sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Nas tentações



Não vitalize, mediante a fixação mental, as ideias negativas.

O "mar não consiste em ser visitado pelo pensamento mau, mas em dar-lhe acolhida no plano da mente.

O que não é correto não é certo.

Tentar adaptar o incorreto ao certo pode transformar-se em perigoso empreendimento. Corrija o incorreto com as ferramentas do trabalho certo.

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Brincando com a leviandade, possivelmente a leviandade zombará da sua condição.

"Quem não quer ser lobo — afirma o velho refrão — não lhe veste a pele".

Uso desordenado e instabilidade frequente produzem abuso e negligência nas resoluções superiores. Ninguém está livre de abusar no uso, todavia, não deve usar o abuso.

A emoção mal dirigida dá início à paixão desordenada.

Todos somos servos das emoções em cujos terrenos plantamos as sementes de todas as atitudes. No entanto, a emoção não deve produzir seminários daninhos que possam ameaçar a vida espiritual.

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Desejar algo ó impositivo do programa de evolução para todos os espíritos.

Ambicionar sem conformação, entretanto, representa desvairio a caminho da loucura.

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Você pode errar em seus empreendimentos, adquirindo e renovando experiências éticas.

Não deve, porém, adquirir lucidez e sabedoria através, somente, dos insucessos morais.

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Você tem o direito de seguir qualquer caminho em seu roteiro.

O arbítrio na escolha representa bênção inalienável para o espírito; todavia, cuide de examinar o caminho para que ele não o conduza à infelicidade e ao desespero.

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No avanço para a luz, pode ocorrer a necessidade de você caminhar no escuro como experiência inevitável.

Comprazer-se, porém, longe da claridade é malbaratar a oportunidade divina, enquanto a chama se apaga no velador.

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O erro não é somente o que se faz, longe das linhas do dever.

Quase sempre, como se fazem, muitas coisas nobres tornam-se inconvenientes ou más.

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Quando a tentação acercar-se de você, lute, e a luta o fará feliz.

Se você se sente caído, por ignorância ou fraqueza, levante-se e siga sem olhar para trás. Retifique o engano, logo seja possivel, rejubile-se e prossiga resoluto.

Para quem deseja renovação sempre é dia.

Lembre-se de Jesus e entregue-se a Ele.

Busque os divinos braços com o coração e o pensamento através da oração. A prece é sempre um hífen de luz pelo qual você chegará ao Mestre e Guia, livre e feliz.

🌱🌻🌱
Marco Prisco
Divaldo Franco
Obra: Ementários Espírita
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16 de outubro

Deixe seu amor e compaixão se estenderem a todos, não apenas àqueles que o amam, mas até àqueles que o odeiam e o desprezam.

Eleve sua consciência e mantenha-a num estado elevado, e você será capaz de perceber tudo com outra perspectiva e verá que não tem inimigos.

Não endureça seu coração, não tente retaliar quando a vida aparentemente está contra você.

Simplesmente saiba e aceite que EU ESTOU com você, Eu o estou guiando e dirigindo, e que tudo vai indo muito bem.

Aí, então, solte-se e veja somente o melhor em cada situação.

Quando você estiver disposto a fazer isso, você será capaz de ver Meus milagres e glórias acontecerem e você saberá, sem sombra de dúvidas, que por si só não seria capaz de operar tais milagres.

Portanto, eleve seu coração e dê honra e glória a Mim.

🌱🌻🌱
Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

Capítulo 24 - Não por candeia debaixo do alqueire
Os Sãos Não Precisam De Médico

11 – E aconteceu que, estando Jesus assentado à mesa numa casa, eis que, vindo muitos publicanos e pecadores, se assentaram a comer com ele e com os seus discípulos. E vendo isto os fariseus, diziam aos seus discípulos: Por que come o vosso mestre com os publicanos e pecadores? Mas, ouvindo-os, Jesus disse: Os são não têm necessidade de médico, mas sim os enfermos. (Mateus, IX: 10-12).

12 – Jesus dirigia-se sobretudo aos pobres e aos deserdados, porque são eles os que mais necessitam de consolação; e aos cegos humildes e de boa fé, porque eles pedem que lhes abram os olhos; e não os orgulhosos, que crêem possuir toda a luz e não precisar de nada. (Ver Introdução: Publicanos, Peageiros).

Estas palavras, como tantas outras, aplicam-se ao Espiritismo. Às vezes admira-se de que a mediunidade seja concedida a pessoas indignas, e por isso mesmo capazes de a empregarem mal. Parece, costuma-se dizer, que uma faculdade tão preciosa deveria ser atributo exclusivo de pessoas de maior merecimento.

Digamos,de início, que a mediunidade é inerente a uma condição orgânica, de que todos podem ser dotados, como a de ver, ouvir e falar. Não há nenhuma de que o homem, em conseqüência do seu livre arbítrio, não possa abusar. Ora, se Deus não tivesse concedido a palavra, por exemplo, senão aos que são incapazes de dizer coisas más, haveria mais mudos do que falantes. Deus outorgou as faculdades ao homem, dando-lhe a liberdade de usá-las como quiser, mas pune sempre aqueles que delas abusam.

Se o poder de comunicar-se com os Espíritos só fosse dado aos mais dignos, qual aquele que ousaria pretendê-lo? E onde estaria o limite da dignidade e da indignidade? A mediunidade é dada sem distinção, a fim de que os Espíritos possam levar a luz a todas as camadas, a todas as classes da sociedade, ao pobre ao rico: aos virtuosos, para os fortalecer no bem, e aos viciosos, para os corrigir. Estes últimos não são os doentes que precisam de médico?

Por que Deus, que não quer a morte do pecador, o privaria do socorro que pode tirá-lo da lama? Os Bons Espíritos vêm assim em seu auxílio e seus conselhos, que ele recebe diretamente, são de natureza a impressioná-lo mais vivamente, do que se os recebesse de maneira indireta. Deus, na sua bondade, poupa-lhe a pena de ir procurar a luz à distância, e lha mete nas mãos. Não será ele bem mais culpado, se não atentar para ela? Poderia escusar-se com a sua ignorância, quando ele mesmo escreveu, viu com os próprios olhos, ouviu com os seus ouvidos e pronunciou com sua própria boca a sua condenação? Se ele não aproveitar, então será punido com a perda ou a perversão da sua faculdade, de que os maus Espíritos se apoderarão, para o obsedar e enganar, sem prejuízo das aflições comuns com que Deus castiga os servos indignos e os corações endurecidos pelo orgulho e o egoísmo.

A mediunidade não implica necessariamente as relações habituais com os Espíritos superiores. É simplesmente uma aptidão, para servir de instrumento, mais ou menos dócil, aos Espíritos em geral. O bom médium não é, portanto, aquele que tem facilidade de comunicação, mas o que é simpático aos Bons Espíritos e só por eles é assistido. É neste sentido, unicamente, que a excelência das qualidades morais é de importância absoluta para a mediunidade.

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O Evangelho segundo o Espiritismo
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Acesse e leia, no link abaixo, uma mensagem do ESE que não esteja disponível neste Blog, visto que, conforme observado, as mensagens tendem a se repetir:


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