quinta-feira, 30 de julho de 2026

Apenas comece...


De nada adianta você ficar muito tempo pensativo diante do muito por fazer. 

Comece a trabalhar agora mesmo, e o que era muito, em breve, irá se transfor- mar em pouco.

Procure, nas pequenas coisas, um motivo de estímulo

Quase sempre, o que jugamos um desastre fatal, não passa de mais um capítulo do livro luminoso da Vida.

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Luigi Santi Campo
Lauro Michielin
Obra: Meditações
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30 de julho

Agradeça constantemente por tudo.

Você deve ser grato por muitas coisas: abra os olhos, olhe à sua volta e perceba como você é abençoado.

Ao fazer isto você se sentirá preenchido por um enorme sentimento de amor e gratidão e sua vida terá um novo significado.

As pessoas que o rodeiam significarão mais para você porque seu coração estará transbordante de amor para elas e você terá maior compreensão e tolerância em relação a elas.

Você será grato por essas pessoas, por seu amor e companheirismo, e simplesmente por elas serem quem são.

Seus olhos estarão abertos para admirar toda beleza e harmonia à sua volta, todas as maravilhas da natureza.

E você enxergará com olhos que realmente veem; e ouvirá com ouvidos que realmente escutam; e falará com palavras de amor e e compreensão.

A vida será boa para você, porque você apreciará tudo que receber e perceberá a Minha mão em tudo.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

O suicídio e a loucura.

14. A calma e a resignação hauridas da maneira de considerar a vida terrestre e da confiança no futuro dão ao espírito uma serenidade que é o melhor preservativo contra a loucura e o suicídio. Com efeito, é certo que a maioria dos casos de loucura se deve à comoção produzida pelas vicissitudes que o homem não tem a coragem de suportar. Ora, se encarando as coisas deste mundo da maneira por que o Espiritismo faz que ele as considere, o homem recebe com indiferença, mesmo com alegria, os reveses e as decepções que o houveram desesperado noutras circunstâncias, evidente se torna que essa força, que o coloca acima dos acontecimentos, lhe preserva de abalos a razão, os quais, se não fora isso, a conturbariam.

15. O mesmo ocorre com o suicídio. Postos de lado os que se dão em estado de embriaguez e de loucura, aos quais se pode chamar de inconscientes, é incontestável que tem ele sempre por causa um descontentamento, quaisquer que sejam os motivos particulares que se lhe apontem. Ora, aquele que está certo de que só é desventurado por um dia e que melhores serão os dias que hão de vir, enche-se facilmente de paciência. Só se desespera quando nenhum termo divisa para os seus sofrimentos. E que é a vida humana, com relação à eternidade, senão bem menos que um dia? Mas, para o que não crê na eternidade e julga que com a vida tudo se acaba, se os infortúnios e as aflições o acabrunham, unicamente na morte vê uma solução para as suas amarguras. Nada esperando, acha muito natural, muito lógico mesmo, abreviar pelo suicídio as suas misérias.

16. A incredulidade, a simples dúvida sobre o futuro, as ideias materialistas, numa palavra, são os maiores incitantes ao suicídio; ocasionam a covardia moral. Quando homens de ciência, apoiados na autoridade do seu saber, se esforçam por provar aos que os ouvem ou leem que estes nada têm a esperar depois da morte, não estão de fato levando-os a deduzir que, se são desgraçados, coisa melhor não lhes resta senão se matarem? Que lhes poderiam dizer para desviá-los dessa consequência? Que compensação lhes podem oferecer? Que esperança lhes podem dar? Nenhuma, a não ser o nada. Daí se deve concluir que, se o nada é o único remédio heroico, a única perspectiva, mais vale buscá-lo imediatamente e não mais tarde, para sofrer por menos tempo.

A propagação das doutrinas materialistas é, pois, o veneno que inocula a ideia do suicídio na maioria dos que se suicidam, e os que se constituem apóstolos de semelhantes doutrinas assumem tremenda responsabilidade. Com o Espiritismo, tornada impossível a dúvida, muda o aspecto da vida. O crente sabe que a existência se prolonga indefinidamente para lá do túmulo, mas em condições muito diversas; donde a paciência e a resignação que o afastam muito naturalmente de pensar no suicídio; donde, em suma, a coragem moral.

17. O Espiritismo ainda produz, sob esse aspecto, outro resultado igualmente positivo e talvez mais decisivo. Apresenta-nos os próprios suicidas a informar-nos da situação desgraçada em que se encontram e a provar que ninguém viola impunemente a lei de Deus, que proíbe ao homem encurtar a sua vida. Entre os suicidas, alguns há cujos sofrimentos, nem por serem temporários e não eternos, não são menos terríveis e de natureza a fazer refletir os que porventura pensam em daqui sair, antes que Deus o haja ordenado. O espírita tem, assim, vários motivos a contra por à ideia do suicídio: a certeza de uma vida futura, em que, sabe-o ele, será tanto mais ditoso, quanto mais inditoso e resignado haja sido na Terra: a certeza de que, abreviando seus dias, chega, precisamente, a resultado oposto ao que esperava; que se liberta de um mal, para incorrer num mal pior, mais longo e mais terrível; que se engana, imaginando que, com o matar-se, vai mais depressa para o céu; que o suicídio é um obstáculo a que no outro mundo ele se reúna aos que foram objeto de suas afeições e aos quais esperava encontrar; donde a consequência de que o suicídio, só lhe trazendo decepções, é contrário aos seus próprios interesses. Por isso mesmo, considerável já é o número dos que têm sido, pelo Espiritismo, obstados de suicidar-se, podendo daí concluir-se que, quando todos os homens forem espíritas, deixará de haver suicídios conscientes. Comparando-se, então, os resultados que as doutrinas materialistas produzem com os que decorrem da doutrina espírita, somente do ponto de vista do suicídio, forçoso será reconhecer que, enquanto a lógica das primeiras a ele conduz, a da outra o evita, fato que a experiência confirma.

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O Evangelho Segundo o Espiritismo
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Avaliação de Tarefas


Estabeleça um programa de periódica avaliação dos seus atos, a fim de examinar com acerto como decorre sua vida.

O tempo não para, desenvolvendo-se dentro de uma medida harmônica, incessante.

Aprenda a usá-lo com sabedoria.

A hora se repete, dentro, porém, de outras circunstâncias.

A terra improdutiva é problema do abandono que lhe dá o proprietário.

O charco pútrido é questão de desprezo por parte do agricultor.

Examine o que você tem feito do solo do seu coração e da terra da sua mente.

Contendas e querelas refletem paixões perniciosas e ociosidade da ação.

Toda colheita responde pela sementeira realizada.

Utilize melhor a oportunidade.

Caminhos em sombra e impérvios dispensam maldições, requerendo luz e correção do piso.

A estrada fala do trânsito que suporta.

Aplique corretamente as energias.

Muita movimentação, pouca produtividade na tarefa.

Trabalhador agitado, rendimento precário.

Organize o mapa de serviços e aja com ordem.

Congele a mentira e a calúnia nos ouvidos, não as passando adiante.

As palavras insensatas ateiam lamentáveis incêndios em mentes e corações fracos.

Manipule seu tempo, objetivando rendimentos superiores.

O que você não puder fazer, evite censurar.

A crítica honesta soluciona o problema; a viciosa agrava-o.

Exercite seus sentimentos, ajudando sempre.

Os heróis e missionários merecem acatamento e respeito.

Siga-lhes os exemplos, aprendendo com eles otimismo e perseverança no bem.

A admiração que nada produz é adorno inútil.

Anote os seus compromissos diários e revise o que logrou atender, ao chegar a hora do repouso noturno. Seja exigente com seus erros e desculpe os dos outros.

O que você não pôde fazer, que o não desanime; o que você fez mal, que o não perturbe.

Avalie a sua produção e renove-se, recomeçando os deveres amanhã com o mesmo alento e disposição de hoje.

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Marco Prisco
Divaldo Franco
Obra: Roteiro de liberação
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