segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Melhorar para sofrer menos


É óbvio que ninguém quer sofrer. Consideremos, entretanto, que o sofrimento ainda é inerente à nossa condição. Como? Então ele vai deixar de nos importunar? Sim, quando o merecermos. E essa conquista depende de nós mesmos.

Sofremos porque ainda somos teimosos. Exageramos nos desejos e nas desculpas, acumulamos lixo mental e guardamos ressentimentos; acomodamo-nos na inércia ou nos perdemos nas precipitações. Por outro lado, tentamos dominar outras consciências e ficamos aborrecidos com os fracassos nestas tentativas, como se fossemos donos da verdade... Entretanto, essas situações todas apenas refletem vaidade, orgulho ferido, feroz egoísmo, medos, inseguranças ou traumas. Fruto da inexperiência; caminho de aprendizado.

A receita da felicidade, contudo, já está conosco. Jesus trouxe-a pessoalmente ao ensinar que fizéssemos ao próximo tudo o que desejamos para nós mesmos. Ou como nos mandamentos de amar a Deus e ao próximo como a si mesmo.

O que faz sofrer é a rebeldia em aceitar que somos todos iguais e que, portanto, a ninguém cabe o direito de desrespeitar a vontade e a liberdade alheias, exceto por força da lei, ainda que humana. Na verdade, que direito temos de interferir na vida alheia? Quando agimos nesse sentido, as conseqüências só podem mesmo ser algum tipo de sofrimento ou aflição. E, no mesmo sentido, a orientação cabe com relação a si próprio, pois abusos e desrespeitos a si mesmo também trazem efeitos que podem ser aflitivos.

Portanto, para ser mais feliz e ir, gradativamente, diminuindo os motivos de sofrimento, é melhorar-se o quanto mais. Sim, melhora no comportamento, nas ações, nos pensamentos, na convivência, no relacionamento. Dentro e fora de casa.

Agindo com equilíbrio, ou pelo menos esforçando-se para isso, onde quer que estejamos, estaremos reduzindo as causas de sofrimentos, no presente e no futuro. Quanto ao passado, aos poucos vamos reparando, pois isso também é necessário.

O caminho é pois, melhorar. Em todos os sentidos. Aprender mais, de maneira permanente; auto-analisar-se para verificar os pontos em que já podemos nos disciplinar; solidarizar-se pelas boas causas em favor de nossos irmãos de caminhada; confiar em Deus e prosseguir realizando o melhor ao nosso alcance. Com isso, seremos mais felizes!

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Orson Peter Carrara
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05 de outubro

O que você está fazendo com a sua vida?

Você está satisfeito só se deixando levar pela correnteza, fazendo só o que você quer, vivendo do jeito que você quer, sem sequer um pensamento pelos outros?

Você é livre para isso.

Muitas almas vivem assim e depois se perguntam por que são infelizes e insatisfeitas.

Somente quando você aprender a esquecer o ego e a viver pelos outros é que você vai encontrar a verdadeira satisfação e paz no coração.

EU ESTOU aqui para lhe mostrar o caminho, mas é você quem tem que seguir em frente.

Ninguém mais pode fazer isto por você; ninguém mais pode viver a sua vida por você.

Aprenda a doar e não só a receber o tempo todo. Por que não doar num nível e receber no outro?

A vida é um caminho de duas direções, um constante doar e receber.

Você não pode viver só para si mesmo e encontrar verdadeira alegria e satisfação na vida.

Viva para o todo, doe para o todo e seja inteiro.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

Será repreensível notarem-se as imperfeições dos outros, quando daí nenhum proveito possa resultar para eles, uma vez que não sejam divulgadas?

Tudo depende da intenção. Decerto, a ninguém é defeso ver o mal, quando ele existe. Fora mesmo inconveniente ver em toda a parte só o bem. Semelhante ilusão prejudicaria o progresso. O erro está no fazer-se que a observação redunde em detrimento do próximo, desacreditando-o, sem necessidade, na opinião geral. Igualmente repreensível seria fazê-lo alguém apenas para dar expansão a um sentimento de malevolência e à satisfação de apanhar os outros em falta. Dá-se inteiramente o contrário quando, estendendo sobre o mal um véu, para que o público não o veja, aquele que note os defeitos do próximo o faça em seu proveito pessoal, isto é, para se exercitar em evitar o que reprova nos outros. Essa observação, em suma, não é proveitosa ao moralista? Como pintaria ele os defeitos humanos, se não estudasse os modelos? — S. Luís. (Paris, 1860.)

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(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. X, item 20.)
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Acesse e leia, no link abaixo, uma mensagem do ESE que não esteja disponível neste Blog, visto que, conforme observado, as mensagens tendem a se repetir:


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5 comentários:

Obrigada pelo comentário!