quarta-feira, 22 de abril de 2015

Dicas para desenvolver uma personalidade espiritualmente sadia:




1. Decida firmemente trazer à consciência o maior número possível dos aspectos obscuros de sua personalidade que se relacionem às várias dimensões da Vida.

2. Saiba aceitar a dor e o desconforto material, buscando meios de reverter as situações aversivas.


3. Renuncie ao perfeccionismo e às exigências da vaidade fútil.

4. Desenvolva uma personalidade agradável e generosa, mesmo que lhe faltem recursos materiais.

5. Entenda sua singularidade, aceitando suas limitações e respeitando os outros como eles são.

6. Elimine as mágoas familiares, aproximando-se daqueles que ainda não o entendem.

7. Reconheça seu eu externo, suas personas, como agente de seu desenvolvimento pessoal.

8. Identifique-se com sua essência divina aproximando-se da espiritualidade.

9. Confidencie para alguém os aspectos visíveis de sua sombra, solicitando feedback daqueles não percebidos.

10. Aprenda a perdoar sinceramente, compreendendo os atos humanos, os quais você também poderia ter cometido.

11. Assuma total responsabilidade por todas as suas ações e consequências advindas.

12. Evite esquivar-se do mundo e de suas complexas relações assumindo sua identidade social.

13. Esteja sempre usando sua criatividade como instrumento de crescimento pessoal.
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Adenáuer Novaes

 


terça-feira, 21 de abril de 2015

Excesso



“Não estejas entre os beberrões de vinho, nem entre os comilões de carne”.

Deves escolher o ambiente que frequentas; onde o excesso for à tônica dos frequentadores,
é lugar pernicioso à tua presença, e podes afinizar com os presentes nos dois lados da vida.

O excesso em tudo se inspira na violência e desarmoniza a natureza.

O exagero na bebida e na comida carrega o organismo de escórias inquietantes;
mesmo que sejam coisas agradáveis, o desregramento faz esquecer a moderação.

Deves comer para viver, e não viver para comer;
o líquido mais sublime é a água pura, que é envolvida pelo magnetismo dos agentes da natureza,
ainda mais se souberes degustá-la pelos poderes da tua boca.

Tudo em demasia tortura o espírito, porque o excesso é caminho para as trevas.

Foge dos extremos! O caminho do meio é o melhor conselho para quem busca a luz.

Procura a harmonia em todas as suas nuances: Deus é Harmonia!

Observa a natureza e sente o Universo, que encontrarás, pelo teu esforço,
a paz imperturbável, que todos procuramos.

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João Nunes Maia




segunda-feira, 20 de abril de 2015

Tempo perdido


Não perca tempo.

As malquerenças, as discussões, os desentendimentos não merecem ocupar o seu tempo.

Se perde tempo com essas coisas, você fere o seu íntimo e põe nele uma infelicidade que prejudica o jeito bom de viver.

Conserve o coração em paz.

Se as contrariedades se avolumam, use as reservas de equilíbrio e sobriedade, e restitua o bem-estar o mais rápido possível.

Não perca seu precioso tempo.

Ele deve ser utilizado para coisas boas.

Entre os caminhos que se apresentem, escolha o que não fere você nem os outros.

O seu amor chama para você o amor dos outros e da vida.

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Lourival Lopes




domingo, 19 de abril de 2015

JESUS EM NÓS




Contempla o quadro sublime da natureza, ante o sol da manhã.

Tudo brilha ao clarão do Céu.

Aqui, a lama reflete cintilações, além, o grão de areia assemelha-se a pequeno diamante perdido, e a poeira esparsa lembra filigranas de luz.

Assim, também, no grande mundo de nossa alma, quando Jesus encontra meios de fulgurar em nós, tudo é amor e criação, alegria e serenidade. Envolvidas em seus divinos raios, a tristeza ou a dor, a necessidade ou a luta representam estímulos à caminhada de ascensão.

Não empanes a glória do astro vivo da fé com a sombra do desânimo ou da indiferença.

Abre as janelas do Ideal à Bênção do Senhor.

Deixa que o pensamento santificante do Mestre te invada o campo íntimo e ouvirás, em ti mesmo, o cântico da paz e do bom ânimo em perene ressurreição.

A existência é o resultado de nossos desejos.

O destino responde às nossas aspirações.

A Graça de Deus vibra em toda parte. É imprescindível, porém, saibamos dilatar a própria visão, de modo a não perder-lhe o favor e o ensinamento.

Cansaço e amargura são ilusões.

Dissabores e desencantos são simples experiências.

Brilhe o sol de Jesus em nossa alma, e tudo será, dentro de nós, entusiasmo de fazer o bem, alegria de viver e privilégio de servir, em plena juvenilidade espiritual para a Vida Eterna.
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Agar
Chico Xavier






sábado, 18 de abril de 2015

Deus por ti



Nunca digas: – não posso.

Não fales: – impossível.

Não perguntes: quem sou?

Não afirmes: não tenho.

Não te queixes: sou fraco.

Não clames: nada valho.

Não te digas inútil,
nem te creias sem forças.

Age, servindo aos outros,
não deixes de ajudar.

Trabalha e Deus por ti
criará maravilhas.
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EMMANUEL 
CHICO XAVIER 
 






sexta-feira, 17 de abril de 2015

Deus Primeiro


(...)
Se a dor te constringe o peito, em forma de angústia ou abandono, tristeza ou enfermidade,
recorre a Deus primeiro.
*
Ele será teu refúgio na tempestade, companheiro na solidão, esperança nas lágrimas,
remédio no sofrimento.
*
Diante de toda provação e à frente dos próprios erros, busca Deus primeiro.
*
Ele, que mantém as estrelas no Espaço e alimenta os vermes no abismo, ser-nos-á sustento
e consolo.
*
Nesse ou naquele problema, quanto nessa ou naquela dificuldade, confia em Deus primeiro
e sentirás que a nossa própria vida é uma bênção de luz, para sempre guardada nos braços
do Amor Eterno.
**************
Emmanuel
Chico Xavier 
Obra: Caminho espírita







quinta-feira, 16 de abril de 2015

Suicídio - Mensagens sobre Suicídio



P. – O senhor não falou no que sucede a uma pessoa que comete o suicídio.
 Esse ato é um grande crime?

A. – Tirar a vida de si próprio não é apenas um crime, mas um ato extremamente insensato.
 Não resolvemos nossas dificuldades fugindo delas. 
Isso apenas irá adiar-lhes a solução para uma vida futura. 
Alguém poderia argumentar que as circunstâncias que tem de enfrentar são motivos para o suicídio; contudo, essas circunstâncias foram julgadas necessárias para seu progresso na evolução, e ele terá que passar por elas, mais cedo ou mais tarde. 
 Do mesmo modo pelo qual uma criança que falta à escola repetirá o ano escolar até que compreenda que, para se qualificar num nível superior, deve conseguir pelo menos um mínimo de média em todas as disciplinas, o homem que comete suicídio tem de voltar ao mundo.
 Em sua próxima vida, uma série de circunstâncias se juntarão de novo, para formar os mesmos obstáculos e dificuldades de que desejou escapar. 
Deve, então, enfrentá-las e dominá-las, pois, se fugir mais uma vez, estará apenas retardando sua própria evolução e, enquanto não fizer face a esses obstáculos, ultrapassando-os e aprendendo as lições que eles pretendem ensinar, esse homem nunca será capaz de dar mais um passo sequer no caminho que leva à perfeição. 
Habitualmente, ao gesto suicida segue-se um remorso extremo e, dentro de um espaço de tempo muito curto, depois de sua chegada ao mundo astral, a maioria dos suicidas daria qualquer coisa para anular o ato impensado. 
Infelizmente, eles não podem voltar, mas devem aguardar até que chegue a época de sua próxima encarnação.
 E não lhes deixam quaisquer dúvidas de que em sua próxima existência terão de enfrentar de novo as mesmas dificuldades.

Pelo fato de um homem sofrer tanto pelo remorso, e porque daria tudo para voltar a seu corpo físico, mesmo que fosse para fazer face às consequências, ele muitas vezes se recusa ao esforço de vontade necessário para se livrar de seu veículo etérico, que, como o senhor se deve lembrar, enrola-se em torno do corpo astral no momento da morte.
 Por causa desse veículo etérico pendente dele, esse homem se torna o que é conhecido como “ligado à terra”, por tanto tempo quanto dure sua obstinação em não se livrar dele. 
Sendo um suicida, ele não recebe o mesmo auxílio afetuoso dos ajudantes astrais, auxílio que, como o senhor viu, é altruisticamente dado a todos os que passam para o próximo mundo de maneira normal. 
Desse modo, ele pode permanecer “ligado à Terra” pela ignorância, sendo incapaz de funcionar apropriadamente em qualquer desses mundos, o físico e o astral, e sentindo a profunda solidão que essas circunstâncias propiciam.
 Depois de um período de tempo que lhe parece uma eternidade, através de uma mudança ocorrida em sua mente, atrairá para si alguém que o auxilie, depois do que pode começar a viver sob condições astrais.

As condições excessivamente desagradáveis existentes nessa região de ninguém, tornam às vezes um homem tão amargo contra seu Criador e a humanidade em geral, que ele passa a perambular pelo lugar onde tirou a própria vida, tentando influenciar outras pessoas a fazerem o mesmo. 
A razão desse comportamento é a terrível solidão de seu estado presente. 
Esse homem sente que, se puder persuadir outros a fazerem o que ele fez, não ficará inteiramente só em sua angústia. 
Em raras ocasiões ele consegue êxito nesse seu esforço, e o resultado cármico desse ato significa que ele terá que sofrer imensamente em sua próxima existência. 
Suicídio nunca é uma libertação, mas apenas um adiamento, e não há circunstâncias no mundo que sejam tão más a ponto de levarem um homem a recorrer a esse método para escapar de tais circunstâncias.

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Livro: A Viagem de Uma Alma
Peter Richelieu 
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Suicídio por obsessão: 
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Anotações de além-túmulo - Memórias de um suicida
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O auto castigo
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A reencarnação dos suicidas
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O flagelo social do suicídio
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Agindo com bom senso
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Jovem suicida
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Diante da tempestade
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Prevenção do suicídio
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Ante as partidas
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No campo das provas
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O suicida do trem 
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Oração da cura
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Obsessão vista de cima
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Mortes violentas - o que acontece com os espíritos
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Paz e luz
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Amparo oculto
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Câncer moral
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Depressão na visão espírita
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Bebida alcoólica é droga?
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Conclusão espírita
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Problemas da morte
(...)Suicídios indiretos ou inconscientes
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Ódio e suicídio
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Prevenção ao suicídio
https://betemensagemdodia.blogspot.com/2016/03/prevencao-ao-suicidio.html?m=1
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MENSAGEM DO ESE: 

O suicídio e a loucura.

14. A calma e a resignação hauridas da maneira de considerar a vida terrestre e da confiança no futuro dão ao espírito uma serenidade que é o melhor preservativo contra a loucura e o suicídio. Com efeito, é certo que a maioria dos casos de loucura se deve à comoção produzida pelas vicissitudes que o homem não tem a coragem de suportar. Ora, se encarando as coisas deste mundo da maneira por que o Espiritismo faz que ele as considere, o homem recebe com indiferença, mesmo com alegria, os reveses e as decepções que o houveram desesperado noutras circunstâncias, evidente se torna que essa força, que o coloca acima dos acontecimentos, lhe preserva de abalos a razão, os quais, se não fora isso, a conturbariam.

15. O mesmo ocorre com o suicídio. Postos de lado os que se dão em estado de embriaguez e de loucura, aos quais se pode chamar de inconscientes, é incontestável que tem ele sempre por causa um descontentamento, quaisquer que sejam os motivos particulares que se lhe apontem. Ora, aquele que está certo de que só é desventurado por um dia e que melhores serão os dias que hão de vir, enche-se facilmente de paciência. Só se desespera quando nenhum termo divisa para os seus sofrimentos. E que é a vida humana, com relação à eternidade, senão bem menos que um dia? Mas, para o que não crê na eternidade e julga que com a vida tudo se acaba, se os infortúnios e as aflições o acabrunham, unicamente na morte vê uma solução para as suas amarguras. Nada esperando, acha muito natural, muito lógico mesmo, abreviar pelo suicídio as suas misérias.

16. A incredulidade, a simples dúvida sobre o futuro, as ideias materialistas, numa palavra, são os maiores incitantes ao suicídio; ocasionam a covardia moral. Quando homens de ciência, apoiados na autoridade do seu saber, se esforçam por provar aos que os ouvem ou leem que estes nada têm a esperar depois da morte, não estão de fato levando-os a deduzir que, se são desgraçados, coisa melhor não lhes resta senão se matarem? Que lhes poderiam dizer para desviá-los dessa consequência? Que compensação lhes podem oferecer? Que esperança lhes podem dar? Nenhuma, a não ser o nada. Daí se deve concluir que, se o nada é o único remédio heroico, a única perspectiva, mais vale buscá-lo imediatamente e não mais tarde, para sofrer por menos tempo.

A propagação das doutrinas materialistas é, pois, o veneno que inocula a ideia do suicídio na maioria dos que se suicidam, e os que se constituem apóstolos de semelhantes doutrinas assumem tremenda responsabilidade. Com o Espiritismo, tornada impossível a dúvida, muda o aspecto da vida. O crente sabe que a existência se prolonga indefinidamente para lá do túmulo, mas em condições muito diversas; donde a paciência e a resignação que o afastam muito naturalmente de pensar no suicídio; donde, em suma, a coragem moral.

17. O Espiritismo ainda produz, sob esse aspecto, outro resultado igualmente positivo e talvez mais decisivo. Apresenta-nos os próprios suicidas a informar-nos da situação desgraçada em que se encontram e a provar que ninguém viola impunemente a lei de Deus, que proíbe ao homem encurtar a sua vida. Entre os suicidas, alguns há cujos sofrimentos, nem por serem temporários e não eternos, não são menos terríveis e de natureza a fazer refletir os que porventura pensam em daqui sair, antes que Deus o haja ordenado. O espírita tem, assim, vários motivos a contra por à ideia do suicídio: a certeza de uma vida futura, em que, sabe-o ele, será tanto mais ditoso, quanto mais inditoso e resignado haja sido na Terra: a certeza de que, abreviando seus dias, chega, precisamente, a resultado oposto ao que esperava; que se liberta de um mal, para incorrer num mal pior, mais longo e mais terrível; que se engana, imaginando que, com o matar-se, vai mais depressa para o céu; que o suicídio é um obstáculo a que no outro mundo ele se reúna aos que foram objeto de suas afeições e aos quais esperava encontrar; donde a consequência de que o suicídio, só lhe trazendo decepções, é contrário aos seus próprios interesses. Por isso mesmo, considerável já é o número dos que têm sido, pelo Espiritismo, obstados de suicidar-se, podendo daí concluir-se que, quando todos os homens forem espíritas, deixará de haver suicídios conscientes. Comparando-se, então, os resultados que as doutrinas materialistas produzem com os que decorrem da doutrina espírita, somente do ponto de vista do suicídio, forçoso será reconhecer que, enquanto a lógica das primeiras a ele conduz, a da outra o evita, fato que a experiência confirma.

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O Evangelho Segundo o Espiritismo
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