sábado, 18 de julho de 2026

Espelhos e Reflexos



Queixas-te, por vezes, de 
“azar” ou “má sorte.”

Notas azedume e irritação nos outros, por onde vás.

Ignoramos se já sabes que somos espelhos uns dos outros.

Cada um de nós vê nos companheiros as imagens que traz consigo.

Mas não projetamos apenas a nossa imagem.

Arrojamos de nós, igualmente, as nossas disposições mais íntimas.

Se nos aproximamos de alguém, transportando alegria ou aborrecimento, simpatia ou aversão, a pessoa ou as pessoas que nos cercam passam, de imediato, a retratar-nos as disposições psicológicas.

Não te digas sem amigos e sem caminhos, à maneira de alguém que vive no mundo, diante de portas fechadas.

Acende a luz do sorriso na própria face e deixa que a bondade e a compreensão te orientem os modos e as palavras.

Trata aos outros como desejas que os outros te tratem.

Em seguida, observa os resultados.

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Emmanuel
Chico Xavier
Obra: Momentos de Paz
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18 de julho

Você precisa aprender a se sustentar sobre as suas próprias pernas e a encontrar seu próprio caminho individual para poder funcionar no plano geral.

Abasteça-se somente em Mim, a fonte de toda a vida e de toda a criação, e você não se enganará.

Não hesite se a caminhada se tornar difícil, mas simplesmente siga em frente com a certeza que você está atravessando apenas um trecho mais puxado.

E quanto mais depressa você atravessá-lo melhor, e faça-o sem resistências ou ressentimentos, aprendendo as importantes e necessárias lições que surgirem a cada passo.

Você precisa aprender a não desistir facilmente, a ser paciente e persistente.

Mantenha a visão à sua frente.

Saiba para onde está se dirigindo e qual a meta a ser atingida; não desista e chegue ao final da jornada a que você se propôs.

Você não pode ser fraco nesta vida, pois ela exige força e sabedoria interiores inabaláveis.

Deposite sua força e sua segurança em Mim.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

A paciência

A dor é uma bênção que Deus envia a seus eleitos; não vos aflijais, pois, quando sofrerdes; antes, bendizei de Deus onipotente que, pela dor, neste mundo, vos marcou para a glória no céu.

Sede pacientes. A paciência também é uma caridade e deveis praticar a lei de caridade ensinada pelo Cristo, enviado de Deus. A caridade que consiste na esmola dada aos pobres é a mais fácil de todas. Outra há, porém, muito mais penosa e, conseguintemente, muito mais meritória: a de perdoarmos aos que Deus colocou em nosso caminho para serem instrumentos do nosso sofrer e para nos porem à prova a paciência.

A vida é difícil, bem o sei. Compõe-se de mil nadas, que são outras tantas picadas de alfinetes, mas que acabam por ferir. Se, porém, atentarmos nos deveres que nos são impostos, nas consolações e compensações que, por outro lado, recebemos, havemos de reconhecer que são as bênçãos muito mais numerosas do que as dores. O fardo parece menos pesado, quando se olha para o alto, do que quando se curva para a terra a fronte.

Coragem, amigos! Tendes no Cristo o vosso modelo. Mais sofreu ele do que qualquer de vós e nada tinha de que se penitenciar, ao passo que vós tendes de expiar o vosso passado e de vos fortalecer para o futuro. Sede, pois, pacientes, sede cristãos. Essa palavra resume tudo.

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— Um Espírito amigo. (Havre, 1862.)
(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. IX, item 7.)
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Animais


É dever do ser humano respeitar e proteger todas as formas de vida.

Os diversos animais que rodeiam nossa existência, no planeta Terra, são também criaturas de Deus e devem ser considerados como irmãos menores.

Podemos nos servir deles sempre que necessário, mas nenhum direito é em si ilimitado.

Eles não estão no mundo com a única finalidade de serem úteis aos homens e devemos ter consciência de que o exercício abusivo de qualquer direito é sempre reprovável.

Deus colocou os animais sob nossa guarda. Temos, portanto, o dever de protegê-los.

As pessoas que amam e cultivam a convivência com os animais, se observarem com atenção, verificarão que várias espécies são portadoras de qualidades que consideramos humanas.

São capazes de ter paciência, prudência, vigilância, obediência e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.

Têm sua linguagem própria, seus afetos e sua inteligência rudimentar.

Dão-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.

Na convivência com esses seres, devemos estabelecer o limite entre o que é realmente necessário e o que é supérfluo.

Quando estiverem sob nossos cuidados ofereçamos-lhes alimentação adequada, afeto, condições básicas de higiene e tratamento para a saúde sempre que necessário.

Reflitamos sobre como temos agido em relação a esses companheiros de jornada.

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Redação do Momento Espírita
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3 comentários:

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