A baixa autoestima é vista como uma espécie de carência de vitaminas emocionais para as crianças e adultos.
Preocupados com o desenvolvimento dos seus filhos e com suas conquistas, alguns pais exageram na hora dos elogios.
Criança viciada em elogios se torna problema na escola. Ela sempre ficará na dependência da aprovação verbal dos professores.
Adulada em excesso e sem motivo, a criança cresce esperando o mesmo de todas as pessoas.
Hoje, ela espera o afago verbal dos pais, dos professores. Amanhã será do chefe, da namorada ou do namorado para se sentir bem.
É que o excesso de elogios, e nem sempre verdadeiros, gera insegurança e não autoestima.
O educador, escritor e pai de cinco filhos, Paul Kropp, de Toronto, estabeleceu alguns itens que acredita importantes para aumentar a autoconfiança dos nossos filhos, sem correr o risco de sermos demasiadamente generosos em elogios, sejam eles merecidos ou não:
1. Inclua seu filho no que você estiver fazendo. E lembre-se de que nem tudo precisa ser perfeito no trabalho dele.
Deixe a criança experimentar, agir, auxiliar. Pequenas tarefas falam de responsabilidade e amadurecimento.
2. Não apresente ao seu filho obstáculos grandes demais. A dificuldade das tarefas atribuídas às crianças deve ir aumentando aos poucos.
3. Não corra para ajudar o seu filho. Dê a ele a chance de experimentar a frustração.
A frustração faz parte do mundo real e a criança deve aprender, desde cedo, a lidar com ela.
4. Certifique-se de que ele tenha desafios fora de casa: grupos de excursão, equipes de natação, aulas de música.
5. Elogie os resultados finais com sensatez. Quando descobrir nos olhos de seu filho que ele está satisfeito com algo que fez, não seja severo na crítica.
Finalmente, para ajudar a criança a desenvolver uma noção real de seu valor:
Preste atenção ao que seu filho faz ou diz – você não precisa concordar, mas tem de ouvir.
Encontre tempo suficiente para desenvolverem projetos juntos, sem perder de vista as habilidades da criança.
Lembre-se de que não são os falsos elogios que constroem a identidade de seu filho, mas sim a atividade e o sucesso.
Os elogios, por si mesmos, não levam os filhos a crescer e buscar novos desafios. E para aquele que sabe o que quer, não serão uma ou duas críticas que o irão abater.
Por tudo isso os pais, que conhecem seus filhos, devem usar de bom senso. Elogios e críticas bem dosadas, aliadas ao tempo e esforço pessoal, possibilitam a autoconfiança e a consciência do próprio valor.
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Você sabia que o falso elogio enche a criança de expectativas irreais? E que a falta deles acaba por desvalorizá-la e deprimir?
Que, quando a criança precisa de um elogio para elevar a sua autoestima, terá dificuldades para aprimorar o seu caráter porque estará sempre na dependência do que os outros pensam? Estará buscando aprovação e não aprimoramento.
Incentivar é permitir a possibilidade da experiência, do erro e do acerto. Eis o caminho ideal para a correta formação do caráter dos nossos filhos.
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Redação do Momento Espírita, com base no artigo Seu filho é viciado em elogios?, da Revista Seleções Reader’s Digest, de maio/2000.
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17 de junho
Tenha sempre em mente que todos os caminhos conduzem a Mim.
Alguns têm mais curvas e são mais tortuosos que os outros.
Alguns parecem estranhos e desnecessários, mas não se preocupe.
Permita que cada alma encontre e trilhe seu próprio caminho.
Saiba que todos atingirão o mesmo fim: a realização de sua unidade coMigo.
Existe um caminho reto e estreito que leva diretamente a Mim, mas ele parece simples demais para certas almas que não podem aceitar que ele leva a Mim.
Elas preferem escolher caminhos mais difíceis e cheios de desvios, acreditando que com sacrifício e sofrimento ganharão mais merecimentos.
Todo esse esforço é desnecessário, mas os seres humanos têm livre arbítrio e são completamente livres para escolher seus próprios caminhos. Portanto, viva e deixe viver, sem criticar os seus semelhantes.
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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:
Convidar os pobres e os estropiados. Dar sem esperar retribuição
Disse também àquele que o convidara: Quando derdes um jantar ou uma ceia, não convideis nem os vossos amigos, nem os vossos irmãos, nem os vossos parentes, nem os vossos vizinhos que forem ricos, para que em seguida não vos convidem a seu turno e assim retribuam o que de vós receberam. — Quando derdes um festim, convidai para ele os pobres, os estropiados, os coxos e os cegos. — E sereis ditosos por não terem eles meios de vo-lo retribuir, pois isso será retribuído na ressurreição dos justos.
Um dos que se achavam à mesa, ouvindo essas palavras, disse-lhe: Feliz do que comer do pão no reino de Deus! (S. LUCAS, cap. XIV, vv. 12 a 15.)
“Quando derdes um festim, disse Jesus, não convideis para ele os vossos amigos, mas os pobres e os estropiados.” Estas palavras, absurdas, se tomadas ao pé da letra, são sublimes, se lhes buscarmos o espírito. Não é possível que Jesus haja pretendido que, em vez de seus amigos, alguém reúna à sua mesa os mendigos da rua. Sua linguagem era quase sempre figurada e, para os homens incapazes de apanhar os delicados matizes do pensamento, precisava servir-se de imagens fortes, que produzissem o efeito de um colorido vivo. O âmago do seu pensamento se revela nesta proposição: “E sereis ditosos por não terem eles meios de vo-lo retribuir.” Quer dizer que não se deve fazer o bem tendo em vista uma retribuição, mas tão-só pelo prazer de o praticar. Usando de uma comparação vibrante, disse: Convidai para os vossos festins os pobres, pois sabeis que eles nada vos podem retribuir. Por festins deveis entender, não os repastos propriamente ditos, mas a participação na abundância de que desfrutais.
Todavia, aquela advertência também pode ser aplicada em sentido mais literal. Quantos não convidam para suas mesas apenas os que podem, como eles dizem, fazer-lhes honra, ou, a seu turno, convidá-los! Outros, ao contrário, encontram satisfação em receber os parentes e amigos menos felizes. Ora, quem não os conta entre os seus? Dessa forma, grande serviço, às vezes, se lhes presta, sem que o pareça. Aqueles, sem irem recrutar os cegos e os estropiados, praticam a máxima de Jesus, se o fazem por benevolência, sem ostentação, e sabem dissimular o benefício, por meio de uma sincera cordialidade.
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(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XIII, itens 7 e 8.)
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Não reclames
É natural que vaciles.
Que, repetidas vezes, caias e te sintas vencido.
Porém não te acomodes na inércia.
Levanta-te e, embora a passos trôpegos, persiste na caminhada.
Tudo luta, tudo sofre, tudo anseia.
Quem vejas sorrindo, é possível que traga o coração em lágrimas.
O corpo escultural encerra um espírito com traumas psicológicos que não desvendas.
Quantos, em plena juventude, já comprometeram o amanhã?
Aprende a agradecer as bênçãos de que dispões.
Se possuísses mais ampla liberdade, é possível que complicasses o destino.
Não reclames da disciplina em que a tua vida se pauta.
Dentro da atual conjuntura evolutiva, o que tens é mais que suficiente para que sejas feliz.
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Irmão José
Divaldo Franco
Obra: Dias Melhores
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Bom dia.
ResponderExcluirMuito obrigada!
👀
ResponderExcluirBom dia!🙏🏻
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