A pessoa-problema que renteia contigo, no processo evolutivo, não te é desconhecida.
O filhinho-dificuldade que te exige doação integral, não se encontra ao teu lado por primeira vez.
O ancião-renitente que te parece um pesadelo contínuo, exaurindo-te as forças, não é encontro fortuito na tua marcha.
O familiar de qualquer vinculação que te constitui provação, não é resultado do acaso que te leva a desfrutar da convivência dolorosa.
Todos eles provêm do teu passado espiritual.
Eles caíram, sim, e ainda se ressentem do tombo moral, estando hoje a resgatar injunção penosa.
Mas tu também.
Quando alguém cai, sempre há fatores preponderantes e outros predisponentes, que induzem e levam ao abismo.
Normalmente, oculto, o causador do infortúnio permanece desconhecido do mundo.
Não, porém, da consciência, nem das Soberanas Leis.
Renascem em circunstâncias e tempos diferentes, todavia, volvem a se encontrar, seja na consanguinidade, por meio da parentela corporal, ou mediante a espiritual na grande família humana, tornando o caminho das reparações e compensações indispensáveis.
Não te rebeles contra o impositivo da dor, seja como se te apresente.
Aqui, é o companheiro que se transforma em áspero adversário.
Ali, é o filhinho rebelde, ora portador de enfermidade desgastante.
Acolá, é o familiar vitimado pela arteriosclerose tormentosa.
Mais adiante, é alguém dominado pela loucura, e que chegam à economia da tua vida depauperando os teus cofres de recursos múltiplos.
Surgem momentos em que desejas que eles partam da Terra, a fim de que repouses.
Horas soam em que um sentimentos de surda animosidade contra eles te cicia o anelo de ver-te libertado.
Ledo engano!
Só há liberdade real, quando se resgata o débito.
Distância física não constitui impedimento psíquico.
Ausência material não expressa impossibilidade de intercâmbio.
O Espírito é a vida, e enquanto o amor não abranda as dores e não lima as arestas das dificuldades, o problema prossegue inalterado.
Arrima-te ao amor e sofre com paciência.
Suporta a alma-problema que se junge a ti e não depereças nos ideais de amparar e prosseguir.
Ama, socorrendo.
Um dia nascerá luminoso em que superadas as sombras que impedem a clara visão da vida, compreenderás a grandeza do teu gesto e a felicidade da tua afeição a todos.
O problema toma a dimensão que lhe proporcionas.
Mas o amor, que cobre a multidão dos pecados voltado para o Bem, resolve todos os problemas e dificuldades, fazendo com que vibre a Paz duradora por que te afadigas.
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Joanna de Ângelis
Divaldo Franco
Obra: Alerta
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15 de fevereiro
O segredo para fazer as coisas funcionarem é querer que elas funcionem, e ser tão positivo a respeito que não reste possibilidade de que isto não aconteça.
Lidar de má vontade com um trabalho difícil não traz sucesso, mas quando esse trabalho é feito de coração, com um real desejo de vê-lo bem terminado, então só o melhor pode advir.
Faça tudo que você se propõe a fazer de coração, desde a tarefa mais corriqueira até o mais complicado e difícil trabalho.
Disponha-se a aceitar desafios reais em sua vida, sem se amedrontar.
Quando esses desafios são encarados de maneira certa e com a sabedoria interior de que sou Eu que estou trabalhando em você e através de você, ajudando-o a completar a tarefa, tudo pode acontecer.
Mude a sua maneira de encarar os fatos e você poderá abrir a porta para energias muito positivas e criativas que o inundarão.
Compreenda que você pode mudar, e mudar rapidamente, mas isto está em suas mãos.
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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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Mensagem do ESE:
II – A Fé Divina E A Fé Humana
UM ESPÍRITO PROTETOR
Paris, 1863
12 – A fé é o sentimento inato, no homem, da sua destinação. É a consciência das prodigiosas faculdades que traz em germe no íntimo, a princípio em estado latente, mas que ele deve fazer germinar e crescer, através da sua vontade ativa.
Até o presente, a fé só foi compreendida no seu sentido religioso, porque o Cristo a revelou como poderosa alavanca, e porque nele só viram um chefe de religião. Mas o Cristo, que realizou verdadeiros milagres, mostrou, por esses mesmos milagres, quanto pode o homem que tem fé, ou seja, que tem a vontade de querer e a certeza de que essa vontade pode realizar-se a si mesma. Os apóstolos, com o seu exemplo, também não fizeram milagres? Ora, o que eram esses milagres, senão os efeitos naturais de uma causa desconhecida dos homens de então, mas hoje em grande parte explicada e que será completamente compreendida pelo estudo do Espiritismo e do magnetismo?
A fé é humana ou divina, segundo a aplicação que o homem der às suas faculdades, em relação às necessidades terrenas ou às suas aspirações celestes e futuras. O homem de gênio, que persegue a realização de um grande empreendimento, triunfa se tem fé, porque sente em si mesmo que pode e deve triunfar, e essa certeza íntima lhe dá uma extraordinária força. O homem de bem que, crendo no seu futuro celeste, quer preencher a sua vida com nobres e belas ações, tira da sua fé, da certeza da felicidade que o espera, a força necessária, e ainda nesse caso se realizam os milagres da caridade, do sacrifício e da abnegação. Por fim, não há más inclinações que, com a fé, não possam ser vencidas.
O magnetismo é uma das maiores provas do poder da fé, quando posta em ação. É pela fé que ele cura e produz esses fenômenos estranhos que, antigamente, foram qualificados de milagres.
Eu vos repito: a fé é humana e divina. Se todas as criaturas encarnadas estivessem suficientemente persuadidas da força que trazem consigo, e se quisessem por a sua vontade a serviço dessa força, seriam capazes de realizar o que até hoje chamais de prodígios, e que é simplesmente senão um desenvolvimento das faculdades humanas.
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O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO
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