sexta-feira, 17 de abril de 2015

Deus Primeiro


(...)
Se a dor te constringe o peito, em forma de angústia ou abandono, tristeza ou enfermidade,
recorre a Deus primeiro.
*
Ele será teu refúgio na tempestade, companheiro na solidão, esperança nas lágrimas,
remédio no sofrimento.
*
Diante de toda provação e à frente dos próprios erros, busca Deus primeiro.
*
Ele, que mantém as estrelas no Espaço e alimenta os vermes no abismo, ser-nos-á sustento
e consolo.
*
Nesse ou naquele problema, quanto nessa ou naquela dificuldade, confia em Deus primeiro
e sentirás que a nossa própria vida é uma bênção de luz, para sempre guardada nos braços
do Amor Eterno.
**************
Emmanuel
Chico Xavier 
Obra: Caminho espírita







quinta-feira, 16 de abril de 2015

Suicídio - Mensagens sobre Suicídio



P. – O senhor não falou no que sucede a uma pessoa que comete o suicídio.
 Esse ato é um grande crime?

A. – Tirar a vida de si próprio não é apenas um crime, mas um ato extremamente insensato.
 Não resolvemos nossas dificuldades fugindo delas. 
Isso apenas irá adiar-lhes a solução para uma vida futura. 
Alguém poderia argumentar que as circunstâncias que tem de enfrentar são motivos para o suicídio; contudo, essas circunstâncias foram julgadas necessárias para seu progresso na evolução, e ele terá que passar por elas, mais cedo ou mais tarde. 
 Do mesmo modo pelo qual uma criança que falta à escola repetirá o ano escolar até que compreenda que, para se qualificar num nível superior, deve conseguir pelo menos um mínimo de média em todas as disciplinas, o homem que comete suicídio tem de voltar ao mundo.
 Em sua próxima vida, uma série de circunstâncias se juntarão de novo, para formar os mesmos obstáculos e dificuldades de que desejou escapar. 
Deve, então, enfrentá-las e dominá-las, pois, se fugir mais uma vez, estará apenas retardando sua própria evolução e, enquanto não fizer face a esses obstáculos, ultrapassando-os e aprendendo as lições que eles pretendem ensinar, esse homem nunca será capaz de dar mais um passo sequer no caminho que leva à perfeição. 
Habitualmente, ao gesto suicida segue-se um remorso extremo e, dentro de um espaço de tempo muito curto, depois de sua chegada ao mundo astral, a maioria dos suicidas daria qualquer coisa para anular o ato impensado. 
Infelizmente, eles não podem voltar, mas devem aguardar até que chegue a época de sua próxima encarnação.
 E não lhes deixam quaisquer dúvidas de que em sua próxima existência terão de enfrentar de novo as mesmas dificuldades.

Pelo fato de um homem sofrer tanto pelo remorso, e porque daria tudo para voltar a seu corpo físico, mesmo que fosse para fazer face às consequências, ele muitas vezes se recusa ao esforço de vontade necessário para se livrar de seu veículo etérico, que, como o senhor se deve lembrar, enrola-se em torno do corpo astral no momento da morte.
 Por causa desse veículo etérico pendente dele, esse homem se torna o que é conhecido como “ligado à terra”, por tanto tempo quanto dure sua obstinação em não se livrar dele. 
Sendo um suicida, ele não recebe o mesmo auxílio afetuoso dos ajudantes astrais, auxílio que, como o senhor viu, é altruisticamente dado a todos os que passam para o próximo mundo de maneira normal. 
Desse modo, ele pode permanecer “ligado à Terra” pela ignorância, sendo incapaz de funcionar apropriadamente em qualquer desses mundos, o físico e o astral, e sentindo a profunda solidão que essas circunstâncias propiciam.
 Depois de um período de tempo que lhe parece uma eternidade, através de uma mudança ocorrida em sua mente, atrairá para si alguém que o auxilie, depois do que pode começar a viver sob condições astrais.

As condições excessivamente desagradáveis existentes nessa região de ninguém, tornam às vezes um homem tão amargo contra seu Criador e a humanidade em geral, que ele passa a perambular pelo lugar onde tirou a própria vida, tentando influenciar outras pessoas a fazerem o mesmo. 
A razão desse comportamento é a terrível solidão de seu estado presente. 
Esse homem sente que, se puder persuadir outros a fazerem o que ele fez, não ficará inteiramente só em sua angústia. 
Em raras ocasiões ele consegue êxito nesse seu esforço, e o resultado cármico desse ato significa que ele terá que sofrer imensamente em sua próxima existência. 
Suicídio nunca é uma libertação, mas apenas um adiamento, e não há circunstâncias no mundo que sejam tão más a ponto de levarem um homem a recorrer a esse método para escapar de tais circunstâncias.

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Livro: A Viagem de Uma Alma
Peter Richelieu 
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Suicídio por obsessão: 
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Anotações de além-túmulo - Memórias de um suicida
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O auto castigo
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A reencarnação dos suicidas
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O flagelo social do suicídio
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Agindo com bom senso
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Jovem suicida
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Diante da tempestade
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Prevenção do suicídio
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Ante as partidas
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No campo das provas
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O suicida do trem 
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Oração da cura
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Obsessão vista de cima
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Mortes violentas - o que acontece com os espíritos
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Paz e luz
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Amparo oculto
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Câncer moral
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Depressão na visão espírita
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Bebida alcoólica é droga?
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Conclusão espírita
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Problemas da morte
(...)Suicídios indiretos ou inconscientes
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Ódio e suicídio
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Prevenção ao suicídio
https://betemensagemdodia.blogspot.com/2016/03/prevencao-ao-suicidio.html?m=1
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MENSAGEM DO ESE: 

O suicídio e a loucura.

14. A calma e a resignação hauridas da maneira de considerar a vida terrestre e da confiança no futuro dão ao espírito uma serenidade que é o melhor preservativo contra a loucura e o suicídio. Com efeito, é certo que a maioria dos casos de loucura se deve à comoção produzida pelas vicissitudes que o homem não tem a coragem de suportar. Ora, se encarando as coisas deste mundo da maneira por que o Espiritismo faz que ele as considere, o homem recebe com indiferença, mesmo com alegria, os reveses e as decepções que o houveram desesperado noutras circunstâncias, evidente se torna que essa força, que o coloca acima dos acontecimentos, lhe preserva de abalos a razão, os quais, se não fora isso, a conturbariam.

15. O mesmo ocorre com o suicídio. Postos de lado os que se dão em estado de embriaguez e de loucura, aos quais se pode chamar de inconscientes, é incontestável que tem ele sempre por causa um descontentamento, quaisquer que sejam os motivos particulares que se lhe apontem. Ora, aquele que está certo de que só é desventurado por um dia e que melhores serão os dias que hão de vir, enche-se facilmente de paciência. Só se desespera quando nenhum termo divisa para os seus sofrimentos. E que é a vida humana, com relação à eternidade, senão bem menos que um dia? Mas, para o que não crê na eternidade e julga que com a vida tudo se acaba, se os infortúnios e as aflições o acabrunham, unicamente na morte vê uma solução para as suas amarguras. Nada esperando, acha muito natural, muito lógico mesmo, abreviar pelo suicídio as suas misérias.

16. A incredulidade, a simples dúvida sobre o futuro, as ideias materialistas, numa palavra, são os maiores incitantes ao suicídio; ocasionam a covardia moral. Quando homens de ciência, apoiados na autoridade do seu saber, se esforçam por provar aos que os ouvem ou leem que estes nada têm a esperar depois da morte, não estão de fato levando-os a deduzir que, se são desgraçados, coisa melhor não lhes resta senão se matarem? Que lhes poderiam dizer para desviá-los dessa consequência? Que compensação lhes podem oferecer? Que esperança lhes podem dar? Nenhuma, a não ser o nada. Daí se deve concluir que, se o nada é o único remédio heroico, a única perspectiva, mais vale buscá-lo imediatamente e não mais tarde, para sofrer por menos tempo.

A propagação das doutrinas materialistas é, pois, o veneno que inocula a ideia do suicídio na maioria dos que se suicidam, e os que se constituem apóstolos de semelhantes doutrinas assumem tremenda responsabilidade. Com o Espiritismo, tornada impossível a dúvida, muda o aspecto da vida. O crente sabe que a existência se prolonga indefinidamente para lá do túmulo, mas em condições muito diversas; donde a paciência e a resignação que o afastam muito naturalmente de pensar no suicídio; donde, em suma, a coragem moral.

17. O Espiritismo ainda produz, sob esse aspecto, outro resultado igualmente positivo e talvez mais decisivo. Apresenta-nos os próprios suicidas a informar-nos da situação desgraçada em que se encontram e a provar que ninguém viola impunemente a lei de Deus, que proíbe ao homem encurtar a sua vida. Entre os suicidas, alguns há cujos sofrimentos, nem por serem temporários e não eternos, não são menos terríveis e de natureza a fazer refletir os que porventura pensam em daqui sair, antes que Deus o haja ordenado. O espírita tem, assim, vários motivos a contra por à ideia do suicídio: a certeza de uma vida futura, em que, sabe-o ele, será tanto mais ditoso, quanto mais inditoso e resignado haja sido na Terra: a certeza de que, abreviando seus dias, chega, precisamente, a resultado oposto ao que esperava; que se liberta de um mal, para incorrer num mal pior, mais longo e mais terrível; que se engana, imaginando que, com o matar-se, vai mais depressa para o céu; que o suicídio é um obstáculo a que no outro mundo ele se reúna aos que foram objeto de suas afeições e aos quais esperava encontrar; donde a consequência de que o suicídio, só lhe trazendo decepções, é contrário aos seus próprios interesses. Por isso mesmo, considerável já é o número dos que têm sido, pelo Espiritismo, obstados de suicidar-se, podendo daí concluir-se que, quando todos os homens forem espíritas, deixará de haver suicídios conscientes. Comparando-se, então, os resultados que as doutrinas materialistas produzem com os que decorrem da doutrina espírita, somente do ponto de vista do suicídio, forçoso será reconhecer que, enquanto a lógica das primeiras a ele conduz, a da outra o evita, fato que a experiência confirma.

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O Evangelho Segundo o Espiritismo
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quarta-feira, 15 de abril de 2015

MEDICAÇÃO


Aceite-se, tal que é, buscando melhorar-se.
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Suporte com paciência as provas do caminho.
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Se você caiu, erga-se logo para seguir adiante.
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Se já conhece o que seja tentação, já sabe claramente como evitá-la.
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Deixe de criar motivações a sofrimentos de que não tem necessidade.
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Abstenha-se de relações que lhe prejudiquem a paz.
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Não tente sanar amarguras da alma com medicações que lhe criem exagerada dependência.
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Cultive fortaleza de ânimo e acolha a realidade, tal como se apresenta.
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Faça todo bem que puder, auxiliando a todos, mesmo quando não possa estar com todos.
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Trabalhe sempre, confiando em Deus.
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Não diga que isso é óbvio ou que você já sabe tudo isso, porque os planos do bem devem ser infinitamente repetidos e a construção mais simples é sempre a mais difícil de se fazer.
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André Luiz
Chico Xavier







terça-feira, 14 de abril de 2015

IDEIA FIXA



Combate a ideia fixa do mal na tua mente.
 
 Não ofereças sintonia às trevas. 
 
Escolhe o alimento espiritual de que te nutres. 
 
Fuja do que possa influenciar-te negativamente. 
 
A obsessão é uma indução, espécie de hipnose de outras mentes sobre a tua. 
 
Não convertas os teus pensamentos em pasto para os espíritos vampirizadores. 
 
A tua vida é o barco; o pensamento é o leme. 
 
A ideia infeliz que se demora contigo é sinal de desajuste interior. 
 
Ora e ocupa as tuas mãos na tarefa benfazeja. 
 
Ideia fixa que incomoda atrai doença, sofrimento e lágrimas. 
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Irmão José 
 




 

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Desprendimento

Um dos maiores entraves à nossa evolução é o apego aos bens materiais. 
As fazendas, as casas, os carros, as contas bancárias, as ações da bolsa, a bicicleta, o guarda-roupa, tudo isso acaba construindo uma prisão sem grades, onde a nossa mente fica atrofiada por séculos a fio.
 O exercício do desprendimento deve ser um esforço diário. 
 Nascemos carecas, desdentados, pobres e pelados. 
De lá para cá tudo que tivermos e possuirmos é lucro, é acréscimo e nesse acréscimo há muitos excessos e muitas arestas. 
 Falando em desprendimento, pensamos necessariamente em renúncia e caridade. 
Pensemos nisso.
 Os ricos que pensam em levar os seus bens para a eternidade terão dificuldade em sair do caixão. 
 Quando nos desembaraçamos das coisas materiais, que por tanto tempo nos deram prazer, abrimos o coração para as alegrias espirituais, que são verdadeiras e eternas. 
Lembremos que Jesus não tinha sequer uma pedra onde pudesse reclinar a cabeça. 
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 Ariston S. Teles







sábado, 11 de abril de 2015

Destino Espiritual





A vida de cada pessoa é como um rio correndo para Deus.

No mundo encontrarás quem te fira com os calhaus da ingratidão.

Outros tentarão turvar as águas dos teus pensamentos, lançando ideias poluentes.

Por vezes, as dificuldades te apertarão o leito da existência, fazendo surgir as ondas da insegurança.

De outras vezes, depararás com as pedras do desânimo, tentando barrar-te o curso.

Em todas as situações, porém, continua seguindo, animado pela correnteza da confiança.

Tudo passará e nenhum obstáculo conseguirá impedir que deságues no oceano do amor total, onde encontrarás a razão do teu destino espiritual.
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Scheilla 
Clayton Levy