sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Terapia do Perdão



Perdoar não significa concordar com o mal que nos fizeram, esquecer uma injustiça ou permitir que alguém continue nos prejudicando. Perdoar é, sobretudo, libertar-se do ressentimento e da necessidade de revidar.

Quando alimentamos mágoa, ódio, desejo de vingança ou indignação constante, permanecemos emocionalmente ligados àquilo que nos feriu. A experiência dolorosa continua ocupando espaço em nossa mente e perturbando nossa paz.

Por isso, o perdão é também uma forma de cuidado com nós mesmos.

Muitas vezes encontramos pessoas que ferem, caluniam, provocam ou agem de maneira injusta. Não podemos controlar suas escolhas, mas podemos escolher como reagiremos diante delas. Revidar com o mesmo mal apenas prolonga o sofrimento e nos coloca no mesmo círculo de desequilíbrio.

Perdoar é interromper esse ciclo.

Isso não significa ausência de limites. Podemos nos afastar de quem nos faz mal, proteger-nos e dizer não diante de comportamentos inadequados. A diferença está em não carregar dentro de nós o desejo de vingança ou o ressentimento.

À luz da Doutrina Espírita, as dificuldades e os conflitos também podem representar oportunidades de crescimento. Aquele que nos desafia pode, sem perceber, oferecer-nos uma oportunidade de desenvolver paciência, compreensão, firmeza e elevação espiritual.

Jesus, ao ensinar o perdão, apresentou-nos uma das mais profundas lições de amor e equilíbrio. Perdoar é escolher não devolver a mesma agressão recebida. É não permitir que a atitude do outro determine quem seremos.

Quem perdoa não apaga o passado, mas deixa de permitir que ele governe o presente.

O perdão não transforma o erro em acerto, nem a injustiça em justiça. Ele transforma a nossa relação com aquilo que aconteceu.

Por isso, diante das ofensas, talvez possamos perguntar a nós mesmos:

Quero continuar carregando essa dor ou desejo seguir em paz?

Perdoar é escolher a liberdade interior.

É deixar para trás aquilo que já não precisa ocupar o coração e voltar os olhos para os caminhos que conduzem ao crescimento, à serenidade e à esperança.

Como nos ensina Joanna de Ângelis, o perdão é um valioso recurso para a harmonia pessoal e para a cura das feridas da alma.

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Breve reflexão sobre a mensagem de:
Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Franco
Obra: Libertação pelo Amor
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09 de outubro

Toda alma anseia pelo melhor que a vida pode dar.

E o melhor está esperando que você esteja pronto para recebê-lo.

Mas você deve estar disposto a receber o melhor de todo o coração, com verdadeira alegria e com a certeza que você é digno dele e este é o momento certo.

Se a sua atitude for de dúvida, você irá bloquear o fluxo do que é seu por direito.

Portanto, verifique se não há nada em você que esteja impedindo o que é seu de chegar até você.

EU ESTOU lhe oferecendo a vida, uma vida de abundância.

EU ESTOU lhe oferecendo beleza, harmonia, paz, amor.

O que é do Espírito é seu.

Caminhe pelos caminhos do Espírito, viva em perfeita harmonia com as Minhas leis e observe a vida se desenrolar em total perfeição.

Que não haja pressões em você.

Aceite simplesmente o que é seu com o coração pleno de agradecimento e nunca deixe de expressar seu amor e apreciação por tudo que lhe é dado.

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Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
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MENSAGEM DO ESE:

Benefícios pagos com a ingratidão

Que se deve pensar dos que, recebendo a ingratidão em paga de benefícios que fizeram, deixam de praticar o bem para não topar com os ingratos?

Nesses, há mais egoísmo do que caridade, visto que fazer o bem, apenas para receber demonstrações de reconhecimento, é não o fazer com desinteresse, e o bem, feito desinteressadamente, é o único agradável a Deus. Há também orgulho, porquanto os que assim procedem se comprazem na humildade com que o beneficiado lhes vem depor aos pés o testemunho do seu reconhecimento.

Aquele que procura, na Terra, recompensa ao bem que pratica não a receberá no céu. Deus, entretanto, terá em apreço aquele que não a busca no mundo.

Deveis sempre ajudar os fracos, embora sabendo de antemão que os a quem fizerdes o bem não vo-lo agradecerão. Ficai certos de que, se aquele a quem prestais um serviço o esquece, Deus o levará mais em conta do que se com a sua gratidão o beneficiado vo-lo houvesse pago. Se Deus permite por vezes sejais pagos com a ingratidão, é para experimentar a vossa perseverança em praticar o bem.

E sabeis, porventura, se o benefício momentaneamente esquecido não produzirá mais tarde bons frutos? Tende a certeza de que, ao contrário, é uma semente que com o tempo germinará. Infelizmente, nunca vedes senão o presente; trabalhais para vós e não pelos outros. Os benefícios acabam por abrandar os mais empedernidos corações; podem ser olvidados neste mundo, mas, quando se desembaraçar do seu envoltório carnal, o Espírito que os recebeu se lembrará deles e essa lembrança será o seu castigo. Deplorará a sua ingratidão; desejará reparar a falta, pagar a dívida noutra existência, não raro buscando uma vida de dedicação ao seu benfeitor. Assim, sem o suspeitardes, tereis contribuído para o seu adiantamento moral e vireis a reconhecer a exatidão desta máxima: um benefício jamais se perde. Além disso, também por vós mesmos tereis trabalhado, porquanto granjeareis o mérito de haver feito o bem desinteressadamente e sem que as decepções vos desanimassem.
Ah! meus amigos, se conhecêsseis todos os laços que prendem a vossa vida atual às vossas existências anteriores; se pudésseis apanhar num golpe de vista a imensidade das relações que ligam uns aos outros os seres, para o efeito de um progresso mútuo, admiraríeis muito mais a sabedoria e a bondade do Criador, que vos concede reviver para chegardes a ele. — Guia protetor. (Sens, 1862.)

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(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XIII, item 19.)
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Acesse e leia, no link abaixo, uma mensagem do ESE que não esteja disponível neste Blog, visto que, conforme observado, as mensagens tendem a se repetir:

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Na hora da irritação


Na hora da irritação que te ocorra:

não grites;

não escrevas;

não prometas;

não te ausentes;

não compres;

não vendas;

não te agites;

não opines;

não gracejes;

e não reclames.

Recolhe-te ao silêncio por alguns minutos, e entrega-te à oração, rogando o auxílio da Providência Divina.

Sentirás, então, que a crise te haverá
deixado e retomarás a normalidade da
própria vida, para reger com segurança
as próprias decisões.

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Emmanuel
Francisco C. Xavier
Obra: Luz e vida
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Um comentário:

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