de que os resultados esperados podem surgir. É incrível, mas o primeiro sabotador de nossos projetos está dentro de nós.
 É algo que se manifesta através daquelas duas vozes internas, uma falando para ir em frente e a outra dizendo que não vai dar certo.
Finalmente , lembre-se do seguinte: você dever ser o primeiro a estar convencido de que mudar vale a pena. 
Do contrário, para que mudar?

É preciso buscar novas habilidades e aptidões para ser mais competitivo no mercado. Questione-se sempre: 
“Quais competências me faltam?”
 E não se esqueçam... 
"No mundo globalizado em que vivemos nada há de permanente, exceto a MUDANÇA"!!!

Reflitam...
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Eleanderson C. Eugênio
publicado em 01/10/2009





segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Ano Novo...



Dentro de alguns dias, um Ano Novo vai chegar a esta estação.

Se não puder ser o maquinista, seja o seu mais divertido passageiro.

Procure um lugar próximo à janela desfrute cada uma das paisagens que o tempo lhe oferecer, com o prazer de quem realiza a primeira viagem.

Não se assuste com os abismos, nem com as curvas que não lhe deixam ver os caminhos que estão por vir.

Procure curtir a viagem da vida, observando cada arbusto, cada riacho, beirais de estrada e tons mutantes de paisagem.

Desdobre o mapa e planeje roteiros.

Preste atenção em cada ponto de parada, e fique atento ao apito da partida.

E quando decidir descer na estação onde a esperança lhe acenou não hesite.

Desembarque nela os seus sonhos...

Desejo que a sua viagem pelos dias desse novo ano seja de PRIMEIRA CLASSE.
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Autor desconhecido. 

O Porquê do Perdão






Com os inegáveis avanços da ciência, o homem, em seus arroubos de grandeza, gasta valiosos recursos tentando ampliar seu domínio ao espaço cósmico, sem ao menos ter aprendido a viver no diminuto espaço que ocupa na sociedade onde convive com o seu semelhante.

Cada presídio construído no mundo comprova essa realidade, atestando o grau de ignorância em que ainda se encontra o homem na Terra. Não falamos da ignorância cultural ou inocente, mas da mais grave de todas as ignorâncias que predomina não só entre os incultos, mas principalmente nos meios ditos esclarecidos.

A tecnologia encurtou distâncias e ampliou as comunicações, proporcionando ao homem tomar conhecimento em poucos instantes de tudo o que acontece no mundo. Entretanto, com todos esses recursos, por incrível que pareça, a grande maioria dos homens ainda continua ignorante da sua real natureza e da verdadeira finalidade da vida.

É essa a ignorância que contribui para o aumento da criminalidade e o crescimento constante da população carcerária em todo o mundo. Se analisarmos o problema da criminalidade de forma um pouco mais profunda, vamos perceber que, na verdade, não existem criminosos, o que existe são dois tipos de vítimas dessa ignorância: a vítima passiva e a vítima ativa.

Os violentos, os desonestos, os corruptos, e os criminosos de toda sorte são as vítimas ativas que, sem compreenderem o verdadeiro significado da vida, acham-se no direito de tomar para si o que não conseguiram conquistar pelos meios adequados e justos.

Vítimas da própria ignorância, serão julgados no tribunal da própria consciência onde o remorso os condenará a duras penas que poderão representar séculos de sofrimentos até que, como vítimas da violência que usaram hoje, resgatem seus crimes no futuro.

Por outro lado, menos doloroso, nossos irmãos que sucumbiram como vítimas passivas, provavelmente, são criminosos de outrora que retornaram ao mundo físico para resgatarem a consciência atormentada pelos crimes cometidos em encarnações passadas. Como vítimas hoje, retornaram ao mundo espiritual aliviados em suas consciências.

Aqueles que sofreram da violência apenas prejuízos morais, materiais ou físicos, com certeza, submeteram-se a provações que, se compreendidas, servirão de lastro para grandes conquistas na renovação dos seus sentimentos, resgatando os equívocos cometidos no pretérito.

Analisando as duas situações, percebe-se que o ser humano, em qualquer circunstância, é sempre uma vítima de si mesmo e da sua ignorância; além disso, o mal que pratica acaba servindo aos propósitos divinos no cumprimento das suas leis sábias e justas que punem os criminosos de ontem, através dos criminosos de hoje. Todos são dignos da nossa compreensão!

Até que consigamos superar esse período de ignorância espiritual em que vive a maioria dos seres encarnados, os cárceres, os hospitais e os manicômios estarão sempre lotados.
Não quero, sob esse argumento, isentar da culpa aqueles que optaram pelos caminhos do crime, mas apenas chamar a atenção a um sentimento que, estimulado pela mídia, parece se generalizar na grande maioria das mentes desprevenidas. Trata-se da ideia de que os criminosos são seres à parte do contexto social e incapazes de qualquer recuperação.

Não podemos generalizar e nem tão pouco esquecer de que, há menos de cento e cinquenta anos, as leis humanas permitiam a muitos de nós, reencarnados naquela época, dar os filhos recém nascidos dos nossos escravos como alimento aos cães e aos porcos e até matar os adultos nos troncos, sob o guiaste infame da chibata, além de nos permitir praticar abusos inconfessáveis contra as mulheres cativas.
Apesar disso, não nos tornamos criminosos perante as leis da Terra, mas ferimos profundamente as leis naturais e as leis divinas.

É por esse motivo que jamais devemos julgar ou condenar quem quer que seja. Talvez os erros que apontamos no nosso próximo sejam aqueles que mais praticamos no passado. Hoje entendemos por que Jesus desafiou a turba sequiosa pela condenação, afirmando: "Atire a primeira pedra quem não tiver pecado".

As pessoas habituadas ao perdão sofrem menos do que aqueles que ainda se deixam envolver pela ideia de que perdoar irrestritamente é abdicar dos próprios direitos supostamente conferidos pelas leis humanas. Com isso, arrastam-se durante uma vida duelando mentalmente ou juridicamente em uma luta inglória que culminará somente com perdedores perante as leis naturais da vida.

Os movimentos que alguns realizam para agravar as penas sobre os infelizes que optaram pelo crime, quase sempre, nasceram do sentimento de vingança e de ódio daqueles que tiveram seus interesses ou entes queridos feridos pela violência, que não é causa, mas sim um efeito gerado por uma sociedade que ajudamos a construir.

Se, diante de tais fatos, percebemos claramente a importância do perdão até para com os criminosos do mundo, imaginemos a importância do perdão entre aqueles que estão ligados a nós pelos laços consanguíneos ou por um parentesco indireto, submetendo-nos, por força das circunstâncias, a uma convivência útil e necessária.

No decorrer dos fatos aqui relatados, o leitor vai descobrir que, em certos momentos da nossa vida, sofremos muitos dissabores desnecessários por não termos aprendido a exercitar o perdão.

"O mundo é pequeno! Até as pedras se encontram!"
São afirmações populares que apontam para uma grande verdade. Cedo ou tarde, todos nos reencontraremos. Façamos o melhor para o nosso próximo, para que tenha de nós uma boa impressão, a fim de, por ocasião do reencontro, sejamos felizes...
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Nelson Moraes
Orientado pelo espírito Áulus




domingo, 28 de dezembro de 2014

A Velha Vai, a Nova Vem!



"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo"
(2 Coríntios 5:17).


Quando uma lagarta é transformada em uma borboleta, se torna uma criatura totalmente nova. 
Uma metamorfose acontece.
Assim, se alguém está em Cristo, é uma nova criatura. A velha se foi, a nova veio!
*
 Daqui há alguns dias o novo ano estará chegando. O velho se despede e o novo se apresenta. Mas, mais importante do que o ano que é mudado, é a nossa velha vida que precisa ir embora e dar lugar a uma nova vida em Cristo, transformada, renovada, edificada, abençoada.
*
 Quando dizemos que estamos no Senhor e nada mostramos que testifique nossas palavras, estamos enganando aos nossos amigos e principalmente a nós mesmos. Jamais enganamos a Deus, que tudo sabe, tudo vê, tudo conhece. Ele é o Senhor e precisamos ser verdadeiros em nosso relacionamento com Ele.
*
 Um objeto que está estragado em nossas casas, pode ser consertado. Voltará a funcionar, mas, nunca será um objeto novo. Será sempre um velho objeto, mesmo que volte a funcionar.
*
 A vida cristã tem que ser nova. Não pode trazer as ranhuras do passado, as beiradas quebradas do passado, os cantos sujos ou sem brilho do passado, a cor desbotada do passado, a aparência débil do passado.
*
Nossas vidas precisam ser completamente novas. Devem ter brilho e pureza, devem ter uma aparência que agrade ao nosso Senhor. Devem agir de maneira diferente da forma antiga.
*
 Aproveitemos esse final de ano para mandar embora nossa velha natureza e convidar uma nova, bonita, santa, agradável, para fazer parte de nossos dias com Deus.

Deixe Jesus entrar em seu coração e a transformação será imediata!
*****************
Paulo Roberto Barbosa